{"id":19949,"date":"2026-09-21T17:00:50","date_gmt":"2026-09-21T17:00:50","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=19949"},"modified":"2026-09-21T19:23:00","modified_gmt":"2026-09-21T19:23:00","slug":"21-09-2026","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2026\/09\/21\/21-09-2026\/","title":{"rendered":"21\/09\/2026"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/9wC509ABF0420\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/9wC509ABF0420\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 21 de setembro de 2026&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 20 - N\u00b0 5.018<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<hr>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Alerta no campo: como novas chuvas podem afetar a produ\u00e7\u00e3o de leite no Rio Grande do Sul<\/b><\/p>\n<p>Novas tempestades amea\u00e7am agravar o excesso de umidade no solo, dificultando o manejo, o acesso \u00e0s pastagens e aumentando riscos sanit\u00e1rios no rebanho.<\/p>\n<p>A previs\u00e3o de uma onda de tempestades no Rio Grande do Sul nesta semana pode agravar a situa\u00e7\u00e3o nas \u00e1reas rurais que j\u00e1 apresentam excesso de umidade e forma\u00e7\u00e3o de barro. O \u00faltimo Informativo Conjuntural, divulgado pela Emater\/RS-Ascar na \u00faltima semana, indicou que h\u00e1 dificuldades para o acesso \u00e0s pastagens na bovinocultura de leite, al\u00e9m do aumento dos riscos de mastite e de doen\u00e7as no casco em determinadas regi\u00f5es.<\/p>\n<p>Em algumas propriedades da regi\u00e3o de Santa Rosa, o excesso de umidade das semanas anteriores ocasionou danos pontuais por pisoteio e dificultou o manejo, mas n\u00e3o comprometeu a alimenta\u00e7\u00e3o dos animais. Segundo a Emater\/RS-Ascar, os produtores seguem realizando suplementa\u00e7\u00e3o alimentar com silagem e concentrados, especialmente para vacas em pico de lacta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O informativo mostrou pequena redu\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o de leite nos sistemas de produ\u00e7\u00e3o a pasto na regi\u00e3o de Iju\u00ed. J\u00e1 nos sistemas confinados, n\u00e3o houve altera\u00e7\u00f5es. Nos sistemas estabulados, persiste a dificuldade para reduzir a umidade da cama dos animais, embora o conforto t\u00e9rmico esteja satisfat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Por outro lado, a redu\u00e7\u00e3o do encharcamento em algumas \u00e1reas t\u00eam favorecido a movimenta\u00e7\u00e3o dos animais e o acesso \u00e0s forrageiras. Na regi\u00e3o de Bag\u00e9, por exemplo, as vacas alimentadas em campo nativo apresentam recupera\u00e7\u00e3o da condi\u00e7\u00e3o corporal. Esse cen\u00e1rio marca o retorno dos produtores sazonais \u00e0 atividade e o aumento da produ\u00e7\u00e3o dos que efetuam a entrega de leite durante todo o ano, mas n\u00e3o realizam investimentos significativos em pastagens de inverno ou na suplementa\u00e7\u00e3o com fenos e silagens. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Correio do Povo)<\/p>\n<\/div>\n<hr>\n<p class=\"selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6\" style=\"text-align: justify;\"><b>Argentina e Uruguai ampliam espa\u00e7o e j\u00e1 concentram 4,3% do com\u00e9rcio mundial de l\u00e1cteos<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O mapa do com\u00e9rcio mundial de l\u00e1cteos est\u00e1 mudando, e Argentina e Uruguai est\u00e3o entre os pa\u00edses que ganharam participa\u00e7\u00e3o nos \u00faltimos anos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O mapa do com\u00e9rcio mundial de l\u00e1cteos est\u00e1 mudando, e Argentina e Uruguai est\u00e3o entre os pa\u00edses que ganharam participa\u00e7\u00e3o nos \u00faltimos anos. Juntos, os dois passaram de representar cerca de 3% do mercado mundial de l\u00e1cteos em 2017 para 4,3% em 2025, segundo o World Dairy Map 2026, elaborado pelo RaboResearch.