{"id":2399,"date":"2018-08-17T19:34:32","date_gmt":"2018-08-17T19:34:32","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=2399"},"modified":"2018-08-17T19:34:32","modified_gmt":"2018-08-17T19:34:32","slug":"17-08-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/08\/17\/17-08-2018\/","title":{"rendered":"17\/08\/2018"},"content":{"rendered":"<p><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><a style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\"><img decoding=\"async\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" alt=\"\"><\/a><\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 17 de agosto de 2018<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 12 - N\u00b0 2.802<\/em><\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\"><\/span><\/span><\/p>\n<p><strong><strong style=\"text-align: justify;\"><u><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" alt=\"\"><\/span><\/span><\/u><\/strong><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>EUA: exporta\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos ser\u00e3o cruciais na pr\u00f3xima d\u00e9cada<\/strong><\/p>\n<p>\"Exportar o excedente dos produtos l\u00e1cteos dos EUA \u00e9 essencial para os pre\u00e7os do leite\", afirmou Marin Bozik a um grupo de 250 produtores de leite e agricultores do Meio-Oeste. Mas ele reconheceu que lidar com as consequ\u00eancias de uma guerra comercial n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil. \"Quando voc\u00ea vai para uma briga, voc\u00ea sabe que haver\u00e1 baixas. N\u00f3s somos as v\u00edtimas. \u00c9 muito corajoso entrar em uma guerra comercial em um ano eleitoral\", continuou.<\/p>\n<p>Bozik, professor associado de economia de marketing de produtos l\u00e1cteos da Universidade de Minnesota, falou no Dairy Experience Forum, no dia&nbsp; 26 de julho em Bloomington, Minnesota, sobre o com\u00e9rcio de l\u00e1cteos, quest\u00f5es pol\u00edticas e oportunidades de demanda. Al\u00e9m de ser diretor associado do Midwest Dairy Foods Research Center, Bozik \u00e9 um dos oito membros do corpo docente do Programa Nacional de Mercados e Pol\u00edtica de L\u00e1cteos.<\/p>\n<p>Bozik disse ao p\u00fablico que os concorrentes comerciais dos EUA est\u00e3o lutando agressivamente por participa\u00e7\u00e3o de mercado. \"N\u00f3s n\u00e3o estamos. Estamos renegociando acordos de livre com\u00e9rcio com o M\u00e9xico, o Canad\u00e1 e a Coreia do Sul e travando uma guerra comercial. Nossos concorrentes est\u00e3o assinando acordos de livre com\u00e9rcio, e n\u00f3s n\u00e3o\".&nbsp;<\/p>\n<p>Bozik reconheceu que as exporta\u00e7\u00f5es s\u00e3o arriscadas, por\u00e9m eles n\u00e3o possuem um programa de gerenciamento de fornecimento de leite, por isso, n\u00e3o h\u00e1 outra alternativa. O economista disse que as exporta\u00e7\u00f5es s\u00e3o cr\u00edticas para os pre\u00e7os do leite nos EUA. \"Em 2009, est\u00e1vamos exportando 16% de nosso leite e, at\u00e9 o final de 2009, as exporta\u00e7\u00f5es ca\u00edram para apenas 11% - e todos sabemos o que aconteceu com os pre\u00e7os do leite\".<\/p>\n<p>Pelos n\u00fameros<br \/>\nNa \u00faltima d\u00e9cada, as exporta\u00e7\u00f5es absorveram a maior parte do crescimento da produ\u00e7\u00e3o de leite dos EUA. De 2007 a 2014, os EUA exportaram 79% do aumento dom\u00e9stico de l\u00e1cteos. O que as exporta\u00e7\u00f5es de produtos l\u00e1cteos significam para os produtores dos EUA nos pr\u00f3ximos 10 anos?