{"id":2118,"date":"2018-06-11T16:16:16","date_gmt":"2018-06-11T16:16:16","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/06\/11\/11-06-2018\/"},"modified":"2018-06-11T16:16:16","modified_gmt":"2018-06-11T16:16:16","slug":"11-06-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/06\/11\/11-06-2018\/","title":{"rendered":"11\/06\/2018"},"content":{"rendered":"<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 11 de junho de 2018<\/em><\/strong><strong><em>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 12 - N\u00b0 2.753<\/em><\/strong><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; text-align: justify; width: 811px;\" \/><\/p>\n<p> <strong><strong style=\"text-align: justify;\"><u><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" \/><\/span><\/span><\/u><\/strong><\/strong> <\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\u00a0 <strong>Leite\/Uruguai<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> Ao processo de intensifica\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o de leite \u2013 que explica o incremento da produtividade nos \u00faltimos 30 anos \u2013 foram se acumulando problemas, tanto na produ\u00e7\u00e3o e colheita de forragem, como na baixa lota\u00e7\u00e3o. Estes fatores limitam a produtividade \u2013 ou seja, litros de leite por hectare \u2013 que \u00e9 baixo quando comparado com os principais pa\u00edses exportadores do mundo. Isto foi destacado por t\u00e9cnicos no \u00faltimo F\u00f3rum do Instituto Nacional do Leite (Inale), realizado na semana passada, por ocasi\u00e3o das comemora\u00e7\u00f5es dos 10 anos do Instituto.<\/p>\n<p> O setor l\u00e1cteo uruguaio cresceu quase que ininterruptamente desde o come\u00e7o do s\u00e9culo passado. Nos primeiros anos isto se deu pelo aumento da \u00e1rea ocupada. Nos \u00faltimos 30 anos a expans\u00e3o foi realizada pela maior intensifica\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o, impulsionada pela din\u00e2mica exportadora.<\/p>\n<p> Em 2018 o setor l\u00e1cteo continua recebendo sinais positivos, com um n\u00edvel de capta\u00e7\u00e3o surpreendendo favoravelmente, como em abril. O clima tem sido favor\u00e1vel proporcionando pastos verdes e volumosos de boa qualidade que se traduzem em maior produ\u00e7\u00e3o. A capta\u00e7\u00e3o de leite alcan\u00e7ou um recorde de 146,3 milh\u00f5es de litros em abril, 11% a mais em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo m\u00eas do ano passado, e 10% superior \u00e0 capta\u00e7\u00e3o de mar\u00e7o, que foi de 133 milh\u00f5es de litros.<\/p>\n<p> No F\u00f3rum do Inale de 2018, o professor da Faculdade de Agronomia e integrante do Conselho Interino da Universidade Tecnol\u00f3gica (UTEC), Pablo Chilibroste, explicou que o atual modelo de intensifica\u00e7\u00e3o, no entanto, n\u00e3o fez nada para aumentar a competitividade das propriedades produtoras do Uruguai<br \/> \u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><u><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2857\" style=\"width: 500px; height: 281px;\" \/><\/u><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><u>Duas quest\u00f5es<\/u><br \/> Qual \u00e9 o limite da estrat\u00e9gia da intensifica\u00e7\u00e3o? Quais s\u00e3o as restri\u00e7\u00f5es para continuar crescendo com esse modelo?<\/p>\n<p> Ainda que os resultados sejam positivos, o trabalho de hoje passar por melhorar a infraestrutura que \u00e9 o limitante da competitividade do setor. \u201cPor mais que nossa gen\u00e9tica ou nossas terras nos permitam um maior desempenho, \u00e9 imposs\u00edvel pensarmos que o sistema continuar\u00e1 funcionando com tanta efici\u00eancia com mais animais. Se queremos ter um crescimento em vacas, com hectares limitados, teremos que melhorar a infraestrutura\u201d, comentou o diretor do Programa Nacional de Pesquisa em Produ\u00e7\u00e3o de Leite do Instituto Nacional de Pesquisa Agropecu\u00e1ria, Santiago Fari\u00f1a.<\/p>\n<p> Essa infraestrutura refere-se \u00e0 consolida\u00e7\u00e3o da fazenda, melhorando vias, salas de ordenha, currais de espera, sombras e distribui\u00e7\u00e3o de \u00e1gua. \u201cPorque, definitivamente, o que afeta a produ\u00e7\u00e3o das vacas \u00e9 o que afeta o neg\u00f3cio. N\u00e3o existe futuro se n\u00e3o investirmos em infraestrutura e para isso falta financiamento\u201d, destacou.<\/p>\n<p> E tamb\u00e9m \u00e9 necess\u00e1rio, disse, uma \u201cinfraestrutura de m\u00e3o de obra e capacita\u00e7\u00e3o de recursos humanos que possam ficar dispon\u00edveis paras as fazendas.