{"id":19997,"date":"2026-09-30T17:00:04","date_gmt":"2026-09-30T17:00:04","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=19997"},"modified":"2026-10-01T19:28:56","modified_gmt":"2026-10-01T19:28:56","slug":"19997","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2026\/09\/30\/19997\/","title":{"rendered":"30\/09\/2026"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/9wC509ABF0420\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/9wC509ABF0420\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 30 de setembro de 2026&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 20 - N\u00b0 5.025<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<hr>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>ANTT reajusta tabela do frete m\u00ednimo com diesel a R$ 7,33; novos valores valem a partir de quarta-feira<\/b><\/p>\n<p>Nova tabela entra em vigor em 30 de setembro e altera o valor m\u00ednimo que deve ser pago aos caminhoneiros, conforme o tipo de carga, a dist\u00e2ncia percorrida, o n\u00famero de eixos e a modalidade de contrata\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A Ag\u00eancia Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) reajustou os valores da tabela de pisos m\u00ednimos de frete do transporte rodovi\u00e1rio de cargas. A medida consta da Portaria SUROC n\u00ba 22, de 28 de setembro de 2026, publicada em edi\u00e7\u00e3o extraordin\u00e1ria do Di\u00e1rio Oficial da Uni\u00e3o desta ter\u00e7a-feira (29).<\/p>\n<p>Os novos valores entram em vigor nesta quarta-feira, 30 de setembro, e devem ser considerados nas opera\u00e7\u00f5es de transporte sujeitas \u00e0 tabela de frete m\u00ednimo.<\/p>\n<p>A atualiza\u00e7\u00e3o utiliza o pre\u00e7o m\u00e9dio nacional do diesel S10 de R$ 7,33 por litro, registrado pela Ag\u00eancia Nacional do Petr\u00f3leo, G\u00e1s Natural e Biocombust\u00edveis (ANP) entre 20 e 26 de setembro.<\/p>\n<p>O novo pre\u00e7o de refer\u00eancia substitui o valor de R$ 6,97 utilizado na atualiza\u00e7\u00e3o de julho. A mudan\u00e7a afeta os coeficientes empregados no c\u00e1lculo do valor m\u00ednimo de transporte, conforme as caracter\u00edsticas de cada viagem.<\/p>\n<p>O que muda para os transportadores e caminhoneiros?<br \/>\nNa pr\u00e1tica, os transportadores precisam consultar os novos valores antes de contratar viagens abrangidas pela tabela.<\/p>\n<p>A ANTT atualizou os coeficientes de quatro modalidades de transporte:<\/p>\n<p>Tabela A: transporte de carga lota\u00e7\u00e3o com contrata\u00e7\u00e3o do caminh\u00e3o completo ou da composi\u00e7\u00e3o veicular.=<\/p>\n<p>Tabela B: transporte de carga lota\u00e7\u00e3o com contrata\u00e7\u00e3o somente do cavalo-mec\u00e2nico.<\/p>\n<p>Tabela C: opera\u00e7\u00f5es de carga lota\u00e7\u00e3o de alto desempenho com contrata\u00e7\u00e3o do ve\u00edculo completo.<br \/>\nTabela D: opera\u00e7\u00f5es de alto desempenho com contrata\u00e7\u00e3o apenas do cavalo-mec\u00e2nico.<\/p>\n<p>Os valores variam conforme o tipo de carga, o n\u00famero de eixos carregados e a modalidade de contrata\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O reajuste contempla diferentes mercadorias, incluindo cargas gerais, frigorificadas, conteinerizadas, gran\u00e9is s\u00f3lidos e l\u00edquidos, produtos perigosos e cargas a granel pressurizadas.