{"id":2084,"date":"2018-05-17T18:22:03","date_gmt":"2018-05-17T18:22:03","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/05\/17\/17-05-2018\/"},"modified":"2018-05-17T18:22:03","modified_gmt":"2018-05-17T18:22:03","slug":"17-05-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/05\/17\/17-05-2018\/","title":{"rendered":"17\/05\/2018"},"content":{"rendered":"<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 17 de maio de 2018<\/em><\/strong><strong><em>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 12 - N\u00b0 2.737<\/em><\/strong><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; text-align: justify; width: 811px;\" \/><\/p>\n<p> <strong><strong style=\"text-align: justify;\"><u><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" \/><\/span><\/span><\/u><\/strong><\/strong> <\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Sindilat re\u00fane-se com o secret\u00e1rio da Agricultura, Odacir Klein, em Esteio<\/strong> <\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">O presidente do Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do RS (Sindilat), Alexandre Guerra, e o secret\u00e1rio-executivo da entidade, Darlan Palharini, participaram de reuni\u00e3o com o secret\u00e1rio da Agricultura, Odacir Klein, na manh\u00e3 desta quinta-feira (17\/5) no Parque de Exposi\u00e7\u00f5es Assis Brasil, em Esteio. Na ocasi\u00e3o, trataram de assuntos de interesse do setor l\u00e1cteo, entre eles a necessidade de estimular a moderniza\u00e7\u00e3o da atividade para melhorar a competitividade do setor.<\/p>\n<p> \"O Rio Grande do Sul \u00e9 o estado com maior produtividade por vaca ao ano. Por isso, atrai e tem atualmente os maiores players do leite do Brasil\", ressaltou Guerra. Entretanto, pontuou que \u00e9 preciso ampliar a escala de produ\u00e7\u00e3o e isso passa por investimento em tecnologia. Na sequ\u00eancia, Palharini comentou que a atividade leiteira precisa de novos instrumentos financeiros para incentivar os produtores a inovarem. Entre as possibilidades est\u00e1 a instala\u00e7\u00e3o de rob\u00f4s de ordenha. Por\u00e9m, estes equipamentos s\u00e3o importados e n\u00e3o h\u00e1 uma linha de cr\u00e9dito a juros que possam viabilizar esta moderniza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p> Klein comentou que a produ\u00e7\u00e3o de leite \u00e9 uma atividade econ\u00f4mica importante para o Estado e se comprometeu a ajudar \"com for\u00e7a\" nas demandas ligadas ao setor. O encontro tamb\u00e9m contou com a presen\u00e7a do diretor geral da Secretaria da Agricultura, Antonio Aguiar.\u00a0<span style=\"text-align: justify;\">(Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2829\" style=\"width: 500px; height: 281px;\" \/><br \/> Cr\u00e9dito: Bruna Karpinski<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div><strong>\u00a0<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; text-align: justify; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Latic\u00ednios e t\u00e9cnicos de setor debatem atualiza\u00e7\u00e3o da IN 62<\/strong><\/p>\n<p> <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2830\" style=\"width: 500px; height: 375px;\" \/><br \/> Foto: Darlan Palharini\u00a0<\/p>\n<p> T\u00e9cnicos e dirigentes ligados ao setor l\u00e1cteo ga\u00facho debateram na tarde desta quarta-feira (16\/5), em Passo Fundo, a proposta de atualiza\u00e7\u00e3o da Instru\u00e7\u00e3o Normativa (IN) 62, que regulamenta a produ\u00e7\u00e3o, a coleta, a identidade e a qualidade do leite. Cerca de 50 pessoas participaram do encontro, que reuniu representantes da ind\u00fastria, da Emater, da Secretaria do Desenvolvimento Rural (SDR), do Servi\u00e7o de An\u00e1lise de Rebanhos Leiteiros da Universidade de Passo Fundo (Sarle\/UPF) e do laborat\u00f3rio da Universidade do Vale do Taquari (Univates).