{"id":2288,"date":"2018-07-25T20:31:43","date_gmt":"2018-07-25T20:31:43","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=2288"},"modified":"2018-07-25T20:31:43","modified_gmt":"2018-07-25T20:31:43","slug":"25-07-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/07\/25\/25-07-2018\/","title":{"rendered":"25\/07\/2018"},"content":{"rendered":"<p><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><a style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\"><img decoding=\"async\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" alt=\"\"><\/a><\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 25 de julho de 2018<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 12 - N\u00b0 2.785<\/em><\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\"><\/span><\/span><\/p>\n<p><strong><strong style=\"text-align: justify;\"><u><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" alt=\"\"><\/span><\/span><\/u><\/strong><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong><span style=\"text-align: center;\">\u200b<\/span>Conex\u00e3o Ci\u00eancia apresenta os avan\u00e7os do setor l\u00e1cteo no Brasil<\/strong><\/p>\n<p>Avan\u00e7os do setor l\u00e1cteo - A produ\u00e7\u00e3o brasileira de leite deve crescer de 2 a 2,5% em 2018, de acordo com estimativas da Confedera\u00e7\u00e3o da Agricultura e Pecu\u00e1ria do Brasil (CNA). O avan\u00e7o do setor l\u00e1cteo nas \u00faltimas d\u00e9cadas no Brasil \u00e9 o tema do programa Conex\u00e3o Ci\u00eancia, que vai ao ar nesta ter\u00e7a-feira (24) \u00e0s 19h15 na TV NBR, do governo federal.<\/p>\n<p>O entrevistado, Pedro Arcuri, chefe de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Gado de Leite (Juiz de Fora, MG), fala sobre a busca constante pela melhoria da qualidade do leite, que integra os setores p\u00fablicos e privados no desenvolvimento de a\u00e7\u00f5es de pesquisa, desenvolvimento e inova\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Ao longo de mais de quatro d\u00e9cadas, a Embrapa em parceria com outras institui\u00e7\u00f5es p\u00fablicas como universidades, empresas estaduais e institui\u00e7\u00f5es privadas como empresas comerciais, institui\u00e7\u00f5es de ensino privado, \u00f3rg\u00e3os de representa\u00e7\u00e3o, entre outras, t\u00eam investido na entrega de solu\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas que v\u00eam contribuindo para o melhor desempenho da cadeia produtiva de leite e l\u00e1cteos. A vis\u00e3o do setor \u00e9 tornar o Brasil um exportador global significativo de leite e produtos l\u00e1cteos de valor agregado.<\/p>\n<p>Entre os resultados obtidos em prol do setor produtivo, Arcuri destaca o Programa de Melhoramento Gen\u00e9tico Animal para quatro das mais importantes ra\u00e7as leiteiras, Gir Leiteiro, Girolando, Holandesa e Guzer\u00e1; o controle estrat\u00e9gico de carrapatos de bovinos; o desenvolvimento de t\u00e9cnicas de reprodu\u00e7\u00e3o e multiplica\u00e7\u00e3o de bovinos zebu\u00ednos leiteiros; e a gera\u00e7\u00e3o das variedades melhoradas de capim-elefante (BRS Capia\u00e7u e Kurumi) e capim-azevem (Ponteio e Integra\u00e7\u00e3o).<\/p>\n<p>Durante a entrevista, o chefe de P&amp;D da Embrapa Gado de Leite fala tamb\u00e9m sobre as ferramentas para a gest\u00e3o de propriedades leiteiras, entre as quais ressalta o Gisleite, sistema para o gerenciamento do desempenho produtivo dos animais e da propriedade de um modo geral, e o GEPleite - ferramenta informatizada para a gest\u00e3o econ\u00f4mico-financeira da propriedade leiteira, desenvolvida em parceria com a Cooperativa Santa Clara do Rio Grande do Sul.