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: Setcesp \/ <a href=\"https:\/\/pesquisa.in.gov.br\/imprensa\/jsp\/visualiza\/index.jsp?jornal=600&amp;pagina=1&amp;data=29\/09\/2026&amp;totalArquivos=3\" data-cke-saved-href=\"https:\/\/pesquisa.in.gov.br\/imprensa\/jsp\/visualiza\/index.jsp?jornal=600&amp;pagina=1&amp;data=29\/09\/2026&amp;totalArquivos=3\">Leia na \u00edntegra<\/a><\/p>\n<\/div>\n<hr>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div>\n<div>\n<p><b>'Rob\u00f4s queijeiros' viram, limpam e cuidam de queijos no RS<\/b><\/p>\n<p>(Ao mesmo tempo que mant\u00e9m a tradi\u00e7\u00e3o da receita italiana, a RAR Gastronomia, unidade de neg\u00f3cios da RAR Agro &amp; Ind\u00fastria, de Vacaria (RS), usa rob\u00f4s importados da It\u00e1lia para padronizar a produ\u00e7\u00e3o dos queijos tipo Grana. Em atividade desde 1999, os \u201crob\u00f4s queijeiros\u201d aut\u00f4nomos trabalham nas c\u00e2maras de matura\u00e7\u00e3o ao lado dos funcion\u00e1rios e realizam a movimenta\u00e7\u00e3o e a limpeza das 32 mil formas durante o processo.<\/p>\n<p>De acordo com Angelo Sartor, CEO da RAR Agro &amp; Ind\u00fastria, as m\u00e1quinas auxiliam uma vez que cada pe\u00e7a sai da f\u00e1brica pesando 40 quilos e, ao longo desse per\u00edodo, perde peso com a redu\u00e7\u00e3o da umidade. Al\u00e9m disso, atuam no processo de padroniza\u00e7\u00e3o dos produtos.<\/p>\n<p>Da tradi\u00e7\u00e3o italiana \u00e0s prateleiras do Rio Grande do Sul<br \/>\nSartor conta que, assim como o modo de produ\u00e7\u00e3o, os equipamentos tamb\u00e9m vieram da It\u00e1lia. Quando o projeto come\u00e7ou em Vacaria, no Rio Grande do Sul, n\u00e3o havia leite com as caracter\u00edsticas necess\u00e1rias para fabricar o produto nem uma estrutura capaz de reproduzir o padr\u00e3o de produ\u00e7\u00e3o italiano.<\/p>\n<p>\u201cFoi uma quest\u00e3o de empreendedorismo do Raul Randon. Algu\u00e9m o convenceu de que poderia produzir um Grana Padano, o primeiro produzido fora da It\u00e1lia, aqui em Vacaria\u201d, conta o CEO.<\/p>\n<p>Por quest\u00f5es de denomina\u00e7\u00e3o de origem, Sartor explica que o produto brasileiro n\u00e3o pode usar o mesmo nome do italiano e, por isso, recebeu a denomina\u00e7\u00e3o de \u201cqueijo tipo Grana\u201d. Segundo ele, desde o in\u00edcio, o processo buscou reproduzir as caracter\u00edsticas do produto italiano.<\/p>\n<p>Para viabilizar a produ\u00e7\u00e3o, Randon precisou come\u00e7ar pela cria\u00e7\u00e3o do gado. Ele viajou at\u00e9 Ohio, nos Estados Unidos, e trouxe dois avi\u00f5es de vacas prenhas para o Rio Grande do Sul. A partir da\u00ed, tamb\u00e9m foi necess\u00e1rio estruturar a alimenta\u00e7\u00e3o dos animais que, para esse tipo de queijo, n\u00e3o pode incluir pasto verde, j\u00e1 que isso alteraria as caracter\u00edsticas do produto.<\/p>\n<p>A alimenta\u00e7\u00e3o precisa permanecer igual ao longo de todo o ano para garantir a padroniza\u00e7\u00e3o do queijo. Segundo Sartor, isso permite que uma forma produzida em janeiro tenha as mesmas caracter\u00edsticas de outra fabricada em junho ou setembro, inclusive na colora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Para isso, foram constru\u00eddos galp\u00f5es de confinamento, al\u00e9m da estrutura de ordenha e do pr\u00f3prio latic\u00ednio. Como esse modelo de produ\u00e7\u00e3o ainda n\u00e3o existia no Brasil, os equipamentos necess\u00e1rios tamb\u00e9m seguiram o padr\u00e3o utilizado na It\u00e1lia.<\/p>\n<p>O rob\u00f4 na miss\u00e3o de padronizar a produ\u00e7\u00e3o<br \/>\nSartor explica que os rob\u00f4s queijeiros fazem parte do processo desde o in\u00edcio da produ\u00e7\u00e3o do queijo tipo Grana no Brasil. A tecnologia ajuda a n\u00e3o s\u00f3 manter o padr\u00e3o de fabrica\u00e7\u00e3o, mas tamb\u00e9m a qualidade inspirado no modelo italiano.<\/p>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o ocorre diariamente. Como o queijo \u00e9 feito com leite cru, o CEO explica que o leite n\u00e3o pode ser armazenado nem pasteurizado antes da fabrica\u00e7\u00e3o. Por isso, a produ\u00e7\u00e3o acompanha diariamente a disponibilidade do leite.