{"id":20128,"date":"2026-10-30T18:02:39","date_gmt":"2026-10-30T18:02:39","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=20128"},"modified":"2026-10-30T18:07:53","modified_gmt":"2026-10-30T18:07:53","slug":"30-10-2026","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2026\/10\/30\/30-10-2026\/","title":{"rendered":"30\/10\/2026"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/9wC509ABF0420\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/9wC509ABF0420\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 30 de outubro de 2026&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 20 - N\u00b0 5.046<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<hr>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>\"Como encurtar o tempo da inova\u00e7\u00e3o?\": setor l\u00e1cteo debate desafios regulat\u00f3rios<\/b><\/p>\n<p>A inova\u00e7\u00e3o na cadeia de l\u00e1cteos depende n\u00e3o apenas do desenvolvimento de novos produtos e tecnologias, mas tamb\u00e9m de um ambiente regulat\u00f3rio claro, previs\u00edvel e capaz de acompanhar a evolu\u00e7\u00e3o do mercado. Esse foi um dos principais pontos discutidos durante painel do Dairy Vision 2026, que reuniu representantes da ind\u00fastria e do setor p\u00fablico para debater os desafios regulat\u00f3rios e os caminhos para ampliar a competitividade do setor.<\/p>\n<p>Participaram da discuss\u00e3o F\u00e1bio Ferreira, CEO e diretor-presidente da Verde Campo; Juliana Satie Becker de Carvalho Chino, diretora do Departamento de Inspe\u00e7\u00e3o de Produtos de Origem Animal; Guilherme Portella, diretor de Comunica\u00e7\u00e3o, ESG, Assuntos Regulat\u00f3rios e Corporativos da Lactalis do Brasil; Marcelo Pereira de Carvalho, CEO da MilkPoint Ventures; Marcelo Costa Martins, diretor de Rela\u00e7\u00f5es Institucionais e Governamentais da Piracanjuba; e Gustavo Beduschi, diretor de Rela\u00e7\u00f5es Institucionais da Italac.<\/p>\n<p>Ao abordar as caracter\u00edsticas de um bom ambiente regulat\u00f3rio, os participantes destacaram a import\u00e2ncia de regras claras, previsibilidade e di\u00e1logo antecipado entre empresas e \u00f3rg\u00e3os reguladores. Para Marcelo Costa Martins, um dos desafios est\u00e1 na velocidade das transforma\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas, que exige discuss\u00f5es cada vez mais embasadas em ci\u00eancia e capacidade de antecipar as demandas futuras. Ele tamb\u00e9m apontou dificuldades decorrentes da exist\u00eancia de tr\u00eas inst\u00e2ncias de inspe\u00e7\u00e3o e registro, que nem sempre atuam de forma alinhada, refor\u00e7ando a import\u00e2ncia de uma agenda regulat\u00f3ria bem estruturada.<\/p>\n<p>Gustavo Beduschi ressaltou que cabe \u00e0s empresas apresentar suas demandas de maneira tecnicamente consistente, com refer\u00eancias bibliogr\u00e1ficas e estudos nacionais e internacionais bem fundamentados. O objetivo, segundo ele, \u00e9 oferecer seguran\u00e7a ao regulador quanto \u00e0 aus\u00eancia de riscos sanit\u00e1rios para o consumidor.<\/p>\n<p>Na avalia\u00e7\u00e3o de Juliana, o debate regulat\u00f3rio tamb\u00e9m precisa considerar como garantir a seguran\u00e7a dos produtos sem criar barreiras desnecess\u00e1rias \u00e0 incorpora\u00e7\u00e3o de novas tecnologias. Ela mencionou a amplia\u00e7\u00e3o das consultas p\u00fablicas e a possibilidade de aproveitar evid\u00eancias e experi\u00eancias de outros pa\u00edses, inclusive para avaliar situa\u00e7\u00f5es em que estudos adicionais possam ser dispensados, contribuindo para dar mais agilidade aos processos.