{"id":2249,"date":"2018-07-13T20:40:30","date_gmt":"2018-07-13T20:40:30","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=2249"},"modified":"2018-07-13T20:40:30","modified_gmt":"2018-07-13T20:40:30","slug":"13-07-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/07\/13\/13-07-2018\/","title":{"rendered":"13\/07\/2018"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\"><img decoding=\"async\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" alt=\"\"><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 13 de julho de 2018<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 12 - N\u00b0 2.777<\/em><\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\"><\/span><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; text-align: justify; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/p>\n<p><strong><strong style=\"text-align: justify;\"><u><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" alt=\"\"><\/span><\/span><\/u><\/strong><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>EUA - Queijeiros atingidos pela guerra comercial com a China<\/strong><\/p>\n<p>EUA x China -&nbsp; Quase 635 milh\u00f5es de quilos de queijo norte-americano est\u00e3o sob armazenamento refrigerado nos Estados Unidos. Isso \u00e9 aproximadamente 1,8 quilos de queijo por habitante do pa\u00eds, a maior quantidade desde o in\u00edcio dos registros em 1917. Esse volume pode subir ainda mais, j\u00e1 que os dois principais estados produtores - Calif\u00f3rnia e Wisconsin - est\u00e3o tamb\u00e9m sendo atingidos pelas retalia\u00e7\u00f5es do M\u00e9xico e da China. No dia 5 de julho, M\u00e9xico e China impuseram tarifas de US$ 986 milh\u00f5es em exporta\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos dos EUA - US$ 508 milh\u00f5es em queijos pela China e US$ 578 milh\u00f5es de produtos l\u00e1cteos pelo M\u00e9xico - como retalia\u00e7\u00e3o pelos aumentos das tarifas alfandeg\u00e1rias impostas pelo governo Trump sobre as importa\u00e7\u00f5es de a\u00e7o e alum\u00ednio. As exporta\u00e7\u00f5es de produtos l\u00e1cteos dos EUA totalizaram US$ 5,5 bilh\u00f5es no ano passado, sendo US$ 1,3 bilh\u00f5es s\u00f3 do M\u00e9xico, segundo o USDA, o Departamento de Agricultura dos EUA.&nbsp;<\/p>\n<p>As autoridades mexicanas disseram que sua lista foi elaborada de forma a atingir representantes dos Estados Unidos: a\u00e7o para o Vice-Presidente Mike Pence do estado de Indiana, queijo do estado Natal do Presidente da C\u00e2mara, Paul Ryan, Wisconsin, e lanchas da Fl\u00f3rida, estado do senador Marco Rubio. Al\u00e9m das tarifas, os fazendos dos EUA tamb\u00e9m temem perder os mercados do Canad\u00e1 e M\u00e9xico se Trump continuar com sua amea\u00e7a de sair da ALCA (o Acordo de Livre Com\u00e9rcio da Am\u00e9rica do Norte). \"Se os mercados de exporta\u00e7\u00e3o se fecharem, poder\u00e1 chegar ao ponto de termos que jogar fora o leite nos campos\", disse ao The New York Times, Jeff Schwager, o presidente da Sartori Co, em Plumouth, Wisconsin. \"Ter\u00e1 um efeito em cascata no estado\".&nbsp;<\/p>\n<p>Sartori \u00e9 produtor de queijo em Plymouth por diversas gera\u00e7\u00f5es com leite captado em mais de 100 fazendas do estado. Plymouth j\u00e1 foi sede da Bolsa de Nacional de Queijo, onde os pre\u00e7os das commodities eram fixados. A cidade de 8.445 habitantes, fica cerca de uma hora ao norte de Milwaukee, e \u00e9 conhecida como a Capital Mundial de Queijo. Cerca de 15% de todos os queijos norte-americanos t\u00eam origem na cidade.&nbsp; A Sartore \u00e9 detentora de 500 postos de trabalho no estado. A companhia diz que apenas um d\u00e9cimo de sua receita \u00e9 procedente das exporta\u00e7\u00f5es que realiza com 49 pa\u00edses, mas, as remessas para outros estados \u00e9 um segmento que vem crescendo. Os dois maiores mercados externos da Sartori s\u00e3o o M\u00e9xico e o Canad\u00e1, e o queijo norte-americano mais caro hoje, \u00e9 de l\u00e1. O aumento de pre\u00e7os \u00e9 suficiente para que os clientes da empresa, incluindo as cadeias de restaurantes, procurem assinar contratos com os concorrentes europeus da Sartori, de acordo com Schwager.