{"id":2105,"date":"2018-06-05T16:58:12","date_gmt":"2018-06-05T16:58:12","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/06\/05\/05-06-2018\/"},"modified":"2018-06-05T16:58:12","modified_gmt":"2018-06-05T16:58:12","slug":"05-06-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/06\/05\/05-06-2018\/","title":{"rendered":"05\/06\/2018"},"content":{"rendered":"<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 05 de junho de 2018<\/em><\/strong><strong><em>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 12 - N\u00b0 2.749<\/em><\/strong><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; text-align: justify; width: 811px;\" \/><\/p>\n<p> <strong><strong style=\"text-align: justify;\"><u><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" \/><\/span><\/span><\/u><\/strong><\/strong> <\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><b>GDT<\/b><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2849\" style=\"width: 600px; height: 383px;\" \/><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Fonte: GDT\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/div>\n<div><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Veterin\u00e1rio ga\u00facho \u00e9 eleito membro da OIE<\/strong><\/p>\n<p> O m\u00e9dico veterin\u00e1rio Bernardo Todeschini, auditor fiscal federal agropecu\u00e1rio e superintendente federal do Minist\u00e9rio da Agricultura no Rio Grande do Sul, foi eleito na \u00faltima Reuni\u00e3o Geral da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade Animal (OIE) um dos seis membros da Comiss\u00e3o do C\u00f3digo Sanit\u00e1rio Terrestre. O c\u00f3digo cont\u00e9m normas para o com\u00e9rcio de animais terrestres e produtos de origem animal e para reconhecimento internacional de status sanit\u00e1rio, al\u00e9m de diretrizes para o controle e erradica\u00e7\u00e3o de doen\u00e7as.\u00a0 Conforme Todeschini, a miss\u00e3o do grupo \u00e9 \"trabalhar na revis\u00e3o dos textos do c\u00f3digo, sua atualiza\u00e7\u00e3o com o progresso cient\u00edfico, bem como diretrizes de outros organismos internacionais\". A Comiss\u00e3o do C\u00f3digo trabalha em conjunto com outras comiss\u00f5es, tamb\u00e9m levando em conta a opini\u00e3o e demandas dos pa\u00edses membros da OIE.\u00a0\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Para integrar a Comiss\u00e3o do C\u00f3digo Terrestre os candidatos precisam ser m\u00e9dicos veterin\u00e1rios que possuam amplo conhecimento das principais enfermidades dos animais, com experi\u00eancia e compet\u00eancia em aspectos zoossanit\u00e1rios do com\u00e9rcio internacional de produtos de origem animal. A escolha \u00e9 feita por um processo seletivo aberto em n\u00edvel mundial, que \u00e9 conclu\u00eddo com uma vota\u00e7\u00e3o direta com participa\u00e7\u00e3o de delegados dos 181 pa\u00edses-membros da OIE. Tamb\u00e9m integram a comiss\u00e3o os m\u00e9dicos veterin\u00e1rios Ethienne Bonbon (Fran\u00e7a), Gaston Funes (Argentina), Masatsugu Okita (Jap\u00e3o), L\u00facio Carbajo Goni (Espanha) e Salah Hammami (Tun\u00edsia).