{"id":20003,"date":"2026-10-01T19:40:36","date_gmt":"2026-10-01T19:40:36","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=20003"},"modified":"2026-10-01T19:40:36","modified_gmt":"2026-10-01T19:40:36","slug":"01-10-2026","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2026\/10\/01\/01-10-2026\/","title":{"rendered":"01\/10\/2026"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/9wC509ABF0420\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/9wC509ABF0420\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 01 de outubro de 2026&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 20 - N\u00b0 5.026<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<hr>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Tecnologia reduz custos e \u00e9 caminho da longevidade dos tambos<br \/>\n<\/b><br \/>\nA ades\u00e3o de tecnologias e projetos de inova\u00e7\u00e3o na rotina dos tambos leiteiros \u00e9 o caminho base para reduzir custos da atividade e manter as novas gera\u00e7\u00f5es conectadas com o campo. Projetos sustent\u00e1veis de reuso de materiais, ado\u00e7\u00e3o de biodigestores que convertem dejetos em energia e a gest\u00e3o de \u00e1reas verdes para assegurar o bem-estar animal s\u00e3o a\u00e7\u00f5es pr\u00e1ticas que ser\u00e3o apresentadas pelo engenheiro florestal Jackson Brilhante durante palestra no dia 15 de outubro, no Milk Summit Mercosul, em Iju\u00ed (RS).<\/p>\n<p>Coordenador do Plano ABC+,&nbsp; programa que re\u00fane oito tecnologias voltadas \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de baixa emiss\u00e3o de carbono no Rio Grande do Sul, Brilhante defende que manejos sustent\u00e1veis e mais eficientes s\u00e3o a forma de manter o campo atrativo para os filhos de produtores, garantindo assim uma sucess\u00e3o tranquila.&nbsp;<\/p>\n<p>Novidades que ganham for\u00e7a em tempos de desafios clim\u00e1ticos, aumento do custo de m\u00e3o de obra e alta concorr\u00eancia no mercado. Optar por refor\u00e7o tecnol\u00f3gico na propriedade tem sido o caminho adotado por quem decide se manter na atividade mesmo em um per\u00edodo caracterizado por alta evas\u00e3o.<\/p>\n<p>Segundo dados do Relat\u00f3rios Socioecon\u00f4micos da Cadeia Produtiva do Leite da Emater\/RS-Ascar, 55.253 fam\u00edlias deixaram de produzir leite entre 2015 e 2025, passando de 84.199 produtores para 28.946. Por outro lado, a produ\u00e7\u00e3o estadual se manteve relativamente est\u00e1vel em aproximadamente 4 bilh\u00f5es de litros\/ano, o que sinaliza que h\u00e1 menos produtores operando no Rio Grande do Sul mas com produ\u00e7\u00e3o maior por unidade.<\/p>\n<p>\u201cA cadeia produtiva do leite no Rio Grande do Sul atravessa um processo de reconfigura\u00e7\u00e3o estrutural marcado pela intensifica\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica, pela maior exposi\u00e7\u00e3o \u00e0 concorr\u00eancia externa e pelo aumento da vulnerabilidade clim\u00e1tica\u201d, diz o assistente t\u00e9cnico da Emater, Jaime Ries, que tamb\u00e9m far\u00e1 apresenta\u00e7\u00e3o de estudo de campo durante o Milk Summit.&nbsp;<\/p>\n<p>Apesar de o aumento na efici\u00eancia ser positivo, Ries menciona que manter o produtor no campo e estimular a atividade leiteira tamb\u00e9m \u00e9 uma forma de pulverizar a renda no campo e movimentar a economia de in\u00fameros munic\u00edpios.