{"id":2354,"date":"2018-08-08T19:53:28","date_gmt":"2018-08-08T19:53:28","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=2354"},"modified":"2018-08-08T19:53:28","modified_gmt":"2018-08-08T19:53:28","slug":"08-08-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/08\/08\/08-08-2018\/","title":{"rendered":"08\/08\/2018"},"content":{"rendered":"<p><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><a style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\"><img decoding=\"async\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" alt=\"\"><\/a><\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 08 de agosto de 2018<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 12 - N\u00b0 2.795<\/em><\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\"><\/span><\/span><\/p>\n<p><strong><strong style=\"text-align: justify;\"><u><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" alt=\"\"><\/span><\/span><\/u><\/strong><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>A TABELA DE FRETE COBRA O SEU PRE\u00c7O<\/strong><\/p>\n<p>Enquanto nova proposta n\u00e3o \u00e9 apresentada e o Supremo Tribunal Federal n\u00e3o avalia as a\u00e7\u00f5es de inconstitucionalidade audi\u00eancia p\u00fablica est\u00e1 marcada para o pr\u00f3ximo dia 23 , o agroneg\u00f3cio segue pagando a fatura da tabela de fretes institu\u00edda por medida provis\u00f3ria no m\u00eas de junho. E ela n\u00e3o \u00e9 nada barata, argumentam entidades, com base em n\u00fameros.<\/p>\n<p>Ontem, a Federa\u00e7\u00e3o da Agricultura do Estado (Farsul) apresentou o relat\u00f3rio das exporta\u00e7\u00f5es ga\u00fachas do setor em julho. Pelo segundo m\u00eas consecutivo, registram-se quedas nos embarques. A raz\u00e3o, afirma o economista-chefe Ant\u00f4nio da Luz, \u00e9 o tabelamento que \"diminui a liquidez\". Na compara\u00e7\u00e3o com julho de 2017, a soja em gr\u00e3o teve recuo de 25,5% no volume embarcado. Ante junho, caiu 8,18%.<\/p>\n<p>- Pela primeira vez, tivemos exporta\u00e7\u00e3o de arroz menor do que t\u00ednhamos exportado no mesmo m\u00eas do ano anterior - completa Luz.<\/p>\n<p>A medida tamb\u00e9m traz efeitos nocivos dentro de casa. Em semin\u00e1rio de Economia Agr\u00edcola do Ipea, Jos\u00e9 Ronaldo de Castro Souza J\u00fanior, diretor de Estudos e Pol\u00edticas Macroecon\u00f4micas, afirmou que o tabelamento deve resultar em mais custos para o setor agropecu\u00e1rio, podendo impactar a infla\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Presidente da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil), Bartolomeu Braz afirma que feij\u00e3o e \u00f3leo de cozinha tiveram alta expressiva, mas pondera:<\/p>\n<p>- O \u00f3leo n\u00e3o est\u00e1 mais caro porque a soja est\u00e1 mais cara e, sim, por causa do tabelamento de fretes, que segue causando impactos \u00e0 popula\u00e7\u00e3o brasileira.<\/p>\n<p>Segundo a Associa\u00e7\u00e3o Nacional dos Exportadores de Cereais, o tabelamento gerou alta de cerca de US$ 2,36 bilh\u00f5es nos custos log\u00edsticos para a exporta\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os e paralisou a negocia\u00e7\u00e3o dos contratos de gr\u00e3os para a safra 2018\/2019. O assunto pautou reuni\u00e3o com a Frente Parlamentar Agropecu\u00e1ria (FPA).<\/p>\n<p>Para Luz, al\u00e9m dos preju\u00edzos evidenciados, a indefini\u00e7\u00e3o tem outro aspecto negativo:<\/p>\n<p>- Diante desse cen\u00e1rio, empresas est\u00e3o adquirindo frotas de caminh\u00f5es. O pessoal vai botar dinheiro em algo que n\u00e3o \u00e9 seu neg\u00f3cio. Para quem quer competir globalmente, isso \u00e9 um desastre. (Zero Hora)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>Ipea prev\u00ea queda menor do PIB agropecu\u00e1rio<\/strong><\/p>\n<p>O Instituto de Pesquisa Econ\u00f4mica Aplicada (Ipea) revisou para cima sua proje\u00e7\u00e3o para o Produto Interno Bruto (PIB) da agropecu\u00e1ria no pa\u00eds neste ano. Em raz\u00e3o de uma produ\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os maior que a prevista inicialmente na safra 2017\/18, o \u00f3rg\u00e3o passou a estimar que o PIB do setor \"da porteira para dentro\", medido pelo IBGE, cair\u00e1 1%, e n\u00e3o 1,3%, como estava previsto anteriormente.