{"id":2167,"date":"2018-06-21T16:17:10","date_gmt":"2018-06-21T16:17:10","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=2167"},"modified":"2018-06-22T12:19:25","modified_gmt":"2018-06-22T12:19:25","slug":"21-06-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/06\/21\/21-06-2018\/","title":{"rendered":"21\/06\/2018"},"content":{"rendered":"<p><a style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\"><img decoding=\"async\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" alt=\"\"><\/a><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 21 de junho de 2018<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 12 - N\u00b0 2.761<\/em><\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\"><\/span><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; text-align: justify; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/p>\n<p><strong><strong style=\"text-align: justify;\"><u><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" alt=\"\"><\/span><\/span><\/u><\/strong><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Impacto da greve eleva pre\u00e7o do leite no RS<\/strong><br \/>\n&nbsp;<br \/>\nComo resultado da redu\u00e7\u00e3o de capta\u00e7\u00e3o durante a greve dos caminheiros no final de maio, o pre\u00e7o do leite registrou alta de 6,76% no Rio Grande do Sul. Segundo dados dos primeiros dez dias de junho, divulgados pelo Conseleite nesta quinta-feira (21\/06), na sede da Farsul, em Porto Alegre (RS), o valor de refer\u00eancia projetado para o m\u00eas \u00e9 de R$ 1,1781, acima do consolidado de maio, que ficou em R$ 1,1035. O aumento foi puxado diretamente pelo leite UHT, produto de maior express\u00e3o no mix ga\u00facho, que teve valoriza\u00e7\u00e3o de 14,71%. O movimento foi acompanhado por diversos outros itens: requeij\u00e3o (10,54%), queijo mussarela (8,74%), leite condensado (8,33%) e queijo prato (6,78%). A tend\u00eancia \u00e9 que os valores se mantenham nesse novo patamar motivados pelo aumento de consumo t\u00edpico dos meses de inverno e pela alta do d\u00f3lar que impacta diretamente nos custos e ajuda a travar a importa\u00e7\u00e3o de l\u00e1cteos. Al\u00e9m disso, explica o vice-presidente do Conseleite e presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, muitas vacas que estavam em fase de lacta\u00e7\u00e3o foram \"secas\" propositadamente no per\u00edodo da greve, impactando no volume desta temporada de outono.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nO professor da UPF Eduardo Finamore explica que houve queda expressiva na quantidade produzida pelas ind\u00fastrias em fun\u00e7\u00e3o da greve, algo que n\u00e3o h\u00e1 como ser recuperado. Levantamento do Conseleite indica que as ind\u00fastrias ga\u00fachas comercializaram um volume equivalente a 108 milh\u00f5es de litros em maio de 2018, 16,7% menos do que os 126 milh\u00f5es de litros de leite de abril. \"N\u00e3o se pode considerar que a valoriza\u00e7\u00e3o dos produtos foi boa porque, ao mesmo tempo, houve redu\u00e7\u00e3o de produ\u00e7\u00e3o com a greve. O preju\u00edzo foi diferente de empresa para empresa, mas a queda de quantidade trouxe impacto direto no lucro das ind\u00fastrias\", pontuou Finamore. O presidente do Conseleite, Pedrinho Signori, acrescentou que a greve agravou a crise no campo. \"Foi uma p\u00e1 de cal em muitos produtores que j\u00e1 estavam com dificuldades por in\u00fameros outros fatores como estradas prec\u00e1rias, falta de energia e incentivo\".