\u00a0 \"A ind\u00fastria considera importante a atualiza\u00e7\u00e3o da IN 62, pois proporciona a melhora da competitividade\", avalia o presidente do Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do RS (Sindilat), Alexandre Guerra. O dirigente cita como exemplo a possibilidade de ampliar o tempo de vida dos produtos na prateleira. Entretanto, pondera Guerra, o desafio \u00e9 garantir a melhoria cont\u00ednua da qualidade. Por isso, o Sindilat considera que ainda h\u00e1 alguns pontos a serem discutidos. Entre os pleitos do setor, est\u00e1 a flexibiliza\u00e7\u00e3o da temperatura m\u00e1xima de recebimento do leite cru.<\/p>\n<p> \u00a0Pela proposta em an\u00e1lise na consulta p\u00fablica aberta pelo Minist\u00e9rio da Agricultura para debater os ajustes na normativa, a temperatura seria reduzida de 10\u00baC atualmente para 7\u00baC. A reivindica\u00e7\u00e3o das empresas \u00e9 que este ponto seja flexibilizado devido a peculiaridades que s\u00e3o inerentes \u00e0 ind\u00fastria, explica Guerra. Entre elas, est\u00e1 a baixa qualidade da energia el\u00e9trica nas zonas rurais, a longa dist\u00e2ncia entre as propriedades aliada \u00e0 condi\u00e7\u00e3o prec\u00e1ria das estradas e o n\u00famero elevado de produtores que produzem pouco volume dentro de uma mesma rota, fator que implica em maior tempo para o recolhimento. O debate sobre a atualiza\u00e7\u00e3o da IN 62 ser\u00e1 retomado na pr\u00f3xima segunda-feira (21\/5), durante a reuni\u00e3o do Conseleite, pela manh\u00e3, e tamb\u00e9m na reuni\u00e3o dos associados do Sindilat, \u00e0 tarde, ambas em Porto Alegre. A ideia \u00e9 elaborar um documento para enviar sugest\u00f5es \u00e0 consulta p\u00fablica. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/p>\n<p> <strong>Novo Tiradentes inicia turma do SisLeite para benefici\u00e1rios do Programa Mais Pasto Mais Leite<\/strong><\/p>\n<p> SisLeite - Para qualificar a atividade leiteira em Novo Tiradentes, a Emater\/RS-Ascar iniciou o Projeto de Assist\u00eancia T\u00e9cnica para o Desenvolvimento de Sistemas de Produ\u00e7\u00e3o de Leite da Agricultura Familiar (SisLeite) junto \u00e0s fam\u00edlias benefici\u00e1rias do Programa Mais Pasto Mais Leite, Programa Municipal, desenvolvido pela Prefeitura, Secretaria da Agricultura e Emater\/RS-Ascar, para estimular os produtores e fomentar a atividade leiteira no munic\u00edpio atrav\u00e9s da implanta\u00e7\u00e3o, recupera\u00e7\u00e3o e amplia\u00e7\u00e3o de pastagens perenes. Na \u00faltima sexta-feira (11\/05), o primeiro de dez encontros do SisLeite foi realizado na C\u00e2mara de Vereadores.\u00a0<\/p>\n<p> Em Novo Tiradentes, as entidades locais j\u00e1 iniciaram um trabalho para fomentar a atividade leiteira e optaram pela metodologia do SisLeite para dar continuidade a essa a\u00e7\u00e3o. O SisLeite foi desenvolvido, conceitualmente, admitindo a exist\u00eancia de diferentes formas de produ\u00e7\u00e3o de leite para a agricultura familiar no Estado. Dessa forma, o Projeto n\u00e3o prop\u00f5e a difus\u00e3o de um pacote tecnol\u00f3gico, mas de um conjunto de diretrizes t\u00e9cnicas e metodol\u00f3gicas que devem ser consideradas, como a vis\u00e3o sist\u00eamica da propriedade e da atividade, o di\u00e1logo com a fam\u00edlia e o planejamento conjunto, a pactua\u00e7\u00e3o de atividades e comprometimento com os resultados, gest\u00e3o da atividade, foco no aumento da efici\u00eancia t\u00e9cnico-econ\u00f4mica, prioriza\u00e7\u00e3o dos gastos em produ\u00e7\u00e3o, qualidade e redu\u00e7\u00e3o da penosidade, m\u00e1xima efici\u00eancia na produ\u00e7\u00e3o de alimentos volumosos, conserva\u00e7\u00e3o dos recursos naturais, e respeito \u00e0 legisla\u00e7\u00e3o ambiental e ao bem-estar animal.