{"id":2075,"date":"2018-05-09T17:14:37","date_gmt":"2018-05-09T17:14:37","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/05\/09\/09-05-2018\/"},"modified":"2018-05-09T17:14:37","modified_gmt":"2018-05-09T17:14:37","slug":"09-05-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/05\/09\/09-05-2018\/","title":{"rendered":"09\/05\/2018"},"content":{"rendered":"<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 09 de maio de 2018<\/em><\/strong><strong><em>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 12 - N\u00b0 2.731<\/em><\/strong><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; text-align: justify; width: 811px;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><u><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" \/><\/span><\/span><\/u><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Alian\u00e7a L\u00e1ctea Sul Brasileira define plano de exporta\u00e7\u00e3o de leite<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Na reuni\u00e3o da Alian\u00e7a L\u00e1ctea Sul Brasileira, que ocorreu nesta ter\u00e7a-feira (8\/5), em Chapec\u00f3 (SC), foi apresentado um plano para ampliar a competitividade para o setor l\u00e1cteo do pa\u00eds. A iniciativa trabalha com a meta de que o Brasil passe a exportar 5% do volume produzido. De acordo com o secret\u00e1rio-executivo do Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do Rio Grande do Sul (Sindilat), Darlan Palharini, o plano foi endossado pelo presidente da Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Agricultura (CNA), Jo\u00e3o Martins da Silva J\u00fanior. Segundo Palharini, o projeto voltado ao mercado externo foi apresentado pelo consultor Welber Barral, ex-secret\u00e1rio do Com\u00e9rcio Exterior. \"Para Barral, a Regi\u00e3o Sul \u00e9 que re\u00fane as melhores condi\u00e7\u00f5es para alcan\u00e7ar este objetivo\", relatou o representante da ind\u00fastria ga\u00facha presente no encontro. Diante das considera\u00e7\u00f5es feitas por um dos maiores especialistas em defesa comercial e negocia\u00e7\u00f5es internacionais, a CNA encampou a ideia e decidiu apoiar uma pesquisa de mercado e levantamento de regras para que as empresas do Sul possam participar do estudo.\u00a0<\/p>\n<p> \"A Regi\u00e3o Sul tem no m\u00ednimo 10 plantas de leite em p\u00f3 que possam ser inseridas neste grupo de trabalho\", afirmou Palharini, destacando a observa\u00e7\u00e3o de Barral de que o produto em p\u00f3 \u00e9 o mais transacionado no mercado internacional. Palharini ressalta a import\u00e2ncia de tamb\u00e9m focar em alternativas para equilibrar o mercado, entre elas o Pr\u00eamio de Escoamento de Produto (PEP) e as compras governamentais. Segundo o secret\u00e1rio executivo, \u00e9 necess\u00e1rio uma a\u00e7\u00e3o positiva tanto do governo federal quanto do estadual, pois a solu\u00e7\u00e3o n\u00e3o est\u00e1 somente nas m\u00e3os da ind\u00fastria e produtores, j\u00e1 que temos mais de 1,1 milh\u00e3o de produtores de leite no Brasil. O presidente da Alian\u00e7a L\u00e1ctea Sul Brasileira, Ronei Volpi, refor\u00e7ou que o trabalho ser\u00e1 organizado a partir da estrutura industrial dos estados do Sul do pa\u00eds, que possuem linhas de produ\u00e7\u00e3o de leite em p\u00f3. Por meio de um esfor\u00e7o conjunto do setor, a expectativa \u00e9 atingir a meta de exportar 5% da produ\u00e7\u00e3o brasileira mas sem descuidar do mercado interno, no prazo de tr\u00eas a cinco anos. O objetivo \u00e9 enviar l\u00e1cteos para pa\u00edses da Am\u00e9rica Latina e Caribe, como Chile, Col\u00f4mbia, M\u00e9xico e Peru, mas tamb\u00e9m a pa\u00edses da \u00c1sia, \u00c1frica e R\u00fassia.