<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nApesar da alta no valor do leite em junho, Guerra destacou que os valores acumulados no Rio Grande do Sul ainda est\u00e3o abaixo dos de 2017. Segundo levantamento semestral apresentado pelo Conseleite nesta quinta-feira, de janeiro a junho de 2018, dez dos 13 produtos avaliados est\u00e3o com valores abaixo do praticado no mesmo per\u00edodo do ano anterior: leite UHT (-5,48%), leite pasteurizado (-5,87%), leite em p\u00f3 (-7,73%), leite condensado (-12%), bebida l\u00e1ctea (-3,19%), queijo mussarela (-11,49%), queijo prato (5,03%), requeij\u00e3o (-4,49%), nata (-2,36%) e outros queijos (-16,51%). Apenas iogurte (6,19%), doce de leite (0,94%) e queijo minas (1%) est\u00e3o acima dos indexadores de 2017.&nbsp;&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"width: 500px; height: 368px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2882\" alt=\"\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">IN 62 - Durante a reuni\u00e3o, representantes dos produtores e ind\u00fastria ainda debateram o texto que est\u00e1 em consulta p\u00fablica e prop\u00f5e mudan\u00e7as na IN 62, que regula os padr\u00f5es de qualidade e produ\u00e7\u00e3o no setor l\u00e1cteo. O prazo para sugest\u00f5es termina na segunda-feira (25\/6), mas as lideran\u00e7as do segmento entendem que h\u00e1 muito a ser debatido e ajustado. O secret\u00e1rio-executivo do Sindilat, Darlan Palharini, apresentou, ponto a ponto, as principais dificuldades que o setor ter\u00e1 para adaptar-se ao que est\u00e1 sendo proposto e as altera\u00e7\u00f5es que est\u00e3o sendo sugeridas pelo Sindilat, como ajustes na temperatura de leite na plataforma e no monitoramento de unidades formadoras de col\u00f4nia. \"O novo texto limpa in\u00fameras legisla\u00e7\u00f5es que hoje regem o setor e concentra em apenas duas INs o regramento. A proposta desburocratiza o setor, mas precisa de ajustes\", salientou Palharini.&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nO produtor e diretor da Farsul Jorge Rodrigues questionou o alto rigor das medidas propostas, o que, segundo ele, \u00e9 invi\u00e1vel de ser cumprido neste momento. \"Essas regras foram feitas dentro de um gabinete, sem avaliar a realidade do campo. H\u00e1 muitas coisas aqui que n\u00e3o poder\u00e3o ser cumpridas e precisar\u00e3o ser revistas daqui a dois anos\", criticou. (Assessoria de Imprensa Sindilat)&nbsp;&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"width: 500px; height: 375px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2883\" alt=\"\"><br \/>\nFoto: Carolina Jardine<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>F\u00f3rum Itinerante do Leite debate desafios da m\u00e3o de obra em Santa Rosa<\/strong><\/p>\n<p>O 6\u00ba F\u00f3rum Itinerante do Leite, que ser\u00e1 realizado na ter\u00e7a-feira (26\/6), reunir\u00e1 especialistas, produtores, autoridades e l\u00edderes de entidades do setor para debater a import\u00e2ncia da m\u00e3o de obra e os desafios da cadeia leiteira. Atrav\u00e9s de pain\u00e9is, os palestrantes convidados mostrar\u00e3o que uma produ\u00e7\u00e3o em boas m\u00e3os pode gerar \u00f3timos resultados. O evento, que tamb\u00e9m contar\u00e1 com oficinas, ter\u00e1 transmiss\u00e3o ao vivo pelo Canal Rural, das 9h \u00e0s 12h, diretamente do Gin\u00e1sio do Instituto Federal Farroupilha (UFFar) - Campus de Santa Rosa. O F\u00f3rum ser\u00e1 apresentado pela jornalista Kellen Severo, do Canal Rural.