{"id":2189,"date":"2018-06-26T20:22:55","date_gmt":"2018-06-26T20:22:55","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=2189"},"modified":"2018-06-26T20:22:55","modified_gmt":"2018-06-26T20:22:55","slug":"26-06-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/06\/26\/26-06-2018\/","title":{"rendered":"26\/06\/2018"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\"><img decoding=\"async\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" alt=\"\"><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 26 de junho de 2018<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 12 - N\u00b0 2.764<\/em><\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\"><\/span><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; text-align: justify; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/p>\n<p><strong><strong style=\"text-align: justify;\"><u><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" alt=\"\"><\/span><\/span><\/u><\/strong><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>&nbsp;&nbsp;Sucess\u00e3o exige gest\u00e3o profissional<\/strong><\/p>\n<p>Manter as novas gera\u00e7\u00f5es no campo e garantir a sucess\u00e3o nos tambos ga\u00fachos passa por uma gest\u00e3o profissional, com defini\u00e7\u00e3o de atribui\u00e7\u00f5es, metas e, inclusive, de pr\u00f3-labore para os integrantes da fam\u00edlia. A posi\u00e7\u00e3o foi defendida pelo presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, durante o 6\u00ba F\u00f3rum Itinerante do Leite, que reuniu cerca de 800 pessoas nesta ter\u00e7a-feira (26\/6), em Santa Rosa (RS). Segundo Guerra, n\u00e3o h\u00e1 mais espa\u00e7o para amadorismo na atividade. \"Os produtores hoje s\u00e3o gestores de seu pr\u00f3prio neg\u00f3cio.\" Otimista, Guerra disse que h\u00e1 amplo potencial para crescimento do setor l\u00e1cteo a ser desenvolvido pelos jovens no mercado interno e externo.<\/p>\n<p>A import\u00e2ncia de maior estabilidade na remunera\u00e7\u00e3o da atividade foi pontuada pelo representante da Fetag e presidente do Conseleite, Pedrinho Signori, como essencial para tornar a atividade mais atrativa \u00e0s novas gera\u00e7\u00f5es. \"A oscila\u00e7\u00e3o na cultura do leite \u00e9 muito grande. Isso traz desest\u00edmulo para o jovem seguir na atividade. Temos que ter em mente que o leite muito barato hoje ao consumidor pode significar um pre\u00e7o muito caro amanh\u00e3\", salientou. Em coro, o diretor da Farsul Jorge Rodrigues citou a relev\u00e2ncia de m\u00e3o de obra qualificada e estudo para melhoria cont\u00ednua da produ\u00e7\u00e3o. \"Os jovens t\u00eam que saber que esse \u00e9 um trabalho dignificante.\"<\/p>\n<p>Mais que isso, pontuou o assistente t\u00e9cnico em Cria\u00e7\u00f5es da Emater Ivar Kreutz, \u00e9 preciso di\u00e1logo e vis\u00e3o. \"Sucess\u00e3o n\u00e3o se faz quando os jovens j\u00e1 foram. Eles n\u00e3o v\u00e3o voltar. \u00c9 quando s\u00e3o pequenos que \u00e9 fundamental se pensar em sucess\u00e3o\".<\/p>\n<p>A import\u00e2ncia de integra\u00e7\u00e3o de gera\u00e7\u00f5es para o sucesso dos tambos leiteiros ga\u00fachos foi exemplificada na apresenta\u00e7\u00e3o realizada pela jovem Mariane Moz, s\u00f3cia da Agropecu\u00e1ria Moz, de Tuparendi (RS). Ao lado dos pais, do namorado e de quatro funcion\u00e1rios, ela administra a propriedade com olhos no futuro e na qualidade. Segundo ela, diferentemente do que comumente se diz, sucess\u00e3o rural na Agropecu\u00e1ria Moz n\u00e3o significa \"substituir o velho pelo novo\". \"Na Moz \u00e9 diferente. Usamos a experi\u00eancia dos meus pais aliada ao meu conhecimento t\u00e9cnico e \u00e0 orienta\u00e7\u00e3o de gest\u00e3o e administra\u00e7\u00e3o de custos de meu namorado\", pontuou.