<\/p>\n<p>\"Como melhorou a condi\u00e7\u00e3o da safra de gr\u00e3os, especialmente de soja, tivemos que revisar nossos c\u00e1lculos\", afirmou Jos\u00e9 Ronaldo Souza Junior, diretor de Macroeconomia do Ipea, ao Valor. Assim, para o PIB da agricultura o instituto agora prev\u00ea queda menor em 2018, de 0,6% - e n\u00e3o mais de 2,5% -, enquanto a pecu\u00e1ria tende a recuar 2,5%, e n\u00e3o crescer 1,4%.<\/p>\n<p>De acordo com o diretor do Ipea, o espa\u00e7o para ajustes nessas previs\u00f5es diminuiu, j\u00e1 que a colheita de gr\u00e3os na safra 2017\/18 est\u00e1 praticamente definida, restando d\u00favidas mais relevantes apenas para a safrinha de milho e para o trigo. Na \u00e1rea agr\u00edcola, por\u00e9m, as colheitas de cana, caf\u00e9 e laranja, ainda em andamento, tamb\u00e9m poder\u00e3o influenciar ajustes.<\/p>\n<p>Para Souza Junior, ainda que o Ipea projete retra\u00e7\u00e3o para o PIB da agropecu\u00e1ria, h\u00e1 motivos para comemora\u00e7\u00f5es, sobretudo porque a colheita total de gr\u00e3os em 2017\/18 s\u00f3 perde para a do ciclo passado - a base de compara\u00e7\u00e3o nessa frente, portanto, \u00e9 elevada.<\/p>\n<p>O destaque negativo deste ano, segundo ele, ficar\u00e1 com a infla\u00e7\u00e3o dos alimentos, j\u00e1 que os pre\u00e7os de gr\u00e3os como soja e milho, apesar da safra robusta, subiram no mercado dom\u00e9stico gra\u00e7as a fatores externos como a quebra da safra argentina e as disputas comerciais entre Estados Unidos e China.<\/p>\n<p>O Ipea tamb\u00e9m divulgou ontem seu \u00edndice espec\u00edfico para o PIB agropecu\u00e1rio que mede varia\u00e7\u00f5es mensais. De acordo com o \"Indicador Ipea de PIB Agropecu\u00e1rio\", o setor cresceu 2,6% entre os meses de maio e junho deste ano, puxado justamente pelo bom desempenho da colheita de gr\u00e3os. O resultado, no entanto, n\u00e3o foi suficiente para evitar uma queda de 1,9% no segundo trimestre de 2018 em rela\u00e7\u00e3o ao primeiro. Na compara\u00e7\u00e3o com o mesmo per\u00edodo de 2017, houve baixa de 2,9%. De acordo com o Ipea, a queda mais uma vez \u00e9 explicada pelo resultado \"excepcional\" da produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola do pa\u00eds na temporada 2017\/18. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do jornal Valor Econ\u00f4mico)<\/p>\n<p><strong>Leite tem previs\u00e3o de produ\u00e7\u00e3o menor, mas maior equil\u00edbrio na balan\u00e7a externa<\/strong><\/p>\n<p>As proje\u00e7\u00f5es de longo prazo dos principais produtos do agroneg\u00f3cio brasileiro, feitas neste ano, apresentam um ritmo de crescimento bem acima do que se previa nos anteriores. O setor do leite, por\u00e9m, deu marcha a r\u00e9. Em 2015, quando o Minist\u00e9rio da Agricultura fez as previs\u00f5es de produ\u00e7\u00e3o para 2025, estimava-se uma capta\u00e7\u00e3o de 47 bilh\u00f5es a 53 bilh\u00f5es de litros de leite no pa\u00eds. Nas proje\u00e7\u00f5es deste ano, divulgadas na segunda-feira (6), os n\u00fameros de 2025 indicam uma produ\u00e7\u00e3o de 41 bilh\u00f5es a 46 bilh\u00f5es de litros, bem abaixo das estimativas iniciais. Essa disparidade ocorre porque as proje\u00e7\u00f5es feitas em 2015 se baseavam no ritmo de crescimento de 2014, per\u00edodo em que o pa\u00eds atingiu 35 bilh\u00f5es de litros, o pico da produ\u00e7\u00e3o nacional. Nos anos seguintes, o setor perdeu ritmo, e a produ\u00e7\u00e3o recuou para at\u00e9 33,6 bilh\u00f5es de litros em 2016. Os n\u00fameros mais recentes do Minist\u00e9rio da Agricultura indicam que o setor ficar\u00e1 com produ\u00e7\u00e3o de 43 bilh\u00f5es a 48 bilh\u00f5es de litros em 2028. \u00c9 um cen\u00e1rio menos otimista do que o de 2015, mas mais realista em termos de consumo e de importa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>O consumo de leite dever\u00e1 aumentar 23% nos pr\u00f3ximos dez