<\/p>\n<p>Guilherme Portella observou que at\u00e9 mesmo inova\u00e7\u00f5es relativamente simples podem enfrentar entraves burocr\u00e1ticos no Brasil quando comparadas a outros mercados. Para ele, \u00e9 necess\u00e1rio avaliar como os procedimentos regulat\u00f3rios podem acompanhar o desenvolvimento de produtos e tecnologias sem comprometer os objetivos de seguran\u00e7a.<\/p>\n<p>Alega\u00e7\u00f5es nos r\u00f3tulos exigem comprova\u00e7\u00e3o cient\u00edfica<\/p>\n<p>A comunica\u00e7\u00e3o dos benef\u00edcios dos produtos foi outro tema central do painel. Juliana destacou a rotulagem como uma das quest\u00f5es mais discutidas pelo setor, especialmente diante das d\u00favidas sobre o que pode ou n\u00e3o ser comunicado ao consumidor. Ela citou os processos relacionados ao leite A2 e \u00e0 melatonina para ilustrar a complexidade da avalia\u00e7\u00e3o regulat\u00f3ria e a necessidade de comprovar tecnicamente os benef\u00edcios atribu\u00eddos aos produtos.<\/p>\n<p>Gustavo refor\u00e7ou que as informa\u00e7\u00f5es n\u00e3o podem induzir o consumidor ao erro, sobretudo quando envolvem alega\u00e7\u00f5es sobre efeitos na sa\u00fade, como melhora do sono ou do desempenho cognitivo. F\u00e1bio Ferreira, por sua vez, defendeu que as mensagens destacadas nas embalagens sejam fundamentadas em ci\u00eancia e, quando pertinente, submetidas \u00e0 valida\u00e7\u00e3o de uma terceira parte independente.<\/p>\n<p>Para os participantes, o desafio \u00e9 encontrar equil\u00edbrio entre a possibilidade de comunicar diferenciais dos produtos e a garantia de que as informa\u00e7\u00f5es sejam corretas, transparentes e sustentadas por evid\u00eancias. Nesse contexto, a forma\u00e7\u00e3o de profissionais capacitados e a aproxima\u00e7\u00e3o entre ind\u00fastria, universidades e \u00f3rg\u00e3os reguladores foram apontadas como caminhos para qualificar as discuss\u00f5es e dar mais efici\u00eancia aos processos.<\/p>\n<p>F\u00e1bio tamb\u00e9m chamou aten\u00e7\u00e3o para a qualidade do leite como um ponto que precisa avan\u00e7ar no pa\u00eds, destacando a import\u00e2ncia de ampliar a pesquisa e compreender melhor o consumidor. Segundo ele, \u00e9 necess\u00e1rio avaliar, ainda, se os parques fabris est\u00e3o preparados para processar alimentos capazes de acompanhar as transforma\u00e7\u00f5es nas prefer\u00eancias e nos h\u00e1bitos de consumo.<\/p>\n<p>Competitividade depende de avan\u00e7os em toda a cadeia<\/p>\n<p>Ao discutir os gargalos que v\u00e3o al\u00e9m da regula\u00e7\u00e3o, os painelistas apontaram desafios relacionados \u00e0 sanidade dos rebanhos, \u00e0 qualidade da mat\u00e9ria-prima, \u00e0 log\u00edstica e \u00e0 heterogeneidade da cadeia produtiva.<\/p>\n<p>Juliana destacou a necessidade de avan\u00e7ar no status sanit\u00e1rio dos rebanhos brasileiros. Gustavo acrescentou que a composi\u00e7\u00e3o dos s\u00f3lidos do leite e as condi\u00e7\u00f5es log\u00edsticas tamb\u00e9m interferem na competitividade e na capacidade de inova\u00e7\u00e3o. Segundo ele, as longas rotas de coleta podem afetar a qualidade da mat\u00e9ria-prima at\u00e9 sua chegada \u00e0 ind\u00fastria, tornando necess\u00e1rio olhar para o processo de forma integrada, do campo \u00e0 plataforma de