<\/p>\n<p>De acordo com Bozik, as exporta\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos dos EUA totalizam US$ 5 bilh\u00f5es por ano, o que representa cerca de 15% da produ\u00e7\u00e3o de leite dos EUA. \"As exporta\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos representam uma queda proverbial em compara\u00e7\u00e3o com o total das exporta\u00e7\u00f5es de produtos agr\u00edcolas\", explicou ele. \"As exporta\u00e7\u00f5es totais agr\u00edcolas dos EUA totalizam US$ 161 bilh\u00f5es por ano. Enquanto as importa\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas tamb\u00e9m est\u00e3o crescendo, exportamos muito mais produtos do agro do que importamos\".&nbsp; Ent\u00e3o, quanto os produtores de leite dos EUA precisam exportar nos pr\u00f3ximos 10 anos?<\/p>\n<p>Bozik calcula que existam 9,4 milh\u00f5es de vacas nos EUA, que permanecem praticamente iguais desde 2000. A vaca m\u00e9dia dos EUA produz 23.000 libras (10.400 litros) de leite. Ele projeta que, com vacas produzindo em m\u00e9dia 1,2% a mais de leite do que no ano anterior, o rebanho leiteiro dos EUA produzir\u00e1 979,75 milh\u00f5es de quilos a mais de leite este ano do que no ano passado. Em 2016, cada pessoa nos EUA consumiu 250 quilos de equivalentes de leite fluido.<\/p>\n<p>\"N\u00e3o h\u00e1 tend\u00eancia de aumento no consumo de leite\", observou ele. \"Enquanto consumimos mais queijo, o consumo de leite fluido est\u00e1 diminuindo. Eu vou assumir que a demanda por leite vai se manter est\u00e1vel nos EUA para a pr\u00f3xima d\u00e9cada\". Mas as not\u00edcias n\u00e3o s\u00e3o todas ruins. Bozik disse que o consumo de gordura est\u00e1 aumentando nos EUA.<\/p>\n<p>\"O consumo de gordura do leite foi crescente nos \u00faltimos anos\", disse ele. \"As pessoas est\u00e3o bebendo leite integral e comendo manteiga e iogurte integral. A pessoa m\u00e9dia consome 290 quilos de gordura de leite por ano. N\u00f3s realmente n\u00e3o temos que exportar qualquer manteiga. Podemos vender tudo internamente\".<\/p>\n<p>No geral, Bozik calcula que os EUA precisar\u00e3o exportar 6 bilh\u00f5es de quilos de leite, ou 44% do aumento nacional de l\u00e1cteos, em cada um dos pr\u00f3ximos 10 anos. \"\u00c9 uma quantia consider\u00e1vel\", defendeu.<\/p>\n<p>Como resultado, Bozik acredita que haver\u00e1 muita press\u00e3o sobre as fazendas leiteiras de tamanho m\u00e9dio na pr\u00f3xima d\u00e9cada. \"A lei agr\u00edcola de 2018 oferecer\u00e1 prote\u00e7\u00e3o substancial para os produtores de leite que ordenham 300 vacas ou menos\", disse ele. \"Mas as fazendas de tamanho m\u00e9dio, que possuem entre 500 e 2.000 vacas, estar\u00e3o sob consider\u00e1vel press\u00e3o. Grandes fazendas com 2.000 vacas ou mais ficar\u00e3o bem devido \u00e0s vantagens de tamanho e escala\". (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do portal American Agriculturist, traduzidas e adaptadas pela Equipe MilkPoint)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>Veja como o Brasil aprendeu a produzir mais leite com um rebanho menor<\/strong><\/p>\n<p>Produ\u00e7\u00e3o - Mesmo com a redu\u00e7\u00e3o de animais ordenhados de 12 milh\u00f5es para 11 milh\u00f5es na \u00faltima d\u00e9cada, a produ\u00e7\u00e3o brasileira de leite saltou de 20,567 bilh\u00f5es de litros em 2006 para 30,114 bilh\u00f5es no \u00faltimo ano, de acordo com o Censo Agropecu\u00e1rio 2017. De acordo com a pesquisa, conduzida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), a produ\u00e7\u00e3o de leite quase dobrou no Rio Grande do Sul, um dos principais estados produtores. O investimento no rebanho foi essencial para essa evolu\u00e7\u00e3o. Em 