{"id":2292,"date":"2018-07-27T19:58:27","date_gmt":"2018-07-27T19:58:27","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=2292"},"modified":"2018-07-27T19:58:27","modified_gmt":"2018-07-27T19:58:27","slug":"27-07-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/07\/27\/27-07-2018\/","title":{"rendered":"27\/07\/2018"},"content":{"rendered":"<p><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><a style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\"><img decoding=\"async\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" alt=\"\"><\/a><\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 27 de julho de 2018<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 12 - N\u00b0 2.787<\/em><\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\"><\/span><\/span><\/p>\n<p><strong><strong style=\"text-align: justify;\"><u><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" alt=\"\"><\/span><\/span><\/u><\/strong><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong><span style=\"text-align: center;\">\u200b<\/span>MENOS PESSOAS EM UM CAMPO MAIS MECANIZADO<\/strong><\/p>\n<p>Pela primeira vez, um censo agropecu\u00e1rio indicou menos de um milh\u00e3o de pessoas ocupadas em estabelecimentos agropecu\u00e1rios no Rio Grande do Sul. Em 11 anos, o meio rural ga\u00facho perdeu mais de 248 mil trabalhadores, cerca de 20% do total - possivelmente atra\u00eddos por oportunidades na cidade. Os n\u00fameros divulgados ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE) retratam uma realidade cada vez mais vis\u00edvel no campo: a intensifica\u00e7\u00e3o da atividade, com o uso crescente de m\u00e1quinas e equipamentos, e a migra\u00e7\u00e3o urbana.<\/p>\n<p>- O investimento em tecnologia requer menos m\u00e3o de obra. Outro fator que explica a redu\u00e7\u00e3o da ocupa\u00e7\u00e3o \u00e9 o fen\u00f4meno migrat\u00f3rio, com cada vez menos pessoas dispostas a ficar na zona rural - afirma Cl\u00e1udio Sant'Anna, coordenador t\u00e9cnico do Censo Agropecu\u00e1rio 2017 no Estado.<\/p>\n<p>Os dados da pesquisa mostram que a diminui\u00e7\u00e3o dos postos de trabalho foi impactada pelo avan\u00e7o da mecaniza\u00e7\u00e3o e de tecnologias. O n\u00famero de tratores aumentou quase 50% no Estado, chegando a 242 mil unidades em 2017. No pa\u00eds, a varia\u00e7\u00e3o foi semelhante, chegando a marca de 1,2 milh\u00e3o de unidades. Entre 2006 e 2017, para cada trator adquirido no Estado, tr\u00eas empregos foram eliminados.<\/p>\n<p>- A concentra\u00e7\u00e3o do n\u00famero de propriedades, diante da dificuldade dos pequenos competirem, tamb\u00e9m favoreceu a mecaniza\u00e7\u00e3o e, consequentemente, a menor necessidade de pessoas no campo - acrescenta Nicole Renn\u00f3, pesquisadora do Centro de Estudos Avan\u00e7ados em Economia Aplicada da Universidade de S\u00e3o Paulo (Cepea\/USP), que faz acompanhamento trimestral da ocupa\u00e7\u00e3o no agroneg\u00f3cio. A pesquisadora pondera que a queda do n\u00famero de trabalhadores \u00e9 maior dentro da porteira do que fora dela - onde se configura o agroneg\u00f3cio. Nas agroind\u00fastrias e nos agrosservi\u00e7os, a tend\u00eancia de redu\u00e7\u00e3o de trabalhadores \u00e9 bem inferior.<\/p>\n<p>- A ind\u00fastria e os servi\u00e7os n\u00e3o tiveram uma mudan\u00e7a estrutural na atividade que dispensasse a necessidade de m\u00e3o de obra, ou seja, a moderniza\u00e7\u00e3o foi menor - destaca a pesquisadora. O avan\u00e7o da mecaniza\u00e7\u00e3o pode ser relacionado, ainda, com o aumento da produtividade da agropecu\u00e1ria brasileira, que cresce a taxas superiores ao restante da economia. (Zero Hora \/Valor econ\u00f4mico)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"width: 500px; height: 486px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2951\" alt=\"\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"width: 500px; height: 1181px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2952\" alt=\"\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>\n<p><strong>Consultas p\u00fablicas tratam de seguran\u00e7a alimentar<\/strong><\/p>\n<p>Seguran\u00e7a alimentar - A Anvisa abre hoje (25\/7) o prazo para contribui\u00e7\u00f5es para duas consultas p\u00fablicas. Uma delas, a CP 541, \u00e9 uma proposta de texto da futura Resolu\u00e7\u00e3o da Diretoria Colegiada (RDC) que ir\u00e1 firmar os crit\u00e9rios microbiol\u00f3gicos para alimentos. A outra, a CP 542, \u00e9 a Instru\u00e7\u00e3o Normativa (IN) que trar\u00e1 a lista de crit\u00e9rios estabelecidos.