{"id":2391,"date":"2018-08-13T19:59:08","date_gmt":"2018-08-13T19:59:08","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=2391"},"modified":"2018-08-13T19:59:08","modified_gmt":"2018-08-13T19:59:08","slug":"13-08-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/08\/13\/13-08-2018\/","title":{"rendered":"13\/08\/2018"},"content":{"rendered":"<p><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><a style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\"><img decoding=\"async\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" alt=\"\"><\/a><\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 13 de agosto de 2018<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 12 - N\u00b0 2.798<\/em><\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\"><\/span><\/span><\/p>\n<p><strong><strong style=\"text-align: justify;\"><u><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" alt=\"\"><\/span><\/span><\/u><\/strong><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Avan\u00e7am as discuss\u00f5es sobre projeto-piloto de exporta\u00e7\u00e3o de l\u00e1cteos<\/strong>&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><img decoding=\"async\" style=\"width: 500px; height: 375px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2975\" alt=\"\"><br \/>\nCr\u00e9dito: Camila Silva<\/p>\n<p>Representantes do setor l\u00e1cteo deram continuidade \u00e0s discuss\u00f5es que visam fomentar as exporta\u00e7\u00f5es de leite em p\u00f3. O encontro, realizado na sede do Sindilat, contou com a participa\u00e7\u00e3o da Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Agricultura e Pecu\u00e1ria do Brasil (CNA) e de integrantes da Alian\u00e7a L\u00e1ctea Sul-Brasileira. A ideia \u00e9 avan\u00e7ar em um projeto-piloto para as ind\u00fastrias de latic\u00ednios do pa\u00eds ganharem mercado internacional.<\/p>\n<p>Na oportunidade, o consultor Welber Barral, ex-secret\u00e1rio de Com\u00e9rcio Exterior, apresentou o projeto CNA\/Alian\u00e7a L\u00e1ctea: Exporta\u00e7\u00e3o de Leite em P\u00f3, plano que sugere a a\u00e7\u00e3o que deve ser adotada pelas ind\u00fastrias para ganhar mercado, as adequa\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias e o pre\u00e7o ideal para competir l\u00e1 fora. De acordo com Barral, para se tornar competitivo \u00e9 preciso comercializar o produto brasileiro com pre\u00e7o 7% inferior ao praticado na Oceania, por exemplo. O documento inclui tamb\u00e9m mecanismos de financiamento de exporta\u00e7\u00e3o, al\u00e9m dos c\u00e1lculos de lucros, nos casos em que as opera\u00e7\u00f5es forem efetuadas.<\/p>\n<p>A aplicabilidade do plano suscitou d\u00favidas entre os participantes do encontro, tendo em vista que o processo de exporta\u00e7\u00e3o exige in\u00fameras modifica\u00e7\u00f5es processuais por parte da ind\u00fastria e dos produtores, pois envolve e exige desde treinamento de pessoas at\u00e9 adequa\u00e7\u00e3o \u00e0s normas sanit\u00e1rias dos pa\u00edses para os quais as ind\u00fastrias desejam exportar.<\/p>\n<p>Para o presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, a reuni\u00e3o foi um marco e representou a unifica\u00e7\u00e3o do setor em prol de um objetivo comum. \"A pauta de exporta\u00e7\u00e3o faz parte do planejamento da nossa gest\u00e3o, essas reuni\u00f5es s\u00e3o preparat\u00f3rias para que nossas empresas possam iniciar o processo e entender o mercado externo\", ressaltou.<\/p>\n<p>De acordo com o presidente da c\u00e2mara setorial do leite da CNA, Rodrigo Alvim, a regi\u00e3o Sul foi escolhida para encabe\u00e7ar o projeto por apresentar o maior potencial produtivo do pa\u00eds. Dados da Alian\u00e7a L\u00e1ctea apontam que os tr\u00eas estados do Sul, unidos, totalizam 38% da produ\u00e7\u00e3o l\u00e1ctea do Brasil, percentual que pode chegar a 50% at\u00e9 2025. Entretanto, a regi\u00e3o concentra apenas 15% da popula\u00e7\u00e3o brasileira, o que leva a uma preocupa\u00e7\u00e3o em fun\u00e7\u00e3o do alto estoque que pode ser gerado nos pr\u00f3ximos anos. \"Teremos, sim, de escoar tanta produ\u00e7\u00e3o para o mercado l\u00e1 fora, caso contr\u00e1rio, haver\u00e1 muita exclus\u00e3o no setor. Teremos de escolher quem fica e quem sai da atividade\", frisa o secret\u00e1rio de Agricultura de Santa Catarina, Airton Spies. O ideal, segundo ele, \u00e9 que, em 2025, 10% da produ\u00e7\u00e3o do Brasil seja exportada.