{"id":2417,"date":"2018-08-22T20:19:25","date_gmt":"2018-08-22T20:19:25","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=2417"},"modified":"2018-08-22T20:19:25","modified_gmt":"2018-08-22T20:19:25","slug":"22-08-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/08\/22\/22-08-2018\/","title":{"rendered":"22\/08\/2018"},"content":{"rendered":"<p><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><a style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\"><img decoding=\"async\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" alt=\"\"><\/a><\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 22 de agosto de 2018<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 12 - N\u00b0 2.805<\/em><\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\"><\/span><\/span><\/p>\n<p><strong><strong style=\"text-align: justify;\"><u><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" alt=\"\"><\/span><\/span><\/u><\/strong><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p class=\"MsoNormalCxSpFirst\" style=\"margin-bottom: .0001pt; mso-add-space: auto; text-align: justify; line-height: normal;\"><strong>China mant\u00e9m importa\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos firmes no primeiro semestre<\/strong><\/p>\n<p>China - As importa\u00e7\u00f5es chinesas de l\u00e1cteos continuaram aumentando, segundo os dados de exporta\u00e7\u00e3o de seus principais fornecedores publicados no site especializado CLAL. Devido \u00e0 guerra comercial com os Estados Unidos, a China deixou de publicar os dados sobre importa\u00e7\u00f5es de alguns produtos como os l\u00e1cteos. A CLAL realizou estimativas com base nos dados de exporta\u00e7\u00e3o dos principais fornecedores de l\u00e1cteos para a China. E segundo esses c\u00e1lculos, as exporta\u00e7\u00f5es para a China aumentaram, em m\u00e9dia, 3,8% na primeira metade do ano medidas em volume.<\/p>\n<p>As remessas da Uni\u00e3o Europeia (UE) para a China aumentaram 1% no per\u00edodo, as vendas dos Estados Unidos saltaram 17,7%, enquanto que as remessas neozelandesas ca\u00edram 6,4%. A UE se aproximou de 500.000 toneladas enviadas para a China no primeiro semestre do ano. Foi s\u00f3lido o desempenho dos envios de f\u00f3rmulas infantis, com 138.000 toneladas exportadas (um salto interanual de 30,4%) sendo o principal produto enviado ao pa\u00eds asi\u00e1tico. Em sentido contr\u00e1rio, ca\u00edram em rela\u00e7\u00e3o ao ano passado as remessas de leite em p\u00f3 desnatado (-7,5%) e creme (-9,7%). Os Estados Unidos ganhou terreno, escalando em 34% as exporta\u00e7\u00f5es de queijos, mas, reduzindo os envios de leite em p\u00f3 desnatado (-25%). (Blasina y Asociados - Tradu\u00e7\u00e3o livre: www.terraviva.com.br)<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" style=\"width: 500px; height: 269px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2986\" alt=\"\">&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>Sistema vai integrar at\u00e9 fim do ano a rede de laborat\u00f3rios oficiais e credenciados<\/strong><\/p>\n<p>O Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (Mapa) vai instalar at\u00e9 o fim do ano o sistema Hub Laboratorial para centralizar todas as informa\u00e7\u00f5es de amostras dos seis Lanagros (Laborat\u00f3rio Nacional Agropecu\u00e1rio) e da rede de 450 laborat\u00f3rios credenciados no pa\u00eds. A cada ano, s\u00e3o feitas cerca de 33 milh\u00f5es de an\u00e1lises laboratoriais pela rede do Mapa e credenciados. O secret\u00e1rio de Defesa Agropecu\u00e1ria, Luis Rangel, avalia que o Hub ir\u00e1 proporcionar maior grau de transpar\u00eancia, como est\u00e1 sendo reivindicado por importadores.&nbsp;<\/p>\n<p>O Hub Laboratorial vai rastrear as amostras desde a coleta na propriedade at\u00e9 o resultado final da an\u00e1lise. As informa\u00e7\u00f5es ser\u00e3o acessadas em tempo real, com acompanhamento da cust\u00f3dia da amostra (guarda), manuten\u00e7\u00e3o do material, insumos aplicados, an\u00e1lises realizadas, permitindo o controle e a auditoria de todas as a\u00e7\u00f5es envolvidas. Os laborat\u00f3rios, por sua vez, poder\u00e3o planejar melhor seu trabalho. A decis\u00e3o foi tomada em reuni\u00e3o na quinta-feira (16) entre o secret\u00e1rio de Defesa Agropecu\u00e1ria, Luis Rangel, o coordenador-geral de laborat\u00f3rios agropecu\u00e1rios, Rodrigo Nazareno e outros integrantes do Mapa.&nbsp;<\/p>\n<p>O sistema \u00e9 voltado para o combate de fraudes ou quaisquer desvios de finalidade em an\u00e1lises laboratoriais. O foco inicial do sistema s\u00e3o as an\u00e1lises de Salmonella e Listeria em carca\u00e7as de frango, em resposta a problemas apontados na \"Opera\u00e7\u00e3o Trapa\u00e7a\", deflagrada pela Pol\u00edcia Federal com apoio do Mapa, no in\u00edcio de mar\u00e7o. \"A defesa agropecu\u00e1ria compreende a\u00e7\u00f5es que visam evitar danos \u00e0 sa\u00fade dos consumidores, aos rebanhos e lavouras e que eliminem o risco econ\u00f4mico para o Brasil\", observou o coordenador-geral.