2006, os produtores ga\u00fachos declararam produtividade m\u00e9dia de 2.500 litros de leite por animal. Onze anos depois, o rendimento quase dobrou, passando para 4.301 litros por vaca. Lideran\u00e7as do setor acreditam que a demanda da ind\u00fastria tem papel importante no fomento da produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\"Dobrar a produ\u00e7\u00e3o em dez anos \u00e9 um peso muito forte, tem que ter uma qualidade definida que atenda o mercado, se n\u00e3o n\u00f3s estar\u00edamos a\u00ed com leite sobrando. Eu acho que hoje, se houver uma demanda maior da ind\u00fastria, o produtor tem condi\u00e7\u00f5es de atender\", afirma o presidente da Comiss\u00e3o de Leite da Federa\u00e7\u00e3o de Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul), Jorge Rodrigues. Em Estrela, munic\u00edpio no vale do Taquari, a produtividade cresceu 62%. Na propriedade onde Anderson Wermeier mant\u00eam um pequeno rebanho de gado holand\u00eas, o desempenho duplicou, segundo ele, como resultado do melhoramento gen\u00e9tico. O produtor conta que foram descartados muitos animais com baixa produtividade e o dinheiro obtido foi investido em exemplares de melhor gen\u00e9tica.<\/p>\n<p>A dieta do rebanho tamb\u00e9m sofreu altera\u00e7\u00f5es. Os animais agora disp\u00f5em de pastagem melhorada e tamb\u00e9m recebem, segundo Wermeier, milho, silagem, farelo de soja, sal mineral, bicarbonato, gordura protegida, calc\u00e1rio calc\u00edtico. \"Teve animal que aumentou em 30% a produtividade\", diz. O m\u00e9dico-veterin\u00e1rio Martin Schmachtenberg, que atua como assistente t\u00e9cnico regional da Emater, lembra que cada vaca tem uma necessidade nutricional pr\u00f3pria. Observar essa particularidade, acredita, ajuda a garantir o sucesso da produ\u00e7\u00e3o leiteira. O veterin\u00e1rio afirma que muitos produtores mal sabem quanto cada uma de suas matrizes est\u00e1 produzindo. \"Ali n\u00f3s podemos ter vaca de 30 litros de leite (por dia), podemos ter vacas de 10 litros de leite. Se n\u00f3s tratarmos as duas vacas pensando que elas s\u00e3o iguais, provavelmente a de 30 litros n\u00e3o vai dar essa litragem e aquela que est\u00e1 produzindo 10 litros tem tend\u00eancia a engordar e n\u00e3o vai aumentar (a produ\u00e7\u00e3o)\", afirma Schmachtenberg. <a href=\"https:\/\/canalrural.uol.com.br\/programas\/informacao\/rural-noticias\/veja-como-o-brasil-aprendeu-a-produzir-mais-leite-com-um-rebanho-menor\/\">V\u00eddeo<\/a> (Canal Rural)<\/p>\n<p><strong>Com apoio da Faep, Nova Zel\u00e2ndia promover\u00e1 evento sobre leite no PR<\/strong><\/p>\n<p>Leite\/PR - A Nova Zel\u00e2ndia lidera com folga o mercado internacional de leite. Em 2017, segundo dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (Usda), o pa\u00eds movimentou US$ 5,6 bilh\u00f5es, o equivalente a 20,4% de todo o volume mundial. Mesmo somadas, Alemanha (US$ 3 bilh\u00f5es) e Holanda (US$ 2,5 bilh\u00e3o), que ocupam as posi\u00e7\u00f5es seguintes no ranking mundial, n\u00e3o conseguem alcan\u00e7ar os neozelandeses. A na\u00e7\u00e3o da Oceania \u00e9 uma pot\u00eancia global. \u00c9 nessa esfera internacional de comercializa\u00e7\u00e3o que a regi\u00e3o Sul do Brasil, maior produtor de leite nacional, quer entrar nos pr\u00f3ximos anos. A tend\u00eancia \u00e9 natural, j\u00e1 que nos \u00faltimos 15 anos os bovinocultores de leite paranaenses mais que dobraram sua produ\u00e7\u00e3o. E o ritmo de crescimento segue acelerado. A partir desse cen\u00e1rio, a Embaixada da Nova Zel\u00e2ndia no Brasil ir\u00e1 promover um workshop para 150 pessoas em Curitiba, em novembro deste ano. O objetivo \u00e9 compartilhar com lideran\u00e7as paranaenses como o pa\u00eds da Oceania conseguiu atingir esse patamar de destaque mundial na cadeia de l\u00e1cteos. Na programa\u00e7\u00e3o estar\u00e3o o embaixador da Nova Zel\u00e2ndia, Chris Langley, e integrantes de empresas de processamento de l\u00e1cteos do pa\u00eds, al\u00e9m de pesquisadores do setor. A data prevista para o evento \u00e9 21 de novembro.