<\/p>\n<p>O pr\u00f3ximo passo, de acordo com o presidente do Sindilat, \u00e9 apresentar o projeto- piloto aos associados, prospectando, assim, ind\u00fastrias interessadas em ingressar no projeto. \"\u00c9 o primeiro passo para a exporta\u00e7\u00e3o, e as ind\u00fastrias ter\u00e3o de buscar maneiras de vender excedentes de forma a manter o nosso mercado equilibrado\", afirmou.<\/p>\n<p>Uma das principais pautas levantadas pelos participantes foi a necessidade de adequa\u00e7\u00e3o ao Certificado Sanit\u00e1rio Internacional (CSI), j\u00e1 que pa\u00edses como a Argentina possuem certifica\u00e7\u00f5es sanit\u00e1rias espec\u00edficas. Ou seja, para ingressar naquele mercado, al\u00e9m de obedecer \u00e0s normas vigentes do Brasil, \u00e9 necess\u00e1rio atentar para a CSI argentina.&nbsp; De acordo com o secret\u00e1rio-executivo do Sindilat, Darlan Palharini, discutir a adequa\u00e7\u00e3o a essas normas \u00e9 um dos principais fatores a serem trabalhados nos processos de exporta\u00e7\u00e3o. O encontro tamb\u00e9m contou com representantes dos sindicatos das ind\u00fastrias l\u00e1cteas de Santa Catarina e do Paran\u00e1.&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nIN 38 - Manifesta\u00e7\u00f5es extra\u00eddas da consulta p\u00fablica da IN 38, que trata dos regulamentos t\u00e9cnicos que fixam a identidade e as caracter\u00edsticas de qualidade exigidas para o leite cru refrigerado, o leite pasteurizado e o leite tipo A, foram apresentadas pelo presidente do Sindilat, Alexandre Guerra. Segundo ele, os retornos n\u00e3o est\u00e3o adequados \u00e0 realidade do setor no Brasil. Ele citou como exemplo a exig\u00eancia para o leite cru refrigerado, que, pela IN 38, deve apresentar limite m\u00e1ximo para Contagem Padr\u00e3o em Placas de at\u00e9 900.000 UFC\/mL. \"N\u00e3o somos contra as exig\u00eancias, mas elas ainda n\u00e3o s\u00e3o compat\u00edveis com a nossa realidade, precisamos de tempo e de escala para chegarmos l\u00e1\", disse Guerra.<\/p>\n<p>O presidente do Sindilat considerou necess\u00e1rio um debate mais aprofundado com a \u00e1rea t\u00e9cnica do Minist\u00e9rio da Agricultura para rever o que pede a instru\u00e7\u00e3o normativa. \"A ideia \u00e9 que o setor possa aprofundar suas argumenta\u00e7\u00f5es sobre as novas normas e deixar claro que n\u00e3o somos contra melhorias, mas nossa estrutura atual \u00e9 que n\u00e3o consegue cumprir o que diz ali\", afirmou. Guerra lembrou que o setor n\u00e3o conhece estat\u00edsticas de contagem bacteriana, pois as planilhas n\u00e3o s\u00e3o liberadas pelo Mapa. \"Temos acesso apenas a amostras individuais repassadas pelos associados\", disse. \"Se n\u00e3o sei onde estou, como vou saber para onde quero ir\", questionou, sobre as exig\u00eancias da \u00e1rea t\u00e9cnica em torno da IN 38<\/p>\n<p>O presidente da Alian\u00e7a L\u00e1ctea, Ronei Volpi, acredita que o tema precisa ser aprofundado em reuni\u00e3o da C\u00e2mara Setorial do minist\u00e9rio, em Bras\u00edlia, para saber se as institui\u00e7\u00f5es de defesa acham \"fact\u00edvel\" o cumprimento da INS 38. Antes disso, no entanto, o grupo pretende formatar uma posi\u00e7\u00e3o em reuni\u00e3o no dia 21 de agosto, \u00e0s 10h, na sede da Faesc, em Florian\u00f3polis. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"cursor: default; font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>P\u00c3O QUENTE<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<img decoding=\"async\" style=\"width: 500px; height: 224px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2974\" alt=\"\"><\/p>\n<p>Tem novidade saindo do forno da 41\u00aa Expointer. Depois de agu\u00e7ar o paladar com o Pub do Queijo, o Sindicato das Ind\u00fastrias de Latic\u00ednios e Produtos Derivados (Sindilat-RS) chega \u00e0 feira deste ano com nova proposta. A Leiteria (Boulevard Quadra 46, no parque Assis Brasil, em Esteio) colocar\u00e1 na vitrine outros produtos do segmento, de leite a iogurtes.