anos. As exporta\u00e7\u00f5es, 29%. J\u00e1 as importa\u00e7\u00f5es, um dos gargalos do setor, ficar\u00e3o est\u00e1veis no mesmo per\u00edodo. O setor de leite \u00e9 um dos que ainda precisam de um choque de tecnologia e, consequentemente, de aumento de produtividade. Muito suscet\u00edvel \u00e0s oscila\u00e7\u00f5es de mercado, principalmente \u00e0s de custos, a pecu\u00e1ria de leite tem de melhorar a gest\u00e3o nas fazendas, buscar redu\u00e7\u00e3o de gastos na produ\u00e7\u00e3o e aumentar a produtividade dos animais. Os pecuaristas que buscam essas pr\u00e1ticas e est\u00e3o se profissionalizando t\u00eam permanecido no mercado. Outros, pressionados pelas baixas margens do setor, sa\u00edram da atividade. As perspectivas de crescimento s\u00e3o boas, uma vez que a pecu\u00e1ria tem ainda muita tecnologia para incorporar. Isso garante custos menores e melhor qualidade do produto. Apesar de ter o maior rebanho comercial mundial, o Brasil tem d\u00e9ficit na balan\u00e7a comercial de leite e de derivados. Uma evolu\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o e produtos de qualidade podem elevar o consumo interno e permitir acesso do pa\u00eds ao mercado externo.<\/p>\n<p>Os novos rumos da atividade, que vem buscando maior escala de produ\u00e7\u00e3o nas fazendas, devem promover essa mudan\u00e7a. O Censo Agropecu\u00e1rio do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica) de 2017, divulgado no m\u00eas passado, apontou que os l\u00edderes de produ\u00e7\u00e3o s\u00e3o Minas Gerais (9 bilh\u00f5es de litros), Rio Grande do Sul (4 bilh\u00f5es) e Paran\u00e1 (3,4 bilh\u00f5es). Os principais n\u00fameros das proje\u00e7\u00f5es do agroneg\u00f3cio do Minist\u00e9rio da Agricultura apontam para uma produ\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os de 302 milh\u00f5es de toneladas em 2028. A produ\u00e7\u00e3o de milho dever\u00e1 atingir 113 milh\u00f5es de toneladas, 27% mais do que a atual, e de soja sobe para 156 milh\u00f5es, 33% mais. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do jornal Folha de S\u00e3o Paulo)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" alt=\"\"><\/em><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\">M<em>aggi diz que tabelamento do frete ter\u00e1 efeitos sobre a infla\u00e7\u00e3o<br \/>\nO ministro da Agricultura, Blairo Maggi, disse nesta ter\u00e7a-feira (7) que o tabelamento do frete ter\u00e1 efeitos sobre a infla\u00e7\u00e3o. De acordo com ele, n\u00e3o se tratar\u00e1 de uma escalada dos pre\u00e7os, mas de um ajuste. \"Com toda certeza. J\u00e1 se percebe isso impacto sobre os pre\u00e7os n\u00e3o s\u00f3 na \u00e1rea de gr\u00e3os, mas em cargas gerais, cargas de retorno\", citou. \"Tudo isso vai levar a um movimento de ajuste no processo inflacion\u00e1rio.\" Maggi participou do 28\u00ba Congresso &amp; ExpoFenabrave, em S\u00e3o Paulo. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do jornal Estad\u00e3o)<\/em><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/em><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 08 de agosto de 2018&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 12 - N\u00b0 2.795 A TABELA DE FRETE COBRA O SEU PRE\u00c7O Enquanto nova proposta n\u00e3o \u00e9 apresentada e o Supremo Tribunal Federal n\u00e3o avalia <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/08\/08\/08-08-2018\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"08\/08\/2018\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-2354","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2354","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2354"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2354\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2355,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2354\/revisions\/2355"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2354"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2354"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2354"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}