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>Ele disse que a superprodu\u00e7\u00e3o j\u00e1 criou um excesso de leite no mercado, derrubando os pre\u00e7os dos l\u00e1cteos e amea\u00e7ando algumas dos 130 produtores familiares que dependem da Sartori. Schwager estimou que as novas tarifas reduzir\u00e3o 1,5%, ou cerca de US $ 4 milh\u00f5es, de seus cerca de US $ 265 milh\u00f5es em vendas anuais de queijo. Desde o an\u00fancio de que o M\u00e9xico revidaria os pre\u00e7os futuros dos l\u00e1cteos para julho ca\u00edram 12%. O pre\u00e7o atual de US$ 34\/100 kg fica abaixo da m\u00e9dia de 2017. O tonel de 227 kg de cheddar branco na semana passada atingiu seu n\u00edvel mais baixo desde 2009, de acordo com analistas de commodities. Dick Groves, editor do Cheese Reporter, de Wisconsin, disse que o impacto real da disputa ainda n\u00e3o refletiu nas estat\u00edsticas oficiais.&nbsp;<\/p>\n<p>A BelGioioso Cheese Inc. uma queijaria familiar de segunda gera\u00e7\u00e3o de Green Bay, Wisconsin, disse que as vendas para o M\u00e9xico j\u00e1 ca\u00edram. \"\u00c9 um pesadelo\", disse Errico Aurcchio, presidente da BelGioioso ao The Wall Street Journal. A BelGioioso est\u00e1 procurando outros clientes no exterior para manter seus neg\u00f3cios. Na Calif\u00f3rnia, Annie AcMoody, diretora de an\u00e1lise econ\u00f4mica da&nbsp; Western United Dairymen, uma associa\u00e7\u00e3o em Modesto, disse que as novas tarifas e os mercados pressionados \"far\u00e3o com algumas ind\u00fastrias de latic\u00ednios abandonem o neg\u00f3cio\".&nbsp;<\/p>\n<p>Embora o Estado de Wisconsin possua a maior parte das fazendas leiteiras, 8.500, a Calif\u00f3rnia \u00e9 a maior produtora de latic\u00ednios do pa\u00eds, produzindo 17,7 bilh\u00f5es de quilos de leite em 2017. O Estado responde por um ter\u00e7o dos produtos l\u00e1cteos exportados para o exterior, em grande parte leite em p\u00f3, produto muito procurado pelo M\u00e9xico e pela China. A ind\u00fastria de latic\u00ednios contribui com US $ 43,4 bilh\u00f5es para a economia do estado de Wisconsin. A C\u00e2mara de Com\u00e9rcio dos EUA diz que as tarifas de retalia\u00e7\u00e3o contra os EUA amea\u00e7am cerca de um bilh\u00e3o de d\u00f3lares das exporta\u00e7\u00f5es de Wisconsin, incluindo queijo, cranberries e motocicletas Harley-Davidson. Para escapar das tarifas da Uni\u00e3o Europ\u00e9ia sobre as importa\u00e7\u00f5es dos EUA, a Harley-Davidson disse que transferir\u00e1 parte da produ\u00e7\u00e3o para a Europa.<\/p>\n<p>Os produtores de leite dos EUA tiveram que lidar, durante d\u00e9cadas, com o decl\u00ednio do consumo de leite, e muitos transformaram o leite em queijo. Para vender tudo, existe um com\u00e9rcio agressivo de seus produtos para o M\u00e9xico e a \u00c1sia, especialmente na China, aproveitando o aumento do poder aquisitivo dessas popula\u00e7\u00f5es. O M\u00e9xico consome um quarto da exporta\u00e7\u00e3o de l\u00e1cteos dos EUA. Se as tarifas permanecerem por mais de seis meses, os produtores de leite precisar\u00e3o encontrar novos mercados para o queijo, e podem esperar que os pre\u00e7os do leite continuem caindo, segundo um relat\u00f3rio do Rabobank. Schwager disse \u00e0 ABC News, em Wisconsin, que se a disputa comercial continuar por tempo suficiente, acabar\u00e1 afetando os funcion\u00e1rios da Sartori e as fazendas leiteiras que abastecem a empresa. \"S\u00e3o 500 fam\u00edlias, na parte operacional. Quando olhamos para as fazendas de leite, das quais compramos 100% do leite, s\u00e3o outras 700 fam\u00edlias. Portanto, 