<\/p>\n<p> Na opini\u00e3o do presidente da Comiss\u00e3o do Leite da Farsul, Jorge Rodrigues, para alcan\u00e7ar o volume m\u00ednimo de 5% da produ\u00e7\u00e3o para exporta\u00e7\u00e3o - que praticamente representa a produ\u00e7\u00e3o do Uruguai -\u00a0 \u00e9 preciso antes se credenciar ao mercado externo. \"Ou seja, deve-se antes de tudo buscar uma normatiza\u00e7\u00e3o e um programa de qualidade que possam ser auditado externamente. Precisamos ter a capacidade de cumprir normas e exig\u00eancias dos compradores internacionais\", afirmou. Como resultado da exposi\u00e7\u00e3o realizada em Chapec\u00f3, o presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, encaminhou ao ministro da Agricultura, Blairo Maggi, pedido para que seja realizada a regulamenta\u00e7\u00e3o do PEP para produtos derivados do leite cru, especialmente leite em p\u00f3, UHT e queijos. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/div>\n<div><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>EUA: FDA avalia rotulagem de produtos vegetais que usam a palavra 'leite' e outros derivados<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> O comiss\u00e1rio da Administra\u00e7\u00e3o de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos (FDA), Scott Gottlieb, disse que sua ag\u00eancia est\u00e1 dando uma \"nova olhada\" em como lidar com a rotulagem errada de produtos que imitam os l\u00e1cteos, com produtos vegetais usando termos como \"leite\", \"iogurte\" e \"queijo\". Gottlieb recentemente disse que a FDA anunciou um requerimento buscando informa\u00e7\u00f5es adicionais sobre a abordagem geral da ag\u00eancia. Em resposta \u00e0s perguntas da senadora Tammy Baldwin durante uma audi\u00eancia do Comit\u00ea de Apropria\u00e7\u00f5es do Senado, Gottlieb confirmou que os estatutos da FDA afirmam que \"o leite \u00e9 um produto definido como proveniente de um animal em lacta\u00e7\u00e3o\". Ele concorda com Baldwin que o termo est\u00e1 sendo usado em produtos \"derivados de mat\u00e9rias-primas que n\u00e3o s\u00e3o de um animal em lacta\u00e7\u00e3o\".<\/p>\n<p> No entanto, como a FDA n\u00e3o entrou em a\u00e7\u00e3o para evitar a rotulagem incorreta, agora h\u00e1 muita atividade comercial ocorrendo. Baldwin argumentou que isso poderia ser resolvido imediatamente se a FDA emitisse orienta\u00e7\u00f5es para a ind\u00fastria e declarasse sua inten\u00e7\u00e3o de aplicar os regulamentos existentes.Gottlieb disse que a ag\u00eancia decidiu que seria mais prudente desenvolver um registro administrativo cuidadoso, uma vez que a FDA tem exercido o poder de aplica\u00e7\u00e3o da lei at\u00e9 este ponto. \"Para n\u00f3s, reverter nossa postura atual pode exigir mais do que apenas a emiss\u00e3o de orienta\u00e7\u00e3o\", disse Gottlieb, acrescentando que a inten\u00e7\u00e3o do recente pedido de informa\u00e7\u00f5es adicionais das partes interessadas \u00e9 informar um registro administrativo substancial que poderia sustentar uma revis\u00e3o.<\/p>\n<p> Segundo ele, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 sa\u00fade p\u00fablica, especificamente, a ag\u00eancia est\u00e1 interessada em saber se os consumidores est\u00e3o confusos sobre o estado nutricional ou a qualidade do leite devido \u00e0 forma como certos produtos s\u00e3o rotulados. \"Para o registro, eu n\u00e3o acredito que seja necess\u00e1ria uma revis\u00e3o ou estudo adicional. O que precisamos \u00e9 que a FDA aja e emita orienta\u00e7\u00f5es sobre a aplica\u00e7\u00e3o dos padr\u00f5es l\u00e1cteos existentes sobre identidade\", observou Baldwin. No ano passado, Baldwin apresentou o DAIRY PRIDE Act, que exigiu que a FDA publicasse uma orienta\u00e7\u00e3o sobre a aplica\u00e7\u00e3o nacional de rotulagem incorreta de produtos que imitam os l\u00e1cteos em 90 dias. Tamb\u00e9m, demandou que a FDA reportasse ao Congresso dois anos ap\u00f3s a promulga\u00e7\u00e3o para responsabilizar a ag\u00eancia por essa atualiza\u00e7\u00e3o nas obriga\u00e7\u00f5es de fiscaliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p> Mais recentemente, o projeto de lei de despesas coletivas aprovado pelo Congresso no m\u00eas passado cont\u00e9m linguagem que expressa a preocupa\u00e7\u00e3o de que os padr\u00f5es de rotulagem de l\u00e1cteos precisem ser devidamente cumpridos. O presidente e diretor executivo da Federa\u00e7\u00e3o Nacional de Produtores de Leite (NMPF), Jim Mulhern, disse que a FDA \"deve parar de fechar os olhos para as viola\u00e7\u00f5es das leis de rotulagem de alimentos. A ag\u00eancia precisa usar mais fiscaliza\u00e7\u00e3o e menos discri\u00e7\u00e3o, pois dezenas de marcas violam flagrantemente os requerimentos do governo\".