{"id":2096,"date":"2018-05-25T17:36:49","date_gmt":"2018-05-25T17:36:49","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/05\/25\/25-05-2018\/"},"modified":"2018-05-25T17:36:49","modified_gmt":"2018-05-25T17:36:49","slug":"25-05-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/05\/25\/25-05-2018\/","title":{"rendered":"25\/05\/2018"},"content":{"rendered":"<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 25 de maio de 2018<\/em><\/strong><strong><em>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 12 - N\u00b0 2.743<\/em><\/strong><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; text-align: justify; width: 811px;\" \/><\/p>\n<p> <strong><strong style=\"text-align: justify;\"><u><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" \/><\/span><\/span><\/u><\/strong><\/strong> <\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>NOTA OFICIAL SINDILAT<\/strong> <\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Sem cumprimento de liminares nem acordo em Bras\u00edlia, coleta de leite cru para no RS<\/strong><\/p>\n<p> O Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do Estado do RS (Sindilat) lamenta a falta de coer\u00eancia em fazer cumprir as decis\u00f5es liminares obtidas na Justi\u00e7a para a libera\u00e7\u00e3o das cargas de leite cru retidas em manifesta\u00e7\u00e3o de caminhoneiros. Apesar dos esfor\u00e7os das empresas associadas para que seus caminh\u00f5es chegassem aos 65 mil produtores ga\u00fachos para coletar a produ\u00e7\u00e3o di\u00e1ria e, mesmo de posse das liminares, poucos avan\u00e7os foram obtidos. A falta de sensibilidade do comando de greve penaliza milhares de fam\u00edlias que tiram sustento de tambos onde \u00e9 imposs\u00edvel desligar as m\u00e1quinas.<\/p>\n<p> O Sindilat estima preju\u00edzo de R$ 10 milh\u00f5es por dia com a perda da produ\u00e7\u00e3o estocadas nas propriedades. O valor n\u00e3o representa impacto apenas aos produtores e \u00e0 ind\u00fastria. A soma deixa de se reverter em poder de compra no varejo do Interior do Estado e em impostos para mais de 90% dos munic\u00edpios ga\u00fachos.<\/p>\n<p> O sindicato e seus associados entendem as causas que motivam a greve. No entanto, o Sindilat e as ind\u00fastrias por ele representadas exigem uma r\u00e1pida solu\u00e7\u00e3o do governo para o caso sob pena de levar o setor, que enfrenta uma das piores crises de sua hist\u00f3ria, ao colapso financeiro e amea\u00e7ar os 300 mil empregos por ele gerados. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/div>\n<div><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> <strong>NOTA ABERTA \u00c0 POPULA\u00c7\u00c3O - FUNDESA<\/strong><\/p>\n<p> O Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanit\u00e1ria Animal (Fundesa) respeita a realiza\u00e7\u00e3o do movimento dos caminhoneiros. Entretanto, vem relatar a grave situa\u00e7\u00e3o que vem ocorrendo nos \u00faltimos dias no setor de produ\u00e7\u00e3o de prote\u00edna animal no Rio Grande do Sul. A paralisa\u00e7\u00e3o nas rodovias j\u00e1 provoca s\u00e9rios problemas de alimenta\u00e7\u00e3o de aves e su\u00ednos nas granjas. N\u00e3o h\u00e1 milho e farelo de soja para a produ\u00e7\u00e3o de ra\u00e7\u00e3o, e nem mesmo \u00e9 poss\u00edvel o transporte do alimento at\u00e9 \u00e0s propriedades com animais alojados.<\/p>\n<p> Entre as graves consequ\u00eancias da severa restri\u00e7\u00e3o alimentar est\u00e3o o canibalismo, a falta de desenvolvimento dos animais e a mortalidade. A desnutri\u00e7\u00e3o dos animais alojados afeta diretamente o bem-estar animal e coloca em risco a sanidade, j\u00e1 que sem nutri\u00e7\u00e3o a imunidade cai, abrindo portas para enfermidades. Al\u00e9m disso, o correto descarte de res\u00edduos de produ\u00e7\u00e3o est\u00e1 impossibilitado, e pode provocar impacto ambiental. Na produ\u00e7\u00e3o de leite j\u00e1 est\u00e1 ocorrendo descarte, pois n\u00e3o h\u00e1 o recolhimento e transporte do produto para industrializa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p> O setor de prote\u00edna animal, que tanto contribui para a alimenta\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o brasileira, a retomada econ\u00f4mica do pa\u00eds e com o desempenho da balan\u00e7a comercial, enfrenta no Rio Grande do Sul perdas di\u00e1rias de receitas\u00f3 nos setores de aves de mais de R$ 20 milh\u00f5es, e de su\u00ednos de R$ 14 milh\u00f5es.