<\/p>\n<p>O tambo, que come\u00e7ou de forma t\u00edmida a integrar a renda da fam\u00edlia em 1994, hoje \u00e9 a principal atividade da propriedade, que produz 4,3 mil litros por dia com 115 animais em lacta\u00e7\u00e3o de um rebanho de 280 animais. O amor de Mariane pela produ\u00e7\u00e3o come\u00e7ou ainda crian\u00e7a. Com 12 anos j\u00e1 ordenhava os animais e ajudava a fam\u00edlia. Alguns anos depois, \u00e9 ela que pilota os projetos de qualidade do leite e transfer\u00eancia de embri\u00f5es, al\u00e9m do sistema de Compost Barn que garante bem-estar animal e bons lucros aos Moz.<\/p>\n<p><u>Terceiriza\u00e7\u00e3o da recria<\/u><br \/>\nUm grupo de 20 produtores da regi\u00e3o de Tuparendi (RS) vem obtendo excelentes resultados com a terceiriza\u00e7\u00e3o de alguns processos produtivos que permitam aos tambos focar sua atua\u00e7\u00e3o exclusivamente na obten\u00e7\u00e3o do leite. A s\u00f3cia da Fazenda Bom Sucesso, Marjorie Ghellar, relatou o processo de terceiriza\u00e7\u00e3o da recria de terneiras realizado pela Cooperativa de Produtores de Leite Fronteira Noroeste (Cooperlat). \"Isso nos permite foca apenas na produ\u00e7\u00e3o de leite e abrir espa\u00e7o na propriedade.\"<\/p>\n<p>Pelo sistema, as terneiras s\u00e3o remetidas a Uruguaiana (RS) para recria e s\u00f3 retornam com sete meses de prenhez prontas para a produ\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, informa ela, a cooperativa vem ajudando muito com presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os de maquin\u00e1rio a seus associados. Criada em 2006, a Cooperlat tem um total de 1,8 mil animais e produz 26 mil litros\/dia. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"width: 700px; height: 264px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2893\" alt=\"\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><em>Foto: Carolina Jardine<\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>Planejar a produ\u00e7\u00e3o \u00e9 segredo para f\u00e9rias no tambo<\/strong><\/p>\n<p>O descanso \u00e9 visto como essencial para garantir motiva\u00e7\u00e3o ao produtor e um trabalho bem feito. Consciente da necessidade de aliviar o peso do dia a dia dos tambos - atividade reconhecida por trabalho ininterrupto ao longo do ano -, o m\u00e9dico veterin\u00e1rio da macrorregi\u00e3o Norte da Emater Paran\u00e1, Paulo Hiroki, garante que pensar a produ\u00e7\u00e3o e planejar o ciclo reprodutivo dos animais pode ser feito de forma a viabilizar f\u00e9rias at\u00e9 para quem trabalha com o leite. \"Se eu posso planejar eu posso ter descanso\", citou ele durante painel na manh\u00e3 desta ter\u00e7a-feira (26\/6), durante o 6\u00ba F\u00f3rum Itinerante do Leite.<\/p>\n<p>Com um calend\u00e1rio definido e rebanho estabilizado, ele sugeriu a criadores do Paran\u00e1 diminuir a esta\u00e7\u00e3o de partos para que o produtor pudesse planejar seu descanso para meses de dezembro ou janeiro, quando se tem muito leite no mercado e baixo consumo. O sistema, garante ele, d\u00e1 certo: \"Leva tr\u00eas anos para preparar suas f\u00e9rias.\" Tamb\u00e9m \u00e9 importante prever corte de despesas em determinados per\u00edodos para compensar a interrup\u00e7\u00e3o de lacta\u00e7\u00e3o durante as f\u00e9rias.