<\/p>\n<p> Qu\u00e3o competitivo \u00e9 o Uruguai em rela\u00e7\u00e3o ao resto do mundo? Ou melhor, Qu\u00e3o capazes somos de produzir mais leite do que o mercado interno precisa e poder vender esse excedente a um pre\u00e7o competitivo com os concorrentes do mercado mundial?<\/p>\n<p> O setor l\u00e1cteos uruguaio se encontra dentro dos sete pa\u00edses mais competitivos do mundo. Os baixos custos de produ\u00e7\u00e3o e o moderado n\u00edvel de endividamento em compara\u00e7\u00e3o com pa\u00edses da Oceania, Europa e Am\u00e9rica do Norte \u00e9 o que faz o Uruguai competitivo.<\/p>\n<p> Mas, no setor l\u00e1cteo \u00e9 importante alcan\u00e7ar bons n\u00edveis de competitividade, com boa produtividade.<\/p>\n<p> O pa\u00eds est\u00e1 perdendo em mat\u00e9ria de produtividade, colheita de forragens (efici\u00eancia da terra), carga animal e produtividade as pessoas em rela\u00e7\u00e3o aos concorrentes do item l\u00e1cteo.<\/p>\n<p> <u>Uma vantagem competitiva<\/u><br \/> O baixo n\u00edvel de endividamento dos produtos uruguaios em compara\u00e7\u00e3o com os demais pa\u00edses \u00e9 uma vantagem competitiva. Se bem que existam produtores locais que estejam muito endividados, com obriga\u00e7\u00f5es financeiras que foram aumento ao longo dos anos, este trabalho analisa o panorama global e em compara\u00e7\u00e3o com o mundo.<\/p>\n<p> Em um n\u00edvel n\u00e3o t\u00e3o preocupante, mas, que precisa ser observado, est\u00e3o outros indicadores como produ\u00e7\u00e3o individual, efici\u00eancia de convers\u00e3o no uso de forragens, rentabilidade e exposi\u00e7\u00e3o ao risco.<\/p>\n<p> Os indicadores que posicionam o Uruguai como bem pouco competitivo s\u00e3o: forragem consumida por hectare, produ\u00e7\u00e3o de leite por hectare (que tem rela\u00e7\u00e3o direta com o consumo de forragens), carga animal que \u00e9 o fator limitado pelos dois anteriores (produ\u00e7\u00e3o e forragem consumida) e, por \u00faltimo a efici\u00eancia da produ\u00e7\u00e3o de leite por pessoa.<\/p>\n<p> Se bem que os ambientes dos pa\u00edses que competem com o Uruguai sejam distintos, pode-se comparar com regi\u00f5es de condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas e sistemas de produ\u00e7\u00e3o muito similares, como a Nova Zel\u00e2ndia.\u00a0 \u00a0\u00a0<\/p>\n<p> No Uruguai se produz em m\u00e9dia 4.000 quilos de mat\u00e9ria seca por hectare e com baixa carga animal, menos da metade de forragem consumida por hectare em compara\u00e7\u00e3o com o maior exportador mundial de l\u00e1cteos.<\/p>\n<p> A produtividade (litros de leite por hectare) da Holanda, Nova Zel\u00e2ndia e Austr\u00e1lia \u00e9 de aproximadamente 14.000 litros por hectare, enquanto que no Uruguai \u00e9 cerca de 3.000 litros por hectare.<\/p>\n<p> A produtividade das pessoas \u00e9 muito baixa no Uruguai. Nesse sentido, n\u00e3o se avalia a qualidade do trabalho individual, mas, as condi\u00e7\u00f5es em que s\u00e3o desempenhadas as tarefas.<br \/> No Uruguai se produzem menos de 100 quilos de leite por hora de trabalho, enquanto que em pa\u00edses como Estados Unidos e Nova Zel\u00e2ndia, o indicador fica acima de 300 quilos de leite.<\/p>\n<p> \u00a0<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2858\" style=\"width: 500px; height: 281px;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><u>Menos \u00e1rea, mais produ\u00e7\u00e3o<\/u><br \/> A partir da segunda metade da d\u00e9cada de 80 a superf\u00edcie destinada \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de leite caiu 36%. Passou de 1,2 milh\u00f5es de hectares para menos de 800.000. Foram perdidas 45% das fazendas. Havia mais de 7.000, e hoje s\u00e3o menos de 4.000 e os fornecedores baixaram 62%.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> Esta queda de produtores nos \u00faltimos anos, fornecedores e de \u00e1rea destinada \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de leite significou a intensifica\u00e7\u00e3o, j\u00e1 que o tamanho m\u00e9dia das fazendas foi aumentando e os litros captados por produtor tamb\u00e9m.<\/p>\n<p> Todo o crescimento na produ\u00e7\u00e3o de leite dos \u00faltimos 30 anos foi no incremento sistem\u00e1tico da produtividade, que se multiplicou por 4,5. Passou de 700 litros por hectare para mais de 3.000, em um processo ininterrupto.