1.200 fam\u00edlias que dependem de nossas decis\u00f5es para garantir sua subsist\u00eancia \", disse ele. Quanto \u00e0 amea\u00e7a de mais tarifas de Trump, Schwager disse: \"N\u00e3o sei se \u00e9 um blefe, mas espero que haja uma estrat\u00e9gia por tr\u00e1s disso\". (The Dairy Site - Tradu\u00e7\u00e3o livre: www.terraviva.com.br)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/div>\n<div>\n<p><strong>Melhoramento gen\u00e9tico permite consumo de leite at\u00e9 mesmo para quem tem alergia<\/strong><\/p>\n<p>Leite A2 - Os produtores de leite brasileiros come\u00e7aram a explorar um mercado promissor: a produ\u00e7\u00e3o de leite de vaca permitido at\u00e9 mesmo para consumidores que possuem Alergia \u00e0 Prote\u00edna do Leite (APLV).<\/p>\n<p>O leite, que tem o mesmo sabor e \u00e9 produzido da mesma forma que o leite comum, tem apenas um segredo: o melhoramento gen\u00e9tico dos gados leiteiros. De acordo com o pesquisador da Embrapa, Carlos Martins, h\u00e1 evid\u00eancias cient\u00edficas de que algumas ra\u00e7as produzem leite em que a beta-case\u00edna n\u00e3o causa rea\u00e7\u00f5es em pessoas que possuem alergia a essa prote\u00edna.<\/p>\n<p>\"Eles identificam no DNA do animal essa caracter\u00edstica. A\u00ed \u00e9 s\u00f3 acasalar sempre um touro A2A2 com uma vaca A2A2 que ter\u00e1 100% de bezerros A2A2, produzindo leite com a beta-case\u00edna A2A2\", explica ao Jornal Op\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Em Goi\u00e1s, alguns produtores j\u00e1 voltaram os olhos pra esse nicho de mercado e tem investido na produ\u00e7\u00e3o. \u00c9 o caso do Dilson Cordeiro, do munic\u00edpio de Cocalzinho. Produtor de leite h\u00e1 25 anos, Dilson est\u00e1 h\u00e1 oito promovendo o melhoramento gen\u00e9tico e hoje 60% do gado leiteiro j\u00e1 produz leite A2. \"A procura \u00e9 grande, todo mundo quer sa\u00fade, quer bem-estar. Costumo dizer que esse leite \u00e9 quase como um rem\u00e9dio, j\u00e1 que hoje muitas pessoas tem alergia.\"<\/p>\n<p>Alergia x Intoler\u00e2ncia<br \/>\nVale destacar que o leite A2 n\u00e3o \u00e9 indicado para os casos de intoler\u00e2ncia \u00e0 lactose. A lactose \u00e9 o a\u00e7\u00facar do leite e n\u00e3o uma prote\u00edna e a intoler\u00e2ncia acontece com pessoas que t\u00eam defici\u00eancia na produ\u00e7\u00e3o de uma enzima chamada lactase. Os sintomas da intoler\u00e2ncia \u00e0 lactose s\u00e3o dores abdominais, diarreia, flatul\u00eancia e abd\u00f4men distendido. (Jornal Op\u00e7\u00e3o)<\/p>\n<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>\n<p><strong>Na realidade, sobram desafios<\/strong><\/p>\n<p>Desafios\/RS - Apesar do frio e da chuva nessa \u00e9poca do ano e as dificuldades em trabalhar em uma empresa a c\u00e9u aberto, como \u00e9 a agricultura, o campo n\u00e3o para. Ali\u00e1s, algumas culturas intensificam o trabalho nesse&nbsp;per\u00edodo para tentar aumentar um pouco o rendimento das suas atividades, como por exemplo, o leite e a fruticultura, entre outras.&nbsp;<\/p>\n<p>Produtor de morango<br \/>\nNa fam\u00edlia Talasca, da comunidade Linha Nova do munic\u00edpio de Quatro Irm\u00e3os (RS), todo mundo participa dos cuidados e da produ\u00e7\u00e3o de morangos, o casal Valderi Talasca e Isabel de Morais Talasca juntamente com a filha Gabrieli Talasca. E, ainda, se precisar contam com o apoio dos pais e do irm\u00e3o.<\/p>\n<p>Segundo Valderi, a fam\u00edlia cultiva morangos h\u00e1 dois anos desde que deixou de trabalhar com o leite. \"Resolvemos parar por causa da crise no setor, o pre\u00e7o baixo pago por litro, alto investimento. Quer\u00edamos investir em mais animais, mas a propriedade \u00e9 pequena. Da\u00ed resolvemos mudar para os morangos\", comenta.