{"id":2333,"date":"2018-08-01T20:22:46","date_gmt":"2018-08-01T20:22:46","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=2333"},"modified":"2018-08-01T20:22:46","modified_gmt":"2018-08-01T20:22:46","slug":"01-08-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/08\/01\/01-08-2018\/","title":{"rendered":"01\/08\/2018"},"content":{"rendered":"<p><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><a style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\"><img decoding=\"async\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" alt=\"\"><\/a><\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 01 de agosto de 2018<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 12 - N\u00b0 2.790<\/em><\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\"><\/span><\/span><\/p>\n<p><strong><strong style=\"text-align: justify;\"><u><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" alt=\"\"><\/span><\/span><\/u><\/strong><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>Entressafra e resqu\u00edcio de greve fazem pre\u00e7o do leite ter forte alta<\/strong><\/p>\n<p>A entressafra do leite no Sudeste e Centro-Oeste do pa\u00eds, o ritmo mais fraco da capta\u00e7\u00e3o de mat\u00e9ria-prima no Sul e os resqu\u00edcios da paralisa\u00e7\u00e3o dos caminhoneiros nos \u00faltimos dias de maio fizeram os pre\u00e7os ao produtor registrar forte alta, mais uma vez, em julho. Levantamento da Scot Consultoria mostra que no m\u00eas passado, os produtores receberam, em m\u00e9dia, R$ 1,230 pelo litro do leite entregue em junho. O valor \u00e9 5,6% superior ao do pagamento anterior. Em junho, quando os efeitos da paralisa\u00e7\u00e3o dos caminhoneiros foram mais sentidos, a alta j\u00e1 havia sido significativa, de 4,3%. A pesquisa de pre\u00e7os da Scot \u00e9 realizada com agentes (como cooperativas e latic\u00ednios) em 18 Estados brasileiros.&nbsp;<\/p>\n<p>Segundo Rafael Ribeiro, analista da Scot, o ritmo de capta\u00e7\u00e3o de leite no Sul do pa\u00eds est\u00e1 abaixo do esperado para esta \u00e9poca do ano. A raz\u00e3o \u00e9 o tempo mais seco e os custos de produ\u00e7\u00e3o maiores em decorr\u00eancia da alta do milho. O \u00cdndice Scot de Capta\u00e7\u00e3o de Leite mostra que em julho o volume de coletado no Rio Grande do Sul subiu 2% em rela\u00e7\u00e3o a junho. Os dados s\u00e3o parciais, mas indicam um ritmo de capta\u00e7\u00e3o bem inferior ao de julho de 2017, quando subiram 5,7% sobre o m\u00eas anterior. Na m\u00e9dia nacional, houve queda na capta\u00e7\u00e3o da mat\u00e9ria-prima na mesma compara\u00e7\u00e3o, de 1,3%, em fun\u00e7\u00e3o da entressafra no Sudeste e Centro-Oeste. Enquanto os pre\u00e7os de leite cru ao produtor seguiram firmes em julho, a cota\u00e7\u00e3o do longa vida no atacado recuou na segunda quinzena do m\u00eas, refletindo a demanda desaquecida e a dificuldade das ind\u00fastrias de repassarem a alta.<\/p>\n<p>&nbsp;<img decoding=\"async\" style=\"width: 500px; height: 355px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2958\" alt=\"\"><\/p>\n<p>Conforme o levantamento da Scot, a m\u00e9dia na primeira quinzena de julho foi de R$ 3,16 por litro no atacado paulista. Na segunda quinzena, o pre\u00e7o caiu para R$ 3,12. No varejo, saiu de R$ 3,72 por litro para R$ 3,85 na mesma compara\u00e7\u00e3o. A expectativa, segundo Ribeiro, \u00e9 que os pre\u00e7os ao produtor sigam em alta no curto prazo - embora num ritmo mais fraco -, especialmente nos Estados que est\u00e3o no per\u00edodo de entressafra. 