<\/p>\n<p>\"N\u00e3o s\u00e3o necess\u00e1rios grandes investimentos, apenas a integra\u00e7\u00e3o total dos sistemas existentes no Mapa e a implanta\u00e7\u00e3o de alguns que ser\u00e3o instalados\", explica Rodrigo Nazareno. \"O Hub pode ser executado e vai trazer resultados que permitir\u00e3o melhorar o planejamento da fiscaliza\u00e7\u00e3o sanit\u00e1ria no pa\u00eds\", acrescenta Nazareno.<\/p>\n<p>A racionaliza\u00e7\u00e3o das an\u00e1lises, de ponta a ponta, vai gerar economia e ganho de efici\u00eancia. Atualmente o auditor fiscal federal agropecu\u00e1rio faz a coleta da amostra no campo, preenchendo, formul\u00e1rio, por vezes, manualmente, e, quando a amostra chega no laborat\u00f3rio, as informa\u00e7\u00f5es do formul\u00e1rio devem ser transcritas. Com o Hub as informa\u00e7\u00f5es da coleta ser\u00e3o enviadas diretamente ao laborat\u00f3rio e o resultado diretamente \u00e0 pessoa que solicitou a an\u00e1lise, com ganho de tempo. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Mapa)&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>Pesquisa analisa gest\u00e3o de res\u00edduos em fazendas leiteiras no Brasil, Chile e Argentina<\/strong><\/p>\n<p>Uma pesquisa avaliou percep\u00e7\u00f5es, necessidades e obst\u00e1culos para o manejo adequado de dejetos em fazendas de leite na Am\u00e9rica do Sul. O objetivo foi identificar prioridades para estrat\u00e9gias de gerenciamento e transfer\u00eancia de tecnologias para melhorar a gest\u00e3o dos res\u00edduos. A consulta foi realizada no Brasil, Chile e Argentina, entre mar\u00e7o de 2015 e novembro de 2017, com 593 produtores de leite, t\u00e9cnicos, consultores, funcion\u00e1rios de fazendas, prestadores de servi\u00e7os, estudantes, pesquisadores e representantes de institui\u00e7\u00f5es p\u00fablicas e de latic\u00ednios.<\/p>\n<p>\u00c9 o primeiro estudo que analisa as percep\u00e7\u00f5es do p\u00fablico de interesse sobre o manejo de dejetos na Am\u00e9rica Latina, considerando tr\u00eas pa\u00edses diferentes, onde o setor de l\u00e1cteos \u00e9 uma ind\u00fastria forte.<br \/>\nOs tr\u00eas possuem 70% dos rebanhos leiteiros da Am\u00e9rica do Sul e produzem 73% do leite. Dessa forma, a gest\u00e3o de res\u00edduos \u00e9 importante devido ao grande volume produzido e ao impacto ambiental que pr\u00e1ticas inadequadas podem causar.<\/p>\n<p>De acordo com o pesquisador Julio Palhares, da Embrapa Pecu\u00e1ria Sudeste (S\u00e3o Carlos - SP), nesses pa\u00edses, na maioria das vezes, os res\u00edduos da produ\u00e7\u00e3o de leite s\u00e3o utilizados de forma incorreta, sem considerar as limita\u00e7\u00f5es ambientais, aumentando as chances de causar impactos negativos, como contamina\u00e7\u00e3o do solo, emiss\u00e3o de gases e odores para o ar e polui\u00e7\u00e3o das \u00e1guas. \"O uso como fertilizante ou para produ\u00e7\u00e3o de biog\u00e1s s\u00e3o alternativas para se fazer o manejo de res\u00edduos na propriedade. Mas a falta de gest\u00e3o ou aplica\u00e7\u00e3o em excesso pode resultar em danos ao meio ambiente\", explica Palhares.<\/p>\n<p>Cerca de 90% dos entrevistados reconhece o esterco como um bom fertilizante. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de biog\u00e1s, 60% consideram uma op\u00e7\u00e3o eficaz para tratamento de dejetos animais. No entanto, o manejo complexo, os altos custos e a falta de conhecimento e de leis espec\u00edficas foram apontados como obst\u00e1culos para se fazer a gest\u00e3o adequada. Tamb\u00e9m, os entrevistados indicaram necessidades para um melhor gerenciamento: ter um manual de com pr\u00e1ticas para o manejo dos res\u00edduos, disponibilidade de equipamentos e tecnologias e acesso a an\u00e1lises laboratoriais para caracteriza\u00e7\u00e3o dos res\u00edduos.<\/p>\n<p>Da amostra total, 52% que responderam o question\u00e1rio s\u00e3o argentinos, 308 pessoas. Brasileiros, 37% (217) e chilenos, 11%. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 profiss\u00e3o, 77% s\u00e3o produtores de leite.<\/p>\n<p>Algumas diferen\u00e7as aparecem de acordo com o pa\u00eds. Especificamente, em rela\u00e7\u00e3o ao Brasil, quase todos os entrevistados concordaram com o uso de esterco como fertilizante e que o usariam para substituir o adubo mineral. Para 80% dos brasileiros a biodigest\u00e3o \u00e9 uma boa op\u00e7\u00e3o para o manejo. Pouco mais de 60% afirmou que os odores s\u00e3o poluentes e um percentual elevado acredita que n\u00e3o h\u00e1 regulamenta\u00e7\u00e3o adequada no Brasil para esse tema.