{"id":2290,"date":"2018-07-26T20:12:56","date_gmt":"2018-07-26T20:12:56","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=2290"},"modified":"2018-07-26T20:12:56","modified_gmt":"2018-07-26T20:12:56","slug":"26-07-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/07\/26\/26-07-2018\/","title":{"rendered":"26\/07\/2018"},"content":{"rendered":"<p><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><a style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\"><img decoding=\"async\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" alt=\"\"><\/a><\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 26 de julho de 2018<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 12 - N\u00b0 2.786<\/em><\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\"><\/span><\/span><\/p>\n<p><strong><strong style=\"text-align: justify;\"><u><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" alt=\"\"><\/span><\/span><\/u><\/strong><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong><span style=\"text-align: center;\">\u200b<\/span>Receita das maiores de l\u00e1cteos do mundo subiu 7,2% em 2017<\/strong><\/p>\n<p>O faturamento combinado das 20 maiores empresas de l\u00e1cteos do mundo avan\u00e7ou 7,2% em d\u00f3lar no \u00faltimo ano, segundo o levantamento \"Global Dairy Top 20\", divulgado ontem pelo banco holand\u00eas Rabobank. O estudo mostrou ainda uma mudan\u00e7a no segundo lugar da lista das 20 maiores do segmento, que passou a ser ocupado pela francesa Lactalis. Al\u00e9m disso, de acordo com o Rabobank, as opera\u00e7\u00f5es de fus\u00f5es e aquisi\u00e7\u00f5es em l\u00e1cteos no mundo cresceram de forma expressiva em 2017. O primeiro lugar no ranking do Rabobank continua com a su\u00ed\u00e7a Nestl\u00e9, que teve receita de US$ 24,2 bilh\u00f5es em 2017. Mas a segunda na lista passou a ser a Lactalis, com faturamento de US$ 19,9 bilh\u00f5es.&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<img decoding=\"async\" style=\"width: 500px; height: 529px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2950\" alt=\"\"><\/p>\n<p>A empresa tomou o posto da tamb\u00e9m francesa Danone, que fechou o ano passado com receita de US$ 17,6 bilh\u00f5es. O levantamento ressalta que a apesar de a Nestl\u00e9 seguir \"reinando\" no ranking, a diferen\u00e7a entre ela e a n\u00famero dois se estreitou. A Lactalis subiu para o segundo lugar impulsionada pelas aquisi\u00e7\u00f5es dos neg\u00f3cios de iogurte das americanas Stonyfield e Siggi. J\u00e1 a Danone perdeu a posi\u00e7\u00e3o depois de desinvestir na Stonyfield ap\u00f3s a compra da fabricante de alimentos org\u00e2nicos WhiteWave, de reduzir sua fatia na Yakult e de vender participa\u00e7\u00e3o na Al Safi Danone, joint venture na Ar\u00e1bia Saudita. Al\u00e9m disso, na \u00cdndia, a Danone decidiu focar em produtos de nutri\u00e7\u00e3o e vendeu sua f\u00e1brica de l\u00e1cteos a um player local. A cooperativa Fonterra, da Nova Zel\u00e2ndia, subiu para o quinto lugar no ranking da \"Global Dairy Top 20\", ligeiramente \u00e0 frente da holandesa FrieslandCampina, que caiu para a sexta coloca\u00e7\u00e3o. A escandinava Arla Foods permaneceu em s\u00e9timo, apesar da aquisi\u00e7\u00e3o da joint venture com a SanCor e da nova sociedade com a Indofood.<\/p>\n<p>De acordo com levantamento, a recupera\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os dos l\u00e1cteos em 2017 permitiu o crescimento do faturamento combinado das 20 maiores de l\u00e1cteos no mundo. E as opera\u00e7\u00f5es de fus\u00f5es a aquisi\u00e7\u00f5es no setor cresceram estimuladas pela disponibilidade de capital barato, como tamb\u00e9m ocorreu em outras \u00e1reas. Contudo, destaca o banco, os \"meganeg\u00f3cios\" concretizados em 2017 - Danone\/WhiteWave e Saputo\/Murray Goulburn - tiveram impacto limitado no ranking do \"Global Dairy Top 20\". Como resultado, afirma o relat\u00f3rio, n\u00e3o h\u00e1 novos entrantes na lista das 20 maiores de l\u00e1cteos pelo segundo ano consecutivo, o que indica dificuldade de romper o limite de US$ 5 bilh\u00f5es (valor do faturamento da vig\u00e9sima colocada na lista). Houve 127 neg\u00f3cios de fus\u00f5es e aquisi\u00e7\u00f5es no setor de l\u00e1cteos no mundo em 2017, conforme o levantamento, ante 81 transa\u00e7\u00f5es em 2016. At\u00e9 a metade deste ano, segundo o Rabobank, o n\u00famero de neg\u00f3cios no segmento est\u00e1 em 62, com quase metade ocorrendo na Europa.