<\/p>\n<p> A produtividade (medida em litros por hectare) at\u00e9 os anos 80 foi muito baixa, dando-se incrementos fundamentais na produ\u00e7\u00e3o por vaca. Mas, nos \u00faltimos 30 anos o crescimento foi maior com taxas de 3,5% anual, coincidindo com a fase exportadora do setor.<\/p>\n<p> A din\u00e2mica de crescimento das fazendas uruguaias nos \u00faltimos cinco anos foi moderada, com a m\u00e9dia de 3,6% por ano. A avalia\u00e7\u00e3o das terras feitas pelo Projeto Produ\u00e7\u00e3o Competitiva mostrou que 37% das fazendas teve crescimento m\u00e9dio de 2,2%, mas, em 27% deles o desempenho foi negativo (-3,3%). Por outro lado 22% das propriedades teve crescimento de quase 7% ao ano, e as 14% restantes cresceram 16%.<\/p>\n<p> Com estes resultados pode-se avaliar se as fazendas que tiveram melhor desempenho perderam competitividade nos \u00faltimos cinco anos. Os resultados indicam que os produtores que aumentaram em produtividade t\u00eam fazendas que foram mais competitivas durante este per\u00edodo e que superaram melhor os anos de crise leiteira.<\/p>\n<p> Pablo Chilibroste explicou que as estrat\u00e9gias de crescimento dominantes foram o aumento da carga sem comprometer a produ\u00e7\u00e3o individual, demonstrando ser eficiente no aspecto produtivo e econ\u00f4mico. O grupo que mais cresceu aumentou sua carga em 40%, informou. (El Observador \u2013 Tradu\u00e7\u00e3o livre: www.terraviva.com.br)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" \/><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>China lidera importa\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos mundiais<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\"> A China continua liderando as importa\u00e7\u00f5es da maioria dos produtos l\u00e1cteos fabricados no mundo. Os volumes importados de leite em p\u00f3 integral aumentaram 10% no primeiro trimestre do ano, para 215.525 toneladas, de acordo com as informa\u00e7\u00f5es elaboradas pelo Instituto Nacional do Leite (Inale), com base em dados do Observat\u00f3rio de Leite da Comiss\u00e3o Europeia.<\/p>\n<p> Arg\u00e9lia e Brasil seguiram em import\u00e2ncia, mas ambos reduziram o volume de suas importa\u00e7\u00f5es, -11% e -63% respectivamente (para 77.508 e 9.566 toneladas, respectivamente).<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> <u>Importa\u00e7\u00f5es de leite em p\u00f3 integral de janeiro a mar\u00e7o, em toneladas<\/u><br \/> \u00a0<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2859\" style=\"width: 412px; height: 278px;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\u00a0<br \/> A China tamb\u00e9m lidera as importa\u00e7\u00f5es de leite em p\u00f3 desnatado com um aumento de 11% (primeiro trimestre 82.480 toneladas). Segue-se o M\u00e9xico e a Arg\u00e9lia, com um aumento das importa\u00e7\u00f5es, + 9% e 32%, respectivamente (para 51.457 e 55.125 toneladas, respectivamente).<\/p>\n<p> <u>Importa\u00e7\u00f5es de leite em p\u00f3 desnatado de janeiro a mar\u00e7o, em toneladas<\/u><br \/> \u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2860\" style=\"width: 408px; height: 277px;\" \/>\u00a0<br \/> O Jap\u00e3o lidera as importa\u00e7\u00f5es de queijo com um aumento de 5% no primeiro trimestre (para 67.942 toneladas). Segue-se os EUA e a R\u00fassia (com dados at\u00e9 fevereiro), com quedas de -9% e -10% (primeiro trimestre 38.292 e 30.471 toneladas, respectivamente).<\/p>\n<p> A China substituiu a R\u00fassia no ranking das importa\u00e7\u00f5es de manteiga neste primeiro trimestre do ano com um aumento de 30% (31.180 toneladas), enquanto a R\u00fassia (com dados at\u00e9 fevereiro) aparece em segundo lugar, com uma queda de -50% trimestre (8.681 toneladas). (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do El Observador, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<\/p>\n<p> <strong>Credenciamento<\/strong><\/p>\n<p> A EPAMIG Instituto de Latic\u00ednios C\u00e2ndido Tostes abriu processo para credenciamento de 21 bolsistas (7 graduados, 7 mestres e 7 doutores) para atuar em projetos de pesquisa e ministrar disciplinas no curso t\u00e9cnico em leite e derivados e em outros cursos oferecidos pela institui\u00e7\u00e3o.\u00a0<\/p>\n<p> O processo tem financiamento do governo do estado, por meio da Sedectes\/Fapemig, com dura\u00e7\u00e3o de dois anos. A gest\u00e3o caber\u00e1 \u00e0 Funda\u00e7\u00e3o Arthur Bernardes (Funarbe).