recep\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Guilherme apontou a heterogeneidade da cadeia como um dos principais desafios para o setor. J\u00e1 Marcelo Costa Martins chamou aten\u00e7\u00e3o para o papel da renda da popula\u00e7\u00e3o na expans\u00e3o do consumo de produtos de maior valor agregado. Em sua avalia\u00e7\u00e3o, o aumento da renda poderia ampliar o n\u00famero de consumidores com condi\u00e7\u00f5es de acessar alimentos diferenciados, criando oportunidades para a inova\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A discuss\u00e3o tamb\u00e9m evidenciou a import\u00e2ncia de identificar problemas comuns e fortalecer a coopera\u00e7\u00e3o entre os diferentes elos. Para F\u00e1bio, o setor l\u00e1cteo precisa investir mais em pesquisa e aprofundar o conhecimento sobre o consumidor, enquanto Marcelo Pereira de Carvalho defendeu a necessidade de transformar os desafios compartilhados em provoca\u00e7\u00f5es capazes de estimular avan\u00e7os para toda a cadeia.<\/p>\n<p>Di\u00e1logo antecipado pode reduzir entraves \u00e0 inova\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Ao ser questionada sobre como a ind\u00fastria l\u00e1ctea pode contribuir para aprimorar o ambiente regulat\u00f3rio, Juliana destacou a import\u00e2ncia de apresentar estudos robustos e iniciar as conversas com os \u00f3rg\u00e3os sanit\u00e1rios antes de concluir o desenvolvimento de um produto.<\/p>\n<p>Segundo ela, quando as discuss\u00f5es come\u00e7am apenas ao final do processo, questionamentos t\u00e9cnicos podem exigir revis\u00f5es e atrasar a aprova\u00e7\u00e3o. A recomenda\u00e7\u00e3o \u00e9 antecipar o di\u00e1logo entre as equipes de pesquisa e desenvolvimento (P&amp;D) e os reguladores, considerando desde o in\u00edcio os padr\u00f5es internacionais e as exig\u00eancias da regulamenta\u00e7\u00e3o brasileira.<\/p>\n<p>A proposta, conforme ressaltou Juliana, \u00e9 contribuir para o desenvolvimento do pa\u00eds, dar mais agilidade aos processos, reduzir burocracias e fomentar melhorias no setor, sem abrir m\u00e3o da seguran\u00e7a dos alimentos.<\/p>\n<p>Na rodada final, os participantes apontaram prioridades para os pr\u00f3ximos cinco anos. F\u00e1bio defendeu a redu\u00e7\u00e3o do tempo entre o desenvolvimento, os testes e a comprova\u00e7\u00e3o cient\u00edfica de uma inova\u00e7\u00e3o e sua chegada ao consumidor, mantendo a responsabilidade na comunica\u00e7\u00e3o dos benef\u00edcios.<\/p>\n<p>Gustavo destacou a necessidade de melhorar o di\u00e1logo com os reguladores, desenvolver embalagens que n\u00e3o induzam o consumidor ao erro e ampliar a renda para favorecer o consumo. Marcelo Costa Martins defendeu que o setor seja reconhecido n\u00e3o apenas pelo volume produzido, mas tamb\u00e9m pela capacidade de avan\u00e7ar em inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica, ci\u00eancia, clareza e transpar\u00eancia.<\/p>\n<p>Guilherme, por sua vez, ressaltou a import\u00e2ncia de uma fiscaliza\u00e7\u00e3o mais uniforme entre as esferas federal, estadual e municipal. Ele tamb\u00e9m defendeu uma vis\u00e3o mais abrangente da inova\u00e7\u00e3o, que contemple n\u00e3o apenas os produtos, mas as rela\u00e7\u00f5es ao longo da cadeia, incluindo iniciativas que contribuam para a evolu\u00e7\u00e3o dos produtores de leite.