&nbsp;<\/p>\n<p>Em 2017, diz o banco, o valor das transa\u00e7\u00f5es ficou abaixo do ano anterior devido ao menor n\u00famero de grandes opera\u00e7\u00f5es. Al\u00e9m disso, alguns dos maiores neg\u00f3cios no setor n\u00e3o inclu\u00edram empresas que fazem parte do Global Dairy Top 20, como a aquisi\u00e7\u00e3o da brasileira Vigor pela mexicana Lala. A aquisi\u00e7\u00e3o da Itamb\u00e9 pela Lactalis, que est\u00e1 entre as maiores, est\u00e1 sub judice. O banco prev\u00ea que nas pr\u00f3ximas d\u00e9cadas o mercado global de l\u00e1cteos vai crescer ao menos 30% em volume e valor, como resultado do crescimento populacional, do aumento da renda e da urbaniza\u00e7\u00e3o. A avalia\u00e7\u00e3o \u00e9 que o crescimento org\u00e2nico e as aquisi\u00e7\u00f5es v\u00e3o direcionar esse avan\u00e7o. (Valor Econ\u00f4mico)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><strong style=\"text-align: justify;\">Escassez deixa defesa sanit\u00e1ria preocupada<\/strong><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">A escassez da tuberculina, subst\u00e2ncia utilizada no diagn\u00f3stico de tuberculose bovina, tem causado apreens\u00e3o no setor de defesa sanit\u00e1ria. Uma das alternativas para a continuidade dos testes \u00e9 a ado\u00e7\u00e3o de importa\u00e7\u00f5es emergenciais, o que vem sendo discutido pelo segmento junto ao Minist\u00e9rio da Agricultura. Pecu\u00e1ria e Abastecimento (Mapa). Nesta modalidade, as aquisi\u00e7\u00f5es para situa\u00e7\u00f5es ligadas \u00e0 exporta\u00e7\u00e3o foram liberadas. As demais est\u00e3o em estudo. O cen\u00e1rio preocupa tanto pelo combate \u00e0 enfermidade quanto pela proximidade da Expointer, j\u00e1 que os animais devem obrigatoriamente apresentar exame negativo para a doen\u00e7a para participar da exposi\u00e7\u00e3o, que come\u00e7a daqui a um m\u00eas. O problema no abastecimento deve-se a uma demanda superior \u00e0 oferta no pa\u00eds, segundo o superintendente do Mapa\/RS, Bernardo Todeschini. Al\u00e9m disso, a produ\u00e7\u00e3o da subst\u00e2ncia no pa\u00eds n\u00e3o teve nenhum incremento.&nbsp;<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">H\u00e1 apenas um laborat\u00f3rio produzindo o material, o Instituto Biol\u00f3gico de S\u00e3o Paulo, que prioriza o atendimento daquele estado. A expectativa \u00e9 de que uma nova empresa, de origem argentina, comece a operar no pa\u00eds em setembro. \"Isso deve come\u00e7ar a colocar tuberculina no mercado a partir de janeiro\", aponta Todeschini. Com rela\u00e7\u00e3o \u00e0s importa\u00e7\u00f5es emergenciais, o superintendente ressalta ser necess\u00e1rio que empresas com a inten\u00e7\u00e3o de executar a opera\u00e7\u00e3o procurem o Mapa para manifestar interesse. O diretor de Defesa Agropecu\u00e1ria da Secretaria Estadual da Agricultura, Antonio Carlos de Quadros Ferreira Neto, destacou a necessidade de que o assunto seja solucionado o quanto antes, mas ressaltou que a inten\u00e7\u00e3o \u00e9 trabalhar em conjunto com a Superintend\u00eancia do Mapa no Rio Grande do Sul. (Correio do Povo)<\/span><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>\n<p><strong>Agroind\u00fastrias investem em caminh\u00f5es<\/strong><\/p>\n<p>Alvo de duras cr\u00edticas de produtores, agroind\u00fastrias e tradings, a tabela de pre\u00e7os m\u00ednimos de fretes rodovi\u00e1rios que aguarda san\u00e7\u00e3o do presidente Michel Temer, estimula um n\u00famero cada vez maior de