<\/p>\n<p>O painel ainda apresentou o case do produtor Ezequiel N\u00f3lio, propriet\u00e1rio do Tambo N\u00f3lio, de Para\u00ed (RS). Enfrentando falta de m\u00e3o de obra qualificada para exercer a atividade, adotou a rob\u00f3tica para manejar o rebanho. \"Agora, os donos podem sair para passear, podem estar aqui dando palestras\", relatou o produtor.<\/p>\n<p>De acordo com ele, o uso de rob\u00f4 na ordenha exigiu poucos ajustes de estrutura do pavilh\u00e3o do gado, o que, ao lado do custo da m\u00e1quina, somou R$ 900 mil. Essa mecaniza\u00e7\u00e3o, cita ele, \u00e9 alternativa para viabilizar a sucess\u00e3o no campo porque alivia o trabalho e pode eliminar a contrata\u00e7\u00e3o de funcion\u00e1rios. Em dois anos, ele conta que a produtividade m\u00e9dia do Tambo N\u00f3lio passou de 28 litros vaca\/dia para 35 litros por vaca\/dia. O manejo, antes feito por um empregado e duas pessoas da fam\u00edlia, hoje \u00e9 realizado apenas por uma pessoa e pelo rob\u00f4. O n\u00famero de vacas em lacta\u00e7\u00e3o caiu de 75 para 63, mas a capta\u00e7\u00e3o se manteve em 2,2 mil litros\/dia, garantindo otimiza\u00e7\u00e3o do uso de concentrado e melhor rentabilidade. Ao mudar a ordenha para o sistema mecanizado, N\u00f3lio teve redu\u00e7\u00e3o imediata de 130 quilos de consumo de concentrado\/dia. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/p>\n<p>&nbsp;<img decoding=\"async\" style=\"width: 400px; height: 303px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2897\" alt=\"\"><br \/>\n<em>Foto: Carolina Jardine<\/em><\/p>\n<p><strong>Grande Santa Rosa perde produtores mas eleva capta\u00e7\u00e3o e produtividade<\/strong><\/p>\n<p>A regi\u00e3o da Grande Santa Rosa perdeu 3,6 mil produtores de leite entre 2015 e 2017 (37%), movimento registrado em todos os 20 munic\u00edpios que integram a \u00e1rea de atua\u00e7\u00e3o do APL Leite Fronteira Noroeste. O abandono da atividade ocorreu tanto em tambos pequenos, com capta\u00e7\u00e3o di\u00e1ria de 50 litros, quanto naqueles maiores, na faixa de 1 mil\/dia. Segundo levantamento do APL Leite realizado com base em dados da Emater e divulgado na noite desta segunda-feira (25\/06), durante programa\u00e7\u00e3o preliminar do 6\u00ba F\u00f3rum Itinerante do Leite, em Santa Rosa (RS), no mesmo per\u00edodo, os que ficaram na atividade conseguiram se tornar ainda mais competitivos, elevando a produ\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o de 415,2 milh\u00f5es de litros ano para 431,6 milh\u00f5es de litros.<\/p>\n<p>O faturamento das propriedades tamb\u00e9m cresceu: de 50 para 84 sal\u00e1rios m\u00ednimos ao ano. \"Quem ficou est\u00e1 recebendo mais, mas tamb\u00e9m est\u00e1 produzindo mais\", garantiu o gestor do APL Leite, Diorgenes Albring. A realidade da produ\u00e7\u00e3o ga\u00facha e os desafios para torn\u00e1-la mais lucrativa s\u00e3o temas do 6\u00ba F\u00f3rum Itinerante do Leite nesta ter\u00e7a-feira (26\/06) que pretende reunir mais de 500 pessoas no Instituto Federal Farroupilha em Santa Rosa.