<\/p>\n<p>O Pub do Queijo ser\u00e1 mantido e funcionar\u00e1 no mesmo espa\u00e7o. Diferentemente do ano passado, quando o visitante pagava para entrar e podia se servir \u00e0 vontade, agora o acesso ser\u00e1 livre e as pessoas v\u00e3o desembolsar apenas pelos itens consumidos. Na Leiteria, ser\u00e1 poss\u00edvel saborear caf\u00e9 da manh\u00e3, com promessa de p\u00e3o (e leite) quentinho.<\/p>\n<p>- A ideia \u00e9 ter no espa\u00e7o tel\u00f5es nos quais as pessoas possam ver informa\u00e7\u00f5es dos processos de industrializa\u00e7\u00e3o, mostrando o trabalho da ind\u00fastria e do produtor - explica Alexandre Guerra, presidente do Sindilat-RS.<\/p>\n<p>A opera\u00e7\u00e3o da Leiteria ficar\u00e1 com a equipe do Mule Bule. A assinatura do espa\u00e7o \u00e9 da Storia Eventos. Depois de passar por per\u00edodo cr\u00edtico, nos cinco primeiros meses do ano, o setor teve recupera\u00e7\u00e3o nos valores do produto em junho e julho, movimento esse que j\u00e1 enfraqueceu um pouco, avalia Guerra. A expectativa \u00e9 de que o segundo semestre seja de recupera\u00e7\u00e3o, principalmente porque os \u00faltimos seis meses de 2017 foram de resultados considerados muito ruins. (Zero Hora)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>Sulleite vender\u00e1 doce de leite em todo o Estado<\/strong><\/p>\n<p>O dono da gelateria Quati, Fernando Campello, n\u00e3o precisa mais percorrer os mil quil\u00f4metros em rodovias entre ida e volta de Porto Alegre a Santa Vit\u00f3ria do Palmar, na Zona Sul do Rio Grande do Sul e quase na fronteira com o Uruguai, para comprar um dos principais ingredientes de seu card\u00e1pio de sorvetes artesanais. Tudo porque agora o doce de leite da Cooperativa Sulleite, que fica no munic\u00edpio do Extremo-Sul do Estado, j\u00e1 pode ser vendido para fora dos limites do munic\u00edpio. Desde que obteve o registro estadual, a Sulleite conta com dois representantes comerciais, sendo um em Porto Alegre e outro em Pelotas.&nbsp;<\/p>\n<p>\"O produto fica no mesmo n\u00edvel dos doces de leite mineiros e \u00e9 melhor do que os uruguaios\", garante Campello, que n\u00e3o abre m\u00e3o da mat\u00e9ria-prima para elaborar um dos sabores mais requisitados pela clientela da Quati, que fica no bairro Bom Fim, na Capital. \"\u00c9 um doce de leite que n\u00e3o tem amido. As vacas se alimentam de pastagem muito parecida com a usada no setor leiteiro uruguaio, e a produ\u00e7\u00e3o tem muita qualidade e cuidado\", valoriza o dono da gelateria. A exemplo de Campello, outros f\u00e3s do doce de leite, principalmente consumidores finais, costumam adquirir potes do produto da marca quando v\u00e3o \u00e0 fronteira para comprinhas nos free shops na cidade de Chu\u00ed, vizinha a Santa Vit\u00f3ria do Palmar.&nbsp;<\/p>\n<p>A Sulleite recebeu, em maio deste ano, o selo da Coordenadoria de Inspe\u00e7\u00e3o Industrial e Sanit\u00e1ria de Produtos de Origem Animal (Cispoa), que permite a venda em todo o territ\u00f3rio do Rio Grande do Sul. O pr\u00f3ximo passo \u00e9 a conquista do registro no Sistema Brasileiro de Inspe\u00e7\u00e3o de Produtos de Origem Animal (Sisbi), adianta o presidente da cooperativa, Carlos Talavera Campos. Com o Sisbi, a marca poder\u00e1 chegar a outros mercados do Brasil. Al\u00e9m disso, os 60 produtores associados querem buscar registro de denomina\u00e7\u00e3o de origem, explorando as ca\u00acracter\u00edsticas da regi\u00e3o, que foi j\u00e1 foi mar. A exist\u00eancia de minerais e sais no solo gera nutrientes que refor\u00e7am a qualidade do pasto. \"\u00c9 como terroir que s\u00f3 tem aqui\", diz Campos.&nbsp;<\/p>\n<p>A cooperativa foi fundada em 1997 para unificar os produtores de leite da cidade. \"Havia muita produ\u00e7\u00e3o de leite nas granjas\", diz Campos, explicando que a associa\u00e7\u00e3o foi uma sa\u00edda para fortalecer os agricultores que estrearam na atividade leiteira no modelo de agrovilas na d\u00e9cada de 1960. A produ\u00e7\u00e3o do derivado teve in\u00edcio em 2006, com venda apenas no munic\u00edpio sede. Segundo Campos, o processamento ocorreu para resolver um gargalo da produ\u00e7\u00e3o da mat\u00e9ria-prima, que era a dificuldade do escoamento de leite para plantas de beneficiamento em outras localidades j\u00e1 que o volume por propriedade \u00e9 baixo.