<\/p>\n<p>Os crit\u00e9rios microbiol\u00f3gicos das futuras RDC e IN s\u00e3o aqueles utilizados para validar as medidas de controle adotadas durante a prepara\u00e7\u00e3o dos alimentos e para definir a aceitabilidade do processo de produ\u00e7\u00e3o e a seguran\u00e7a do produto final para quem o consome. Crit\u00e9rios microbiol\u00f3gicos servem de par\u00e2metro de aceita\u00e7\u00e3o do produto nas a\u00e7\u00f5es de fiscaliza\u00e7\u00e3o das vigil\u00e2ncias sanit\u00e1rias dos estados e dos munic\u00edpios, que junto com a Anvisa comp\u00f5em o Sistema Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria (SNVS), ou para verificar se as medidas de controle adotadas pelas empresas da cadeia produtiva de alimentos s\u00e3o efetivas.<\/p>\n<p>RDC<br \/>\nA futura RDC ser\u00e1 voltada \u00e0 seguran\u00e7a alimentar e a minimizar o impacto de potenciais perigos alimentares na sa\u00fade dos consumidores. A nova norma ir\u00e1 atualizar a RDC 12\/2001, que hoje regulamenta esse tema. Ela indica os microrganismos que devem ser avaliados e os limites de aceita\u00e7\u00e3o por categorias de alimentos. O que se prop\u00f5e agora \u00e9 atualizar a RDC 12\/2011 porque os crit\u00e9rios microbiol\u00f3gicos precisam ser revistos ou complementados periodicamente, para atender aos progressos da ci\u00eancia e da tecnologia de alimentos, \u00e0s altera\u00e7\u00f5es da ocorr\u00eancia dos micro-organismos patog\u00eanicos, \u00e0s evid\u00eancias epidemiol\u00f3gicas e ao perfil demogr\u00e1fico dos consumidores, bem como aos resultados de avalia\u00e7\u00f5es de risco.<\/p>\n<p>A proposta de revis\u00e3o da RDC 12\/2001 foi elaborada considerando os crit\u00e9rios microbiol\u00f3gicos atualmente estabelecidos por organismos internacionalmente reconhecidos, como as normas adotadas pela Uni\u00e3o Europeia, Codex Alimentarius e International Commission on Microbiological Specificaons for Foods (ICMSF). As propostas que est\u00e3o em consulta p\u00fablica, a CP 541 e CP 542, foram previamente discutidas com diversos segmentos da sociedade, por meio de reuni\u00f5es t\u00e9cnicas. (Anvisa)<\/p>\n<p><strong>Greve dos caminhoneiros no Brasil prejudicou vendas da Nestl\u00e9<\/strong><\/p>\n<p>A greve dos caminhoneiros no Brasil, no fim de maio deste ano, contribuiu para prejudicar o desempenho das vendas da su\u00ed\u00e7a Nestl\u00e9 no primeiro semestre de 2018. A companhia informou, em balan\u00e7o divulgado nesta quinta-feira, 26, que as vendas no Brasil recuaram para 1,72 bilh\u00e3o de francos su\u00ed\u00e7os entre janeiro e junho, queda de cerca de 15,7% na compara\u00e7\u00e3o com os 2,04 bilh\u00f5es de francos su\u00ed\u00e7os em igual per\u00edodo de 2017.<\/p>\n<p>De acordo com a empresa, a Am\u00e9rica Latina apresentou crescimento org\u00e2nico positivo, mas desacelerou em compara\u00e7\u00e3o com o ano anterior. A greve no Brasil \"interrompeu as opera\u00e7\u00f5es e a distribui\u00e7\u00e3o e reduziu o crescimento na regi\u00e3o em cerca de 80 pontos-base no segundo trimestre\". Mesmo assim, com ajuda das demais regi\u00f5es, a companhia teve crescimento org\u00e2nico de 1% na zona geral das Am\u00e9ricas. Analistas esperavam queda de 0,5%.<\/p>\n<p>A greve dos caminhoneiros parou o Pa\u00eds no fim de maio, com os motoristas protestando contra o aumento nos pre\u00e7os do diesel e exigindo o fim da pol\u00edtica de ajuste di\u00e1rio de pre\u00e7os dos combust\u00edveis da Petrobras. Ap\u00f3s a paralisa\u00e7\u00e3o, o ent\u00e3o presidente da estatal, Pedro Parente, pediu demiss\u00e3o.<\/p>\n<p>A Nestl\u00e9 registrou lucro l\u00edquido de 5,8 bilh\u00f5es de francos su\u00ed\u00e7os (US$ 5,84 bilh\u00f5es) no primeiro semestre de 2018, uma avan\u00e7o de 18% na compara\u00e7\u00e3o com o reportado em igual intervalo do ano passado, de 4,9 bilh\u00f5es de francos su\u00ed\u00e7os. O resultado foi influenciado principalmente pela receita com aliena\u00e7\u00f5es, impostos mais baixos e melhor desempenho operacional. O lucro por a\u00e7\u00e3o no per\u00edodo subiu 21,4%, para 1,92 franco su\u00ed\u00e7o.