{"id":2267,"date":"2018-07-19T20:09:41","date_gmt":"2018-07-19T20:09:41","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=2267"},"modified":"2018-07-19T20:09:41","modified_gmt":"2018-07-19T20:09:41","slug":"19-07-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/07\/19\/19-07-2018\/","title":{"rendered":"19\/07\/2018"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><a style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\"><img decoding=\"async\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" alt=\"\"><\/a><\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 19 de julho de 2018<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 12 - N\u00b0 2.781<\/em><\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\"><\/span><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; text-align: justify; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/p>\n<p><strong><strong style=\"text-align: justify;\"><u><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" alt=\"\"><\/span><\/span><\/u><\/strong><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>Reuni\u00e3o do Conagro discute regras de rotulagem nutricional<\/strong><\/p>\n<p>A 7\u00aa reuni\u00e3o do Conselho da Agroind\u00fastria (Conagro) da Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias do Rio Grande do Sul (Fiergs), realizada nesta ter\u00e7a-feira (17\/07), na Fiergs, debateu o poss\u00edvel impacto das mudan\u00e7as na rotulagem nutricional de alimentos sobre o setor. As novas regras para embalagens, ainda em discuss\u00e3o na Ag\u00eancia Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria (Anvisa), s\u00e3o criticadas pela ind\u00fastria aliment\u00edcia, que defende um modelo pr\u00f3prio com informa\u00e7\u00f5es mais completas sobre a composi\u00e7\u00e3o dos produtos.<\/p>\n<p>No dia 21 de maio, a Anvisa aprovou um relat\u00f3rio preliminar para que sejam inclu\u00eddos nos r\u00f3tulos dos alimentos alertas sobre altos teores de a\u00e7\u00facar, gordura e s\u00f3dio. Dessa forma, as embalagens apresentariam um s\u00edmbolo de advert\u00eancia quando o produto tivesse excesso de um desses componentes. A ag\u00eancia, ent\u00e3o, abriu um per\u00edodo de consulta p\u00fablica sobre o tema, que se encerra em 20 de julho. \"A Anvisa est\u00e1 adotando um modelo que j\u00e1 foi usado em outros pa\u00edses, com preju\u00edzos para o setor produtivo, e que n\u00e3o traz informa\u00e7\u00f5es suficientes ao consumidor, contribuindo para assust\u00e1-lo e 'demonizar' os produtos\", avalia o secret\u00e1rio executivo do Sindilat, Darlan Palharini, que participou da reuni\u00e3o.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>Como alternativa, a ind\u00fastria prop\u00f5e a ado\u00e7\u00e3o de um sem\u00e1foro nutricional nos r\u00f3tulos, que indicaria altos, m\u00e9dios ou baixos teores por meio das cores vermelha, amarela e verde com maior destaque. Esse modelo \u00e9 adotado no Reino Unido, na Coreia do Sul e no Equador Sri, por exemplo, e est\u00e1 sendo discutido na Argentina, no Uruguai e no Paraguai, explica Darlan. \"O descontentamento do setor, manifestado pelas entidades empresariais no processo de consulta p\u00fablica, \u00e9 com o fato de modelo defendido pela Anvisa vir a ser adotado sem uma discuss\u00e3o maior\", diz o secret\u00e1rio executivo do Sindilat.<\/p>\n<p>O dirigente cita os dados de uma pesquisa do IBOPE encomendada pela Confedera\u00e7\u00e3o Nacional das Ind\u00fastrias (CNI), que ouviu 2.002 pessoas em 142 munic\u00edpios brasileiros no final de 2017. De acordo com o levantamento, 67% das pessoas preferem o sem\u00e1foro nutricional; 89% dos entrevistados afirmaram que o sem\u00e1foro cumpre os requisitos para auxiliar escolhas mais saud\u00e1veis e nutritivas; 64% apontaram o sem\u00e1foro como o modelo mais \u00fatil para controlar o consumo di\u00e1rio de calorias, a\u00e7\u00facares e gorduras saturadas e s\u00f3dio, e 66% o consideraram o modelo que mais facilita a compara\u00e7\u00e3o entre produtos. \"A pesquisa comprova a prefer\u00eancia pelo sem\u00e1foro, mas n\u00e3o foi sequer considerada pela Anvisa\", critica Darlan.