<\/p>\n<p>A matura\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m exige cuidados espec\u00edficos. As formas ficam apoiadas em prateleiras de madeira de pinho ou arauc\u00e1ria, que n\u00e3o podem ter n\u00f3s para n\u00e3o marcar o queijo. As pe\u00e7as permanecem nessa posi\u00e7\u00e3o durante, no m\u00ednimo, 12 meses, e a madeira faz parte dos detalhes do processo de fabrica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Ao todo, sete rob\u00f4s atuam na movimenta\u00e7\u00e3o e na manuten\u00e7\u00e3o das formas. Dois colocam os queijos nas prateleiras, enquanto os outros cinco retiram as pe\u00e7as para realizar o processo de manuten\u00e7\u00e3o. Os equipamentos escovam tanto o queijo quanto a t\u00e1bua onde ele est\u00e1 apoiado e, em seguida, viram a forma antes de recoloc\u00e1-la na prateleira.<\/p>\n<p>A frequ\u00eancia das viradas varia conforme o est\u00e1gio de matura\u00e7\u00e3o. At\u00e9 o quarto m\u00eas, os queijos passam pelo processo praticamente uma vez por semana. Entre o quarto e o oitavo m\u00eas, a frequ\u00eancia cai para cerca de duas vezes por semana. A partir do oitavo m\u00eas, as viradas ocorrem aproximadamente a cada 20 dias.<br \/>\nSartor conta ainda que cada rob\u00f4 dos modelos mais novos consegue virar duas formas ao mesmo tempo.<\/p>\n<p>\u201cAntigamente, quando iniciamos os rob\u00f4s, cada um virava um queijo. Agora, o mesmo vira, ao mesmo tempo, dois queijos. Ele pega um na prateleira de cima e outro de baixo\u201d, afirma<br \/>\nNo ritmo da produ\u00e7\u00e3o, o executivo estima cerca de 1,5 milh\u00e3o de viradas de queijo por ano. \u201cEnt\u00e3o, um rob\u00f4 faz o trabalho de dois. A pr\u00f3pria tecnologia vai evoluindo e dando mais agilidade ao processo\u201d, diz.<\/p>\n<p>A legisla\u00e7\u00e3o brasileira e a manuten\u00e7\u00e3o<br \/>\nAl\u00e9m da padroniza\u00e7\u00e3o, Sartor afirma que os rob\u00f4s tamb\u00e9m ajudam a atender \u00e0s exig\u00eancias da legisla\u00e7\u00e3o de ergonomia. As prateleiras que armazenam os queijos s\u00e3o altas, enquanto cada forma rec\u00e9m-produzida pesa cerca de 40 quilos. Com a perda de umidade durante a matura\u00e7\u00e3o, o peso chega a aproximadamente 35 quilos.<\/p>\n<p>\u201cO trabalhador tem limita\u00e7\u00f5es de carga. No caso do homem, s\u00e3o 23 quilos que um homem pode carregar. Ent\u00e3o, o rob\u00f4 faz esse papel, que \u00e9 fundamental at\u00e9 para atender \u00e0 legisla\u00e7\u00e3o trabalhista que n\u00f3s temos hoje, dentro do Minist\u00e9rio do Trabalho\u201d, explica<br \/>\nAs m\u00e1quinas mais antigas continuam em funcionamento, embora apresentem produtividade menor em compara\u00e7\u00e3o com os modelos novos. Segundo o CEO, a manuten\u00e7\u00e3o e as adapta\u00e7\u00f5es permitem preservar a performance de cada equipamento dentro das limita\u00e7\u00f5es de seu modelo.<\/p>\n<p>Parte das adapta\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m ocorreu para atender \u00e0s exig\u00eancias da legisla\u00e7\u00e3o trabalhista brasileira. Sartor afirma que, em algumas atividades, as regras no Brasil s\u00e3o mais rigorosas do que na Europa. Segundo ele, isso aumenta a prote\u00e7\u00e3o e a seguran\u00e7a dos trabalhadores.<\/p>\n<p>Enquanto as m\u00e1quinas mais antigas conseguem virar uma forma de queijo por vez, os equipamentos novos s\u00e3o capazes de movimentar duas simultaneamente, o que aumenta a agilidade do processo.<\/p>\n<p>A expectativa, segundo Sartor, \u00e9 que novos modelos sejam desenvolvidos no futuro com capacidade para virar tr\u00eas formas ao mesmo tempo, ampliando a agilidade da produ\u00e7\u00e3o.