<\/p>\n<p>O desafio agora \u00e9 refinar os n\u00fameros sobre os custos de produ\u00e7\u00e3o, que hoje oscilam entre R$ 0,80 e 0,90 para cria\u00e7\u00e3o a pasto e R$ 1,10 a R$ 1,20 para confinamento na regi\u00e3o. \"Est\u00e1 sobrando tanto dinheiro como sobrava antes, mas esse dinheiro tem menos poder de aquisi\u00e7\u00e3o do que antes. A\u00ed se cria uma sensa\u00e7\u00e3o de fracasso na atividade. O produtor n\u00e3o faz a conta do que \u00e9 custo de produ\u00e7\u00e3o e o que \u00e9 custo da fam\u00edlia\". Durante apresenta\u00e7\u00e3o na noite desta segunda, Albring frisou que h\u00e1 muito a pleitear junto aos administradores municipais no intuito de conseguir incentivos para qualificar a produ\u00e7\u00e3o e fomentar avan\u00e7os na cria\u00e7\u00e3o de gado leiteiro. E lamentou que boa parte da capta\u00e7\u00e3o de leite realizada na Grande de Santa Rosa n\u00e3o seja processada na regi\u00e3o, minimizando a possibilidade de gera\u00e7\u00e3o de renda e emprego local.<\/p>\n<p>Coordenando o projeto, o secret\u00e1rio-executivo do Sindilat, Darlan Palharini, citou que o setor ainda precisa enfrentar a baixa produtividade por vaca, que, muitas vezes, est\u00e1 abaixo de 20 litros\/dia. Contudo, frente \u00e0s dificuldades do mercado, resta ao produtor controlar seus custos de produ\u00e7\u00e3o de forma a manter-se competitivo. \"O produtor de leite \u00e9 uma mini-ind\u00fastria em cada munic\u00edpio, um empreendedor que gera ICMS como qualquer outro empres\u00e1rio da cidade\", salientou.<\/p>\n<p>Anfitri\u00e3 do evento, a diretora geral do Instituto Federal Farroupilha - Campus de Santa Rosa, Renata Rotta, refor\u00e7ou a relev\u00e2ncia de receber um evento do porte do F\u00f3rum Itinerante no munic\u00edpio. \"\u00c9 muito importante essa aproxima\u00e7\u00e3o da cadeia produtiva com as atividades que realizamos na institui\u00e7\u00e3o\", disse. Relev\u00e2ncia que tamb\u00e9m foi pontuada pelo assistente t\u00e9cnico da Emater na \u00e1rea de cria\u00e7\u00f5es Ivar Jos\u00e9 Kreutz: \"\u00c9 um momento de parar e repensar a fora de realizarmos atividades junto a esses produtores\". Autoridades oficializaram a abertura dos trabalhos para o evento com brinde de leite em uma noite que contou com a presen\u00e7a de prefeitos, secret\u00e1rios municipais e dirigentes. Representando o Conseleite, seu presidente Pedrinho Signori enalteceu a for\u00e7a do setor leiteiro para a economia da regi\u00e3o de Santa Rosa.<\/p>\n<p>O 6\u00ba F\u00f3rum Itinerante do Leite \u00e9 uma realiza\u00e7\u00e3o do Sindilat, do Canal Rural, do Fundesa, do Sistema Farsul e da Fetag. O evento tem apoio t\u00e9cnico do Instituto Federal Farroupilha - Campus de Santa Rosa, da Emater-RS e da Embrapa. O apoio institucional re\u00fane AGL, AMGSR, APL, Apil, Gadolando, Jersey-RS, Coopermil, Cotrimaio, Fahor, Famurs, Fecoagro, Fema, Instituto Senai, Minist\u00e9rio da Agricultura, Ocergs- Sescoop, Prefeitura de Santa Rosa, Secretarias Estaduais da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Irriga\u00e7\u00e3o (Seapi) e Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo (SDR), Setrem, Sicredi e Uniju\u00ed. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<br \/>\n<img decoding=\"async\" style=\"text-align: justify; width: 700px; height: 267px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2896\" alt=\"\">&nbsp; &nbsp;<br \/>\n<em>Foto: Carolina Jardine<\/em><\/p>\n<p><strong>Produ\u00e7\u00e3o mundial&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p>Nos quatro primeiros meses do ano a produ\u00e7\u00e3o mundial de leite de vaca cresceu 2% em rela\u00e7\u00e3o a igual per\u00edodo de 2017. Por outro lado o Instituto Nacional do Leite (Inale) publicou que \u00e9 projetado para 2030 um aumento da produ\u00e7\u00e3o mundial de leite de 35%, ano em que a popula\u00e7\u00e3o crescer\u00e1 16% e o consumo per capita tamb\u00e9m crescer\u00e1 16%.