<\/p>\n<p>\"Ideas for Milk\": modelo para outras cadeias produtivas<br \/>\nOutra inova\u00e7\u00e3o em prol da pecu\u00e1ria leiteira \u00e9 o evento \"Ideas for Milk - desafios de startups\", promovido pela Embrapa Gado de Leite desde 2016. Essa iniciativa aproxima empresas pequenas e criativas, chamadas de startups, com as ind\u00fastrias tradicionais, fornecedores de ferramentas digitais e investidores interessados em ideias inovadoras, que possam virar produtos comerciais. \"Trata-se de um ecossistema de inova\u00e7\u00e3o para a cadeia do leite, que tem resultado em parcerias e solu\u00e7\u00f5es digitais para a produ\u00e7\u00e3o de leite com mais qualidade, al\u00e9m de processamento e distribui\u00e7\u00e3o de leite e l\u00e1cteos com valores desejados pelos consumidores\", explica o pesquisador. A iniciativa est\u00e1 sendo usada como modelo para outras cadeias produtivas, como a do caf\u00e9, por exemplo.<\/p>\n<p>Agricultura 4.0: a pecu\u00e1ria leiteira na era digital<br \/>\nArcuri destaca tamb\u00e9m a chamada Agricultura 4.0, que a cada ano tem ganhado mais espa\u00e7o na agropecu\u00e1ria brasileira, do pequeno ao grande produtor, e gerado um grande impacto na produtividade, assegurando o equil\u00edbrio nas tr\u00eas vertentes da sustentabilidade - social, econ\u00f4mica e ambiental. Segundo ele, a agricultura digital, voltada ao uso de grandes volumes de dados, automa\u00e7\u00e3o e rob\u00f3tica, aprendizado de m\u00e1quinas, precis\u00e3o na aplica\u00e7\u00e3o de insumos, tamb\u00e9m est\u00e1 associada ao conceito do ecossistema de inova\u00e7\u00e3o. \"A Embrapa Gado de Leite est\u00e1 utilizando parte das suas instala\u00e7\u00f5es f\u00edsicas em \u00e1reas de teste de tecnologias digitais, para aumentar a produtividade e facilitar as atividades dos produtores rurais, tanto em esfor\u00e7o f\u00edsico quanto em acesso a informa\u00e7\u00f5es para tomar decis\u00f5es com maior chance de acertos. Para isso, estamos permanentemente buscando novos parceiros para unirem as suas compet\u00eancias \u00e0s da Embrapa, em todos os n\u00edveis\", finaliza.<\/p>\n<p>O Conex\u00e3o Ci\u00eancia \u00e9 produzido em parceria pela Embrapa e a NBR e vai ao ar todas \u00e0s ter\u00e7as-feiras na TV do Governo Federal, \u00e0s 19h15. O programa tamb\u00e9m pode ser assistido pelo canal da NBR no Youtube. Saiba como sintonizar a NBR na p\u00e1gina da EBC Servi\u00e7os na internet. Assista aqui aos programas anteriores. (P\u00e1gina Rural)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>\n<p><strong>Espanha - A possibilidade de vender leite cru desperta interesse dos pecuaristas<\/strong><\/p>\n<p>Leite cru\/Espanha - A Uni\u00e3o dos Pequenos Agricultores e Pecuaristas (UPA) se posicionou a favor da venda direta de leite cru por parte das explora\u00e7\u00f5es pecu\u00e1rias espanholas. A recente aprova\u00e7\u00e3o de um decreto que regula esta pr\u00e1tica na Catalu\u00f1a despertou o interesse de todo o setor e tamb\u00e9m certas d\u00favidas por parte dos consumidores.