<\/p>\n<p>O debate convergiu para um ponto: acelerar a inova\u00e7\u00e3o no setor l\u00e1cteo exige atua\u00e7\u00e3o coordenada entre ind\u00fastria, pesquisa e poder p\u00fablico. A combina\u00e7\u00e3o de evid\u00eancias cient\u00edficas, di\u00e1logo antecipado, maior alinhamento regulat\u00f3rio e avan\u00e7os estruturais na cadeia pode contribuir para reduzir entraves e ampliar a competitividade, preservando a seguran\u00e7a e a confian\u00e7a do consumidor.<\/p>\n<p>Fonte: MilkPoint<\/p>\n<\/div>\n<hr>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>Prote\u00edna do leite: proje\u00e7\u00e3o aponta mercado de US$ 24 bi at\u00e9 2033<\/b><\/p>\n<p>Estudo da Persistence Market Research indica crescimento anual cont\u00ednuo impulsionado pelas ind\u00fastrias de alimentos, bebidas e suplementos diet\u00e9ticos em diferentes regi\u00f5es do mundo.<\/p>\n<p>Segundo um levantamento recente divulgado pela Persistence Market Research, o setor de extra\u00e7\u00e3o e processamento de compostos proteicos l\u00e1cteos apresenta uma tend\u00eancia de expans\u00e3o financeira para a pr\u00f3xima d\u00e9cada. Durante o per\u00edodo compreendido entre 2026 e 2033, a taxa de crescimento anual composta (CAGR) estimada \u00e9 de 6,5%. Como resultado desse ritmo, o valor movimentado por essa ind\u00fastria, avaliado em US$ 15,5 bilh\u00f5es para o ano de 2026, dever\u00e1 atingir a marca de US$ 24,1 bilh\u00f5es ao final do ciclo projetado.<\/p>\n<p>Derivados de fontes como o soro do leite, esses ingredientes desempenham pap\u00e9is estruturais na formula\u00e7\u00e3o de alimentos, bebidas, suplementos diet\u00e9ticos, f\u00f3rmulas infantis e ra\u00e7\u00e3o animal. Al\u00e9m de fornecerem amino\u00e1cidos essenciais aos consumidores, tais elementos agregam propriedades funcionais que melhoram a textura, a estabilidade e o perfil nutricional dos produtos. Esse cen\u00e1rio positivo encontra amparo tanto na infraestrutura j\u00e1 consolidada de processamento de latic\u00ednios quanto no aumento escalonado das aplica\u00e7\u00f5es voltadas \u00e0 nutri\u00e7\u00e3o especializada.<\/p>\n<p>Para atender \u00e0s exig\u00eancias di\u00e1rias do mercado, os fabricantes de alimentos buscam mat\u00e9rias-primas que garantam especifica\u00e7\u00f5es nutricionais precisas, suprimento confi\u00e1vel e bom desempenho sob variadas condi\u00e7\u00f5es industriais. Paralelamente, os produtores de suplementos e itens de nutri\u00e7\u00e3o direcionada priorizam fatores complexos, incluindo n\u00edveis de concentra\u00e7\u00e3o proteica, solubilidade, qualidade sensorial e alta digestibilidade.&nbsp;<\/p>\n<p>Dentro dessa din\u00e2mica produtiva, a pesquisa divide os produtos em tr\u00eas categorias t\u00e9cnicas fundamentais (concentrados, isolados e hidrolisados). Os concentrados dever\u00e3o liderar as vendas em 2026, impulsionados por sua rela\u00e7\u00e3o custo-benef\u00edcio e ampla versatilidade em latic\u00ednios, panifica\u00e7\u00e3o e bebidas.<\/p>\n<p>Sob outra perspectiva de processamento, os isolados despontam como a vertente de expans\u00e3o mais acelerada. Por oferecerem maior concentra\u00e7\u00e3o proteica e permitirem formula\u00e7\u00f5es com menor teor de lactose, esses itens atraem de forma expressiva o mercado de nutri\u00e7\u00e3o esportiva e bebidas funcionais.&nbsp;<\/p>\n<p>As vers\u00f5es com prote\u00edna hidrolisada, por sua vez, atendem a nichos que exigem caracter\u00edsticas muito singulares de digestibilidade, assumindo um papel central no desenvolvimento da nutri\u00e7\u00e3o cl\u00ednica e de f\u00f3rmulas infantis.