<\/p>\n<p>De acordo com o presidente do Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios (Sindilat\/RS), Alexandre Guerra, \u00e9 preciso uni\u00e3o para qualificar a m\u00e3o de obra dispon\u00edvel no campo e elevar o treinamento das equipes aos novos padr\u00f5es de qualidade exigidos do produtor e da ind\u00fastria, como o uso de tecnologia. \"O f\u00f3rum \u00e9 uma oportunidade de integrar representantes da ind\u00fastria, do setor de produ\u00e7\u00e3o e da \u00e1rea acad\u00eamica para trabalharem em busca de novas oportunidades para o setor\", afirma. Guerra ressalta que, neste momento, \u00e9 importante que as pessoas mantenham a atividade produtiva, porque o agroneg\u00f3cio \u00e9 o futuro da economia brasileira.&nbsp;<\/p>\n<p>Na ocasi\u00e3o, ser\u00e3o realizados dois pain\u00e9is t\u00e9cnicos. O primeiro enfocar\u00e1 a sucess\u00e3o familiar, coopera\u00e7\u00e3o e terceiriza\u00e7\u00e3o de m\u00e3o de obra. J\u00e1 o segundo painel analisar\u00e1 gerenciamento, inova\u00e7\u00e3o e automa\u00e7\u00e3o da ordenha. Os debates ter\u00e3o a participa\u00e7\u00e3o do secret\u00e1rio-geral da Federa\u00e7\u00e3o dos Trabalhadores na Agricultura do Rio Grande do Sul (Fetag-RS), Pedrinho Signori; do coordenador da Comiss\u00e3o de Leite da Federa\u00e7\u00e3o da Agricultura do RS (Farsul), Jorge Rodrigues, e do presidente do Sindilat. \u00c0 tarde, ocorrer\u00e3o oficinas t\u00e9cnicas sobre gest\u00e3o da atividade leiteira, produ\u00e7\u00e3o org\u00e2nica e bem-estar das vacas. Tamb\u00e9m est\u00e1 agendada uma reuni\u00e3o t\u00e9cnica sobre tuberculose e brucelose. Cada participante poder\u00e1 optar por uma das quatro oficinas.<\/p>\n<p>O F\u00f3rum \u00e9 uma realiza\u00e7\u00e3o do Sindilat\/RS, do Canal Rural, do Fundesa, do Sistema Farsul e da Fetag-RS. O evento tem apoio t\u00e9cnico do Instituto Federal Farroupilha - Campus de Santa Rosa, da Emater-RS e da Embrapa. O apoio institucional re\u00fane AGL, AMGSR, APL, Apil, Gadolando, Jersey-RS, Coopermil, Cotrimaio, Fahor, Famurs, Fecoagro, Fema, Instituto Senai, Minist\u00e9rio da Agricultura, Ocergs- Sescoop, Prefeitura de Santa Rosa, Secretarias Estaduais da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Irriga\u00e7\u00e3o (Seapi) e Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo (SDR), Setrem, Sicredi e Uniju\u00ed.&nbsp;<\/p>\n<p>As inscri\u00e7\u00f5es podem ser realizadas gratuitamente no site do <a href=\"https:\/\/www.sympla.com.br\/6-forum-itinerante-do-leite__303316\">Canal Rural<\/a>. Durante o F\u00f3rum, os palestrantes ir\u00e3o responder ao p\u00fablico presente no evento e aos que o assistem, atrav\u00e9s do WhatsApp (11) 98524-0073 e\/ou do Facebook do Canal Rural.<\/p>\n<p>AGENDA DO EVENTO<\/p>\n<p>8h - Credenciamento e welcome milk<br \/>\n8h30min - Sauda\u00e7\u00f5es - Participa\u00e7\u00e3o de representantes da prefeitura de Santa Rosa, da Famurs, da Embrapa, do Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento, da Emater-RS e da Secretaria do Desenvolvimento Rural-RS.