<br \/>\nFonte: Globo Rural<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div><b>Uruguai vincula cota de carne a conflito sobre leite em p\u00f3 no Brasil<\/b>O conflito em torno das exporta\u00e7\u00f5es de leite em p\u00f3 do Uruguai para o Brasil ganhou um novo elemento, desta vez ligado ao com\u00e9rcio de carne bovina com a China.<\/p>\n<p>O secret\u00e1rio da Presid\u00eancia do Uruguai, Alejandro S\u00e1nchez, afirmou que a disposi\u00e7\u00e3o do pa\u00eds em permitir que o Brasil gerencie o acesso a parte do volume da cota de carne uruguaia que, de outra forma, ficaria sem uso, pode ser comparada \u00e0 interven\u00e7\u00e3o pol\u00edtica do Brasil durante o processo antidumping sobre produtos l\u00e1cteos.<\/p>\n<p>A explica\u00e7\u00e3o gerou debate no Uruguai, enquanto o procedimento comercial relativo ao leite em p\u00f3 permanece em aberto no Brasil.<\/p>\n<p>O que o leite em p\u00f3 tem a ver com a quota de carne?<br \/>\nA China concedeu ao Uruguai uma quota de 324.000 toneladas de carne bovina para 2026 , com acesso sob condi\u00e7\u00f5es tarif\u00e1rias preferenciais.<\/p>\n<p>O governo uruguaio acredita que a ind\u00fastria n\u00e3o conseguir\u00e1 concluir esse volume antes do final do ano. Brasil e Austr\u00e1lia manifestaram interesse em utilizar parte do restante da oferta.<\/p>\n<p>S\u00e1nchez apresentou a disposi\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o ao Brasil como um gesto dentro da rela\u00e7\u00e3o bilateral e a relacionou \u00e0s a\u00e7\u00f5es do governo de Luiz In\u00e1cio Lula da Silva durante o conflito sobre as importa\u00e7\u00f5es brasileiras de leite em p\u00f3.<\/p>\n<p>No entanto, o Uruguai n\u00e3o pode transferir essa cota unilateralmente . Qualquer realoca\u00e7\u00e3o depende de uma decis\u00e3o do Minist\u00e9rio do Com\u00e9rcio da China, e nenhuma autoriza\u00e7\u00e3o final foi concedida at\u00e9 o momento.<\/p>\n<p>O Brasil estabeleceu taxas antidumping, mas n\u00e3o as est\u00e1 cobrando.<br \/>\nO precedente no setor l\u00e1cteo come\u00e7ou com uma investiga\u00e7\u00e3o brasileira sobre a importa\u00e7\u00e3o de leite em p\u00f3 do Uruguai e da Argentina.<\/p>\n<p>A Resolu\u00e7\u00e3o n\u00ba 907 da Gecex, publicada em junho, estabeleceu direitos antidumping definitivos sobre certas importa\u00e7\u00f5es de leite em p\u00f3 integral e desnatado de ambos os pa\u00edses.<\/p>\n<p>Para a Conaprole, o Brasil fixou uma taxa de US$ 613,32 por tonelada . Para outras empresas uruguaias, os valores estabelecidos foram diferentes.<\/p>\n<p>A mesma resolu\u00e7\u00e3o, no entanto, ordenou a suspens\u00e3o imediata da aplica\u00e7\u00e3o desses direitos por raz\u00f5es de interesse p\u00fablico , pelo que n\u00e3o est\u00e3o atualmente a ser cobrados.<\/p>\n<p>O Brasil mant\u00e9m um processo aberto de avalia\u00e7\u00e3o do interesse p\u00fablico antes de adotar uma defini\u00e7\u00e3o mais precisa.<\/p>\n<p>O Uruguai questiona a investiga\u00e7\u00e3o brasileira.<br \/>\nA exist\u00eancia de uma determina\u00e7\u00e3o antidumping brasileira n\u00e3o significa que o Uruguai a aceite.<\/p>\n<p>Na \u00faltima reuni\u00e3o do Grupo do Mercado Comum do Mercosul, Uruguai e Argentina questionaram tanto a magnitude dos direitos estabelecidos quanto aspectos do procedimento utilizado pelo Brasil.<\/p>\n<p>A Conaprole tamb\u00e9m sustentou que a investiga\u00e7\u00e3o foi irregular e levantou obje\u00e7\u00f5es quanto \u00e0 sua compatibilidade com as normas do com\u00e9rcio internacional. Esses s\u00e3o argumentos das partes uruguaias , enquanto a autoridade brasileira mant\u00e9m formalmente a resolu\u00e7\u00e3o que estabeleceu as tarifas, embora sua aplica\u00e7\u00e3o esteja suspensa.