<\/p>\n<p>Historicamente dominantes, os setores de alimentos e bebidas continuar\u00e3o respondendo pela maior fatia do mercado produtivo, com expectativa de concentrar mais de 47% das receitas no ano base de 2026. Contudo, o segmento de suplementos diet\u00e9ticos apresenta a maior velocidade de avan\u00e7o financeiro entre todas as frentes de consumo analisadas. Esse fen\u00f4meno mercadol\u00f3gico est\u00e1 ligado ao interesse crescente do p\u00fablico pela manuten\u00e7\u00e3o muscular, pela ado\u00e7\u00e3o de estilos de vida ativos e pela busca por formatos pr\u00e1ticos de ingest\u00e3o di\u00e1ria de prote\u00ednas.<\/p>\n<p>No contexto geogr\u00e1fico, a Am\u00e9rica do Norte concentra a lideran\u00e7a comercial e deter\u00e1 aproximadamente 40% das receitas em 2026, sustentada pela alta demanda interna por produtos latic\u00ednios convenientes, bebidas funcionais e dietas fortificadas.&nbsp;<\/p>\n<p>O continente europeu mant\u00e9m uma import\u00e2ncia estrat\u00e9gica semelhante devido \u00e0 sua tradi\u00e7\u00e3o na ind\u00fastria leiteira, com pa\u00edses como Reino Unido e Alemanha oferecendo amplas oportunidades de expans\u00e3o comercial. Por fim, a regi\u00e3o da \u00c1sia-Pac\u00edfico registra a proje\u00e7\u00e3o de crescimento mais r\u00e1pido em escala global. Na\u00e7\u00f5es como China e \u00cdndia comandam essa movimenta\u00e7\u00e3o oriental, reflexo imediato do aumento cont\u00ednuo no consumo de prote\u00ednas, da populariza\u00e7\u00e3o de itens premium e da ado\u00e7\u00e3o cada vez maior de suplementos nutricionais.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.dairyreporter.com\/Article\/2026\/10\/28\/global-milk-protein-market-forecast-to-reach-241bn-by-2033\/?utm_source=newsletter_daily&amp;utm_medium=email&amp;utm_campaign=29-Oct-2026&amp;cid=DM1303052&amp;bid=1110283401\" data-cke-saved-href=\"https:\/\/www.dairyreporter.com\/Article\/2026\/10\/28\/global-milk-protein-market-forecast-to-reach-241bn-by-2033\/?utm_source=newsletter_daily&amp;utm_medium=email&amp;utm_campaign=29-Oct-2026&amp;cid=DM1303052&amp;bid=1110283401\">Acesse a mat\u00e9ria na \u00edntegra clicando aqui<\/a><\/p>\n<p>Fonte: Dairy Reporter, via MilkPoint<\/p>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>Informativo Conjuntural 1943 de 29 de outubro de 2026<\/b><\/p>\n<p>BOVINOCULTURA DE LEITE<\/p>\n<p>A bovinocultura de leite enfrenta desafios relacionados \u00e0 transi\u00e7\u00e3o das pastagens de inverno para as de ver\u00e3o, mantendo a necessidade de suplementa\u00e7\u00e3o com silagem e concentrados, o que eleva os custos de produ\u00e7\u00e3o. As chuvas frequentes e a umidade excessiva dificultam o manejo, a implanta\u00e7\u00e3o de pastagens e o controle sanit\u00e1rio, especialmente da mastite. Tamb\u00e9m persistem as dificuldades log\u00edsticas e os preju\u00edzos decorrentes de interrup\u00e7\u00f5es no fornecimento de energia el\u00e9trica.&nbsp;<\/p>\n<p>Na regi\u00e3o administrativa da Emater\/RS-Ascar de Bag\u00e9, as temperaturas amenas favoreceram o bem-estar das matrizes em lacta\u00e7\u00e3o. Entretanto, as chuvas volumosas e consecutivas provocaram ac\u00famulo de barro nas \u00e1reas de manejo, exigindo cuidados adicionais para prevenir casos de mastite e eleva\u00e7\u00e3o da Contagem Bacteriana Total (CBT). O frio e o excesso de umidade no solo tamb\u00e9m dificultam a implanta\u00e7\u00e3o das pastagens anuais de ver\u00e3o, comprometendo o planejamento forrageiro das propriedades.