<\/p>\n<p> No primeiro encontro, o assistente t\u00e9cnico regional de Sistemas de Produ\u00e7\u00e3o Animal da Emater\/RS-Ascar, Valdir Sangaletti, falou sobre o projeto e trabalhou sobre a abordagem sist\u00eamica na propriedade e na atividade leiteira. \u0093Nosso trabalho consiste em trabalhar junto \u00e0s fam\u00edlias para elaborar um planejamento, levando em considera\u00e7\u00e3o a realidade de cada propriedade, para buscar maior efici\u00eancia na produ\u00e7\u00e3o de leite, com redu\u00e7\u00e3o de custos. Temos que pensar tamb\u00e9m no bem-estar das pessoas para promover a perman\u00eancia no campo, frisou Sangaletti. Para o prefeito de Novo Tiradentes, Adenilson Della Paschoa, iniciativas como o Programa Mais Pasto Mais Leite est\u00e3o trazendo bons resultados para as propriedades do meio rural. A gest\u00e3o da produtividade leiteira proporciona maior controle da produ\u00e7\u00e3o e dos gastos, o que gera melhores resultados e maior lucro \u00e0s fam\u00edlias. Os demais encontros ser\u00e3o realizados nas propriedades participantes, como forma de integrar e promover a troca de ideias entre as fam\u00edlias participantes, explicou o engenheiro agr\u00f4nomo da Emater\/RS-Ascar, Luciano Schievenin. (Emater\/RS)<\/p>\n<p> <strong>China investe 1 bilh\u00e3o em Mega Fazenda com 100 mil vacas<\/strong><\/p>\n<p> Fazenda Chinesa - A maior \"f\u00e1brica de leite\" do mundo foi constru\u00edda na China para suprir a demanda da R\u00fassia ap\u00f3s o boicote \u00e0 importa\u00e7\u00e3o de leite da Uni\u00e3o Europeia, no total s\u00e3o mais de 100.000 vacas leiteiras. Esta ser\u00e1 a maior fazenda do mundo que custar\u00e1 com 1 bilh\u00e3o de yuan (161 milh\u00f5es de d\u00f3lares) de investidores da R\u00fassia e da China. China's Zhongding Dairy Farming e Russia's Severny Bur ir\u00e3o trabalhar juntas no projeto. A China est\u00e1 trabalhando na fabrica\u00e7\u00e3o da maior fazenda de gado leiteiro do mundo com 100.000 vacas para suprir as necessidades da R\u00fassia. A gigantesca fazenda na cidade de Mudanjiang ao norte da China contar\u00e1 com 60.000 cabe\u00e7as de vacas a mais do que a atual \"l\u00edder\" que tamb\u00e9m se encontra na China. A alimenta\u00e7\u00e3o do gado ser\u00e1 provida pela planta\u00e7\u00e3o de 100.000 hectares, a maioria na R\u00fassia (no total a fazenda tem 9.105.427 hectares.<\/p>\n<p> A FAZENDA CHINESA \u00c9 50 VEZES MAIOR DO QUE A MAIOR FAZENDA DE PRODU\u00c7\u00c3O LEITEIRA DO REINO UNIDO, QUE POSSUI CERCA DE 2.000 VACAS.<br \/> Antes do boicote da R\u00fassia, a Uni\u00e3o Europeia exportava cerca de 300.000 toneladas de queijo (cerca de 25% da produ\u00e7\u00e3o) para a R\u00fassia anualmente. O investimento Chin\u00eas na produ\u00e7\u00e3o leiteira \u00e9 de escalas gigantescas, os europeus questionam se retornaram ao mercado de leite russo. \"Construir uma fazenda para 100.000 vacas \u00e9 incompreens\u00edvel, se o projeto for em frente e as 100.000 vacas forem vacas leiteiras, ela produzir\u00e1 sozinha 800 milh\u00f5es de litros anualmente. Que neste caso seria equivalente \u00e0 100.000 toneladas de queijo, isso significa que esta fazenda produziria por si s\u00f3 30% das nossas exporta\u00e7\u00f5es anteriores para a R\u00fassia.