<br \/>\n9h - Abertura do 6\u00aa F\u00f3rum Itinerante do Leite: Desafios da m\u00e3o de obra - Quando a produ\u00e7\u00e3o est\u00e1 em boas m\u00e3os, os resultados aparecem (transmiss\u00e3o ao vivo pelo Canal Rural)&nbsp;<br \/>\nRenata Rotta, diretora-geral do Campus Santa Rosa do Instituto Federal Farroupilha (IFFar)&nbsp;&nbsp;<br \/>\nRog\u00e9rio Kerber, presidente do Fundesa -&nbsp; A\u00e7\u00f5es desenvolvidas pelo Fundesa<br \/>\n9h20min - Painel: Sucess\u00e3o familiar, coopera\u00e7\u00e3o e terceiriza\u00e7\u00e3o<br \/>\nIvar Jos\u00e9 Kreutz, assistente t\u00e9cnico regional em Cria\u00e7\u00f5es da Emater-RS - Import\u00e2ncia da m\u00e3o de obra e desafios a serem enfrentados na atividade leiteira<br \/>\nMariane Moz, m\u00e9dica veterin\u00e1ria e produtora de leite em Tuparendi, RS - Investindo na atividade leiteira para garantir a sucess\u00e3o familiar&nbsp;<br \/>\nMarjori Ghellar, gestora financeira e produtora de leite em Tuparendi, RS - Terceiriza\u00e7\u00e3o de atividades e coopera\u00e7\u00e3o entre produtores para viabilizar a produ\u00e7\u00e3o de leite<br \/>\nParticipa\u00e7\u00e3o de debatedores: representantes da Fetag-RS, da Farsul e do Sindilat-RS<br \/>\n10h15min - Perguntas&nbsp;<br \/>\n10h45min - Painel: gerenciamento, inova\u00e7\u00e3o e automa\u00e7\u00e3o<br \/>\nPaulo Tadatoshi Hiroki, m\u00e9dico veterin\u00e1rio e coordenador da Macrorregi\u00e3o Norte da Emater-PR - Planejando o parto das vacas para garantir f\u00e9rias para os produtores de leite&nbsp;<br \/>\nEzequiel N\u00f3lio, administrador do Tambo N\u00f3lio, Para\u00ed, RS - Porque investimos em robotiza\u00e7\u00e3o da ordenha (primeiro rob\u00f4 de ordenha do RS)<br \/>\nParticipa\u00e7\u00e3o de debatedores: representantes da Fetag-RS, da Farsul e do Sindilat-RS<br \/>\n11h30min - Perguntas&nbsp;<br \/>\n12h - Encerramento do f\u00f3rum ao vivo<br \/>\n12h15min - Almo\u00e7o no local<br \/>\n12h35min - Programa Mercado &amp; Cia ao vivo pelo Canal Rural<br \/>\n14h - Oficinas:<\/p>\n<p>Oficina 1 - A atividade leiteira sob o olhar das mulheres<br \/>\nLocal: Gin\u00e1sio do IFFar Santa Rosa<br \/>\nVanessa Matraszek Gnoatto, da Emater-RS, moderadora&nbsp;<br \/>\nAdriana Deak, produtora de leite em Santa Rosa, RS<br \/>\nSandra Dal Pai Gnatta, produtora de leite em Porto Mau\u00e1, RS<br \/>\nMaria Sivert, produtora de leite em Senador Salgado Filho, RS<br \/>\nAline Traesel Angst, produtora de leite em Santo Cristo, RS<\/p>\n<p>Oficina 2 - Produ\u00e7\u00e3o org\u00e2nica de leite e latic\u00ednios<br \/>\nLocal: Audit\u00f3rio do IFFar Santa Rosa<br \/>\nEdna Nunes Gon\u00e7alves, do Instituto Federal Farroupilha, moderadora<br \/>\nMichele de Castro Iza, Minist\u00e9rio da Agricultura - RS&nbsp;&nbsp;<br \/>\nEliseu Pelenz, produtor de leite em fase de transi\u00e7\u00e3o para a produ\u00e7\u00e3o org\u00e2nica em Santo Cristo,RS<br \/>\nCleber Jonas Weschenfelder e Eliezer Augusto Werner, produtores de leite org\u00e2nico e diretores da Cooperflor, Guaruj\u00e1 do Sul, SC<br \/>\nAgaciel Fiorentin, especialista de regi\u00e3o leiteira Nestl\u00e9, S\u00e3o Paulo e Paran\u00e1<\/p>\n<p>Oficina 3 - O clima e o bem-estar das vacas leiteiras<br \/>\nLocal: Sala 212 do IFFar Santa Rosa<br \/>\nJoney Cristian Braun, da Emater-RS, moderador<br \/>\nVanderley Porf\u00edrio da Silva - Embrapa Florestas, Colombo, PR<br \/>\nCarlos Bondan, UPF, Passo Fundo, RS<br \/>\nJandir Konzen, produtor de leite em Campina das Miss\u00f5es, RS<br \/>\nAdolar Kessler, produtor de leite em S\u00e3o Paulo das Miss\u00f5es, RS<\/p>\n<p>Oficina 4 - Reuni\u00e3o t\u00e9cnica sobre tuberculose e brucelose<br \/>\nLocal: Sala 213 do IFFar Santa Rosa<br \/>\nGustavo Groff, prefeitura municipal de Senador Salgado Filho, RS, moderador<br \/>\nAna Cl\u00e1udia Groff, Seapi-RS<br \/>\nRodrigo Pereira, Minist\u00e9rio da Agricultura<br \/>\nRoberto Lucena, Minist\u00e9rio da Agricultura<br \/>\nRog\u00e9rio Kerber, Fundesa<br \/>\nJair da Silva Mello, CCGL<br \/>\n16h - Encerramento da programa\u00e7\u00e3o&nbsp;<span style=\"text-align: justify;\">(Assessoria de Imprensa Sindilat)&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><strong>CONSELEITE - SANTA CATARINA<\/strong><\/p>\n<p>A diretoria do Conseleite Santa Catarina reunida no dia 19 de Junho de 2018 na cidade de Joa\u00e7aba, atendendo os dispositivos disciplinados no artigo 15 do seu Estatuto, inciso I, aprova e divulga os pre\u00e7os de refer\u00eancia da mat\u00e9ria-prima leite, realizado no m\u00eas de Maio de 2018 e a proje\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os de refer\u00eancia para o m\u00eas de Junho de 2018. Os valores divulgados compreendem os pre\u00e7os de refer\u00eancia para o leite padr\u00e3o, bem como o maior e menor valor de refer\u00eancia, de acordo com os par\u00e2metros de \u00e1gio e des\u00e1gio em rela\u00e7\u00e3o ao Leite Padr\u00e3o, calculados segundo metodologia definida pelo Conseleite-Santa Catarina.<\/p>\n<p>Nesta reuni\u00e3o o Conselho aprovou os resultados dos estudos da C\u00e2mara T\u00e9cnica relativos aos custos de produ\u00e7\u00e3o de produtores e ind\u00fastrias que resultam em novos valores de refer\u00eancia para os derivados l\u00e1cteos considerados no modelo. Foram alterados os par\u00e2metros de qualidade do Leite Padr\u00e3o de acordo com a legisla\u00e7\u00e3o e as estat\u00edsticas relativas ao leite recebido pelas empresas participantes do Conseleite-Santa Catarina. Foram alteradas tamb\u00e9m as escalas de \u00e1gios e des\u00e1gios para os par\u00e2metros de qualidade e volume. (Faesc)<\/p>\n<p><strong><img decoding=\"async\" style=\"width: 500px; height: 170px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2884\" alt=\"\"><\/strong><\/p>\n<p>Fazendas brasileiras se preparam para produzir leite org\u00e2nico<\/p>\n<p>Leite org\u00e2nico - Propriedades rurais de v\u00e1rias regi\u00f5es do pa\u00eds est\u00e3o se estruturando para produzir leite org\u00e2nico e algumas procuraram a Embrapa em busca de conhecimento t\u00e9cnico. O curso de Pecu\u00e1ria Leiteira Org\u00e2nica, que teve seu primeiro m\u00f3dulo realizado nos dias 15 e 16 de junho em Serra Negra (SP), recebeu produtores e t\u00e9cnicos do Rio de Janeiro, Mato Grosso, S\u00e3o Paulo, Rio Grande do Sul, Alagoas e Cear\u00e1. O grupo volta a se encontrar para o segundo m\u00f3dulo nos dias 27 e 28 de julho, na Embrapa Pecu\u00e1ria Sudeste, em S\u00e3o Carlos.<\/p>\n<p>Tecnologias ser\u00e3o detalhadas durante os cinco m\u00f3dulos, que v\u00e3o at\u00e9 outubro. Mas a inten\u00e7\u00e3o \u00e9 que os inscritos terminem a capacita\u00e7\u00e3o sabendo fazer a gest\u00e3o das tecnologias mais adequadas para cada propriedade a partir de uma vis\u00e3o sist\u00eamica. \"Algumas t\u00e9cnicas est\u00e3o sendo recomendadas a produtores de leite sem necessidade\", disse o chefe de Transfer\u00eancia de Tecnologia da Embrapa Pecu\u00e1ria Sudeste e l\u00edder do projeto Balde Cheio em Rede, Andr\u00e9 Novo.Segundo ele, \u00e9 dif\u00edcil analisar n\u00fameros frios da pecu\u00e1ria leiteira. \"Um produtor que tirava 200 litros de leite e seis anos depois continua tirando 200 litros \u00e9 um exemplo de fracasso? Nem sempre. Ele diversificou a propriedade? Produzia em 50 hectares e agora produz em 5 ha? Protegeu \u00e1reas de preserva\u00e7\u00e3o permanente?