&nbsp;<\/p>\n<p>Na tabela elaborada pelo site especializado em l\u00e1cteos Clal.it aparece que a produ\u00e7\u00e3o mundial de leite nos primeiros 4 meses do ano cresceu 2% em compara\u00e7\u00e3o com igual per\u00edodo de 2017. O dado surge ao analisar a produ\u00e7\u00e3o dos principais pa\u00edses produtores e importadores que representam aproximadamente 60% da produ\u00e7\u00e3o mundial de leite de vaca.&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<img decoding=\"async\" style=\"width: 602px; height: 631px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2894\" alt=\"\"><\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p>Nos Estados Unidos (EUA) e na Uni\u00e3o Europeia (UE) a produ\u00e7\u00e3o continua crescendo 1,3% e 2%, respectivamente mas, a menores taxas, enquanto que a Nova Zel\u00e2ndia apresenta queda de 1,8%, mas est\u00e1 se recuperando. O comportamento da produ\u00e7\u00e3o ponderada de ambos hemisf\u00e9rios \u00e9 praticamente id\u00eantico em termos relativos, mas, existe uma preemin\u00eancia em termos absolutos do Hemisf\u00e9rio Norte (EUA, UE, Ucr\u00e2nia, Bielorr\u00fassia e Turquia) em rela\u00e7\u00e3o ao Hemisf\u00e9rio Sul (Nova Zel\u00e2ndia, Austr\u00e1lia, Argentina, Chile, Uruguai e Brasil). Na Am\u00e9rica Latina a produ\u00e7\u00e3o \u00e9 liderada pela Argentina (9,4%).<\/p>\n<p><u>Estimativa da produ\u00e7\u00e3o mundial em 2030: 35% a mais que em 2017<\/u><br \/>\nO Inale publicou uma estimativa da produ\u00e7\u00e3o mundial em 2030 em rela\u00e7\u00e3o a 2017. A expectativa \u00e9 de que o crescimento da produ\u00e7\u00e3o mundial de 304 milh\u00f5es de toneladas de leite (que representa eleva\u00e7\u00e3o de 35%) \u00e9 equivalente a tr\u00eas vezes a produ\u00e7\u00e3o atual dos EUA.<\/p>\n<p>Em 2030 a popula\u00e7\u00e3o mundial ser\u00e1 de 8,7 bilh\u00f5es de pessoas (16% a mais que hoje). Portanto, haver\u00e1 1,2 bilh\u00f5es de potenciais consumidores de l\u00e1cteos; al\u00e9m disso, o consumo per capita dever\u00e1 crescer tamb\u00e9m 16%.<\/p>\n<p>O crescimento estimado da produ\u00e7\u00e3o, por regi\u00e3o entre 2017 e 2030 \u00e9 a seguinte:<br \/>\n\u00c1sia do Sul: 400 milh\u00f5es de toneladas de leite (crescimento de 64%).<br \/>\nEuropa Ocidental: 200 milh\u00f5es de toneladas de leite (14%).<br \/>\nAm\u00e9rica do Norte: 150 milh\u00f5es de toneladas de leite (26%).<br \/>\nEuropa Oriental e Pa\u00edses da Comunidade Independente: 150 milh\u00f5es de toneladas de leite (22%).<br \/>\nAm\u00e9rica Latina: 120 milh\u00f5es de toneladas de leite (33%).<br \/>\nOriente M\u00e9dio e Pr\u00f3ximo: 100 milh\u00f5es de toneladas de leite (27%)<br \/>\n\u00c1frica: 60 milh\u00f5es de toneladas de leite (36%).<br \/>\nOceania: 50 milh\u00f5es de toneladas de leite (22%). (TodoElCampo - Tradu\u00e7\u00e3o livre: www.terraviva.com.br)&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/div>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" alt=\"\"><\/em><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><em><span style=\"text-align: justify;\">Pre\u00e7os\/NZ&nbsp;<\/span><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><em><span style=\"text-align: justify;\">O pre\u00e7o dos l\u00e1cteos ca\u00edram de leve outra vez na semana passada, no GDT, mas os resultados foram