'Pesquisa da Scot sobre os pre\u00e7os do leite nos 18 Estados do pa\u00eds indica que 59% dos entrevistados esperam alta nos pre\u00e7os ao produtor em agosto, 38% acreditam em estabilidade e 3% em queda. (Valor Econ\u00f4mico)&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-align: center;\">\u200b<\/span><\/strong><br \/>\n<strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>\n<p><strong>Temer critica proposta de rotulagem de alimentos e marca reuni\u00e3o com ind\u00fastria<\/strong><\/p>\n<p>Rotulagem de alimentos - Em encontro com empres\u00e1rios ontem em S\u00e3o Paulo, o presidente Michel Temer manifestou contrariedade com uma proposta de rotular alimentos industrializados como forma de alertar para alta concentra\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00facar, s\u00f3dio ou gorduras saturadas.<\/p>\n<p>Ao participar de um almo\u00e7o na Fiesp, Temer ouviu cr\u00edticas a essa iniciativa feitas por Wilson Mello, presidente do conselho da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira da Ind\u00fastria da Alimenta\u00e7\u00e3o. Melo disse em discurso que a ideia de colocar tri\u00e2ngulos nas embalagens associaria os produtos a um perigo \u00e0 sa\u00fade.<\/p>\n<p>Temer, em sua fala, convocou o empres\u00e1rio para uma reuni\u00e3o na pr\u00f3xima quarta-feira (1\u00ba) em Bras\u00edlia e pediu cautela nessa discuss\u00e3o.<\/p>\n<p>\"\u00c9 important\u00edssimo. Essa coisa do tri\u00e2ngulo, que voc\u00ea [Melo] mencionou, que \u00e9 sinal de perigo, se n\u00e3o tomar cuidado daqui a pouco bota tarja preta no alimento. Vai prejudicar o setor.\"<\/p>\n<p>A proposta da Anvisa (Ag\u00eancia Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria) \u00e9 incluir nas embalagens uma advert\u00eancia sobre a presen\u00e7a de alto teor de a\u00e7\u00facar, gorduras saturadas e s\u00f3dio. Um grupo de trabalho da ag\u00eancia constatou que o consumidor tem dificuldades para entender informa\u00e7\u00f5es hoje presentes nos r\u00f3tulos.<\/p>\n<p>A proposta \u00e9 inspirada em normas estabelecidas em outros pa\u00edses, como o Chile, que tornou obrigat\u00f3rios, por exemplo, oct\u00f3gonos pretos informando o alto teor a\u00e7\u00facar nas embalagens.<\/p>\n<p>Mello havia dito em seu discurso que essa iniciativa pode causar desemprego na ind\u00fastria da alimenta\u00e7\u00e3o, \"que \u00e9 respons\u00e1vel por 10% do PIB brasileiro\".<\/p>\n<p>\"Tudo passa por uma escolha que Vossa Excel\u00eancia [Temer] tomar\u00e1, que \u00e9 a escolha do novo presidente da Anvisa. Isso acontecer\u00e1 nos pr\u00f3ximos meses. Nosso \u00fanico pedido \u00e9 que seja algu\u00e9m que continue dialogando com a ind\u00fastria\", disse Mello.&nbsp;<\/p>\n<p>O representante do setor classificou a iniciativa como desproporcional e disse que detratores \"criminalizam\" essa ind\u00fastria. (Bem Paran\u00e1)<\/p>\n<p><strong>Ind\u00fastria prev\u00ea perdas com novos r\u00f3tulos<\/strong><\/p>\n<p>A mudan\u00e7a no modelo de rotulagem de alimentos industrializados pode gerar um impacto negativo na economia de R$ 30 bilh\u00f5es a R$ 98,8 bilh\u00f5es por ano, segundo estudo realizado a pedido de fabricantes do setor. O levantamento foi feito pela GO Associados e encomendado pela Rede Rotulagem, formada por 22 entidades da \u00e1rea de alimentos e bebidas e encabe\u00e7ada pela Associa\u00e7\u00e3o Brasileira das Ind\u00fastrias da Alimenta\u00e7\u00e3o (Abia).&nbsp;<\/p>\n<p>A Ag\u00eancia Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria (Anvisa) avalia atualmente duas propostas de rotulagem. Uma foi desenvolvida por um grupo que re\u00fane o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), a Universidade Federal do Paran\u00e1 e outras 19 entidades. Esse grupo prop\u00f5e a ado\u00e7\u00e3o, na parte frontal da embalagem, de tri\u00e2ngulos pretos, advertindo o consumidor sobre o excesso de ingredientes que podem fazer mal \u00e0 sa\u00fade, como a\u00e7\u00facar, s\u00f3dio e gorduras.