<\/p>\n<p>Portanto, n\u00e3o se pode afirmar com certeza que o Uruguai pratica dumping, mas tamb\u00e9m n\u00e3o se pode afirmar que a investiga\u00e7\u00e3o tenha conclu\u00eddo o contr\u00e1rio.<\/p>\n<p>O debate que agora transcende os setores da carne e dos latic\u00ednios.<br \/>\nA coluna publicada pelo jornal Todo El Campo questionou a vincula\u00e7\u00e3o feita pelo governo entre os dois assuntos e argumentou que a competitividade da pecu\u00e1ria leiteira uruguaia se deve \u00e0 sua efici\u00eancia produtiva.<\/p>\n<p>O governo, por outro lado, apresentou a poss\u00edvel disponibilidade da cota de carne como parte de uma l\u00f3gica de coopera\u00e7\u00e3o com o Brasil.<\/p>\n<p>A discuss\u00e3o surge num momento em que a quota chinesa permanece sem uma realoca\u00e7\u00e3o aprovada e o processo antidumping sobre o leite em p\u00f3 tamb\u00e9m n\u00e3o foi encerrado .<\/p>\n<p>Para a ind\u00fastria de latic\u00ednios uruguaia, a quest\u00e3o central continua sendo o Brasil: embora a aplica\u00e7\u00e3o da Resolu\u00e7\u00e3o 907 permane\u00e7a suspensa, as exporta\u00e7\u00f5es podem continuar sem a cobran\u00e7a de tarifas adicionais, mas persiste a incerteza quanto \u00e0s futuras condi\u00e7\u00f5es comerciais.<\/p>\n<p>Fonte: Todo El Campo tradu\u00e7\u00e3o livre Sindilat\/RS<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<hr>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Jogo R<\/b><\/i><strong><i>\u00e1pido<\/i><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><em><b>SOJA\/CEPEA: Menor oferta mant\u00e9m pre\u00e7os firmes no mercado interno<\/b><\/em><br \/>\n<em>Cepea, 28\/09\/2026 \u2013 Os pre\u00e7os da soja seguem firmes no mercado brasileiro, sustentados pela menor oferta. Segundo o Cepea, produtores est\u00e3o resistentes a negociar grandes volumes tanto para entrega imediata, remanescentes da safra 2025\/26, quanto para contratos a termo da temporada 2026\/27. Pesquisadores do Cepea destacam que, al\u00e9m disso, preocupa\u00e7\u00f5es quanto ao clima e aos poss\u00edveis impactos do El Ni\u00f1o no desenvolvimento da nova safra e a valoriza\u00e7\u00e3o do d\u00f3lar frente ao Real tamb\u00e9m sustentaram os valores. No cen\u00e1rio internacional, de acordo com o Cepea, especula\u00e7\u00f5es sobre acordos entre a China e os Estados Unidos elevaram as cota\u00e7\u00f5es da soja nos \u00faltimos dias, e a valoriza\u00e7\u00e3o do farelo tamb\u00e9m contribuiu para dar suporte \u00e0 oleaginosa. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)<\/em><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>\n<hr>\n<p style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 30 de setembro de 2026&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 20 - N\u00b0 5.025 ANTT reajusta tabela do frete m\u00ednimo com diesel a R$ 7,33; novos valores valem a partir de quarta-feira Nova tabela <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2026\/09\/30\/19997\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"30\/09\/2026\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":["post-19997","post","type-post","status-publish","format-standard","category-newsletter","h-entry","hentry","h-as-article"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19997","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=19997"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19997\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":20004,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19997\/revisions\/20004"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=19997"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=19997"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=19997"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}