&nbsp;<\/p>\n<p>\"Os pecuaristas podem gerenciar, sem nenhum problema, um produto sobre o qual existe um interesse crescente\", afirmou Rom\u00e1n Santalla, secret\u00e1rio da UPA. A regulamenta\u00e7\u00e3o na Catalu\u00f1a se faz \"urgente\", e na sua opini\u00e3o, a aprova\u00e7\u00e3o de uma norma nacional que deixe claro o procedimento dos produtore e \"d\u00ea garantias\" aos consumidores.<\/p>\n<p>Os produtores de leite v\u00eam na venda do leite cru uma oportunidade para diversificar suas explora\u00e7\u00f5es e obter um pre\u00e7o justo pelo leite de primeira qualidade. As condi\u00e7\u00f5es sanit\u00e1rias das propriedades espanholas s\u00e3o excelentes, acima da m\u00e9dia europeia, assegurando, diz a UPA, um leite cru que pode ser vendido sem problema e ser consumido sem medo, levando em conta sempre que \u00e9 preciso ferver o leite e conserv\u00e1-lo corretamente - um m\u00e1ximo de 72 horas depois da ordenha - para eliminar poss\u00edveis microrganismos.<\/p>\n<p>\"Os consumidores sabem que precisam lavar as verduras, cozinham bem a carne ou congelam o pescado para que seu consumo seja perfeitamente seguro. \u00c9 poss\u00edvel e justo que o leite cru tenha um espa\u00e7o no mercado espanhol, n\u00e3o vemos nenhum problema nisso\", destacou Santalla.<\/p>\n<p>A norma deve ser rigorosa no que se refere aos requisitos sanit\u00e1rios das fazendas que queiram comercializar o leite cru. \"O objetivo principal \u00e9 que os consumidores possam dispor de um produto saboroso, com grande potencial gastron\u00f4mico e com todas as garantias sanit\u00e1rias\", afirma a UPA, concluindo: \"\u00c9 poss\u00edvel, justo e necess\u00e1rio regulamentar a venda direta de leite cru\". (Agrodigital - Tradu\u00e7\u00e3o livre: www.terraviva.com.br)<\/p>\n<p><strong>UE - Pequenas redu\u00e7\u00f5es na produ\u00e7\u00e3o de leite podem ter grande efeito no pre\u00e7o<\/strong><\/p>\n<p>Leite\/UE - Faz dois anos, em 18 de julho de 2016, o Comiss\u00e1rio Europeu de Agricultura, Phil Hogan, anunciou um programa de redu\u00e7\u00e3o volunt\u00e1ria de produ\u00e7\u00e3o de leite na Uni\u00e3o Europeia (UE). Um estudo realizado pela A.Fink-Kebler y A.Trouv\u00e9 analisou o programa e chegou \u00e0s seguintes conclus\u00f5es:<\/p>\n<p>- O programa volunt\u00e1rio de redu\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o foi um grande \u00eaxito, j\u00e1 que com uma pequena redu\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o, conseguiu um grande efeito direto nos pre\u00e7os;<\/p>\n<p>- Os pre\u00e7os aumentaram de 25,68 centavos\/quilo, em julho de 2016 para 34,16 centavos\/quilo em julho de 2017;<br \/>\n- O programa rev\u00ea uma alta participa\u00e7\u00e3o de pecuaristas: 48.200 produtores de leite de 27 Estados Membros da UE participaram (aproximadamente 3% das fazendas leiteiras europ\u00e9ias);<br \/>\n- O volume reduzido foi de 833.551 toneladas (aproximadamente 2% do volume de leite do mesmo per\u00edodo no ano anterior);<br \/>\n- Os 4 maiores pa\u00edses produtores de leite mostraram a maior participa\u00e7\u00e3o no programa: Alemanha (232.300 toneladas), Fran\u00e7a (152.732 toneladas) e o Reino Unido (90.814 toneladas). No conjunto, os tr\u00eas pa\u00edses representam 57% do volume total de redu\u00e7\u00e3o. A Holanda reduziu em 56.117 toneladas;<br \/>\n- A Irlanda teve o maior percentual de fazendas participantes (21%) e o volume de redu\u00e7\u00e3o (4%).