<\/p>\n<p> As entidades integrantes do Fundesa pedem a abertura de di\u00e1logo e a sensibilidade das lideran\u00e7as do movimento dos caminhoneiros no sentido de permitir o escoamento de milho e farelo de soja para as f\u00e1bricas de ra\u00e7\u00e3o, e da ra\u00e7\u00e3o em dire\u00e7\u00e3o \u00e0s propriedades, bem como o transporte de cargas vivas entre unidades produtivas do sistema integrado. (Fundesa)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> <strong>Brasil recebe da OIE certificado de livre de aftosa<\/strong><\/p>\n<p> <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2842\" style=\"width: 500px; height: 457px;\" \/><\/p>\n<p> O Brasil recebeu ontem da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OIE) o certificado que considera o pa\u00eds livre da febre aftosa com vacina\u00e7\u00e3o. O documento foi entregue pela diretora-geral da OIE, Monique Eloit, para o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, em cerim\u00f4nia na sede da OIE, em Paris. Em comunicado, Monique afirmou que a certifica\u00e7\u00e3o foi aprovada na ter\u00e7a-feira pela Assembleia Mundial dos Delegados da OIE, que confirmaram o Brasil como uma zona ampliada livre da doen\u00e7a que acomete principalmente os rebanhos bovinos. O documento cita apenas 24 Estados e o Distrito Federal como unidades da Federa\u00e7\u00e3o que receberam o reconhecimento sanit\u00e1rio.\u00a0<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Mas o ministro Blairo Maggi esclareceu ao Valor que Santa Catarina - \u00fanico Estado do pa\u00eds que tem o status de livre de febre aftosa sem vacina\u00e7\u00e3o - e Rio Grande do Sul j\u00e1 haviam sido certificados anteriormente pela OIE. \"Finalmente recebemos nosso certificado de pa\u00eds livre de febre aftosa. Parab\u00e9ns aos pecuaristas, servidores do Mapa [Minist\u00e9rio da Agricultura], governo federal, governos estaduais e aos milhares de an\u00f4nimos que trabalharam nos \u00faltimos 60 anos ou mais para essa conquista. Parab\u00e9ns Brasil\", afirmou Blairo. O ministro disse que, com o certificado, os frigor\u00edficos brasileiros ter\u00e3o mais chances de exportar para mercados mais rigorosos. Segundo ele, um desses casos \u00e9 a China, que pode comprar carnes com osso e mi\u00fados. A inten\u00e7\u00e3o do Minist\u00e9rio da Agricultura \u00e9, a partir de agora, buscar o status de livre de aftosa sem vacina\u00e7\u00e3o na OIE. Pelo cronograma da Pasta, esse status dever\u00e1 ser obtido em 2023. (Valor Econ\u00f4mico)\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> <strong>ELES N\u00c3O PODEM DESLIGAR OS ANIMAIS<\/strong><\/p>\n<p> O desabastecimento nas cidades \u00e9 a face mais evidente dos efeitos da mobiliza\u00e7\u00e3o dos caminhoneiros. Mas os preju\u00edzos se multiplicam, em diversos segmentos. Ontem, agricultores do Rio Grande do Sul tiveram de colocar fora leite armazenado nas propriedades. Segundo o Sindicato das Ind\u00fastrias de Latic\u00ednios e Produtos Derivados do Estado (Sindilat-RS), cerca de 10 milh\u00f5es de litros de leite deixaram de ser recolhidos, 80% do volume habitualmente coletado por dia.<\/p>\n<p> Na propriedade familiar de Adriane Bertoldo, em Nova Bassano, 3 mil litros de leite tiveram de ser descartados depois de dois dias sem recolhimento do produto por parte da empresa para a qual fornece.<\/p>\n<p> - Nosso resfriador tem capacidade para 3 mil litros. Quando encheu, nos obrigamos a colocar fora - lamenta a produtora, que tem 45 vacas holandesas, que somam produ\u00e7\u00e3o di\u00e1ria de 1,5 mil litros.