\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Bernardo Todeschini \u00e9 graduado em Medicina Veterin\u00e1ria pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e mestre em Medicina Veterin\u00e1ria Preventiva pela mesma universidade. \u00c9 auditor fiscal federal agropecu\u00e1rio do Minist\u00e9rio da Agricultura desde 2002, onde fez sua carreira na \u00e1rea de sa\u00fade animal e sendo superintendente do \u00f3rg\u00e3o no Rio Grande do Sul desde 2017. Atuou como pesquisador convidado na Universidade de New England, Austr\u00e1lia, desenvolvendo estudos na \u00e1rea de alian\u00e7as estrat\u00e9gicas em sa\u00fade animal. Atuou tamb\u00e9m na Universidade de Aarhus, Dinamarca, onde desenvolveu estudos relacionados regulamenta\u00e7\u00e3o do com\u00e9rcio internacional de produtos agropecu\u00e1rios no \u00e2mbito da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial do Com\u00e9rcio. Trabalhou por tr\u00eas anos na sede da Organiza\u00e7\u00e3o Internacional de Sa\u00fade Animal - OIE em Paris - Fran\u00e7a, onde atuou no Departamento T\u00e9cnico Cient\u00edfico.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> J\u00e1 o professor da Universidade de Bras\u00edlia, Vitor Pic\u00e3o Gon\u00e7alves, foi indicado para atuar na Comiss\u00e3o Cient\u00edfica de Enfermidades dos Animais Terrestres.\u00a0<br \/> \u00a0<br \/> Conforme o presidente do Fundesa, Rog\u00e9rio Kerber, os dois profissionais t\u00eam estreitas rela\u00e7\u00f5es com o Fundo, \"contribuindo de forma importante para as discuss\u00f5es e trabalhos sobre sanidade animal. \"Nos alegra que duas personalidades com as quais o Fundesa se relaciona tenham esse reconhecimento internacional\", afirma.\u00a0 (Fundesa)<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Tabelamento do frete esbarra em ruralistas<\/strong><\/p>\n<p> Apesar de prometer empenho para vota\u00e7\u00e3o das tr\u00eas medidas provis\u00f3rias encaminhas pelo governo para atender os caminhoneiros, a bancada ruralista, que defende o setor do agroneg\u00f3cio, j\u00e1 admite que ser\u00e1 necess\u00e1ria muita negocia\u00e7\u00e3o para aprovar uma delas -- MP 832\/2018 --, a que prev\u00ea tabelamento para os pre\u00e7os de fretes rodovi\u00e1rios. As outras duas, a que prev\u00ea 30% dos contratos de frete da Conab por caminhoneiros aut\u00f4nomos e a que pro\u00edbe a cobran\u00e7a de ped\u00e1gio sobre eixos suspensos, contam com relativo consenso dos ruralistas e devem ser aprovadas com alguma facilidade. O tema, no entanto, \u00e9 um tabu para o agroneg\u00f3cio, historicamente contr\u00e1rio \u00e0 proposta, que inclusive j\u00e1 \u00e9 analisada por meio de diversos projetos de lei em tramita\u00e7\u00e3o no Legislativo. Para o setor, a fixa\u00e7\u00e3o de um pre\u00e7o m\u00ednimo elevaria em 9% em m\u00e9dia os pre\u00e7os dos fretes contratados para o transporte agropecu\u00e1rio, podendo chegar a at\u00e9 30% no caso de gr\u00e3os, conforme dados da Confedera\u00e7\u00e3o da Agricultura e Pecu\u00e1ria (CNA). Outro argumento \u00e9 que o tabelamento interfere na l\u00f3gica de mercado, regida pela lei da oferta e procura. \"\u00c9 uma pauta complicada, pois tem segmentos contr\u00e1rios dentro do agroneg\u00f3cio, mas o momento tamb\u00e9m \u00e9 delicado e temos que saber achar uma solu\u00e7\u00e3o. Afinal de contas, acordo feito \u00e9 acordo cumprido\", disse ao Valor a presidente da Frente Parlamentar da Agropecu\u00e1ria (FPA), deputada Tereza Cristina (DEM-MS), referindo-se ao acordo firmado pelo presidente Michel Temer com entidades de caminhoneiros. \"O Cade [Conselho Administrativo de Direito Econ\u00f4mico] j\u00e1 disse que v\u00ea com restri\u00e7\u00f5es tabelamento de frete numa economia de livre mercado. Mas vamos ver como resolver um problema de cada vez\", acrescentou a parlamentar.