<\/p>\n<p>A programa\u00e7\u00e3o e a data foram definidas em uma reuni\u00e3o promovida na sede da FAEP, em Curitiba, no 15 de agosto. Estiveram presentes no encontro, al\u00e9m de membros da FAEP e da embaixada neozelandesa, representantes da Superintend\u00eancia Federal de Agricultura (SFA) do Paran\u00e1 do Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (Mapa), do Sindicato das Ind\u00fastrias de Leite (Sindileite) do Paran\u00e1, Instituto Paranaense de Assist\u00eancia T\u00e9cnica e Extens\u00e3o Rural (Emater), Sistema Ocepar, Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Paran\u00e1 (Seab). Na ocasi\u00e3o, a delega\u00e7\u00e3o da Nova Zel\u00e2ndia acompanhou uma apresenta\u00e7\u00e3o do agroneg\u00f3cio paranaense, realizada pelo Departamento T\u00e9cnico Econ\u00f4mico (Detec) do Sistema FAEP\/SENAR-PR. Ap\u00f3s a exposi\u00e7\u00e3o, o embaixador avaliou que h\u00e1 desafios a serem vencidos pela cadeia, mas enxerga um grande potencial para melhorar a produ\u00e7\u00e3o, tanto em qualidade quanto em quantidade (confira entrevista do embaixador ao lado).<\/p>\n<p>O presidente do Sistema FAEP\/SENAR-PR, \u00c1gide Meneguette, lembrou que o trabalho da entidade nas \u00faltimas d\u00e9cadas contribuiu para colocar o Estado em um n\u00edvel diferenciado na produ\u00e7\u00e3o brasileira de leite. Isso faz com que a capital nacional do leite, Castro, nos Campos Gerais, esteja no Paran\u00e1, al\u00e9m de produtores de n\u00edvel internacional espalhados em todo o territ\u00f3rio estadual. \"Tenho certeza que esse trabalho de promover um interc\u00e2mbio ser\u00e1 de grande valor para melhorar ainda mais a qualidade dos produtos l\u00e1cteos e nos elevar \u00e0 condi\u00e7\u00e3o de exportador de l\u00e1cteos\", disse Meneguette. Leia entrevista com o embaixador no <a href=\"http:\/\/www.sistemafaep.org.br\/arquivo\/index.html?catalog=BI1444&amp;startPage=14\">Boletim Informativo.<\/a> (Agronovas)&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" alt=\"\"><\/em><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em>Panam\u00e1 investe em ra\u00e7a leiteira do Brasil<br \/>\nInvestimento - Os produtores de leite do Panam\u00e1 est\u00e3o investindo na ra\u00e7a brasileira Girolando para melhorar a produ\u00e7\u00e3o leiteira do pa\u00eds. Por apresentar boa produtividade mesmo em regi\u00f5es de clima mais quente, como \u00e9 o caso do Panam\u00e1, o Girolando j\u00e1 domina grande parte dos rebanhos panamenhos. O pa\u00eds acaba de sediar o XXIII Congresso Nacional Leiteiro - Produzindo em tempos dif\u00edceis, ocorrido nos dias 9 e 10 de agosto, na cidade de David, que contou com palestras t\u00e9cnicas sobre a internacionaliza\u00e7\u00e3o da ra\u00e7a e ferramentas de sele\u00e7\u00e3o. \"Houve um interesse muito grande dos participantes em rela\u00e7\u00e3o ao programa de melhoramento gen\u00e9tico do Girolando e ao sistema de sele\u00e7\u00e3o do Brasil. O Panam\u00e1 \u00e9 um mercado com grande potencial e tem importado bastante s\u00eamen de touros Girolando\", esclarece o coordenador Operacional