<\/p>\n<p> A NMPF tem repetidamente solicitado aos reguladores federais a aplicarem as leis norte-americanas de rotulagem de alimentos, que excluem a possibilidade de alimentos derivados de plantas usarem termos l\u00e1cteos. Mulhern agradeceu a Baldwin \"por responsabilizar a FDA por sua falta de a\u00e7\u00e3o sobre esse assunto e implorar \u00e0 FDA que fa\u00e7a seu trabalho\".<br \/> Baldwin disse que os produtores de leite enfrentam tempos dif\u00edceis devido aos baixos pre\u00e7os do leite, \u00e0s ferramentas de gest\u00e3o de risco que n\u00e3o funcionam t\u00e3o bem quanto esperavam, \u00e0s negocia\u00e7\u00f5es comerciais criando incerteza nos mercados de exporta\u00e7\u00e3o e aos pre\u00e7os do Canad\u00e1 de certas classes de leite, que acrescentam mais desafios. \"Eu n\u00e3o estou dizendo que este \u00e9 o \u00fanico problema\", disse Baldwin sobre a rotulagem errada. \"Eu estou dizendo que h\u00e1 uma tempestade perfeita de desafios para a ind\u00fastria de l\u00e1cteos agora\". (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da Feedstuffs, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Itamaraty mira a \u00c1sia em busca de acordos\u00a0<\/strong><\/p>\n<p> Os pa\u00edses do Mercosul anunciam no dia 25, em reuni\u00e3o dos ministros de Com\u00e9rcio e de Rela\u00e7\u00f5es Exteriores em Seul, a abertura de negocia\u00e7\u00f5es para um acordo comercial com a Coreia. Ainda n\u00e3o est\u00e1 definido se o objetivo vai ser um tratado de livre com\u00e9rcio ou um acerto mais simples, de prefer\u00eancias tarif\u00e1rias, em que se reduzem mutuamente as al\u00edquotas de importa\u00e7\u00e3o para um leque mais restrito de produtos. No ano passado, Mercosul e Coreia finalizaram com sucesso um \"di\u00e1logo explorat\u00f3rio\". Foi um mapeamento inicial sobre os interesses de cada lado para saber se existe viabilidade em uma negocia\u00e7\u00e3o efetiva. A percep\u00e7\u00e3o foi de que as discuss\u00f5es podem prosperar e as duas partes passaram, ent\u00e3o, a buscar um mandato negociador. No caso brasileiro, a C\u00e2mara de Com\u00e9rcio Exterior (Camex) deu o sinal verde. A iniciativa do bloco sul-americano com a Coreia insere-se em um contexto maior, de aproxima\u00e7\u00e3o com a \u00c1sia, que o Itamaraty resolveu priorizar.\u00a0<\/p>\n<p> Trata-se, segundo fontes diplom\u00e1ticas, praticamente de uma necessidade diante da import\u00e2ncia cada vez maior do continente e da mudan\u00e7a no eixo do crescimento global para a regi\u00e3o do Pac\u00edfico. Esse \u00e9 o pano de fundo de um giro iniciado nesta semana pelo chanceler Aloysio Nunes a sete na\u00e7\u00f5es asi\u00e1ticas, com 18 dias de dura\u00e7\u00e3o, depois que o presidente Michel Temer suspendeu pela segunda vez sua visita oficial. Foi uma forma de mostrar relev\u00e2ncia. Na primeira escala do p\u00e9riplo, em Cingapura, foi assinado um acordo bilateral para evitar a dupla tributa\u00e7\u00e3o. A cidade-pa\u00eds tem estoque de investimentos de US$ 1,4 bilh\u00e3o no Brasil. Constru\u00e7\u00e3o naval e administra\u00e7\u00e3o aeroportu\u00e1ria - a Changi controla o Gale\u00e3o (RJ) - s\u00e3o os destaques. Em sua passagem pela China, onde est\u00e1 sediado o Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), Aloysio firmar\u00e1 o acordo de instala\u00e7\u00e3o da unidade regional do Banco dos Brics no Brasil. O escrit\u00f3rio deve ser inaugurado no segundo semestre.\u00a0<\/p>\n<p> O ministro promover\u00e1 ainda uma reuni\u00e3o com todos os embaixadores e chefes do departamento de promo\u00e7\u00e3o comercial de postos brasileiros na \u00c1sia. A mensagem \u00e9 de buscar estreitamento econ\u00f4mico e comercial. 