<\/p>\n<p> Nos bastidores, deputados da bancada do agroneg\u00f3cio j\u00e1 defendem que o setor fa\u00e7a concess\u00f5es para aceitar o tabelamento, com ressalvas de valores, mas sem se opor \u00e0 medida, com pena de que uma nova greve de caminhoneiros se instale novamente no pa\u00eds daqui a alguns meses. A MP 832\/2018, editada h\u00e1 uma semana por Temer como parte das negocia\u00e7\u00f5es para cessar as greves que afetaram o pa\u00eds, criou a Pol\u00edtica de Pre\u00e7os M\u00ednimos do Transporte Rodovi\u00e1rio de Cargas, uma das bandeiras da categoria dos caminhoneiros aut\u00f4nomos, que surgiu com a greve anterior da categoria, em 2015. Na \u00faltima quarta-feira, a Ag\u00eancia Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) divulgou a primeira tabela com os pre\u00e7os m\u00ednimos referentes ao quil\u00f4metro rodado na realiza\u00e7\u00e3o de fretes, por eixo carregado, consideradas diferentes cargas (geral, a granel, frigorificada e perigosa), v\u00e1lida at\u00e9 20 de janeiro de 2019. Para a assessora t\u00e9cnica da Comiss\u00e3o Nacional de Infraestrutura e Log\u00edstica da CNA, Elis\u00e2ngela Lopes, por\u00e9m, \u00e9 praticamente imposs\u00edvel que a ANTT consiga fiscalizar a atual frota de 1,5 milh\u00e3o de caminh\u00f5es na ativa hoje no pa\u00eds. \"Em \u00e9pocas de safra como agora, o pre\u00e7o do frete aumenta e voc\u00ea tem mais caminh\u00f5es ofertando servi\u00e7o. A partir do momento em que se tabela o frete, num mercado com tantos caminhoneiros, quem vai garantir que esse tabelamento seja cumprido?\", adverte ela. Em outra frente, por\u00e9m, os caminhoneiros n\u00e3o abrem m\u00e3o de que a MP seja aprovada no Congresso. Procurada, a Associa\u00e7\u00e3o Brasileira dos Caminhoneiros (Abcam), uma das que negociou a pauta de reivindica\u00e7\u00f5es da categoria com o governo, o texto busca compensar a rela\u00e7\u00e3o desvantajosa, \"na grande maioria das vezes\", do caminhoneiro perante as grandes empresas na negocia\u00e7\u00e3o do pre\u00e7o do frete. \"Considerando a justa finalidade do texto, n\u00e3o vemos margem de negocia\u00e7\u00e3o que resulte em adiar a corre\u00e7\u00e3o dessa rela\u00e7\u00e3o historicamente desequilibrada. (Valor Econ\u00f4mico)<\/p>\n<p> <strong>Precisamos falar sobre log\u00edstica<\/strong><\/p>\n<p> O Brasil baseia sua log\u00edstica em rodovias. Mas, o transporte por caminh\u00f5es, que chegam praticamente a qualquer lugar, deve ser utilizado para curtas dist\u00e2ncias: buscar o leite nas propriedades, levar ra\u00e7\u00e3o aos animais, transportar produtos nas cidades etc. Grandes na\u00e7\u00f5es utilizam meios mais baratos e menos impactantes do ponto de vista ambiental ou social e com menos perdas. Utilizam ferrovias, transportes fluviais, transporte tubular (para gases e fluidos), entre outros. Todos os governos, inclusive o militar, n\u00e3o investiram em ferrovias e hidrovias, isso que o Brasil tem um imenso potencial de rios naveg\u00e1veis. A prefer\u00eancia foi pelas montadoras. Assim, os empregos eram gerados nas cidades e a popula\u00e7\u00e3o criava uma ilus\u00e3o de desenvolvimento. Por meio de concess\u00f5es equivocadas, criaram-se empresas de ped\u00e1gios, com contratos muitas vezes duvidosos, e com altos custos para os ve\u00edculos de cargas. Somente diminuir o valor do combust\u00edvel ou desonerar a folha de pagamento das transportadoras \u00e9 um paliativo. O problema continuar\u00e1 corroendo o pa\u00eds e logo a dose ter\u00e1 que ser mais alta. O transporte