<\/p>\n<p>O desempenho superou as estimativas de analistas, que apostavam na estabilidade das vendas no semestre na compara\u00e7\u00e3o com igual semestre do ano anterior. Ap\u00f3s a divulga\u00e7\u00e3o, as a\u00e7\u00f5es da companhia chegaram a subir pouco mais de 1%.<\/p>\n<p>As vendas no primeiro semestre foram de 43,92 bilh\u00f5es de francos su\u00ed\u00e7os, aumento org\u00e2nico de 2,8%. De acordo com o CEO da Nestl\u00e9, Mark Schneider, a estimativa \u00e9 aumentar ainda mais o crescimento org\u00e2nico no segundo semestre. \"Esperamos melhoria das margens com novos benef\u00edcios de nossos programas de efici\u00eancia e pre\u00e7os mais favor\u00e1veis para as commodities\", disse. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do portal Exame)<\/p>\n<\/div>\n<div><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" alt=\"\"><\/em><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em>Alimenta\u00e7\u00e3o na Am\u00e9rica Latina: maior parte da popula\u00e7\u00e3o almo\u00e7a e janta em casa<br \/>\nOs latino-americanos gastam 8% de seu tempo - pelo menos duas horas por dia - preparando refei\u00e7\u00f5es para si e suas fam\u00edlias, com as pessoas passando mais tempo diante do fog\u00e3o no Equador e na Bol\u00edvia. Os dados foram apurados pela Kantar Worldpanel. Segundo o levantamento, os consumidores da regi\u00e3o fazem refei\u00e7\u00f5es em m\u00e9dia 4 vezes ao dia, sendo o almo\u00e7o a mais importante para 54% dos domic\u00edlios, seguido pelo caf\u00e9 da manh\u00e3, que aparece com 36% no ranking de relev\u00e2ncia. Em toda a Am\u00e9rica Latina, 10% das pessoas preparam refei\u00e7\u00f5es que s\u00e3o adaptadas para uma dieta especial - tais como sem gl\u00faten, baixo teor de sal ou dietas sem a\u00e7\u00facar. Este valor \u00e9 mais alto entre consumidores com 50 anos ou mais (15%). Reduzir a quantidade de gordura tamb\u00e9m \u00e9 importante para a popula\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o, com 7% escolhendo as refei\u00e7\u00f5es porque s\u00e3o leves ou com pouca gordura. Por exemplo, na Fran\u00e7a comer menos carne e menos produtos animais ganhou popularidade, com pelo menos um membro em mais de um ter\u00e7o (34%) das fam\u00edlias seguindo esta tend\u00eancia. Os latino-americanos exigem produtos frescos. A primeira coisa que eles olham na etiqueta do produto \u00e9 a data de validade: 59% verificam primeiro, enquanto 13% est\u00e3o preocupados com a quantidade de a\u00e7\u00facar, 11% com a quantidade de gordura e 11% com a quantidade de sal. Por causa da preocupa\u00e7\u00e3o com a sa\u00fade, 30% dos consumidores latino-americanos mudaram seus h\u00e1bitos alimentares no ano passado. Eles aumentaram o consumo de frutas e vegetais e reduziram o sal (20%), a\u00e7\u00facar, frituras e carne vermelha, sendo que 5% parou de comprar refrigerantes e 4% parou de beber \u00e1lcool. Enquanto 7% dos lares reduziram a quantidade de produtos l\u00e1cteos em sua dieta, 4% aumentaram para tirar partido dos benef\u00edcios de uma dieta rica em c\u00e1lcio. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da Kantar Worldpanel)<\/em><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em><strong><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/em><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 27 de julho de 2018&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 12 - N\u00b0 2.787 \u200bMENOS PESSOAS EM UM CAMPO MAIS MECANIZADO Pela primeira vez, um censo agropecu\u00e1rio indicou menos de um milh\u00e3o de pessoas ocupadas <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/07\/27\/27-07-2018\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"27\/07\/2018\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-2292","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2292","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2292"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2292\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2293,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2292\/revisions\/2293"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2292"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2292"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2292"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}