{"id":2100,"date":"2018-05-28T17:27:09","date_gmt":"2018-05-28T17:27:09","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/05\/28\/28-05-2018\/"},"modified":"2018-05-28T17:27:09","modified_gmt":"2018-05-28T17:27:09","slug":"28-05-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/05\/28\/28-05-2018\/","title":{"rendered":"28\/05\/2018"},"content":{"rendered":"<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 28 de maio de 2018<\/em><\/strong><strong><em>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 12 - N\u00b0 2.744<\/em><\/strong><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; text-align: justify; width: 811px;\" \/><\/p>\n<p> <strong><strong style=\"text-align: justify;\"><u><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" \/><\/span><\/span><\/u><\/strong><\/strong> <\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>MPs s\u00e3o publicadas, mas cargas seguem retidas no RS<\/strong><br \/> \u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Apesar das Medidas Provis\u00f3rias (MPs) publicadas ainda na noite de domingo (27\/5) pelo presidente Michel Temer com concess\u00f5es aos caminhoneiros, diversas cargas seguem retidas nas estradas do Rio Grande do Sul, entre elas caminh\u00f5es tanque de leite cru e insumos para as ind\u00fastrias. Diante da grave situa\u00e7\u00e3o, o Conselho Parit\u00e1rio de Produtores e Ind\u00fastrias (Conseleite\/RS) e seus associados manifestam sua consterna\u00e7\u00e3o com a continuidade dos bloqueios de cargas.<\/p>\n<p> Apesar do acordo que prev\u00ea retomada do transporte de produtos, pouco se viu de efetivo na manh\u00e3 desta segunda-feira (28\/5), o que torna cr\u00edtica a situa\u00e7\u00e3o financeira de 65 mil fam\u00edlias que vivem do leite no Rio Grande do Sul. A cada dia, perde-se cerca de 8 milh\u00f5es de litros de leite, o que \u00e9 fonte de sustento para 300 mil pessoas sem contar o efeito cascata da falta desses recursos nas economias municipais.<\/p>\n<p> O Conseleite alerta que a demora na retomada da produ\u00e7\u00e3o industrial e da coleta de leite no campo pode levar ao colapso financeiro centenas de tambos ga\u00fachos que j\u00e1 enfrentavam, desde antes da greve, a pior rentabilidade da atividade em anos. Consciente de seu papel pelo desenvolvimento do setor l\u00e1cteo e de todo o Rio Grande do Sul, o Conseleite conclama os l\u00edderes do movimento grevista e os pr\u00f3prios caminhoneiros a se solidarizem com o setor, viabilizando a chegada, o mais r\u00e1pido poss\u00edvel, de insumos aos latic\u00ednios para que, t\u00e3o logo as plantas fabris estejam reabastecidas, a capta\u00e7\u00e3o de leite possa ser retomada a pleno.\u00a0<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/div>\n<div>Pedrinho Signori, presidente do Conseleite e da Fetag<\/p>\n<p> Alexandre Guerra, presidente do Sindilat<\/p>\n<p> Jorge Rodrigues, coordenador da Comiss\u00e3o de Leite da Farsul<\/p>\n<p> Sergio Luiz Feltraco, diretor executivo da Fecoagro (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Preju\u00edzos milion\u00e1rios<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> A imagem da foto sintetiza a situa\u00e7\u00e3o da maior parte das ind\u00fastrias de leite no Estado. As m\u00e1quinas est\u00e3o paradas, sem operar. E n\u00e3o \u00e9 apenas pela dificuldade de recolher leite nas propriedades. Faltam outros materiais, como embalagens e produtos qu\u00edmicos para a limpeza das instala\u00e7\u00f5es. Ao mesmo tempo, os estoques est\u00e3o abarrotados. Isso significa que, mesmo com a normaliza\u00e7\u00e3o da coleta, s\u00f3 ser\u00e1 poss\u00edvel retomar o processamento quando essa carga for despachada. - Enquanto n\u00e3o houver uma solu\u00e7\u00e3o sist\u00eamica, n\u00e3o conseguiremos captar o leite que est\u00e1 nas propriedades.