\", questionou. Ou seja, as condi\u00e7\u00f5es de produ\u00e7\u00e3o precisam ser conhecidas. Para isso, a anota\u00e7\u00e3o de dados zoot\u00e9cnicos e econ\u00f4micos \u00e9 fundamental.<\/p>\n<p>Andr\u00e9 disse que h\u00e1 tr\u00eas pilares para se mudar uma propriedade que produz leite e que concentram a maioria dos problemas: alimenta\u00e7\u00e3o (quantidade e qualidade), manejo (sombra, \u00e1gua, ordenha, per\u00edodo seco) e sanidade (verminose, esquema de vacina\u00e7\u00e3o). Al\u00e9m dessas dimens\u00f5es fundamentais, o produtor de leite precisa estar muito atento \u00e0 administra\u00e7\u00e3o (controle e planejamento), estrutura do rebanho e melhoramento (reprodu\u00e7\u00e3o e persist\u00eancia).<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nDECIS\u00c3O<br \/>\nNa fazenda que recebeu o grupo, a Nata da Serra, o propriet\u00e1rio Ricardo Schiavinato contou sua hist\u00f3ria com os org\u00e2nicos. Ele aderiu ao modelo de produ\u00e7\u00e3o por necessidade, e n\u00e3o por ideologia. \"Foi meu \u00faltimo suspiro. Se n\u00e3o desse certo, teria que mudar de vida\", afirmou. A propriedade vinha enfrentando dificuldades quando o pai de Ricardo, que \u00e9 dentista, percebeu que o filho n\u00e3o permitia que a fam\u00edlia consumisse a pr\u00f3pria produ\u00e7\u00e3o. \"Tem alguma coisa muito errada. Voc\u00ea n\u00e3o come o que produz?\", quis saber.<br \/>\nRicardo come\u00e7ou a convers\u00e3o para org\u00e2nicos em 1997, com hortali\u00e7as. O sucesso com os vegetais foi vis\u00edvel - \"produzia com alt\u00edssima qualidade e produtividade\" - mas a produ\u00e7\u00e3o de leite permanecia no modelo convencional. No entanto, Ricardo havia percebido que o mercado demandava um leite diferenciado. Foi quando ele procurou a Embrapa em busca de conhecimento t\u00e9cnico. Isso aconteceu em 2007. Na primeira visita \u00e0 fazenda Nata da Serra, Andr\u00e9 Novo ficou impressionado com a qualidade do morango e do tomate que Ricardo produzia. \"Mas o leite realmente era ruim\", lembra Andr\u00e9. Como o centro de pesquisa de S\u00e3o Carlos n\u00e3o tinha experi\u00eancia com pecu\u00e1ria leiteira org\u00e2nica, eles come\u00e7aram naquela \u00e9poca a desenvolver uma experi\u00eancia de aprendizado conjunto. Tecnologias foram testadas na propriedade e agora todo o conhecimento acumulado nesses 11 anos est\u00e1 sendo compartilhado no curso.<\/p>\n<p>Nesse primeiro m\u00f3dulo, foram abordados temas conceituais da pecu\u00e1ria leiteira org\u00e2nica. Al\u00e9m de Andr\u00e9 e Ricardo, tamb\u00e9m fizeram palestras Carlos Arm\u00eanio Khatounian, da Esalq (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz), e S\u00e9rgio Homma, da Funda\u00e7\u00e3o Mokiti Okada. Arm\u00eanio fez um relato da agricultura desde a pr\u00e9-hist\u00f3ria at\u00e9 a atualidade e Homma falou, entre outros assuntos, das diretrizes da natureza para criar e manter a fertilidade do sistema. Em seguida, o anfitri\u00e3o levou os convidados para um breve passeio pela propriedade. Todos puderam ver a recupera\u00e7\u00e3o de mata ciliar, piquetes com diferentes tipos de forrageiras, diversifica\u00e7\u00e3o de culturas, animais com qualidade gen\u00e9tica, sistema de irriga\u00e7\u00e3o, silagem de capim, bebedouros e cochos, entre outras estruturas.