\" Acrescenta Raymonds.<\/p>\n<p> N\u00fameros da fazenda<br \/> Mega fazenda em Mudanjiang<br \/> Localiza\u00e7\u00e3o: Heilongjiang, China<br \/> \u00c1rea: 9.105.427 hectares (3.762.573 Alqueires paulistas)<br \/> Tipo: Fazenda leiteira<br \/> Quantidade de animais: 100.000<br \/> Produ\u00e7\u00e3o: 800 milh\u00f5es de litros de leite \/ ano<br \/> Propriet\u00e1rios: Zhongding Dairy Farming e Severny Bur<\/p>\n<p> A expans\u00e3o desta fazenda de gado leiteiro aconteceu em 2015, quando a R\u00fassia proibiu os produtos l\u00e1cteos da UE, como resposta \u00e0 crise na Ucr\u00e2nia.<\/p>\n<p> China compra v\u00e1rias fazendas leiteiras na Nova Zel\u00e2ndia<br \/> O Governo da Nova Zel\u00e2ndia aprovou a venda de 16 fazendas leiteiras a investidores chineses, apesar das obje\u00e7\u00f5es de cr\u00edticos que dizem que a prosperidade do pa\u00eds poder\u00e1 ser prejudicada por essas transa\u00e7\u00f5es. A venda \u00e9 para a Shanghai Pengxin, que disse que gastaria mais de NZ$ 200 milh\u00f5es (US$ 163,19 milh\u00f5es) para comprar e melhorar os 7.900 hectares de terra. (Compre Rural)<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/div>\n<div><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/strong><\/div>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" \/><\/em><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em>A Fran\u00e7a reduziu suas importa\u00e7\u00f5es de leite em 45%<br \/> Leite\/Fran\u00e7a - Os consumidores franceses preferem o leite com origem na Fran\u00e7a. Esta prefer\u00eancia permitiu que, entre 2015 e 2017, as importa\u00e7\u00f5es de leite na Fran\u00e7a tenham ca\u00eddo 45%. Neste intervalo de tempo ficou vigente a rotulagem da origem do leite, segundo informou o Syndilait, que \u00e9 uma organiza\u00e7\u00e3o que re\u00fane a maioria das ind\u00fastrias de leite de consumo da Fran\u00e7a. O \"Fabriqu\u00e9 em France\", ou \"Made in France\" \u00e9 um grande diferencial para o leite fluido. Para 8, entre 10 franceses, a origem na Fran\u00e7a \u00e9 garantia de qualidade, segundo pesquisa realizada, em 2017, pela CNIEL, representante do segmento l\u00e1cteo franc\u00eas. O logotipo \"Leite produzido e envasado na Fran\u00e7a\" entrou em vigor em 2014. Atualmente est\u00e1 em mais de 60% das garrafas e embalagens comercializadas no pa\u00eds. O Syndilait defendeu um pre\u00e7o m\u00ednimo poss\u00edvel de venda de um litro de leite - \u20ac 1,00 - valor que permite remunerar a cadeia produtiva e que n\u00e3o sobrecarrega o consumidor como alguns podem supor. (Agrodigital - Tradu\u00e7\u00e3o Livre: www.terraviva.com.br)<\/em><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" \/><\/strong><\/em><\/p>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0 \u00a0 Porto Alegre, 17 de maio de 2018\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 12 - N\u00b0 2.737 \u00a0 Sindilat re\u00fane-se com o secret\u00e1rio da Agricultura, Odacir Klein, em Esteio O presidente do Sindicato da Ind\u00fastria de <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/05\/17\/17-05-2018\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"17\/05\/2018\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-2084","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2084","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2084"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2084\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2084"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2084"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2084"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}