<\/p>\n<p>Segundo o dirigente, a reuni\u00e3o do Conagro refor\u00e7ou o posicionamento do setor no sentido de que a rotulagem nutricional \u00e9 importante para que os consumidores tenham informa\u00e7\u00f5es padronizadas, claras e completas sobre os produtos e fa\u00e7am escolhas baseadas nas recomenda\u00e7\u00f5es nutricionais e nas suas necessidades de sa\u00fade. \"A discuss\u00e3o sobre rotulagem de alimentos \u00e9 essencial, e o processo regulat\u00f3rio deve ser realizado respeitando todas as etapas necess\u00e1rias para que o novo modelo beneficie toda a sociedade\", afirma o presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, que tamb\u00e9m participou da reuni\u00e3o. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" style=\"width: 500px; height: 375px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2941\" alt=\"\"><br \/>\nCr\u00e9dito: Tania C. Sette&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/div>\n<div><strong>Conseleite SC&nbsp;<\/strong><\/div>\n<div>\n<p>A diretoria do Conseleite Santa Catarina reunida no dia 19 de Julho de 2018 na cidade de Florian\u00f3polis, atendendo os dispositivos disciplinados no artigo 15 do seu Estatuto, inciso I, aprova e divulga os pre\u00e7os de refer\u00eancia da mat\u00e9ria-prima leite, realizado no m\u00eas de Junho de 2018 e a proje\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os de refer\u00eancia para o m\u00eas de Julho de 2018. Os valores divulgados compreendem os pre\u00e7os de refer\u00eancia para o leite padr\u00e3o, bem como o maior e menor valor de refer\u00eancia, de acordo com os par\u00e2metros de \u00e1gio e des\u00e1gio em rela\u00e7\u00e3o ao Leite Padr\u00e3o, calculados segundo metodologia definida pelo Conseleite-Santa Catarina.<\/p>\n<p>&nbsp;<img decoding=\"async\" style=\"width: 500px; height: 305px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2942\" alt=\"\"><\/p>\n<p>O leite padr\u00e3o \u00e9 aquele que cont\u00e9m entre 3,50 e 3,59% de gordura, entre 3,11 e 3,15% de prote\u00edna, entre 450 e 499 mil c\u00e9lulas som\u00e1ticas\/ml e 251 a 300 mil ufc\/ml de contagem bacteriana e volume individual entregue de at\u00e9 50 litros\/dia. O Conseleite Santa Catarina n\u00e3o precifica leites com qualidades inferiores ao leite abaixo do padr\u00e3o. (Faesc)<\/p>\n<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>\n<p><strong>RS: programa auxilia bovinocultores de leite a aumentar produtividade<\/strong><\/p>\n<p>Lan\u00e7ado em maio do ano passado, o Programa de Inclus\u00e3o Social e Produtiva da Propriedade Familiar, idealizado pela cooperativa Languiru, Emater\/RS-Ascar e do Sindicato dos Trabalhadores Rurais, tem auxiliado os bovinocultores de leite da regi\u00e3o a aumentarem a produtividade. O projeto, que busca a continuidade das pequenas propriedades rurais, em especial as que t\u00eam o leite como matriz produtiva, visa a fomentar a Assist\u00eancia T\u00e9cnica e Extens\u00e3o Rural e Social e a estimular os agricultores para a import\u00e2ncia de se investir em outros cultivos. O projeto atende cerca de 100 agricultores de 18 munic\u00edpios doa vales do Ca\u00ed, Taquari e Rio Pardo, sendo voltado especialmente para bovinocultores que convivem com dificuldades para a produ\u00e7\u00e3o de volumes de leite que compensem a capta\u00e7\u00e3o de mat\u00e9ria-prima pela ind\u00fastria, com uma escala que lhes garanta perman\u00eancia no mercado. \"A inten\u00e7\u00e3o \u00e9 evitar que os produtores deixem a atividade\", comenta o gerente regional da Emater\/RS-Ascar, Marcelo Brandoli. \"Por isso que o programa \u00e9 voltado a agricultores que trabalham com capacidade m\u00e1xima de produ\u00e7\u00e3o de 300 litros de leite ao dia\", completa.<\/p>\n<p>\u00c9 justamente este o caso do bovinocultor Vald\u00edrio Eberhardt, da localidade de Santa Manoela, em Paverama. Com 13 vacas em lacta\u00e7\u00e3o, que d\u00e3o 250 litros de leite por dia, o agricultor celebra os n\u00fameros, que evolu\u00edram cerca de 30%, se comparado com 2017. Ao lado da esposa Roseli, Vald\u00edrio atribui o crescimento a uma aten\u00e7\u00e3o maior aten\u00e7\u00e3o a quest\u00f5es de higiene na hora da ordenha, \u00e0 dieta das vacas leiteiras e tamb\u00e9m \u00e0 gen\u00e9tica do rebanho. \"S\u00e3o aprendizados que recebemos em cursos e reuni\u00f5es e que, por mais que pare\u00e7am simples, s\u00e3o bastante significativos\", analisa. Situa\u00e7\u00e3o semelhante vive o produtor Edo Jung, da localidade de Linha Roncador, em Colinas. Com oito vacas em lacta\u00e7\u00e3o, que rendem 75 litros de leite por dia, ele quase n\u00e3o acredita que esteve em vias de encerrar a atividade leiteira. \"Foi o incentivo da Emater que fez com que percebesse a import\u00e2ncia dessa renda mensal\", avalia Jung, que tamb\u00e9m \u00e9 ovinocultor. Com os \"p\u00e9s no ch\u00e3o\", como ele mesmo define, o produtor estuda a possibilidade de aumentar o seu plantel e fazer pequenos investimentos. \"A gente percebe que h\u00e1 mercado para quem investe no leite\", afirma.