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" style=\"width: 500px; height: 242px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2957\" alt=\"\">&nbsp;<\/p>\n<p>As ind\u00fastrias, por sua vez, prop\u00f5em a inclus\u00e3o, na parte frontal das embalagens, de um sem\u00e1foro destacando informa\u00e7\u00f5es sobre o volume de a\u00e7\u00facar, gorduras saturadas e s\u00f3dio. A quantidade pode ser classificada como \"alta\" (em vermelho), \"m\u00e9dia\" (amarelo) ou \"baixa\" (verde). De acordo com o estudo da GO Associados, o modelo de rotulagem por sem\u00e1foro pode gerar um impacto negativo na economia entre R$ 30 bilh\u00f5es e R$ 50 bilh\u00f5es. J\u00e1 o modelo de advert\u00eancia, sugerido pelo Idec, causaria a perda de quase R$ 100 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>Wilson Mello, presidente do conselho da Abia, considera que o modelo de advert\u00eancia, com tri\u00e2ngulos em preto, assustam o consumidor, que acaba deixando de comprar os produtos. Como consequ\u00eancia, o consumo de alimentos industrializados pode apresentar uma queda de 10,34%, gerando impacto negativo na ind\u00fastria de R$ 24,4 bilh\u00f5es. Segundo o estudo, o modelo de rotulagem proposto pelo Idec tamb\u00e9m causaria perda de R$ 32,4 bilh\u00f5es no setor de servi\u00e7os, devido \u00e0 menor produ\u00e7\u00e3o de insumos e \u00e0 queda do consumo das fam\u00edlias.<\/p>\n<p>O setor agropecu\u00e1rio teria uma queda de R$ 13,6 bilh\u00f5es. O estudo da GO indica ainda que a redu\u00e7\u00e3o no consumo de alimentos, por causa da rotulagem de advert\u00eancia, pode gerar uma perda de 1,9 milh\u00e3o de empregos, reduzindo a massa salarial no pa\u00eds em R$ 14,4 bilh\u00f5es. Do total de cortes de emprego, 808 mil vagas seriam na agropecu\u00e1ria, 723 mil no setor de servi\u00e7os e 364 mil na ind\u00fastria - sendo 163 mil apenas na ind\u00fastria de alimentos e bebidas. O impacto negativo no setor industrial (excluindo as ind\u00fastrias de alimentos e bebidas) seria de R$ 28,4 bilh\u00f5es. E a arrecada\u00e7\u00e3o de tributos teria uma redu\u00e7\u00e3o de R$ 8,9 bilh\u00f5es por ano.<\/p>\n<p>\"A decis\u00e3o sobre a rotulagem de alimentos n\u00e3o deve ter como premissa principal o aspecto econ\u00f4mico. Mas, considerando que os dois modelos de rotulagem apresentam as mesmas informa\u00e7\u00f5es para o consumidor, acredito que o impacto econ\u00f4mico deva ser levado em conta\", afirma Mello. O executivo acrescentou que a estimativa de perdas apresentada no estudo \u00e9 conservadora. \"No Chile, quando foi adotada a rotulagem de advert\u00eancia, o consumo de alimentos chegou a cair 16%\", diz. Mello vai se reunir hoje com o presidente da Rep\u00fablica, Michel Temer, para falar sobre o tema.<\/p>\n<p>O modelo sugerido pelo Idec foi recomendado pela Anvisa para ado\u00e7\u00e3o no pa\u00eds, em relat\u00f3rio preliminar sobre o assunto divulgado em maio. No documento, a Anvisa ponderou que esse modelo \u00e9 adotado de forma crescente no mercado internacional e ajudou a reduzir o consumo de produtos com n\u00edveis altos de a\u00e7\u00facar, s\u00f3dio ou gorduras. J\u00e1 o modelo defendido pela ind\u00fastria n\u00e3o trouxe impactos relevantes no consumo de alimentos com altos n\u00edveis de a\u00e7\u00facares, gorduras e s\u00f3dio, nos pa\u00edses onde foi implantado, segundo o \u00f3rg\u00e3o.<\/p>\n<p>O relat\u00f3rio da Anvisa levou as ind\u00fastrias a mudarem seu modelo, aumentando o tamanho das letras e n\u00fameros e incluindo a classifica\u00e7\u00e3o alta, m\u00e9dia ou baixa. As ind\u00fastrias tamb\u00e9m encomendaram o estudo de poss\u00edveis perdas econ\u00f4micas, para tentar reverter a avalia\u00e7\u00e3o do \u00f3rg\u00e3o sobre o modelo de sem\u00e1foro. Para Ana Paula Bortoletto, nutricionista do Idec, a rotulagem por sem\u00e1foro confunde-se com as cores das embalagens e n\u00e3o geram entendimento para o consumidor sobre o risco de consumir o alimento.