<\/p>\n<p>As 40 vagas foram esgotadas e j\u00e1 existe fila de espera para uma pr\u00f3xima capacita\u00e7\u00e3o. O curso foi articulado pela Secretaria de Inova\u00e7\u00e3o e Neg\u00f3cios, da Embrapa, e est\u00e1 sendo realizado pela Embrapa Pecu\u00e1ria Sudeste e Fazenda Nata da Serra. As empresas Nestl\u00e9 e Socil, do Grupo Neovia, s\u00e3o patrocinadoras. Esalq, Funda\u00e7\u00e3o Mokiti Okada, Gold Seeds Agroneg\u00f3cio e Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento apoiam o evento. As fotos do primeiro m\u00f3dulo podem ser conferidas aqui. (Embrapa)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/div>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" alt=\"\"><\/em><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><em>Produ\u00e7\u00e3o, consumo e importa\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos cresceram na China<br \/>\nLeite\/China - A produ\u00e7\u00e3o de leite chinesa subiu perto de 2% em abril, na compara\u00e7\u00e3o com o mesmo m\u00eas do ano anterior, de acordo com o \u00faltimo relat\u00f3rio do Rabobank, com a expectativa de que suba 2,5% no segundo semestre de 2018. O principal impulsionador foi o aumento da rentabilidade animal, uma vez que o n\u00famero de vacas se mant\u00e9m relativamente, est\u00e1vel entre 2017\/2018. Al\u00e9m disso, grandes investimentos na cadeia de frio e melhoria na capacidade de armazenamento no ver\u00e3o incentivaram o crescimento da produ\u00e7\u00e3o. O consumo permanece com crescimento forte acompanhando 2017, com a confian\u00e7a do consumidor atingindo o maior n\u00edvel dos \u00faltimos dez anos, no primeiro trimestre de 2018. Algumas processadoras nacionais registraram crescimento de 14% no lucro anual. Assim sendo, a demanda dom\u00e9stica por leite fluido, queijo, manteiga e leite em p\u00f3 desnatado dever\u00e1 continuar aumentando. Com a demanda dom\u00e9stica aumentando continuamente acima do crescimento da produ\u00e7\u00e3o, o volume das importa\u00e7\u00f5es l\u00edquidas tamb\u00e9m subiram 11% no primeiro trimestre de 2018 e a expectativa \u00e9 de que atinjam n\u00edveis recordes similares aos observados em 2017. Enquanto as perspectivas de curto prazo para o mercado de l\u00e1cteos chin\u00eas continuam melhorando, as tens\u00f5es comerciais elevam o grau de incertezas para as previs\u00f5es. A disputa comercial latente com os Estados Unidos poder\u00e1 ter impactos negativos sobre o crescimento econ\u00f4mico, as taxas de c\u00e2mbio e a demanda dom\u00e9stica. (AHDB - Tradu\u00e7\u00e3o Livre: www.terraviva.com.br)<\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<em><strong><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/em><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 21 de junho de 2018&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 12 - N\u00b0 2.761 Impacto da greve eleva pre\u00e7o do leite no RS &nbsp; Como resultado da redu\u00e7\u00e3o de capta\u00e7\u00e3o durante a greve dos caminheiros <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/06\/21\/21-06-2018\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"21\/06\/2018\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-2167","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2167","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2167"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2167\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2168,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2167\/revisions\/2168"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2167"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2167"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2167"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}