projetos que preveem a cria\u00e7\u00e3o ou o refor\u00e7o de frotas pr\u00f3prias de caminh\u00f5es para o escoamento das safras. Para cargas a granel como soja e milho, os valores de fretes para longas dist\u00e2ncias at\u00e9 agora propostos representam, em m\u00e9dia, altas de cerca de 30% a 50% em rela\u00e7\u00e3o aos que vinham sendo praticados, de acordo com estimativas. Maior exportadora de soja brasileira, a americana Cargill, que desde a primeira vers\u00e3o da tabela de fretes, usada por Bras\u00edlia para encerrar definitivamente a recente greve dos caminhoneiros, posicionou-se veementemente contra o tabelamento, voltou a sinalizar que poder\u00e1 investir em uma frota pr\u00f3pria para entrar em opera\u00e7\u00e3o j\u00e1 nesta safra 2018\/19. \"Com o tabelamento, ind\u00fastrias e exportadores ter\u00e3o que repensar a forma como ir\u00e3o operar no Brasil\", disse, em comunicado, Paulo Sousa, diretor de gr\u00e3os e processamento da companhia para a Am\u00e9rica Latina. Segundo ele, a interven\u00e7\u00e3o do governo no mercado de fretes cria \"uma ruptura no funcionamento natural da cadeia de suprimentos e desequilibra os contratos, a ponto de comprometer a confian\u00e7a na expans\u00e3o sustent\u00e1vel do agroneg\u00f3cio\", al\u00e9m de abrir caminho \"para oportunistas trabalharem na informalidade\".&nbsp;<\/p>\n<p>Nesse contexto, a Cargill refor\u00e7ou que analisa para a safra 2018\/19 adquirir frota pr\u00f3pria de caminh\u00f5es e contratar motoristas. A paranaense Coamo, maior cooperativa agr\u00edcola da Am\u00e9rica Latina e outra grande exportadora de gr\u00e3os, tem sobre a mesa um projeto at\u00e9 mais avan\u00e7ado. O grupo, com sede no munic\u00edpio de Campo Mour\u00e3o, acaba de fechar a aquisi\u00e7\u00e3o de 152 novos caminh\u00f5es, que j\u00e1 havia sido aprovada para renovar sua frota pr\u00f3pria de 280 ve\u00edculos. Mas a Coamo s\u00f3 decidir\u00e1 se de fato seguir\u00e1 o roteiro previsto e vender\u00e1 um n\u00famero semelhante ao total adquirido, que estar\u00e1 \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o at\u00e9 janeiro, depois que uma tabela definitiva de fretes entrar em vigor. Al\u00e9m dos caminh\u00f5es pr\u00f3prios, a Coamo opera uma \"frota dedicada\" de cerca de 600 ve\u00edculos que pertencem a transportadoras.&nbsp;<\/p>\n<p>A cooperativa, que movimenta mais de 10 milh\u00f5es de toneladas de cargas a granel anualmente, tamb\u00e9m contrata junto a transportadoras servi\u00e7os para agilizar o escoamento em picos de colheita e, eventualmente, recorre a fretes no mercado spot. A frota pr\u00f3pria, composta basicamente por bitrens de sete eixos, responde por 15% da movimenta\u00e7\u00e3o total de cargas a granel do grupo. Segundo Airton Galinari, superintendente de log\u00edstica e opera\u00e7\u00f5es da Coamo, os \u00faltimos valores apresentados pelo governo para os fretes chegam a representar aumentos de 80% a 100% em rela\u00e7\u00e3o aos custos da frota pr\u00f3pria - que normalmente opera em curtas dist\u00e2ncias, nas rotas que chegam \u00e0s cerca de 60 lojas de insumos, pe\u00e7as e maquin\u00e1rios da cooperativa no Paran\u00e1, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul - e de 50% na compara\u00e7\u00e3o com os custos da \"frota dedicada\" de 600 caminh\u00f5es. Maior empresa de prote\u00ednas animais do pa\u00eds, a JBS tamb\u00e9m est\u00e1 se mexendo por causa do encarecimento dos fretes rodovi\u00e1rios. A companhia acaba de fechar a aquisi\u00e7\u00e3o de 360 caminh\u00f5es e estuda ampliar essas compras caso os fretes n\u00e3o sejam revistos, disse uma fonte pr\u00f3xima \u00e0 empresa de carnes. A frota pr\u00f3pria da JBS - que, procurada, preferiu n\u00e3o comentar o assunto - representa mais ou menos um ter\u00e7o do n\u00famero total de caminh\u00f5es utilizados em suas opera\u00e7\u00f5es. Fontes do setor de agroneg\u00f3cios consultadas pela reportagem nos \u00faltimos dias afirmaram que \u00e9 dif\u00edcil encontrar produtores ou empresas que n\u00e3o estejam avaliando contar com transporte pr\u00f3prio para amenizar a alta dos fretes. Exemplo desse movimento s\u00e3o os latic\u00ednios, que reclamam do grande peso dos custos com transporte em suas contas.