{"id":2094,"date":"2018-05-24T18:10:41","date_gmt":"2018-05-24T18:10:41","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/05\/24\/24-05-2018\/"},"modified":"2018-05-24T18:10:41","modified_gmt":"2018-05-24T18:10:41","slug":"24-05-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/05\/24\/24-05-2018\/","title":{"rendered":"24\/05\/2018"},"content":{"rendered":"<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 24 de maio de 2018<\/em><\/strong><strong><em>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 12 - N\u00b0 2.742<\/em><\/strong><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; text-align: justify; width: 811px;\" \/><\/p>\n<p> <strong><strong style=\"text-align: justify;\"><u><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" \/><\/span><\/span><\/u><\/strong><\/strong> <\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Mais de 80% da capta\u00e7\u00e3o de leite do RS est\u00e1 comprometida<\/strong> <\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">O Sindicato da Ind\u00fastrias de Latic\u00ednios do RS (Sindilat) informa que mais de 80% da capta\u00e7\u00e3o de leite do Rio Grande do Sul est\u00e1 comprometida nesta quinta-feira (24\/5). Segundo levantamento realizado com associados nesta manh\u00e3, v\u00e1rias empresas suspenderam integralmente a a\u00e7\u00e3o de caminh\u00f5es nas diferentes rotas e aqueles que ainda est\u00e3o operando o fazem com dificuldades e sob amea\u00e7a. Todos os dias, em condi\u00e7\u00f5es normais, s\u00e3o captados 12,6 milh\u00f5es de litros de cru de 65 mil propriedades rurais do Rio Grande do Sul.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> Compreendendo as complica\u00e7\u00f5es e o preju\u00edzo que a interrup\u00e7\u00e3o desse servi\u00e7o traz aos produtores e \u00e0 ind\u00fastria, o Sindilat ingressou com a\u00e7\u00f5es na Justi\u00e7a Estadual para desbloqueio das rodovias interditadas em movimento de caminhoneiros desde a segunda-feira (21\/5). Ontem (23\/5), a Justi\u00e7a determinou a libera\u00e7\u00e3o de cargas de empresas associadas ao Sindilat em Cruz Alta e Iju\u00ed. Soma-se ao movimento, liminar obtida nesta quinta-feira (24\/5) pela Advocacia Geral da Uni\u00e3o (AGU) que permite a livre circula\u00e7\u00e3o nos estados do RS, SC e PR. At\u00e9 este momento, o cumprimento das decis\u00f5es judiciais para libera\u00e7\u00e3o dos caminh\u00f5es ocorre de forma lenta e insuficiente para repor o fluxo de coleta no campo. O Sindilat recomenda a seus associados que, de posse das decis\u00f5es acima citadas, solicitem a libera\u00e7\u00e3o das cargas retidas em diferentes rodovias.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> As empresas associadas ao Sindilat ainda informam que est\u00e3o com seus setores de expedi\u00e7\u00e3o lotados de produtos e j\u00e1 h\u00e1 registro de falta de insumos para atender ao processo industrial, o que indica que, se a manifesta\u00e7\u00e3o prosseguir, as linhas de produ\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m ser\u00e3o desativas integralmente.\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: left;\"> O Sindilat e as ind\u00fastrias associadas informam que, t\u00e3o logo o transporte seja normalizado, a coleta no campo e o abastecimento dos centros urbanos ser\u00e3o retomados. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/div>\n<div> <strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> <strong>Produtores do Pa\u00eds descartam milh\u00f5es de litros de leite<\/strong><\/p>\n<p> Leite jogado fora - Produtores de leite de todo o Pa\u00eds sentem os efeitos da greve dos caminhoneiros e veem milh\u00f5es de litros serem descartados. Na regi\u00e3o de Passos, no Sul de Minas Gerais, mais de 500 mil litros j\u00e1 foram jogados fora porque, com a falta de transporte o produto se perde em pouco tempo e n\u00e3o h\u00e1 como utiliz\u00e1-lo. Nas proximidades, caminh\u00f5es seguem parados em mais de 20 rodovias, por\u00e9m, os protestos afetam tamb\u00e9m outras regi\u00f5es do Estado, caso do Sudoeste Mineiro, onde 150 mil litros ser\u00e3o descartados nesta quinta-feira, 24.<\/p>\n<p> Segundo a Associa\u00e7\u00e3o dos Produtores de Leite, a situa\u00e7\u00e3o gera \"sentimentos de tristeza, indigna\u00e7\u00e3o e revolta com nossos governantes\". A entidade explicou em nota que o alimento ser\u00e1 descartado como chorume nas fazendas, \"enquanto tantas pessoas necessitam dele, pois somos proibidos de do\u00e1-lo sem que seja pasteurizado\".<\/p>\n<p> Para piorar, al\u00e9m de jogar o leite fora, produtores dizem que o risco \u00e9 grande de come\u00e7ar a faltar ra\u00e7\u00e3o para os animais. Em outros Estados, o problema tamb\u00e9m \u00e9 sentido. No Rio Grande do Sul, o Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios estima que 4 milh\u00f5es de litros j\u00e1 deixaram de ser captados devido ao movimento dos caminhoneiros.<\/p>\n<p> No Mato Grosso do Sul, que soma 24 mil produtores, a falta de transporte tamb\u00e9m ocorre e eles dizem que come\u00e7ar\u00e3o a descartar o produto. No Estado s\u00e3o mais de 30 pontos de bloqueios nas rodovias.