mistos, disse Emma Higgins, analista do Rabobank. Antes do leil\u00e3o a expectativa era de queda nos pre\u00e7os. A m\u00e9dia do \u00edndice caiu 1,2% (US$ 3.481\/tonelada) acompanhando a tend\u00eancia do evento anterior. O \u00edndice do leite em p\u00f3 integral (WMP) perdeu 1% de seu valor e fechou em US$ 3.189\/tonelada, enquanto que o \u00edndice da manteiga subiu 0,8%, fechando com a cota\u00e7\u00e3o de US$ 5.611\/tonelada. \"A Fonterra elevou o volume ofertado de leite em p\u00f3 desnatado (SMP) com uma oferta extra de 200 toneladas, e os volumes aumentaram nos pr\u00f3ximos 12 meses em 6.000 toneladas. \"Dimu\u00edram ligeiramente os pre\u00e7os do SMP e WMP. Os pre\u00e7os da manteiga mantiveram-se est\u00e1veis, mas, est\u00e3o sendo negociados na Oceania com valores inferiores aos europeus, enquanto oos pre\u00e7os do cheddar registraram as maiores quedas, 3,6%.\"Este \u00e9 um per\u00edodo de fraca produ\u00e7\u00e3o de leite na Nova Zel\u00e2ndia, que fica esperando agosto, ent\u00e3o outros discretos eventos nesta \u00e9poca do ano n\u00e3o s\u00e3o incomuns\". Os n\u00fameros da produ\u00e7\u00e3o de leite da Nova Zel\u00e2ndia em maio de 2018 foram divulgados na semana passada. Os dados confirmaram um forte final de temporada, com crescimento de 6,2% no volume em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo m\u00eas do ano anterior (aumento de 5,7% nos s\u00f3lidos do leite na mesma compara\u00e7\u00e3o). \"Isso deixou a temporada 2017\/2018 no mesmo n\u00edvel em rela\u00e7\u00e3o a 2016\/2017, havendo alta de 0,1% em volume de leite, e queda de 0,6% nas toneladas de s\u00f3lidos do leite\", diz Higgins. O economista agr\u00edcola do banco ASB, Nathan Penny, disse que a queda dos pre\u00e7os deve ter sido resultado da recupera\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o no final da temporada e a desvaloriza\u00e7\u00e3o do d\u00f3lar kiwi. A moeda norte-americana subiu 1% desde o \u00faltimo leil\u00e3o, tornando os l\u00e1cteos mais caros na moeda local. O ASB est\u00e1 mantendo a previs\u00e3o de que a pr\u00f3xima safra 2018\/2019 ser\u00e1 iniciada com o pre\u00e7o ao produtor de NZ$ 6,50\/kgMS, [R$ 1,30\/litro]. (Dairy News - Tradu\u00e7\u00e3o livre: www.terraviva.com.br)<\/span><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<em><strong><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/em><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Porto Alegre, 26 de junho de 2018&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 12 - N\u00b0 2.764 &nbsp;&nbsp;Sucess\u00e3o exige gest\u00e3o profissional Manter as novas gera\u00e7\u00f5es no campo e garantir a sucess\u00e3o nos tambos ga\u00fachos passa por uma <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/06\/26\/26-06-2018\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"26\/06\/2018\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-2189","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2189","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2189"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2189\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2191,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2189\/revisions\/2191"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2189"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2189"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2189"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}