rodovi\u00e1rio exige o uso de combust\u00edvel f\u00f3ssil e \u00e9 desnecess\u00e1rio explicar algo finito. Continuar investindo em uma matriz suja, que ir\u00e1 acabar, \u00e9 debilitar ainda mais o j\u00e1 fr\u00e1gil sistema de transporte e, ao mesmo, \u00e9 empurrar o problema para as futuras gera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p> O momento de apreens\u00e3o e desordem p\u00fablica \u00e9 at\u00e9 compreens\u00edvel, o brasileiro n\u00e3o aceita mais a carga tribut\u00e1ria, que n\u00e3o \u00e9 revertida em servi\u00e7os, mas transformada em benesses e regalias para o governo. \u00d3bvio que isso deve cessar. A luta do povo n\u00e3o deve ser apenas pela desonera\u00e7\u00e3o de impostos, mas pelas mudan\u00e7as de pol\u00edticas, melhorias na log\u00edstica de cargas e nos transportes de modo inteligente. Uma premissa b\u00e1sica na linha da solu\u00e7\u00e3o \u00e9 incentivar a utiliza\u00e7\u00e3o de combust\u00edveis renov\u00e1veis, ferrovias, hidrovias e outros modais menos onerosos.<\/p>\n<p> Os representantes do povo devem espelhar seus eleitores. Estes tamb\u00e9m devem cumprir os preceitos legais que regem uma na\u00e7\u00e3o desenvolvida. E, n\u00e3o, n\u00e3o h\u00e1 um salvador que ir\u00e1 magicamente, ap\u00f3s a pr\u00f3xima elei\u00e7\u00e3o, resolver todos esses problemas. Impedir os produtores de escoar suas cargas ou matar de fome os animais ir\u00e1 trazer graves consequ\u00eancias. Os caminhoneiros desligaram seus motores, entretanto as vacas n\u00e3o podem ser desligadas. Precisamos de racionalidade neste momento. (Zero Hora por Roberta Z\u00fcge, diretora administrativa do Conselho Cient\u00edico Agro Sustent\u00e1vel (CCAS) e vice-presidente do Sindicato dos M\u00e9dicos Veterin\u00e1rios do Paran\u00e1 (Sindivet-PR))<\/p>\n<p> <strong>Exportar l\u00e1cteo \u00e9 mais rent\u00e1vel pela primeira vez, desde que Macri assumiu<\/strong><\/p>\n<p> Rentabilidade\/AR - O FAS te\u00f3rico do leite pago aos produtores por uma ind\u00fastria que destine 100% de sua produ\u00e7\u00e3o a leite em p\u00f3 integral ficaria, atualmente em 7 pesos por litro. Este foi o resultado elaborado por Juan Manuel Garz\u00f3n e Nicol\u00e1s Torre, economistas da Funda\u00e7\u00e3o Mediterr\u00e2nea, sobre a capacidade de pagamento dos exportadores.\u00a0<\/p>\n<p> \"Se o c\u00e2mbio se estabilizar em 25 pesos\/US$ em junho e o pre\u00e7o FOB do leite em p\u00f3 integral (WMP) se mantiver em US$ 3.063\/tonelada (m\u00e9dia dos primeiros quatro meses do ano), a ind\u00fastria de WMP poder\u00e1 obter margem bruta de lucro de 35,8% com exporta\u00e7\u00e3o (um percentual muito razo\u00e1vel para exportar) pagando 7 pesos pelo leite cru\", diz o trabalho. O c\u00e1lculo leva em considera\u00e7\u00e3o a compensa\u00e7\u00e3o de 3% para as exporta\u00e7\u00f5es de leite em p\u00f3. No m\u00eas de maio, com o c\u00e2mbio m\u00e9dio mensal de 23,7 pesos\/US$, as f\u00e1bricas de leite em p\u00f3 ter\u00e3o margem bruta razo\u00e1vel (superior a 30%) pagando 6,60 pesos por litro aos produtores.<\/p>\n<p> Nos primeiros quatro meses do ano - com o peso sobrevalorizado - a margem bruta conseguida pelos exportadores com os pre\u00e7os efetivos pagos aos produtores pode ser insuficiente para gerar opera\u00e7\u00f5es rent\u00e1veis.<\/p>\n<p> \"Com a desvaloriza\u00e7\u00e3o as ind\u00fastrias que exportam melhoraram sua capacidade de pagamento pelo leite cru e \u00e9 de se esperar que elas ofere\u00e7am nas pr\u00f3ximas semanas um valor pelo leite cru que ser\u00e1 provavelmente superior ao de meses anteriores em termos reais\", destaca o estudo.