\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">A primeira necessidade hoje \u00e9 tirar estoques de dentro das f\u00e1bricas. As a\u00e7\u00f5es pontuais de libera\u00e7\u00e3o s\u00e3o meramente paliativas - afirma Guilherme Portella, diretor de Comunica\u00e7\u00e3o Externa, Assuntos Regulat\u00f3rios e Corporativos da Lactalis do Brasil. Na Cooperativa Santa Clara (foto), a linha de leite UHT segue sem atividade. O volume que precisa ser descartado come\u00e7a a aumentar. Estimativa do Sindicato das Ind\u00fastrias de Latic\u00ednios e Produtos Derivados (Sindilat-RS), com base na quantidade que deixou de ser recolhida, \u00e9 de que 32 milh\u00f5es de litros de leite foram perdidos. - \u00c9 muito leite fora, muito preju\u00edzo. Cada dia piora, quem tinha condi\u00e7\u00f5es de segurar a produ\u00e7\u00e3o, n\u00e3o consegue fazer isso por cinco, seis dias - lamenta Carlos Joel da Silva, presidente da Federa\u00e7\u00e3o dos Trabalhadores na Agricultura do Estado (Fetag-RS). H\u00e1 regi\u00f5es em que os produtores foram para a frente das ind\u00fastrias, na tentativa desesperada de conseguir entregar o leite. Mas com outros insumos em falta, nem isso viabiliza a opera\u00e7\u00e3o. (Zero Hora)<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Rentabilidade negativa nas fazendas<\/strong><\/p>\n<p> Rentabilidade\/AR - Segundo c\u00e1lculos do Departamento de Economia do Instituto Nacional de Tecnologia Agropecu\u00e1ria (INTA) divulgados pelo Observat\u00f3rio da Cadeia L\u00e1ctea Argentina (OCLA), a rentabilidade m\u00e9dia ponderada de todas as regi\u00f5es leiteira foi em fevereiro, mar\u00e7o, e abril passados, -0,1%, -0,2%, e -03%, respectivamente, contra 2,4%, 2,5% e 3%, nos mesmos meses de 2017.<\/p>\n<p> Segundo o boletim do INTA, o custo de produ\u00e7\u00e3o de leite \u00e9 de 6,27 pesos (m\u00e9dia ponderada) para abril de 2018, e o pre\u00e7o pago ao produtor ao n\u00edvel nacional segundo a agroind\u00fastria foi de 6,12 pesos por litro. Deve-se levar em considera\u00e7\u00e3o que as condi\u00e7\u00f5es das forragens, soja e milho n\u00e3o s\u00e3o as ideias na Argentina e no Uruguai, e logicamente impacta diretamente no aumento dos custos. No entanto, a produ\u00e7\u00e3o de leite continua crescendo em abril, totalizando 776 milh\u00f5es de litros.<\/p>\n<p> A produ\u00e7\u00e3o de leite no Brasil diminuiu, em parte devido ao fechamento de pequenas e m\u00e9dias propriedades, principalmente me decorr\u00eancia de pre\u00e7os baixo do leite e tamb\u00e9m pela eleva\u00e7\u00e3o dos custos de produ\u00e7\u00e3o. No Chile, a produ\u00e7\u00e3o de leite, n\u00e3o \u00e9 suficiente para atender as necessidades das ind\u00fastrias. Consequentemente a importa\u00e7\u00e3o de l\u00e1cteos est\u00e1 crescendo, principalmente a procedente dos Estados Unidos, e deve aumentar no segundo trimestre. As importa\u00e7\u00f5es dos Estados Unidos para o Chile n\u00e3o est\u00e3o sujeitas a tarifas alfandeg\u00e1rias, gra\u00e7as ao Acordo de Livre Com\u00e9rcio Transpac\u00edfico (TPP). Os pre\u00e7os de exporta\u00e7\u00e3o do leite em p\u00f3 desnatado aumentaram ligeiramente na Am\u00e9rica do Sul, permanecendo, significativamente,\u00a0 mais altos do que os valores da Europa e da Oceania. (ON24 - Tradu\u00e7\u00e3o Livre: www.terraviva.com.br)<\/p>\n<p> <strong>Perspectivas do mercado l\u00e1cteo - Am\u00e9rica do Sul - Relat\u00f3rio 21\/2018 de 24 de maio de 2018<\/strong><\/p>\n<p> Leite\/Am\u00e9rica do Sul - A produ\u00e7\u00e3o nas fazendas est\u00e1 entre est\u00e1vel e aumentando na Argentina, com o clima sendo mais favor\u00e1vel e um melhor conforto animal.