<\/p>\n<p>At\u00e9 o momento a cultura de morango est\u00e1 satisfat\u00f3ria para a fam\u00edlia, que consegue produzir uma quantidade boa num pequeno espa\u00e7o. \"Isso est\u00e1 gerando uma renda extra significativa, que ajuda nas despesas da casa\", explica.<\/p>\n<p>Conforme Valderi, o investimento na estufa que acabou de ficar pronta foi de R$ 15 mil. \"Tenho nela 1500 plantas, se eu chegar a produzir 650 gramas por p\u00e9 nessa safra, eu j\u00e1 consigo tirar esse investimento\", observa. A estrutura \u00e9 feita com madeira tratada para durar de 8 a 10 anos, sendo que as mudas devem ser trocadas a cada 3 a 4 anos. \"A\u00ed d\u00e1 para se ter uma ideia que a margem de lucro \u00e9 satisfat\u00f3ria\", salienta.<\/p>\n<p>Ele explica que o cultivo de morangos n\u00e3o \u00e9 a principal renda da fam\u00edlia, j\u00e1 que \u00e9 funcion\u00e1rio p\u00fablico no munic\u00edpio de Quatro Irm\u00e3os e a sua esposa trabalha como dom\u00e9stica, mas o rendimento dos morangos vem agregar e somar na renda no final do m\u00eas. A expectativa de Valderi para safra desse ano \u00e9 colher em torno de 1400kg a 1500kg de morangos entre as duas estufas.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>Na avalia\u00e7\u00e3o do produtor sobre a agricultura e, em especial, a cultura do morango, \"primeiro a gente tem que gostar daquilo que faz e fazer com amor. Segundo, procurar buscar informa\u00e7\u00f5es para conseguir l\u00e1 na frente melhores resultados, maior produtividade e estar sempre informado\".&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>Hoje, a maior dificuldade na agricultura, para Valderi, \u00e9 o alto custo de produ\u00e7\u00e3o. \"Combust\u00edvel caro, sementes e insumos caros, e na hora de vender teu produto n\u00e3o tem pre\u00e7o. Se trabalha com incerteza e n\u00e3o sabe quanto vai ganhar l\u00e1 na frente\", afirma. E, acrescenta, tem que ter pol\u00edticas de apoio e incentivo ao produtor. \"N\u00e3o sei como vai ser daqui uns anos, n\u00e3o vai ter quem produzir e os filhos n\u00e3o v\u00e3o querer ficar no campo. Quem vai produzir o alimento, vamos comer o qu\u00ea? Isso me preocupa bastante\", enfatiza. Por fim, Valderi agradece a parceria da Emater de Quatro Irm\u00e3os pelo incentivo e apoio das extensionistas Joviane e Emanueli.<\/p>\n<p>Segundo informativo conjuntural do Escrit\u00f3rio Regional da Emater\/RS-Ascar de Erechim, j\u00e1 iniciou na regi\u00e3o a colheita do morango com frutos de boa qualidade e com abertura de novas \u00e1reas cultivadas.<\/p>\n<p>Produtor de leite<br \/>\nConforme o produtor de leite de Quatro Irm\u00e3os, Marcos Aur\u00e9lio Koncikowski, que est\u00e1 h\u00e1 seis anos na atividade, o leite vem vivendo momentos altos e baixos nos \u00faltimos anos. \"Mais baixos. A atividade vem de anos muito ruins, mas tem promessa de melhora\", afirma.<\/p>\n<p>Utilizando m\u00e3o de obra familiar e um sistema de produ\u00e7\u00e3o misto com uso de silagem e pasto, Marcos produz hoje em torno de 20 mil litros por m\u00eas de leite. Ele destaca que \u00e9 necess\u00e1rio investir na produ\u00e7\u00e3o, mas que \u00e9 muito dif\u00edcil tendo em vista a instabilidade de pre\u00e7os, tanto do produto leite quanto da mat\u00e9ria-prima, ra\u00e7\u00e3o, adubo, etc.<\/p>\n<p>Hoje, o leite \u00e9 a principal fonte de renda da fam\u00edlia. O produtor lembra que geralmente os pre\u00e7os animam de junho a outubro, mas depois desse per\u00edodo chegam a ficar, \u00e0s vezes, abaixo do custo de produ\u00e7\u00e3o. \"Teria que ter alguma garantia de pre\u00e7o justo. M\u00eas passado foi R$1,30. Para esse pagamento do leite de junho vai ter aumento, mas ainda n\u00e3o sei de quanto\", observa.<\/p>\n<p>Segundo informativo conjuntural da Emater\/RS-Ascar, na bovinocultura de leite, as pastagens para cultivares de inverno est\u00e3o com bom desenvolvimento vegetativo. O pre\u00e7o m\u00e9dio do litro pago ao produtor est\u00e1 R$ 1,10.