<\/p>\n<p>O programa volunt\u00e1rio de redu\u00e7\u00e3o do volume de leite da UE foi realizado entre outubro de 2016 e janeiro de 2017. Os pecuaristas tiveram a oportunidade de reduzir voluntariamente a produ\u00e7\u00e3o em troca de uma compensa\u00e7\u00e3o (14 centavos\/quilo de leite reduzido em compara\u00e7\u00e3o com o mesmo per\u00edodo de 3 meses do ano anterior). (Agrodigital - Tradu\u00e7\u00e3o livre: www.terraviva.com.br)<\/p>\n<p><strong>EUA - O que as ind\u00fastrias de leite vegetal n\u00e3o querem divulgar<\/strong><\/p>\n<p>Sem Lactose\/EUA - Impulsionados pela inova\u00e7\u00e3o \"leite sem lactose\", a ind\u00fastria de latic\u00ednios est\u00e1 desafiando o dom\u00ednio dos leites vegetais, com as vendas de \"leite sem lactose\" nos Estaods Unidos (EUA) estarem perto de alcan\u00e7ar - e talvez mesmo ultrapassar - as vendas de leite de am\u00eandoa. Em 2017, as vendas do leite sem lactose cresceram duas vezes mais r\u00e1pido do que os leites vegetais (7%). O leite de am\u00eandoa, que tem 75% do segmento de leite vegetais, cresceu 9,3%. Mas, as vendas de leite sem lactose cresceram 13% - quase o dobro da taxa de crescimento dos leites vegetais. Mantendo o crescimento atual, as vendas de leite sem lactose ser\u00e3o iguais \u00e0s do leite de am\u00eandoa em 2020.<\/p>\n<p>Quatro elementos garantem o sucesso do leite sem lactose:<\/p>\n<p>1 - Produto inovador<\/p>\n<p>2 - Marketing<\/p>\n<p>3 - Versatilidade<\/p>\n<p>4 - Vantagem natural<\/p>\n<p>Produto inovador<br \/>\nFairlife \u00e9 a marca de maior crescimento do leite sem lactose, 52%, em 2017, \u00e9 a n\u00famero um do segmento. Produzido por ultrafiltra\u00e7\u00e3o, a marca oferece:<\/p>\n<p>Maior teor de prote\u00edna (13 gr por 240ml contra 8 gr para o leite comum).<br \/>\nSem Lactose.<br \/>\nMetade do a\u00e7\u00facar do leite normal (6 gr, contra 12 gr).<\/p>\n<p>A Fairlife foi lan\u00e7ada em 2015. Em 2017 suas vendas chegaram a US$ 228 milh\u00f5es, apesar de vender a um pre\u00e7o 100% maior que o do leite normal, e ser de 50 a 60% mais cara que marcas de leite vegetal. Seu sucesso vem ajudando a impulsionar o crescimento do segmento sem lactose nos EUA. Mas mesmo a l\u00edder do mercado sem lactose, Hood Dairy Lactaid, est\u00e1 bem. As vendas da Hood Lactaid cresceram 4,9% em 2017, atingindo US$ 575 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>Marketing<br \/>\nAs ind\u00fastria de latic\u00ednios est\u00e3o trabalhando melhor no marketing para seus produtos sem lactose, chamando a aten\u00e7\u00e3o de pessoas que gostam da nutri\u00e7\u00e3o e o sabor proporcionados pelos l\u00e1cteos. As ind\u00fastrias de leite sem lactose est\u00e3o criando uma plataforma mais ampla para o consumo de leite, exatamente momento em que a gera\u00e7\u00e3o Millennial est\u00e1 sendo atra\u00edda para o leite integral, incluindo: Prote\u00ednas e Gorduras saud\u00e1veis. Nos r\u00f3tulos surgem ingredientes naturais e \"limpos\".<\/p>\n<p>Em grande parte, os Millennials est\u00e3o impulsionando o aumento do interesse por leites sem lactose, especialmente para seus pais, que entendem ser o leite nutritivo e quererem que seus filhos tenham o sabor e a nutri\u00e7\u00e3o de l\u00e1cteos aut\u00eanticos. Eles tamb\u00e9m procuram evitar os inc\u00f4modos estomacais que podem criar o leite integral, e ent\u00e3o procuram os l\u00e1cteos sem lactose.<\/p>\n<p>Versatilidade<br \/>\nO leite de vaca tem a vantagem da versatilidade e pode ser usado em bebidas e na cozinha em uma ampla gama de receitas, bem mais f\u00e1cil que os leites vegetais.