&nbsp;<\/p>\n<p>A principal fonte de renda da Sulleite ainda \u00e9 a venda de leite in natura para latic\u00ednios. Mas a fabrica\u00e7\u00e3o do doce de leite j\u00e1 responde por 5% do faturamento da cooperativa que re\u00fane 60 associados. A produ\u00e7\u00e3o do derivado \u00e9 de cerca de 500 quilos por dia e envolve seis funcion\u00e1rios. O maquin\u00e1rio instalado permite fabricar at\u00e9 2 mil quilos di\u00e1rios processando 4 mil litros de leite, operando em mais turnos. Por enquanto, est\u00e1 descartada a expans\u00e3o no curto prazo, mas tudo vai depender da procura.&nbsp;<\/p>\n<p>\"Temos uma meta modesta, pois as quantidades mudam dramaticamente as coisas\", explica o presidente, referindo-se \u00e0 estrutura de produ\u00e7\u00e3o j\u00e1 instalada. A Sulleite segue \u00e0 risca o perfil quase artesanal de produ\u00e7\u00e3o. Contudo, isso n\u00e3o o impede os associados de sonhar alto. \"Enquanto n\u00e3o tivermos nosso doce de leite em cada lojinha, em cada vendinha ou delicatessen n\u00e3o estaremos 100% satisfeitos\", avisa o presidente. Para quem quiser provar, o produto estar\u00e1 \u00e0 venda no pavilh\u00e3o da agricultura familiar na Expointer, em Esteio, de 25 de agosto a 2 de setembro. (Jornal do Com\u00e9rcio)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" alt=\"\"><\/em><\/p>\n<p><em>Brasileiro dedica cada vez menos tempo ao preparo das refei\u00e7\u00f5es, aponta estudo<br \/>\nSimplifica\u00e7\u00e3o e praticidade. As duas palavras ganham cada vez mais import\u00e2ncia na rotina dos brasileiros, principalmente quando relacionadas ao comportamento de consumo. De acordo com dados do Consumer Watch da Kantar Worldpanel, 85% dos lares buscam receitas r\u00e1pidas e f\u00e1ceis de preparar na hora das refei\u00e7\u00f5es. Nesse cen\u00e1rio, o tempo dedicado ao preparo dos alimentos em casa tem diminu\u00eddo. Segundo a an\u00e1lise, no segundo semestre de 2017 os lares gastaram 15 minutos em m\u00e9dia para fazer o caf\u00e9 da manh\u00e3, uma queda de 7% no tempo empregado no mesmo per\u00edodo do ano anterior. O almo\u00e7o apresentou diminui\u00e7\u00e3o de 4%, consumindo 31 minutos, enquanto o jantar, com queda de 2%, foi feito em m\u00e9dia em 27 minutos. A refei\u00e7\u00e3o que apresentou a maior diminui\u00e7\u00e3o de tempo foi o lanche da noite, com 13% menos, sendo preparado, em m\u00e9dia, em 11 minutos. O tradicional lanche da tarde teve redu\u00e7\u00e3o de 11% em sua elabora\u00e7\u00e3o, sendo feito em 13 minutos. Na soma de todas as refei\u00e7\u00f5es, a redu\u00e7\u00e3o no tempo de preparo foi de 4%, totalizando 21 minutos. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da Kantar Wordpanel)<\/em><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/em><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 13 de agosto de 2018&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 12 - N\u00b0 2.798 Avan\u00e7am as discuss\u00f5es sobre projeto-piloto de exporta\u00e7\u00e3o de l\u00e1cteos&nbsp; Cr\u00e9dito: Camila Silva Representantes do setor l\u00e1cteo deram continuidade \u00e0s discuss\u00f5es que <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/08\/13\/13-08-2018\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"13\/08\/2018\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-2391","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2391","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2391"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2391\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2392,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2391\/revisions\/2392"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2391"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2391"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2391"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}