&nbsp;<\/p>\n<p>Na Campanha, apesar de ocorrer de forma mais tardia em compara\u00e7\u00e3o aos anos anteriores, a inclus\u00e3o de trevos na dieta das matrizes tem apresentado bons resultados na produ\u00e7\u00e3o de leite devido \u00e0 qualidade da leguminosa, combinada ao azev\u00e9m, que se encontra em final de ciclo.&nbsp;<\/p>\n<p>Na Fronteira Oeste, as precipita\u00e7\u00f5es prejudicaram a coleta do leite, e houve relatos de caminh\u00f5es atolados em diversos pontos.&nbsp;<\/p>\n<p>Na de Iju\u00ed, a produ\u00e7\u00e3o continua est\u00e1vel. Nos sistemas de confinamento, a elevada umidade da cama dos animais tem impedido a manuten\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es adequadas, e os produtores acrescentam materiais secos, pois o revolvimento n\u00e3o tem sido suficiente para reduzir a umidade. Nas cria\u00e7\u00f5es a pasto, o excesso de umidade favoreceu a ocorr\u00eancia de problemas sanit\u00e1rios e limitou o deslocamento dos animais.&nbsp;<\/p>\n<p>Na de Passo Fundo, as chuvas mais intensas e a elevada umidade do solo t\u00eam afetado o manejo dos animais em algumas propriedades, especialmente durante o per\u00edodo de transi\u00e7\u00e3o das pastagens. O escore de condi\u00e7\u00e3o corporal est\u00e1 satisfat\u00f3rio, favorecido pelo manejo alimentar, que combina pastagens, pastejo rotacionado, ra\u00e7\u00e3o e silagem. Esta \u00faltima passou a ter maior participa\u00e7\u00e3o na alimenta\u00e7\u00e3o fornecida no cocho para compensar a menor disponibilidade de pasto durante a transi\u00e7\u00e3o entre as esta\u00e7\u00f5es. O manejo sanit\u00e1rio tamb\u00e9m exigiu aten\u00e7\u00e3o devido ao maior risco de mastite ambiental e ao aumento dos casos de infesta\u00e7\u00e3o por mosca-dos-chifres.&nbsp;<\/p>\n<p>Na de Pelotas, os produtores seguem ofertando silagem e concentrados aos rebanhos para complementar a alimenta\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n<p>Em Pedras Altas, houve restabelecimento do fornecimento de energia el\u00e9trica nas principais localidades produtoras.&nbsp;<\/p>\n<p>Em Rio Grande, apesar da normaliza\u00e7\u00e3o do servi\u00e7o, os gastos com geradores durante o per\u00edodo de interrup\u00e7\u00e3o foram elevados, e os produtores t\u00eam buscado cr\u00e9dito para reconstruir estruturas danificadas pelo vendaval. Tamb\u00e9m se destaca a participa\u00e7\u00e3o de produtores em exposi\u00e7\u00f5es pecu\u00e1rias, com bons resultados nos julgamentos das ra\u00e7as Jersey e Holandesa.&nbsp;<\/p>\n<p>Na de Porto Alegre, houve leve redu\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o, relacionada ao final do ciclo das pastagens de inverno, sendo necess\u00e1rio aumentar a oferta de alimenta\u00e7\u00e3o suplementar.&nbsp;<\/p>\n<p>Na de Santa Maria, as condi\u00e7\u00f5es de acesso dos animais \u00e0s pastagens melhoraram devido \u00e0 diminui\u00e7\u00e3o da umidade do solo.