<\/p>\n<p>&nbsp;\"O setor do leite trabalha exclusivamente com transporte rodovi\u00e1rio e n\u00e3o tem alternativa. Dessa forma, o impacto ser\u00e1 mais expressivo no produto\", afirmou Alexandre Guerra, presidente do Sindilat, que representa os latic\u00ednios ga\u00fachos e defende a livre negocia\u00e7\u00e3o dos fretes. \"N\u00e3o existe espa\u00e7o para a ado\u00e7\u00e3o de tabelas de valores m\u00ednimos. Esse custo quem vai pagar \u00e9 o consumidor\", acrescentou ele em comunicado. O Sindilat confirmou que, para driblar a alta nos custos, algumas empresas do segmento estudam absorver a atividade de transporte ou pelo menos parte dela - alguns latic\u00ednios j\u00e1 s\u00e3o respons\u00e1veis pela capta\u00e7\u00e3o do leite nas fazendas produtoras. Para o dirigente, o risco \u00e9 que o encarecimento do frete leve \u00e0 revis\u00e3o de rotas de coleta de leite, o que poderia at\u00e9 acarretar abandono de \u00e1reas de pouco volume de produ\u00e7\u00e3o da mat\u00e9ria-prima. Outra que se debru\u00e7a sobre a equa\u00e7\u00e3o dos custos de transporte \u00e9 a Copersucar, maior comercializadora de a\u00e7\u00facar e etanol do pa\u00eds. \"Achamos que a chance do tabelamento dar certo \u00e9 nenhuma. Mas, no limite, far\u00edamos frotas pr\u00f3prias\", afirmou Paulo Roberto de Souza, presidente da companhia, ao Valor. Segundo ele, a Copersucar \u00e9 menos atingida pela medida porque 60% de sua movimenta\u00e7\u00e3o j\u00e1 se d\u00e1 por meio de ferrovias. Mas o restante \u00e9 movimentado em rodovias e justificaria uma frota pr\u00f3pria. (Valor Econ\u00f4mico)&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" alt=\"\"><\/em><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em>Safrinha prejudicada no PR<br \/>\nA estiagem provocou quebra de 22,7% na produ\u00e7\u00e3o da segunda safra de milho no Paran\u00e1. A previs\u00e3o para a colheita caiu de 12 milh\u00f5es para 9,2 milh\u00f5es de toneladas, segundo o Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Paran\u00e1. Mesmo assim n\u00e3o haver\u00e1 escassez no pa\u00eds, que deve produzir quase 83 milh\u00f5es de toneladas para um consumo pr\u00f3ximo de 60 milh\u00f5es de toneladas, segundo a Conab. O diretor executivo da Facoagro, S\u00e9rgio Feltraco, diz que a quebra paranaense tem influ\u00eancia para o comprador de milho, que paga mais pelo gr\u00e3o dependendo da dist\u00e2ncia e das condi\u00e7\u00f5es mercadol\u00f3gicas espec\u00edficas do lugar onde vai busc\u00e1-lo. (Correio do Povo)<\/em><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em><strong><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/em><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 26 de julho de 2018&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 12 - N\u00b0 2.786 \u200bReceita das maiores de l\u00e1cteos do mundo subiu 7,2% em 2017 O faturamento combinado das 20 maiores empresas de l\u00e1cteos do <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/07\/26\/26-07-2018\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"26\/07\/2018\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-2290","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2290","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2290"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2290\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2291,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2290\/revisions\/2291"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2290"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2290"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2290"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}