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 um processo multifatorial de transforma\u00e7\u00e3o. \u201cA perman\u00eancia na atividade n\u00e3o depende exclusivamente da estrutura produtiva ou da capacidade tecnol\u00f3gica da propriedade. Ela tamb\u00e9m est\u00e1 relacionada \u00e0 disponibilidade de pessoas e \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o da fam\u00edlia para manter uma atividade que exige trabalho cont\u00ednuo e presen\u00e7a cotidiana\u201d.<\/p>\n<p>Mas a escolha da tecnologia empregada em cada propriedade rural n\u00e3o \u00e9 receita pronta. Segundo Brilhante, a ado\u00e7\u00e3o de tecnologias precisa estar associada \u00e0s caracter\u00edsticas de cada propriedade. Medidas que podem ir da instala\u00e7\u00e3o de complexas usinas de gera\u00e7\u00e3o de energia ao simples plantio de \u00e1rvores.<\/p>\n<p>\u201cOs bovinos de leite s\u00e3o muito sens\u00edveis \u00e0s altas temperaturas. Adotar algumas linhas de eucalipto pode melhorar o conforto t\u00e9rmico, e isso interfere diretamente na produ\u00e7\u00e3o de leite\u201d, exemplifica.<\/p>\n<p>CARBONO<br \/>\nOutro assunto a ser abordado durante o Milk Summit \u00e9 a medi\u00e7\u00e3o de carbono. O Plano ABC+ RS disp\u00f5e de equipamentos capazes de avaliar gases de efeito estufa e a quantidade de carbono estabilizada no solo, permitindo realizar o balan\u00e7o de carbono das propriedades.<\/p>\n<p>Tema que, segundo Brilhante, vem ganhando destaque em um momento em que a tecnologia \u00e9 ferramenta para conciliar produ\u00e7\u00e3o e conserva\u00e7\u00e3o dos recursos naturais.<\/p>\n<p>\u201cO Plano ABC+ RS \u00e9 uma pol\u00edtica de Estado em que buscamos reduzir as emiss\u00f5es de gases de efeito estufa no setor agropecu\u00e1rio do Rio Grande do Sul, trazendo mais efici\u00eancia e resili\u00eancia para o produtor rural. Ou seja, ter tamb\u00e9m a produ\u00e7\u00e3o e a conserva\u00e7\u00e3o dos recursos naturais caminhando lado a lado\u201d, completa.<\/p>\n<p>Oito bases do Plano ABC+ RS&nbsp;<br \/>\n1. Pr\u00e1ticas de recupera\u00e7\u00e3o de pastagens degradadas<br \/>\n2. Sistemas agroflorestais<br \/>\n3. Bioinsumos<br \/>\n4. Integra\u00e7\u00e3o lavoura-pecu\u00e1ria-floresta<br \/>\n5. Florestas plantadas<br \/>\n6. Manejos de res\u00edduos da produ\u00e7\u00e3o animal&nbsp;<br \/>\n7. Sistemas irrigados<br \/>\n8. Termina\u00e7\u00e3o intensiva<\/p>\n<p>O Milk Summit Mercosul 2026 \u00e9 uma realiza\u00e7\u00e3o conjunta do Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios e Produtos Derivados do Estado do Rio Grande do Sul (Sindilat), da Secretaria da Agricultura, Pecu\u00e1ria, Produ\u00e7\u00e3o Sustent\u00e1vel e Irriga\u00e7\u00e3o do Estado do Rio Grande do Sul (Seapi), da Prefeitura Municipal de Iju\u00ed, da Emater\/RS-Ascar, Sebrae\/RS, Suport D\u2019 Leite e Impulsa Iju\u00ed.<\/p>\n<p>O evento conta com o patroc\u00ednio Diamante de Fecoagro\/RS, Italac, Lactalis, Piracanjuba e Tetra Pak; Ouro: Sicredi das Culturas RS\/MG e Sistema FIERGS; Prata: Unian\u00e1lises\/Univates; Bronze: Launer Qu\u00edmica, Santa Clara, Senar e Suifarma. Apoio Plus: Latic\u00ednios Frizzo e Apoio: Uniju\u00ed, SulPasto, VS Lunardi Gen\u00e9tica Bovina e Cogent Brasil.