09\/05\/2018 Itamaraty mira a \u00c1sia em busca de acordos No \u00e2mbito pol\u00edtico, mecanismos de consultas bilaterais que estavam parados h\u00e1 anos foram reativados recentemente. Algumas embaixadas do pa\u00eds na regi\u00e3o, como Jacarta (Indon\u00e9sia) e Seul, tiveram um refor\u00e7o de equipe na atual gest\u00e3o. H\u00e1 ainda uma \"dan\u00e7a das cadeiras\" nos principais postos diplom\u00e1ticos: a embaixada em Pequim ser\u00e1 assumida por Paulo Estivallet; Eduardo Saboia vai para T\u00f3quio; Andr\u00e9 Corr\u00eaa do Lago est\u00e1 sendo deslocado para Nova D\u00e9lhi. (Valor Econ\u00f4mico)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/strong><\/div>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" \/><\/em><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em>Compra online de itens de supermercado ainda \u00e9 t\u00edmida<br \/> \u00a0Apenas dois a cada cem consumidores brasileiros t\u00eam o h\u00e1bito de fazer compras online de produtos de supermercado, conforme detectou pesquisa realizada pela Associa\u00e7\u00e3o Paulista de Supermercados (Apas) em conjunto com o Ibope. Embora a quantidade de pessoas que aderem ao e-commerce tenha dobrado nos \u00faltimos quatro anos, o n\u00famero ainda \u00e9 considerado pouco representativo pelo setor no pa\u00eds. De acordo com o respons\u00e1vel pela \u00e1rea de Gest\u00e3o Corporativa da Apas, Rodrigo Mariano, hoje as vendas por internet representam cerca de 3% do faturamento total do setor. O varejo de supermercados faturou ao todo R$ 352 bilh\u00f5es em 2017, o que significa que o e-commerce no setor chega a cerca de R$ 10 bilh\u00f5es. Embora ainda seja pouco representativo para o faturamento, o e-commerce \u00e9 um ponto de aten\u00e7\u00e3o para as empresas, na vis\u00e3o do presidente da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Supermercados (Abras), Jo\u00e3o Sanzovo Neto. \"Dados internacionais mostram que o crescimento do e-commerce acontece como um tsunami, de forma muito r\u00e1pida\", diz. \"Na medida em que a gera\u00e7\u00e3o mais jovem entra no mercado de consumo, esse crescimento vai se acelerando e \u00e9 uma oportunidade para a qual o setor tem se atentado\". Pesquisa apresentada nesta segunda-feira (07\/05) pela Apas durante evento que inaugurou uma feira do setor de supermercados em S\u00e3o Paulo indica ainda que a ida de consumidores aos pontos de venda tem aumentado. Segundo Mariano, a crise nos anos de 2015 e 2016 trouxe uma queda no n\u00famero de vezes que consumidores v\u00e3o \u00e0s lojas, fazendo com que a maioria dos consumidores frequentasse somente uma vez por m\u00eas as lojas. Hoje, consumidores, em especial das classes A e B, j\u00e1 voltaram a frequentar as lojas pelo menos uma vez por semana. Entre as classes de renda mais alta, 44% v\u00e3o semanalmente \u00e0s compras. A recupera\u00e7\u00e3o \u00e9 mais lenta, por\u00e9m, entre os consumidores de classe C e D: entre eles, apenas 23% v\u00e3o \u00e0s lojas uma vez por semana. (TerraViva)<\/em><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" \/><\/strong><\/em><\/p>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0 \u00a0 \u00a0 Porto Alegre, 09 de maio de 2018\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 12 - N\u00b0 2.731 \u00a0 Alian\u00e7a L\u00e1ctea Sul Brasileira define plano de exporta\u00e7\u00e3o de leite Na reuni\u00e3o da Alian\u00e7a L\u00e1ctea Sul Brasileira, <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/05\/09\/09-05-2018\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"09\/05\/2018\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-2075","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2075","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2075"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2075\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2075"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2075"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2075"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}