<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> O credenciamento j\u00e1 pode ser feito em <a href=\"http:\/\/www.candidotostes.com.br\">www.candidotostes.com.br <\/a>ou de forma presencial na secretaria do Instituto de Latic\u00ednios C\u00e2ndido Tostes. O prazo para as inscri\u00e7\u00f5es vai at\u00e9 28 de junho. O interessado passar\u00e1 por an\u00e1lises de ficha de inscri\u00e7\u00e3o e de curr\u00edculo, prova pr\u00e1tica (apresenta\u00e7\u00e3o de semin\u00e1rio com dura\u00e7\u00e3o de 30 minutos), entrevista, reda\u00e7\u00e3o em uma das 21 \u00e1reas de pesquisa descritas no edital e dever\u00e1 comprovar experi\u00eancia na \u00e1rea de interesse.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> A avalia\u00e7\u00e3o dos candidatos ser\u00e1 feita por uma comiss\u00e3o composta por tr\u00eas membros indicados pela EPAMIG ILCT, entre especialistas com forma\u00e7\u00e3o em cada \u00e1rea de pesquisa prevista no edital. A divulga\u00e7\u00e3o do resultado est\u00e1 prevista para 31 de julho no site www.candidotostes.com.br.<\/p>\n<p> Segundo o chefe geral do ILCT, Cl\u00e1udio Furtado Soares, a conquista beneficia diretamente as atividades desenvolvidas pelo Instituto, que ganha ainda mais capacidade em ci\u00eancia e tecnologia em leite e derivados. \"A chegada dos bolsistas ser\u00e1 a soma de compet\u00eancias e valores acumulados internamente pelos professores, pesquisadores e t\u00e9cnicos, com as trazidas por esses novos profissionais\", afirma. (Epamig)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" \/><\/strong><\/div>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" \/><\/em><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><em><span style=\"text-align: justify;\">ANTT revoga formalmente tabela de fretes contestada pelo setor produtivo<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">A Ag\u00eancia Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) publicou no Di\u00e1rio Oficial da Uni\u00e3o (DOU) desta segunda-feira (11\/06) uma resolu\u00e7\u00e3o que formaliza a anula\u00e7\u00e3o da tabela com pre\u00e7os m\u00ednimos do frete rodovi\u00e1rio editada na \u00faltima quinta-feira (07\/06) com revis\u00f5es em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 primeira, do dia 30 de maio. A tabela foi revisada pelo governo depois de grande press\u00e3o do setor produtivo, que alegou que a primeira vers\u00e3o da tabela gerou aumentos de at\u00e9 150% nos pre\u00e7os do frete e amea\u00e7ou at\u00e9 ir \u00e0 Justi\u00e7a para barrar o tabelamento. A segunda tabela procurou aliviar o custo ao agroneg\u00f3cio e \u00e0 ind\u00fastria, mas contrariou os caminhoneiros, por trazer um corte m\u00e9dio de 20% nos pre\u00e7os. O impasse obrigou o ministro dos Transportes, Valter Casimiro, a revogar a segunda tabela no mesmo dia, poucas horas depois de ter sido divulgada na noite da quinta-feira. Por\u00e9m, o ato que anula oficialmente os efeitos da tabela revisada s\u00f3 foi publicado nesta segunda-feira (11).\u00a0 Uma terceira vers\u00e3o dos pre\u00e7os est\u00e1 em discuss\u00e3o desde a semana passada e pode ser elaborada em substitui\u00e7\u00e3o \u00e0 primeira, que segue em vigor. Representantes de caminhoneiros e a ANTT marcaram para logo mais, \u00e0s 9h, uma nova reuni\u00e3o, de car\u00e1ter t\u00e9cnico, para tratar do assunto. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do jornal O Estado de S\u00e3o Paulo)<\/span><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"> \u00a0<em><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" \/><\/strong><\/em><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0 \u00a0 Porto Alegre, 11 de junho de 2018\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 12 - N\u00b0 2.753 \u00a0 \u00a0 Leite\/Uruguai Ao processo de intensifica\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o de leite \u2013 que explica o incremento da produtividade nos <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/06\/11\/11-06-2018\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"11\/06\/2018\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-2118","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2118","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2118"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2118\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2118"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2118"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2118"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}