<\/p>\n<p>Palhares ressalta que apesar das semelhantes condi\u00e7\u00f5es produtivas, culturais, econ\u00f4micas e ambientais dos pa\u00edses, observaram-se diferen\u00e7as entre o Brasil e os outros dois pa\u00edses. \"Isso \u00e9 resultado dos diferentes n\u00edveis de desenvolvimento da aplica\u00e7\u00e3o de regula\u00e7\u00f5es e programas voltados ao manejo dos res\u00edduos leiteiros. No caso do Chile e Argentina, a discuss\u00e3o sobre o tema e, consequentemente, a sua internaliza\u00e7\u00e3o pelos envolvidos est\u00e1 mais avan\u00e7ada que no Brasil. Por exemplo, no Chile j\u00e1 h\u00e1 alguns anos empresas bonificam o produtor pelas suas pr\u00e1ticas ambientais. No Brasil isso come\u00e7a a ser implementado\", conta.<\/p>\n<p>Os resultados podem contribuir para que esses pa\u00edses estabele\u00e7am planos de manejo dos res\u00edduos, desenvolvimento de pol\u00edticas p\u00fablicas e programas de pesquisa e educa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O estudo foi realizado por pesquisadores da Embrapa Pecu\u00e1ria Sudeste, Universidade de Buenos Aires, Instituto de Investiga\u00e7\u00f5es Agropecu\u00e1rias (INIA - Chile), Instituto Nacional de Tecnologia Agropecu\u00e1ria (INTA - Argentina) e Universidade Tecnol\u00f3gica Nacional (Argentina). (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da Embrapa Pecu\u00e1ria Sudeste)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" alt=\"\"><\/em><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em>Produ\u00e7\u00e3o de leite cresceu 8% na Argentina em julho<br \/>\nO Minist\u00e9rio da Agroind\u00fastria da Argentina informou na sexta-feira (17) que a produ\u00e7\u00e3o de leite cresceu 8% em julho deste ano em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo m\u00eas do ano passado. As estat\u00edsticas elaboradas pelo Sistema Integrado de Gest\u00e3o do Leite Argentino (SIGLeA) tamb\u00e9m revelaram que o pre\u00e7o pago ao produtor pelo litro de leite em julho cresceu 28% em termos interanuais, chegando a 7,12 pesos (23,84 centavos de d\u00f3lar). Enquanto isso, a varia\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o de julho em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior foi de 4% e o pre\u00e7o pago ao produtor por cada litro de leite cresceu 5% em junho em rela\u00e7\u00e3o a maio deste ano. O aumento da produ\u00e7\u00e3o \u00e9 observado principalmente nas prov\u00edncias de Santa F\u00e9 e C\u00f3rdoba, que ficaram acima de oito por cento, enquanto a prov\u00edncia de Buenos Aires, por exemplo, cresceu, mas em menor porcentagem. A estat\u00edstica leva em conta a compra de leite cru de 307 ind\u00fastrias e vincula as bases de dados da Administra\u00e7\u00e3o Federal de Receitas P\u00fablicas (AFIP), do Servi\u00e7o Nacional de Sa\u00fade e Qualidade Agroalimentar (Senasa) e do Minist\u00e9rio da Agroind\u00fastria. O objetivo deste indicador \u00e9 tornar a din\u00e2mica operacional mais transparente e ter informa\u00e7\u00f5es confi\u00e1veis para o desenho de pol\u00edticas p\u00fablicas. O mesmo ocorre em decorr\u00eancia dos acordos assinados pelo Departamento de Latic\u00ednios com representantes da ind\u00fastria e produ\u00e7\u00e3o, com o objetivo de ter mais informa\u00e7\u00f5es para aumentar a competitividade da cadeia. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do jornal Diario Clar\u00edn, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<\/em><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/em><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 22 de agosto de 2018&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 12 - N\u00b0 2.805 China mant\u00e9m importa\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos firmes no primeiro semestre China - As importa\u00e7\u00f5es chinesas de l\u00e1cteos continuaram aumentando, segundo os dados <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/08\/22\/22-08-2018\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"22\/08\/2018\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-2417","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2417","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2417"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2417\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2418,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2417\/revisions\/2418"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2417"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2417"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2417"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}