&nbsp;<\/p>\n<p>Na de Santa Rosa, algumas \u00e1reas de pastagens anuais de ver\u00e3o implantadas precocemente j\u00e1 est\u00e3o sendo utilizadas pelos rebanhos. Apesar dessa melhora, algumas propriedades ainda enfrentam limita\u00e7\u00f5es na disponibilidade de volumosos devido aos baixos estoques de silagem, mantendo a depend\u00eancia de suplementos alimentares, concentrados e sais minerais. O aumento gradual da oferta de forragem tem contribu\u00eddo para a manuten\u00e7\u00e3o e, em algumas propriedades, para o incremento da produ\u00e7\u00e3o de leite. Entretanto, ainda h\u00e1 elevada umidade nas \u00e1reas de manejo, maiores custos com alimenta\u00e7\u00e3o e preocupa\u00e7\u00e3o com poss\u00edveis redu\u00e7\u00f5es no pre\u00e7o do leite.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>Fonte: Emater\/RS<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<hr>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Jogo R<\/b><\/i><strong><i>\u00e1pido<\/i><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>PREVIS\u00c3O METEOROL\u00d3GICA&nbsp;<\/b><br \/>\nNa pr\u00f3xima semana, o tempo dever\u00e1 permanecer predominantemente est\u00e1vel no Rio Grande do Sul, mas a chuva voltar\u00e1 a atingir todas as regi\u00f5es no final do per\u00edodo. Entre o s\u00e1bado (31\/10) e o domingo (01\/11), o sistema dever\u00e1 continuar se afastando, reduzindo sua influ\u00eancia sobre o territ\u00f3rio ga\u00facho. Por conseguinte, o tempo dever\u00e1 permanecer est\u00e1vel em praticamente todo o estado, sem previs\u00e3o de chuva significativa. A partir do dia 31\/10, as temperaturas dever\u00e3o apresentar eleva\u00e7\u00e3o gradual. TEND\u00caNCIA (DE 2 A 4 DE NOVEMBRO) Na segunda-feira (02\/11), o tempo dever\u00e1 permanecer est\u00e1vel em praticamente todo o territ\u00f3rio ga\u00facho, sem previs\u00e3o de chuva significativa. As temperaturas dever\u00e3o continuar em eleva\u00e7\u00e3o. Na ter\u00e7a-feira (03\/11) e na quarta-feira (04\/11), a passagem de uma nova frente fria deve provocar instabilidade em todo o Rio Grande do Sul. Dessa forma, h\u00e1 previs\u00e3o de chuva em todas as regi\u00f5es do estado. No dia 03\/11, as temperaturas ainda dever\u00e3o apresentar eleva\u00e7\u00e3o. J\u00e1 a partir de quarta-feira (04\/11), com a passagem da frente fria, as temperaturas dever\u00e3o entrar em decl\u00ednio. De forma geral, a figura mostra que os acumulados de precipita\u00e7\u00e3o devem variar entre 0 mm e 200 mm ao longo da semana.&nbsp; Fonte: SEAPI<\/i><\/p>\n<div>\n<hr>\n<p style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 30 de outubro de 2026&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 20 - N\u00b0 5.046 \"Como encurtar o tempo da inova\u00e7\u00e3o?\": setor l\u00e1cteo debate desafios regulat\u00f3rios A inova\u00e7\u00e3o na cadeia de l\u00e1cteos depende <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2026\/10\/30\/30-10-2026\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"30\/10\/2026\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":["post-20128","post","type-post","status-publish","format-standard","category-newsletter","h-entry","hentry","h-as-article"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20128","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=20128"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20128\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":20134,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20128\/revisions\/20134"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=20128"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=20128"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=20128"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}