<\/p>\n<p>\"No Canad\u00e1, onde foi adotado o modelo de advert\u00eancia, como o sugerido pelo Idec, a economia de gastos com sa\u00fade mais do que compensou eventuais perdas da ind\u00fastria de alimentos\", afirma. A nutricionista tamb\u00e9m considera \"superestimado\" o valor das perdas potenciais anunciadas pelas ind\u00fastrias. A Anvisa discute com representantes do setor privado novas regras para a rotulagem de alimentos industrializados desde 2014. A inten\u00e7\u00e3o do \u00f3rg\u00e3o \u00e9 incluir nas embalagens informa\u00e7\u00f5es sobre a presen\u00e7a de altos teores de a\u00e7\u00facares, s\u00f3dio e gorduras saturadas para estimular a ado\u00e7\u00e3o de dietas mais saud\u00e1veis.<\/p>\n<p>A discuss\u00e3o j\u00e1 passou por v\u00e1rias fases. Entre junho e julho, a Anvisa realizou uma tomada p\u00fablica de subs\u00eddios para discutir o tema. A Anvisa recebeu pouco mais de 3 mil sugest\u00f5es de consumidores e especialistas. O \u00f3rg\u00e3o informou que o pr\u00f3ximo passo ser\u00e1 a consolida\u00e7\u00e3o desses dados para a formula\u00e7\u00e3o do texto final sobre a rotulagem. \"Se for necess\u00e1rio, o texto ser\u00e1 reformulado e poder\u00e1 passar por uma audi\u00eancia p\u00fablica\", informa a Anvisa. Em seguida, o documento ser\u00e1 encaminhado para delibera\u00e7\u00e3o da diretoria colegiada da Anvisa. Segundo o \u00f3rg\u00e3o, n\u00e3o h\u00e1 prazo definido para esse processo. Mas as entidades que debatem sobre o tema estimam que as nova regras de rotulagem de alimentos ser\u00e3o definidas at\u00e9 o fim deste ano, para que o novo modelo entre em vigor a partir de 2019. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do jornal Valor Econ\u00f4mico)<\/p>\n<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" alt=\"\"><\/em><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em>RS recebe lote nesta semana<br \/>\nO Rio Grande do Sul deve receber ainda esta semana um novo lote de tuberculina, ant\u00edgeno utilizado para o teste de tuberculose bovina. Com isso, est\u00e1 mantida a exig\u00eancia de exame negativo para a doen\u00e7a para a Expointer. O an\u00fancio foi feito ontem, ap\u00f3s reuni\u00e3o entre representantes do Minist\u00e9rio da Agricultura (Mapa), Secretaria da Agricultura e entidades do setor produtivo. Segundo o superintendente do Mapa no Rio Grande do Sul, Bernardo Todeschini, o lote da subst\u00e2ncia j\u00e1 foi liberado pelo Lanagro e deve chegar ao Estado nos pr\u00f3ximos dias. (Correio do Povo)<\/em><br \/>\n<em><strong><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/em><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 01 de agosto de 2018&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 12 - N\u00b0 2.790 Entressafra e resqu\u00edcio de greve fazem pre\u00e7o do leite ter forte alta A entressafra do leite no Sudeste e Centro-Oeste do <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/08\/01\/01-08-2018\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"01\/08\/2018\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-2333","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2333","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2333"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2333\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2334,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2333\/revisions\/2334"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2333"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2333"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2333"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}