<\/p>\n<\/div>\n<hr>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div>\n<div>\n<div><b>IBGE: Pesquisa Pecu\u00e1ria Municipal<\/b><\/p>\n<p>O rebanho bovino diminuiu 1,7% em 2025, na compara\u00e7\u00e3o com 2024, na segunda queda anual consecutiva. A quantidade de bovinos reduziu para 234,3 milh\u00f5es de cabe\u00e7as, a menor desde 2022, quando o efetivo era de 234,9 milh\u00f5es de cabe\u00e7as.<\/p>\n<p>Leite de vaca \u00e9 recorde de produ\u00e7\u00e3o e produtividade pelo terceiro ano seguido<\/p>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o de leite de vaca cresceu pelo terceiro ano seguido, com alta de 2,7% na passagem de 2024 para 2025 e recorde de 36,7 bilh\u00f5es de litros. O resultado foi alcan\u00e7ado mesmo com a queda de 2,7% no n\u00famero de vacas ordenhadas nesse per\u00edodo. Foram 14,7 milh\u00f5es de vacas ordenhadas em 2025, a menor quantidade desde 1979 na s\u00e9rie iniciada em 1974.<\/p>\n<p>Esses dados explicam tamb\u00e9m o aumento recorde de 5,6% na produtividade, a terceira alta seguida, chegando a 2.498,7 litros de leite por vaca por ano. O resultado reflete condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas favor\u00e1veis e investimento em aprimoramento gen\u00e9tico e manejo do rebanho, aliado a um processo de otimiza\u00e7\u00e3o e reorganiza\u00e7\u00e3o da base produtiva.<\/p>\n<p>O munic\u00edpio de Castro (PR) liderou o ranking com 532,8 milh\u00f5es de litros, alta de 10,0% em rela\u00e7\u00e3o a 2024. Carambe\u00ed (PR) manteve a segunda posi\u00e7\u00e3o, com 306,8 milh\u00f5es de litros, e Patos de Minas (MG) ocupou a terceira posi\u00e7\u00e3o, com 249,2 milh\u00f5es de litros.<\/p>\n<p>A regi\u00e3o Sul liderou em produtividade e reassumiu a primeira posi\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o de leite com 12,5 bilh\u00f5es de litros, correspondendo a 34,0% da produ\u00e7\u00e3o nacional, com um crescimento de 4,4% em rela\u00e7\u00e3o a 2024. O Sudeste vem na sequ\u00eancia, com crescimento de 2,3% e 12,3 bilh\u00f5es de litros de leite, o equivalente a 33,5% do total nacional.&nbsp;<\/p>\n<p>J\u00e1 o Nordeste manteve a terceira coloca\u00e7\u00e3o, com 6,6 bilh\u00f5es de litros e um aumento de 2,7%, respondendo por 18,0% da produ\u00e7\u00e3o. O Centro-Oeste chegou a 3,6 bilh\u00f5es, queda de 1,0%, e contribuiu com 9,8% da produ\u00e7\u00e3o leiteira nacional. J\u00e1 o Norte apresentou a menor contribui\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o (4,6%), e teve aumento de 1,4%, com produ\u00e7\u00e3o de 1,7 bilh\u00e3o.<br \/>\nFonte: IBGE \/ Adaptado pelo Sindilat<\/p><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div>\n<b>Mudan\u00e7a nas contribui\u00e7\u00f5es, Medida \u00e9 v\u00e1lida para bovinos e bubalinos<\/b><\/p>\n<p>O que exatamente mudou na cobran\u00e7a do Fundesa para bovinos e b\u00fafalos?<br \/>\nA principal mudan\u00e7a \u00e9 o momento da contribui\u00e7\u00e3o. Antes, o recolhimento dos produtores era realizado apenas no momento do abate. A partir de 2026, a contribui\u00e7\u00e3o passa a ser calculada e recolhida ap\u00f3s o final do prazo da Declara\u00e7\u00e3o Anual de Rebanho, pela exist\u00eancia de animais.<\/p>\n<p>Por que o modelo de cobran\u00e7a mudou?