<\/p>\n<p>Tanto Jung quanto Eberhardt tamb\u00e9m celebram o fato de terem um rebanho com alta sanidade e com baixos n\u00edveis de Contagem de C\u00e9lulas Som\u00e1ticas (CCS) e Contagem Bacteriana Total (CBT), o que rende a eles alguns \"valiosos centavos\" de b\u00f4nus, como eles mesmos definem, pagos no final do m\u00eas pela Languiru. A qualidade do leite est\u00e1 diretamente relacionada aos cuidados com a higiene e ao aprendizado e a troca de experi\u00eancias, fomentados por meio de cursos, palestras, semin\u00e1rios e dias de campo, promovidos n\u00e3o apenas por meio desta, mas tamb\u00e9m de outras pol\u00edticas p\u00fablicas. Ambos agricultores eram integrantes da Chamada P\u00fablica do Leite, operacionalizada pela Emater\/RS-Ascar durante tr\u00eas anos (e finalizada em 2017) e que tamb\u00e9m buscou estimular a atividade. Da mesma forma, Jung e Eberhardt tamb\u00e9m receberam recursos para investimentos em \u00e1reas com pastagens permanentes e em salas de ordenha, por meio do Fundo Estadual de Apoio ao Desenvolvimento dos Pequenos Estabelecimentos Rurais (Feaper). \"S\u00e3o valores que, para os agricultores, podem representar a diferen\u00e7a no que diz respeito \u00e0 continuidade na atividade\", pondera Brandoli.&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>O Programa de Inclus\u00e3o Social e Produtiva, que tem o apoio das prefeituras dos munic\u00edpios envolvidos e do Centro de Apoio e Promo\u00e7\u00e3o da Agroecologia (Capa), segue neste ano com outras a\u00e7\u00f5es que buscam a sustentabilidade da propriedade, que incentiva os agricultores para a produ\u00e7\u00e3o de outros cultivos que possam ser comprados pela Languiru. Em breve, uma reuni\u00e3o em Colinas dever\u00e1 definir a aquisi\u00e7\u00e3o de excedentes de hortali\u00e7as e frutas dos produtores que integram a pol\u00edtica p\u00fablica. Para Jung, que possui uma horta completa em casa, essa pode ser mais uma oportunidade de renda futura. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do portal Emater-RS)<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>\n<p><strong>P\u00f3s-treino: leite achocolatado melhora a recupera\u00e7\u00e3o muscular<\/strong><\/p>\n<p>Quer ter energia para um treino cansativo ou se recuperar de um? Esque\u00e7a bebidas esportivas. Um novo estudo indica que a simples mistura de leite com achocolatado pode ser t\u00e3o boa quanto - e at\u00e9 melhor - para a recupera\u00e7\u00e3o muscular demandada pela atividade f\u00edsica. De acordo com um estudo publicado recentemente no peri\u00f3dico cient\u00edfico European Journal of Clinical Nutrition, a combina\u00e7\u00e3o fornece nutrientes essenciais para a recupera\u00e7\u00e3o p\u00f3s-exerc\u00edcio, como carboidratos, prote\u00ednas, gorduras, \u00e1gua e eletr\u00f3litos. Para chegar a essa conclus\u00e3o, pesquisadores da Universidade Shahid Sadoughi, no Ir\u00e3, analisaram doze estudos pr\u00e9vios sobre como o leite com achocolatado influencia v\u00e1rios marcadores de recupera\u00e7\u00e3o de exerc\u00edcios, em compara\u00e7\u00e3o com uma bebida placebo ou uma bebida esportiva.<\/p>\n<p>Cerca de 150 participantes consumiram a mistura ou alguma outra bebida - incluindo as esportivas - enquanto ou ap\u00f3s completarem alguma atividade f\u00edsica, como correr ou andar de bicicleta. Entre os marcadores verificados estavam tempo de exaust\u00e3o, frequ\u00eancia card\u00edaca, n\u00edvel de \u00e1cido l\u00e1ctico e cansa\u00e7o. Os resultados mostraram que, em geral, aqueles que tomaram o leite achocolatado demoraram mais para chegar \u00e0 exaust\u00e3o durante o exerc\u00edcio e melhorou a percep\u00e7\u00e3o de esfor\u00e7o, a frequ\u00eancia card\u00edaca e n\u00edvel de \u00e1cido l\u00e1ctico no sangue. Esses benef\u00edcios foram iguais ou superiores ao das outras bebidas analisadas, incluindo bebidas esportivas. Apesar disso, ainda s\u00e3o necess\u00e1rias mais pesquisas para compreender melhor a atua\u00e7\u00e3o da bebida no organismo.