<\/p>\n<p>Vantagem Natural<br \/>\nA longa lista de ingredientes de leites sem lactose \u00e9 muito maior em compara\u00e7\u00e3o com as de leites vegetais, que sempre s\u00e3o consideradas, para muitas pessoas, como produtos super processados e n\u00e3o muito natural. O leite \u00e9 um ingrediente com a presen\u00e7a natural de suas vitaminas e minerais. O leite vegetal \u00e9 adicionado de vitaminas e minerais, para ter de 10 a 15 ingredientes. Tamb\u00e9m qual seria o benef\u00edcio de um produto \"vegetal\", que possui, apenas de 6 a 10% de ingredientes originais?<\/p>\n<p>Quanto ao benef\u00edcio digestivo - o maior impulsionador do crescimento de mercado de leite vegetal \u00e9 o consumidor que acredita que o leite de vaca causa incha\u00e7o ou outro desconforto digestivo - o leite sem lactose oferece o mesmo benef\u00edcio, retirando a vantagem competitiva dos leites vegetais. Entre um leite sem lactose e saboroso, mais e mais consumidores est\u00e3o dispostos a escolher a nutri\u00e7\u00e3o natural do leite. O leite sem lactose est\u00e1 para o leite vegetal, assim como a manteiga est\u00e1 para a margarina - um \u00e9 natural e o outro processado. E j\u00e1 se sabe o final dessa hist\u00f3ria. (Dairy Industries - Tradu\u00e7\u00e3o livre: www.terraviva.com.br)<\/p>\n<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" alt=\"\"><\/em><br \/>\n<em>FRIO AQUECE CONSUMO DE LEITE<br \/>\nO frio das \u00faltimas semanas aqueceu o consumo de leite no Rio Grande do Sul, ajudando a elevar o valor de refer\u00eancia pago ao produtor. O pre\u00e7o do litro projetado pelo Conselho Estadual do Leite (Conseleite) para julho no Estado \u00e9 de R$ 1,3080, aumento de 5,9% em rela\u00e7\u00e3o ao consolidado no m\u00eas passado. Segundo o professor da Universidade de Passo Fundo (UPF) Eduardo Finamore, a alta no valor do alimento acompanha a tend\u00eancia nacional e os dados ainda carregam reflexo da greve dos caminhoneiros que interrompeu a coleta em diversas pra\u00e7as do pa\u00eds. Al\u00e9m disso, as pastagens de inverno est\u00e3o atrasadas em rela\u00e7\u00e3o a 2017, o que impacta na capta\u00e7\u00e3o. (Zero Hora)&nbsp;<\/em><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><em><strong><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/em><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 25 de julho de 2018&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 12 - N\u00b0 2.785 \u200bConex\u00e3o Ci\u00eancia apresenta os avan\u00e7os do setor l\u00e1cteo no Brasil Avan\u00e7os do setor l\u00e1cteo - A produ\u00e7\u00e3o brasileira de leite deve <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/07\/25\/25-07-2018\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"25\/07\/2018\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-2288","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2288","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2288"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2288\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2289,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2288\/revisions\/2289"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2288"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2288"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2288"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}