<br \/>\nA mudan\u00e7a foi proposta pelos setores da pecu\u00e1ria de corte e leite em 2021, ap\u00f3s a retirada da vacina\u00e7\u00e3o contra a febre aftosa, para garantir um fundo mais robusto para o atendimento ao rebanho ga\u00facho. O objetivo \u00e9 tornar o sistema mais justo para todos os integrantes da cadeia. Como a contribui\u00e7\u00e3o passa a ser feita sobre o rebanho existente na propriedade, o fundo fica mais forte e distribu\u00eddo de forma justa entre todos os produtores, independentemente de terem enviado animais para o abate naquele per\u00edodo.<\/p>\n<p>O que acontece se eu n\u00e3o fizer o pagamento ou a declara\u00e7\u00e3o?<br \/>\nA Declara\u00e7\u00e3o Anual de Rebanho \u00e9 uma obriga\u00e7\u00e3o sanit\u00e1ria, exig\u00eancia do Minist\u00e9rio da Agricultura. J\u00e1 manter-se em dia com o Fundesa-RS garante que a sua propriedade esteja eleg\u00edvel para receber as indeniza\u00e7\u00f5es em caso de necessidade de sacrif\u00edcio sanit\u00e1rio e ter\u00e1 a cobertura do seguro pecu\u00e1rio relacionado \u00e0 febre aftosa..<\/p>\n<p>Quanto vou pagar?<br \/>\nO valor para bovinos e b\u00fafalos de corte ou leite \u00e9 de R$ 1,33 por animal, uma vez ao ano.<\/p>\n<p>Como foi calculado o valor do boleto?<br \/>\nO valor foi calculado com base no saldo existente no dia em que se encerrou o prazo para a Declara\u00e7\u00e3o Anual de Rebanho, neste ano, em 10 de julho.<\/p>\n<p>O valor est\u00e1 diferente do que eu declarei<br \/>\n\u00c9 que o valor \u00e9 calculado sobre a exist\u00eancia de animais ap\u00f3s o \u00faltimo dia da Declara\u00e7\u00e3o Anual de Rebanho, que neste ano teve o prazo encerrado em 10 de julho. Voc\u00ea pode consultar o saldo existente no Produtor Online ou na Inspetoria de Defesa Agropecu\u00e1ria.<\/p>\n<p>Outra possibilidade \u00e9 de os animais estarem concentrados em outro CPF cadastrado no agroneg\u00f3cio. Verifique com seus familiares se os animais existentes podem estar em outro CPF.<\/p>\n<p>O Fundesa-RS n\u00e3o \u00e9 respons\u00e1vel pelo n\u00famero de animais informado para a gera\u00e7\u00e3o dos boletos, apenas recebeu a informa\u00e7\u00e3o da Secretaria da Agricultura via Procergs.<br \/>\nSe ainda assim houver diverg\u00eancia, envie e-mail para fundesa@fundesa.net.<\/p>\n<p>Como o fortalecimento do fundo beneficia o meu bolso diretamente?<br \/>\nA maior vantagem \u00e9 a seguran\u00e7a. Se houver um surto sanit\u00e1rio, o Fundesa garante a indeniza\u00e7\u00e3o r\u00e1pida ao produtor que precisar sacrificar animais. Sem o fundo, o produtor teria que arcar com o preju\u00edzo total sozinho. Al\u00e9m disso, a sanidade controlada abre portas para que a carne ga\u00facha continue sendo valorizada e exportada.<\/p>\n<p>Onde posso emitir a guia para o pagamento?<br \/>\nSe o seu cadastro junto ao Sistema de Defesa Agropecu\u00e1ria estiver atualizado, voc\u00ea receber\u00e1 o link para a emiss\u00e3o do boleto por e-mail. O endere\u00e7o que ir\u00e1 enviar essa mensagem \u00e9 comunicados@comunicados.guiasfundesa.com.br e o CNPJ emissor do boleto deve ser 07.355.749\/0001-09.<\/p>\n<p>E se eu n\u00e3o receber o e-mail?