<\/p>\n<p>Trigo<br \/>\nDe modo geral, as lavouras de inverno como trigo, cevada e aveia est\u00e3o plantadas na regi\u00e3o. As culturas est\u00e3o em fase de germina\u00e7\u00e3o e desenvolvimento vegetativo, segundo informativo conjuntural da Emater\/RS-Ascar. Alguns poucos produtores ainda est\u00e3o plantando o trigo.<\/p>\n<p>Conforme o t\u00e9cnico agr\u00edcola da Copercampos Tiago Jo\u00e3o Czarnobaj, que presta assist\u00eancia t\u00e9cnica ao produtor de gr\u00e3os erechinense Solani Rigo, a cultura do trigo em Erechim diminuiu de 30% a 40% do ano passado para c\u00e1 e vem abaixando ao longo dos \u00faltimos anos.&nbsp; &nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>De acordo com Tiago, isso \u00e9 reflexo do baixo pre\u00e7o pago pela saca de trigo e elevado custo de produ\u00e7\u00e3o. \"Nesse ano aumentou muito os insumos, o adubo subiu cerca de 30% em rela\u00e7\u00e3o ao ano passado. Custo muito alto\", observa. Al\u00e9m disso, ressalta Tiago, o trigo \u00e9 uma cultura de muito risco com incid\u00eancias de doen\u00e7as, fungos, geadas. \"A tend\u00eancia do trigo \u00e9 diminuir ainda mais o plantio\", destaca. O t\u00e9cnico enfatiza que para o produtor que plantar trigo, ele n\u00e3o pode colher e vender a produ\u00e7\u00e3o, \"tem que estocar e vender no momento bom. Hoje, o trigo est\u00e1 a R$45 a saca e \u00e9 compensador\".<\/p>\n<p>De acordo com o produtor de gr\u00e3os Solani Rigo, a cultura de trigo n\u00e3o d\u00e1 grande lucratividade, mas pode ser importante no conjunto de toda produ\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os ao longo do ano. Isso porque, com a cultura do trigo se fertiliza o solo com aduba\u00e7\u00e3o que vai servir para a cultura de ver\u00e3o da soja. Al\u00e9m disso, o trigo serve para o controle de plantas daninhas dif\u00edceis de controlar, rota\u00e7\u00e3o de cultura, palhada e controle da eros\u00e3o. Para Solani, o agricultor tem que ser empres\u00e1rio, tem que fazer diversifica\u00e7\u00e3o, plantar milho, soja, trigo, insistir embora n\u00e3o esteja bom na hora de plantar. No entanto, ressalta Solani, o produtor tem que usar tecnologia na cultura para obter boa produtividade, e assim, \"o lucro come\u00e7a aparecer em cima desses detalhes\" (Jornal Bom Dia)<\/p>\n<\/div>\n<div><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" alt=\"\"><\/em><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><em>Nestl\u00e9 lan\u00e7a composto l\u00e1cteo para crian\u00e7as na fase pr\u00e9-escolar<br \/>\nA Nestl\u00e9 amplia seu portf\u00f3lio com Nestonutri, composto l\u00e1cteo para crian\u00e7as na idade pr\u00e9-escolar. 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(As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Embalagem Marca)<\/em>&nbsp;<em><strong><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/em><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Porto Alegre, 13 de julho de 2018&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 12 - N\u00b0 2.777 EUA - Queijeiros atingidos pela guerra comercial com a China EUA x China -&nbsp; Quase 635 milh\u00f5es de quilos de <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/07\/13\/13-07-2018\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"13\/07\/2018\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-2249","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2249","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2249"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2249\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2250,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2249\/revisions\/2250"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2249"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2249"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2249"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}