do PMGG (Programa de Melhoramento Gen\u00e9tico da Ra\u00e7a Girolando), Marcello Cembranelli. Durante o XXIII Congresso Nacional Leiteiro, ele ministrou duas palestras. Na primeira delas, o tema abordado foi sobre o contexto do Girolando no Brasil e a internacionaliza\u00e7\u00e3o da ra\u00e7a. Atualmente, o Girolando \u00e9 a ra\u00e7a leiteira nacional que mais vende s\u00eamen no Brasil e j\u00e1 conta com um rebanho de animais registrados de quase 1,7 milh\u00e3o. A Associa\u00e7\u00e3o Brasileira dos Criadores de Girolando conta com termos de coopera\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica na \u00e1rea de melhoramento gen\u00e9tico com v\u00e1rios pa\u00edses da Am\u00e9rica Latina. O Panam\u00e1 em breve assinar\u00e1 o acordo, passando a receber orienta\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica da associa\u00e7\u00e3o para a sele\u00e7\u00e3o do rebanho Girolando. Cembranelli ministrou uma segunda palestra no evento, desta vez o tema foi o uso do controle leiteiro como ferramenta de sele\u00e7\u00e3o do rebanho. Os dados coletados pelo servi\u00e7o de Controle Leiteiro s\u00e3o utilizados na gera\u00e7\u00e3o das avalia\u00e7\u00f5es gen\u00e9ticas dos animais. Segundo dados da Embrapa Gado de Leite, houve um crescente aumento na produ\u00e7\u00e3o de leite das vacas Girolando nos \u00faltimos anos. Enquanto em 2000, a produ\u00e7\u00e3o era 3.599 kg em at\u00e9 305 dias no ano (considerando as tr\u00eas primeiras lacta\u00e7\u00f5es), em 2016, esta produ\u00e7\u00e3o passou a ser de 5.445 kg no mesmo per\u00edodo, o que representa um incremento de 51,29%, na produ\u00e7\u00e3o leiteira. Para o coordenador do PMGG, o Panam\u00e1 j\u00e1 conta com bons exemplares da ra\u00e7a e tem condi\u00e7\u00f5es de evoluir ainda mais com a ado\u00e7\u00e3o de ferramentas de sele\u00e7\u00e3o j\u00e1 utilizadas no Brasil. \"O Girolando tem muito a contribuir com a pecu\u00e1ria leiteira panamenha, pois \u00e9 uma ra\u00e7a r\u00fastica, bem adaptada aos Tr\u00f3picos, de menor custo j\u00e1 que n\u00e3o apresenta tantos problemas sanit\u00e1rios como outras ra\u00e7as\", diz Cembranelli. O XXIII Congresso Nacional Leiteiro foi promovido pela Associa\u00e7\u00e3o dos Produtores de Gado Leiteiro do Panam\u00e1 (Aprogalpa) e teve palestras de especialistas do Chile, Col\u00f4mbia, Cuba, M\u00e9xico e Panam\u00e1, al\u00e9m do Brasil. (Compre Rural)<\/em><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/em><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 17 de agosto de 2018&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 12 - N\u00b0 2.802 EUA: exporta\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos ser\u00e3o cruciais na pr\u00f3xima d\u00e9cada \"Exportar o excedente dos produtos l\u00e1cteos dos EUA \u00e9 essencial para os <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/08\/17\/17-08-2018\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"17\/08\/2018\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-2399","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2399","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2399"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2399\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2400,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2399\/revisions\/2400"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2399"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2399"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2399"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}