<\/p>\n<p> Armazenamento<br \/> No Paran\u00e1, o Sindicato das Ind\u00fastrias de Latic\u00ednios e Produtos Derivados (Sindileite) informou que o leite \u00e9 jogado fora pelo produtor \"por n\u00e3o ter como estocar em suas propriedades\". E que diversas agroind\u00fastrias suspenderam as atividades e n\u00e3o est\u00e3o recebendo o produto in natura. J\u00e1 no Rio de Janeiro, a Cooperativa Agropecu\u00e1ria de Barra Mansa esclareceu que \"com muito ressentimento e dor no cora\u00e7\u00e3o\", os produtores ser\u00e3o obrigados a descartar mais de 130 mil litros de leite por dia \"que centenas de pessoas envolvidas labutaram para produzir\". (DCI)<\/p>\n<p> <strong>RECURSOS PARA DAR PASSAGEM \u00c0 PRODU\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p> As liminares que v\u00eam sendo obtidas por segmentos ligados \u00e0 produ\u00e7\u00e3o agropecu\u00e1ria tentam dar algum respiro ao estrangulamento provocado pela greve dos caminhoneiros. Ainda que reconhe\u00e7am a legitimidade das a\u00e7\u00f5es, setores como o de leite e de prote\u00edna animal est\u00e3o sendo paralisados pela iniciativa. Ontem, mais empresas comunicaram a interrup\u00e7\u00e3o das atividades (veja balan\u00e7o nacional acima).<\/p>\n<p> O Sindicato das Ind\u00fastrias de Latic\u00ednios e Produtos Derivados do RS (Sindilat-RS) obteve duas liminares para a libera\u00e7\u00e3o dos caminh\u00f5es: uma nas rodovias federais de Cruz Alta, abrangendo as BRs 158, 386 e 285, e outra na comarca de Iju\u00ed, para rodovias estaduais. Ainda assim, a percep\u00e7\u00e3o era de que houve piora no cen\u00e1rio.<\/p>\n<p> Tamb\u00e9m ontem, a JBS conseguiu liminar na 1\u00aa Vara C\u00edvel de Montenegro, que determina a libera\u00e7\u00e3o do acesso \u00e0 unidade da empresa no munic\u00edpio, na r\u00f3tula da RS-240 com a BR-470. A medida se restringe a caminh\u00f5es da marca e aos limites da comarca. (Zero Hora)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> <strong>Espanha - Um novo decreto para controle do leite<\/strong><\/p>\n<p> Controle sanit\u00e1rio\/Espanha -\u00a0 O Minist\u00e9rio da Agricultura da Espanha (Mapama) prepara um novo decreto para regular os controles sanit\u00e1rios do leite. Uma das novidades da proposta \u00e9 realizar a an\u00e1lise do leite pelos transportadores, na hora da coleta nas fazendas.\u00a0<\/p>\n<p> Atualmente o transportador s\u00f3 coleta a amostra e envia para um laborat\u00f3rio. Para a Federa\u00e7\u00e3o Rural Galega (Fruga), esta nova norma pode colocar em risco as pequenas propriedades. Para que o transportador fa\u00e7a a an\u00e1lise antes de colocar o leite no caminh\u00e3o, cada coleta levar\u00e1 muito mais tempo, cerca de 30 minutos em cada unidade de coleta. Isto implicar\u00e1 em n\u00e3o completar toda a rota atual, e poder\u00e1 levar \u00e0s ind\u00fastrias a deixarem de captar em pequenas explora\u00e7\u00f5es, ou de dif\u00edcil acesso, para que se possa cumprir toda a rota. Al\u00e9m do mais haver\u00e1 aumento dos custos e os agricultores temem que a ind\u00fastria repasse esse aumento atrav\u00e9s da redu\u00e7\u00e3o do pre\u00e7o do leite, que j\u00e1 \u00e9 baixo. A Gal\u00edcia tem mais 7.900 produtores de leite, a maior parte familiar e pulverizadas pela regi\u00e3o. (Agrodigital - Tradu\u00e7\u00e3o Livre: www.terraviva.com.br)<br \/> \u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/strong><\/div>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" \/><\/em><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><em>LEITE\/CEPEA: Pre\u00e7os do UHT e mu\u00e7arela sobem em sete dias<br \/> L\u00e1cteos - As cota\u00e7\u00f5es dos produtos l\u00e1cteos reagiram levemente nessa \u00faltima semana. Entre 13 e 19 de maio, o pre\u00e7o de leite UHT registrou alta de 0,33% frente \u00e0 semana anterior, fechando com m\u00e9dia de R$ 2,38\/litro. Segundo colaboradores do Cepea, esse aumento \u00e9 necess\u00e1rio para cobrir os custos, principalmente devido ao encarecimento da mat\u00e9ria-prima no campo. O queijo mu\u00e7arela, por sua vez, se valorizou 3,25% no mesmo per\u00edodo de compara\u00e7\u00e3o, fechando a R$ 16,94\/kg. Isso se deve \u00e0 menor produ\u00e7\u00e3o e limita\u00e7\u00e3o da mat\u00e9ria-prima. (Cepea)<\/em><\/div>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" \/><\/strong><\/em><\/p>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0 \u00a0 Porto Alegre, 24 de maio de 2018\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 12 - N\u00b0 2.742 \u00a0 Mais de 80% da capta\u00e7\u00e3o de leite do RS est\u00e1 comprometida O Sindicato da Ind\u00fastrias de Latic\u00ednios do <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/05\/24\/24-05-2018\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"24\/05\/2018\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-2094","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2094","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2094"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2094\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2094"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2094"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2094"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}