<\/p>\n<p> Vale ressaltar que o FAS te\u00f3rico de uma f\u00e1brica de leite em p\u00f3 s\u00f3 \u00e9 aplic\u00e1vel \u00e0 produ\u00e7\u00e3o destinada \u00e0 exporta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p> \"O segredo est\u00e1, finalmente, em como alinhar a oferta de produtos l\u00e1cteos e a demanda no mercado interno\", assegura o documento.<\/p>\n<p> \"Mas se a exporta\u00e7\u00e3o se apropriar, por exemplo, apenas de uma parte do aumento de produ\u00e7\u00e3o de leite que aparentemente, ser\u00e1 entre 4% e 5% este ano, e a oferta l\u00edquida de l\u00e1cteos no mercado interno se mantiver igual ou acima da de 2017, ser\u00e3o poucas as chances de melhorar os pre\u00e7os nos elos da cadeia vinculados ao mercado interno\", acrescenta.<\/p>\n<p> Durante o governo Kirchner, quando o neg\u00f3cio exportador se tornava atrativo, diversos mecanismos eram adotados para impedir as vendas externas de produtos l\u00e1cteos, para garantir maior disponibilidade interna. Esta \u00e9 a primeira vez, desde que Mauricio Macri assumiu, em dezembro de 2015, que esta oportunidade surge sem restri\u00e7\u00f5es de qualquer tipo. (valorsoja - Tradu\u00e7\u00e3o Livre: www.terraviva.com.br)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/strong><\/div>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" \/><\/em><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><em>Conseleite avan\u00e7a em Minas<br \/> Integrantes da C\u00e2mara T\u00e9cnica do Conseleite est\u00e3o reunidos, pela primeira vez, na sede da FAEMG. A tarefa \u00e9 conhecer detalhes da cadeia produtiva para que seja poss\u00edvel oferecer, at\u00e9 o final do ano, um pre\u00e7o-refer\u00eancia para o produtor de leite in natura. A professora V\u00e2nia di Addario, uma das criadoras do m\u00e9todo, no Paran\u00e1, em parceria com o professor Jos\u00e9 Roberto Canziani, ambos da Universidade Federal do Paran\u00e1 (UFPR), explicou que, para a defini\u00e7\u00e3o da metodologia de c\u00e1lculo a ser adotada em Minas, ser\u00e3o levados em conta os custos, sistemas e volume de produ\u00e7\u00e3o, faturamento, principais produtos l\u00e1cteos do estado e outras particularidades. \"Estamos apostando no entendimento, no bom-senso. \u00c9 preciso civismo para que as coisas deem certo\", disse Canziani. (Faemg)<\/em><br \/> \u00a0<em><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" \/><\/strong><\/em><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0 \u00a0 \u00a0 Porto Alegre, 05 de junho de 2018\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 12 - N\u00b0 2.749 \u00a0 GDT \u00a0 \u00a0 Fonte: GDT\u00a0 \u00a0 Veterin\u00e1rio ga\u00facho \u00e9 eleito membro da OIE O m\u00e9dico veterin\u00e1rio Bernardo <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/06\/05\/05-06-2018\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"05\/06\/2018\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-2105","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2105","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2105"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2105\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2105"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2105"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2105"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}