<\/p>\n<p>\"A mensagem para levar para casa \u00e9 que o leite com chocolate \u00e9 uma op\u00e7\u00e3o de baixo custo e deliciosa para a recupera\u00e7\u00e3o e fornece efeitos similares ou superiores em compara\u00e7\u00e3o com bebidas comerciais\", disse Amin Salehi-Abargouei, principal autor do estudo.<\/p>\n<p>Al\u00e9m do leite com chocolate, smoothies e cereais com leite ou sopa tamb\u00e9m podem fornecer os nutrientes necess\u00e1rios para a alimenta\u00e7\u00e3o p\u00f3s-treino. Beber muita \u00e1gua tamb\u00e9m \u00e9 essencial para substituir os fluidos perdidos atrav\u00e9s do suor.<\/p>\n<p>Chocolate amargo<br \/>\nOutro estudo publicado em 2015 no peri\u00f3dico The Journal of the International Society of Sports Nutrition&nbsp; mostrou que o chocolate amargo tamb\u00e9m pode influenciar o desempenho durante treinamento f\u00edsico. Ao longo do estudo, pesquisadores da Universidade Kingston, no Reino Unido, avaliaram dois grupos de ciclistas: os que consumiam chocolate amargo e os que comiam chocolate branco. Depois de 2 semanas ingerindo cerca de 42 gramas di\u00e1rios de chocolate, os participantes passaram por uma s\u00e9rie de exerc\u00edcios de ciclismo, incluindo exerc\u00edcios moderados e testes de tempo, que avaliaram os batimentos card\u00edacos e os n\u00edveis de consumo de oxig\u00eanio dos ciclistas. Para confirmar os resultados, os volunt\u00e1rios fizeram uma pausa de uma semana, antes de trocar de grupo e repetir a orienta\u00e7\u00e3o de consumo de chocolate por duas semanas. Aqueles que consumiram chocolate amargo usavam menos oxig\u00eanio quando pedalavam em ritmo moderado e pedalaram mais no teste de tempo de dois minutos. \"O chocolate amargo aumenta o \u00f3xido n\u00edtrico, que \u00e9 o principal mecanismo que acreditamos estar por tr\u00e1s desses resultados. Descobrimos que as pessoas podem efetivamente se exercitar por mais tempo depois de comer chocolate amargo\", disse Rishikesh Kankesh Patel, principal autor do estudo, ao site especializado Medical News Today. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do portal Veja)<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/div>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" alt=\"\"><\/em><\/p>\n<p><em>Altas no pre\u00e7o do leite longa vida podem se repetir no pr\u00f3ximo m\u00eas?<br \/>\nAs fortes altas no pre\u00e7o do leite longa vida no atacado, provocadas principalmente pelo efeito da greve dos caminhoneiros, desaceleraram em julho. Rafael Ribeiro, analista da Scot Consultoria, fala um pouco mais sobre as expectativas para o pr\u00f3ximo m\u00eas e como o produtor de leite \u00e9 afetado por essa alta. <a href=\"https:\/\/canalrural.uol.com.br\/programas\/informacao\/jornal-da-pecuaria\/altas-no-preco-do-leite-longa-vida-podem-se-repetir-no-proximo-mes\/\">Assista a reportagem na \u00edntegra.<\/a> (Canal Rural)<\/em><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><em><strong><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/em><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Porto Alegre, 19 de julho de 2018&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 12 - N\u00b0 2.781 Reuni\u00e3o do Conagro discute regras de rotulagem nutricional A 7\u00aa reuni\u00e3o do Conselho da Agroind\u00fastria (Conagro) da Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/07\/19\/19-07-2018\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"19\/07\/2018\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-2267","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2267","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2267"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2267\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2268,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2267\/revisions\/2268"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2267"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2267"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2267"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}