<\/p>\n<p> Diariamente, os produtores ficam \u00e0 espera de informa\u00e7\u00f5es sobre se ser\u00e1 ou n\u00e3o poss\u00edvel recolher o leite:<\/p>\n<p> - Dependemos do caminh\u00e3o para buscar a produ\u00e7\u00e3o. E n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 o preju\u00edzo do que a gente joga fora, tem mais a ra\u00e7\u00e3o, a luz, v\u00e1rias coisas que se somam aos custos.<\/p>\n<p> A produtora sofre duplamente com a paralisa\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m do leite, produz su\u00ednos. Os frigor\u00edficos, igualmente afetados, n\u00e3o t\u00eam conseguido buscar os animais. Hoje, as empresas de aves e de su\u00ednos do Estado ficar\u00e3o paradas.<\/p>\n<p> - Ainda n\u00e3o d\u00e1 para calcular o preju\u00edzo, mas \u00e9 grande e real - diz Rog\u00e9rio Kerber, diretor-executivo do Sindicato das Ind\u00fastrias de Produtos Su\u00ednos do RS.<\/p>\n<p> Levantamento feito ontem contabilizava que, a cada dia de paralisa\u00e7\u00e3o, 22 milh\u00f5es de frangos, 150 mil su\u00ednos e 90 mil bovinos deixam de ser abatidos, s\u00f3 nas unidades com inspe\u00e7\u00e3o federal. Em nota, a Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Prote\u00edna Animal (ABPA) afirmou que ainda n\u00e3o havia ocorrido a libera\u00e7\u00e3o de cargas vivas em \"v\u00e1rios pontos de parada do movimento de greve nas estradas\". H\u00e1 relatos de animais que est\u00e3o h\u00e1 mais de 50 horas sem alimenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p> Em desabafo feito por meio de uma rede social, um produtor de leite do Estado afirmou:<br \/> - Voc\u00eas (caminhoneiros) desligam a chave dos caminh\u00f5es, n\u00e3o t\u00eam mais gasto com nada. Eu n\u00e3o tenho como desligar as vacas. (Zero Hora)\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/strong><\/div>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" \/><\/em><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><em>PRODUTO N\u00c3O FICAR\u00c1 MAIS CARO<br \/> Uma das principais ind\u00fastrias do Estado, a CCGL, com sede em Cruz Alta, no Noroeste, pode processar at\u00e9 1,7 milh\u00e3o de litros de leite, mas ontem trabalhava com 20% da capacidade. Hoje, poder\u00e1 parar por completo. - A oferta estava estabilizada. Vend\u00edamos o que produz\u00edamos. Alguns pontos de venda ficar\u00e3o sem o produto - avalia Caio Vianna, presidente da CCGL. O dirigente afirma que o consumidor final n\u00e3o ser\u00e1 onerado. Na Cooperativa Santa Clara, de Carlos Barbosa, na Serra, o volume de leite recolhido era suficiente apenas para 12 horas de trabalho. A Lactalis estava com 90% da capta\u00e7\u00e3o comprometida. - A tend\u00eancia \u00e9 de desabastecimento, sim - afirma Guilherme Portella, diretor de Comunica\u00e7\u00e3o Externa, Assuntos Regulat\u00f3rios e Corporativos da Lactalis do Brasil. (Zero Hora)<\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\u00a0<em><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" \/><\/strong><\/em><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0 \u00a0 Porto Alegre, 25 de maio de 2018\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 12 - N\u00b0 2.743 \u00a0 NOTA OFICIAL SINDILAT Sem cumprimento de liminares nem acordo em Bras\u00edlia, coleta de leite cru para no RS <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/05\/25\/25-05-2018\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"25\/05\/2018\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-2096","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2096","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2096"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2096\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2096"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2096"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2096"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}