\u00a0<br \/> A produ\u00e7\u00e3o de janeiro a abril de 2018 subiu 9,38%, de acordo com informa\u00e7\u00f5es governamentais, quando comparada com o mesmo per\u00edodo de 2017. Ao contr\u00e1rio do que ocorreu no ano passado, a oferta de leite cru \u00e9 mais do que suficiente para atender as necessidades da ind\u00fastria. Mesmo com crescimento da oferta de leite cru, os pre\u00e7os tamb\u00e9m est\u00e3o elevados incentivando os produtores a manterem a produ\u00e7\u00e3o em alta. O mercado para a mat\u00e9ria gorda continua firme, mesmo com melhoria da oferta. No Uruguai a produ\u00e7\u00e3o vem melhorando continuamente, dentro dos padr\u00f5es sazonais de outono, atendendo adequadamente as necessidades das ind\u00fastrias. A maior parte do creme j\u00e1 est\u00e1 comprometida para atender contratos j\u00e1 firmados. Assim, v\u00e1rias ind\u00fastrias est\u00e3o tendo dificuldades em encontrar manteiga no mercado spot. No entanto, existe boa movimenta\u00e7\u00e3o na fabrica\u00e7\u00e3o de queijo e empacotamento de leite fluido.<\/p>\n<p> No Brasil, a chuva voltou nos principais estados produtores de leite, dificultando a produ\u00e7\u00e3o em muitas fazendas. No entanto, esta humidade est\u00e1 beneficiando a qualidade das pastagens e o milho da segunda safra. De um modo geral, no entanto, a oferta de leite cru est\u00e1 menor do que as necessidades de processamento, exceto para o leite fluido e queijo. As importa\u00e7\u00f5es brasileiras de l\u00e1cteos dos pa\u00edses vizinhos voltaram a subir. (Usda - Tradu\u00e7\u00e3o Livre: Terra Viva)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2843\" style=\"border-width: 0px; border-style: solid; height: 170px; width: 500px;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2844\" style=\"width: 500px; height: 171px;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/strong><\/div>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" \/><\/em><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><em>Fran\u00e7a reduz suas importa\u00e7\u00f5es de leite em 45% devido ao programa 'Made in France'<br \/> Os consumidores franceses preferem leite que vem da Fran\u00e7a. Essa prefer\u00eancia permitiu que entre 2015 e 2017, as importa\u00e7\u00f5es de leite na Fran\u00e7a ca\u00edssem 45%. Este intervalo de tempo \u00e9 o per\u00edodo em que a rotulagem da origem do leite esteve em vigor, como mostrou a Syndilait, que \u00e9 uma organiza\u00e7\u00e3o profissional que re\u00fane a maioria dos fabricantes de leite na Fran\u00e7a. O \"Made in France\" \u00e9 um ativo para o leite fluido. Para 8 em cada 10 franceses, a origem francesa \u00e9 garantia de qualidade, segundo uma pesquisa realizada pela organiza\u00e7\u00e3o francesa, CNIEL em 2017. O log\u00f3tipo \"Leite recolhido e embalado na Fran\u00e7a\" foi lan\u00e7ado em 2014. Atualmente est\u00e1 presente em mais de 60% das garrafas e caixas comercializadas na Fran\u00e7a. A Syndilait argumentou que o pre\u00e7o m\u00ednimo pelo qual um litro de leite deveria ser vendido seria de 1 euro (US$ 1,17), valor que permitiria que a cadeia de produ\u00e7\u00e3o fosse reavaliada e isso n\u00e3o causaria tanta surpresa ao consumidor como alguns querem fazer crer. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Agrodigital, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<\/em><\/div>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" \/><\/strong><\/em><\/p>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0 \u00a0 \u00a0 Porto Alegre, 28 de maio de 2018\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 12 - N\u00b0 2.744 \u00a0 MPs s\u00e3o publicadas, mas cargas seguem retidas no RS \u00a0 Apesar das Medidas Provis\u00f3rias (MPs) publicadas ainda <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/05\/28\/28-05-2018\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"28\/05\/2018\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-2100","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2100","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2100"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2100\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2100"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2100"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2100"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}