<br \/>\nCaso n\u00e3o receba por e-mail (ou n\u00e3o utilize e-mail no dia a dia), voc\u00ea poder\u00e1 acessar o site fundesa.com.br e clicar no banner que diz \u201cEmiss\u00e3o de boletos para contribui\u00e7\u00e3o de bovinos e b\u00fafalos\u201d e digitar o seu CPF ou CNPJ que o boleto ser\u00e1 gerado automaticamente de acordo com o n\u00famero de animais existentes ap\u00f3s a Declara\u00e7\u00e3o Anual de Rebanho. Se voc\u00ea n\u00e3o tiver acesso a um computador ou telefone celular, pode procurar o Sindicato Rural, Sindicato dos Trabalhadores Rurais ou Inspetoria de Defesa Agropecu\u00e1ria da sua cidade para gerar a guia para pagamento.<\/p>\n<p>At\u00e9 quando posso pagar o boleto?<br \/>\nNeste ano, 2026, para estar em dia com o Fundesa-RS, o boleto deve ser pago at\u00e9 o dia 30 de outubro, excepcionalmente.<\/p>\n<p>Vou continuar pagando a contribui\u00e7\u00e3o no abate?<br \/>\nN\u00e3o. A partir de agora o pagamento do rebanho bovino e bubalino de corte ser\u00e1 somente uma vez ao ano, sobre o saldo de animais existentes ap\u00f3s a Declara\u00e7\u00e3o Anual de Rebanho.<\/p>\n<p>Se n\u00e3o receber o e-mail ou n\u00e3o conseguir emitir o boleto pelo site do Fundesa-RS, o que devo fazer?<br \/>\nEntre em contato com o Fundesa-RS pelo Whatsapp oficial 51 40421901 informando seu CPF ou envie e-mail para fundesa@fundesa.net.<\/p>\n<p>Sou produtor de leite. Eu tamb\u00e9m vou pagar essa taxa pela exist\u00eancia?<br \/>\nSim, os produtores de leite seguem pagando a contribui\u00e7\u00e3o sobre a produ\u00e7\u00e3o entregue ao latic\u00ednio, para serem eleg\u00edveis \u00e0 indeniza\u00e7\u00e3o por abate sanit\u00e1rio em raz\u00e3o de brucelose e tuberculose. Agora pagam tamb\u00e9m o valor por animal existente uma vez ao ano para cobertura do seguro para febre aftosa.<\/p>\n<p>Se eu n\u00e3o pagar o boleto at\u00e9 a data de vencimento, o que acontece?<br \/>\nAp\u00f3s o vencimento, sobre o valor do boleto vai incidir multa de 2% e juros de 4% ao m\u00eas.<\/p>\n<p>Minha propriedade pode ficar bloqueada pela falta de pagamento?<br \/>\nN\u00e3o, o bloqueio da propriedade pode ocorrer apenas pela falta da Declara\u00e7\u00e3o Anual de Rebanho ou de outra obriga\u00e7\u00e3o sanit\u00e1ria.<\/p>\n<p>E se eu n\u00e3o quiser pagar a taxa?<br \/>\nA contribui\u00e7\u00e3o de R$1,33 \u00e9 uma obriga\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria. Se o produtor n\u00e3o cumprir esta obriga\u00e7\u00e3o na forma de contribui\u00e7\u00e3o ao Fundesa, n\u00e3o ter\u00e1 direito, por parte do fundo, \u00e0 indeniza\u00e7\u00e3o no caso de um evento sanit\u00e1rio.<\/p>\n<p>Ao contribuir ao Fundesa, o produtor, al\u00e9m contar com seguro e indeniza\u00e7\u00e3o \u00e1gil, estar\u00e1 contribuindo para a estrutura\u00e7\u00e3o do Servi\u00e7o Veterin\u00e1rio, garantindo o apoio \u00e0 manuten\u00e7\u00e3o e avan\u00e7o do status sanit\u00e1rio do estado.<\/p>\n<p>Vale lembrar que a taxa existe desde o ano 2000 e foi condi\u00e7\u00e3o para a evolu\u00e7\u00e3o de status sanit\u00e1rio do rebanho ga\u00facho. A partir de 2005, o produtor passou a poder optar pelo Fundesa e sua gest\u00e3o privada, com a aplica\u00e7\u00e3o dos recursos somente para as atividades das cadeias produtivas e o fortalecimento da defesa sanit\u00e1ria animal. Fonte: FUNDESA&nbsp;<\/p><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<hr>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Jogo R<\/b><\/i><strong><i>\u00e1pido<\/i><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><i><b>LEITE\/CEPEA: Leite ao produtor fica est\u00e1vel em agosto; para setembro, oferta maior deve pressionar valores<\/b><br \/>\nCepea, 30\/09\/2026 \u2013 Pesquisas do Cepea (Centro de Estudos Avan\u00e7ados em Economia Aplicada), da Esalq\/USP, mostram que o pre\u00e7o m\u00e9dio do leite cru captado por latic\u00ednios ficou praticamente est\u00e1vel em agosto. Na \u201cM\u00e9dia Brasil\u201d l\u00edquida, o pre\u00e7o alcan\u00e7ou R$ 2,8869\/litro, altas de 0,7% frente a julho\/26 e de 9,18% em rela\u00e7\u00e3o a agosto\/25, em termos reais (os valores foram deflacionados pelo IPCA de agosto\/26). A estabilidade ocorreu mesmo diante do avan\u00e7o da oferta em algumas regi\u00f5es. O ICAP-L (\u00cdndice de Capta\u00e7\u00e3o de Leite) cresceu 3,86% de julho para agosto na \u201cM\u00e9dia Brasil\u201d, evidenciando que a produ\u00e7\u00e3o vem se recuperando, especialmente no Sul do Pa\u00eds. Por outro lado, a sustenta\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os de alguns derivados e a demanda ainda relativamente firme limitaram movimentos mais intensos de baixa no per\u00edodo. Ap\u00f3s dois meses de relativa estabilidade, os custos de produ\u00e7\u00e3o da pecu\u00e1ria leiteira voltaram a subir em agosto. O Custo Operacional Efetivo (COE) avan\u00e7ou 0,63% na \u201cM\u00e9dia Brasil\u201d, refletindo, principalmente, o encarecimento dos insumos utilizados na alimenta\u00e7\u00e3o do rebanho. As valoriza\u00e7\u00f5es do milho e da soja no m\u00eas anterior foram repassadas aos concentrados, que subiram 1,2% em agosto. <b><u><a href=\"https:\/\/www.cepea.org.br\/br\/releases\/leite-cepea-leite-ao-produtor-fica-estavel-em-agosto-para-setembro-oferta-maior-deve-pressionar-valores.aspx\" data-cke-saved-href=\"https:\/\/www.cepea.org.br\/br\/releases\/leite-cepea-leite-ao-produtor-fica-estavel-em-agosto-para-setembro-oferta-maior-deve-pressionar-valores.aspx\">Clique aqui e acesse a mat\u00e9ria na \u00edntegra<\/a>&nbsp;<br \/>\n<\/u><\/b><\/i><b><i><u><\/u><\/i><\/b>Fonte: CEPEA \/ Adaptado pelo Sindilat<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>\n<hr>\n<p style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 01 de outubro de 2026&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 20 - N\u00b0 5.026 Tecnologia reduz custos e \u00e9 caminho da longevidade dos tambos A ades\u00e3o de tecnologias e projetos de inova\u00e7\u00e3o <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2026\/10\/01\/01-10-2026\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"01\/10\/2026\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":["post-20003","post","type-post","status-publish","format-standard","category-newsletter","h-entry","hentry","h-as-article"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20003","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=20003"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20003\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":20006,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20003\/revisions\/20006"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=20003"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=20003"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=20003"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}