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O avan\u00e7o ocorreu dentro de um mercado que tamb\u00e9m se expandiu. O com\u00e9rcio internacional passou de 91,1 milh\u00f5es de toneladas equivalentes de leite l\u00edquido em 2017 para 101,2 milh\u00f5es em 2025, um crescimento acumulado de 11%.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por tr\u00e1s dessa expans\u00e3o, por\u00e9m, tamb\u00e9m houve uma redistribui\u00e7\u00e3o entre os principais exportadores. Enquanto Estados Unidos, Argentina e Uruguai ganharam espa\u00e7o, a Uni\u00e3o Europeia reduziu sua participa\u00e7\u00e3o. Ao mesmo tempo, a China perdeu parte do protagonismo que havia alcan\u00e7ado como grande impulsionadora da demanda mundial.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Argentina e Uruguai passam de 3% para 4,3%<br \/>\nO crescimento sul-americano \u00e9 especialmente significativo porque ocorreu enquanto alguns dos grandes participantes tradicionais encontraram maiores limita\u00e7\u00f5es para expandir sua produ\u00e7\u00e3o. A Uni\u00e3o Europeia continua sendo o principal bloco exportador, com 27,5 milh\u00f5es de toneladas equivalentes de leite comercializadas em 2025, excluindo o com\u00e9rcio entre os pr\u00f3prios pa\u00edses-membros. Sua participa\u00e7\u00e3o mundial, no entanto, caiu de 30% em 2017 para 27% em 2025.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Nova Zel\u00e2ndia continua sendo o maior exportador quando considerados pa\u00edses individualmente, respondendo por cerca de 22% do com\u00e9rcio global. Os Estados Unidos tamb\u00e9m avan\u00e7aram de forma significativa: sua participa\u00e7\u00e3o aumentou de 11,3% para 13,5%. Atr\u00e1s desses gigantes aparece o crescimento dos exportadores do Mercosul. Argentina e Uruguai elevaram conjuntamente sua participa\u00e7\u00e3o em 1,3 ponto percentual em oito anos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Queijo se torna o grande motor do com\u00e9rcio<br \/>\nNem todos os produtos l\u00e1cteos tiveram o mesmo desempenho nesse per\u00edodo. O grande destaque foi o queijo, cujo com\u00e9rcio mundial aumentou aproximadamente 40% desde 2017, alcan\u00e7ando 8,96 milh\u00f5es de toneladas em 2025.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Argentina aparece novamente entre os pa\u00edses que mais avan\u00e7aram. Segundo o RaboResearch, Argentina e Estados Unidos duplicaram suas exporta\u00e7\u00f5es de queijo desde 2017. A tend\u00eancia tamb\u00e9m revela uma transforma\u00e7\u00e3o nas estrat\u00e9gias da ind\u00fastria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Uni\u00e3o Europeia, por exemplo, aumentou sua produ\u00e7\u00e3o de leite em apenas 5% desde 2017, mas ampliou em 9% a fabrica\u00e7\u00e3o de queijo e em 12% as exporta\u00e7\u00f5es do produto. O movimento reflete uma orienta\u00e7\u00e3o crescente para produtos de maior valor agregado, em compara\u00e7\u00e3o com categorias mais tradicionais, como os leites em p\u00f3.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Menos leite em p\u00f3 integral europeu abre espa\u00e7o para outros exportadores<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No mercado de leite em p\u00f3 integral, o comportamento foi diferente. A Nova Zel\u00e2ndia mant\u00e9m uma posi\u00e7\u00e3o dominante, com aproximadamente 53% do mercado mundial. A Europa, por outro lado, reduziu suas exporta\u00e7\u00f5es do produto em mais de 50% desde 2017, passando de cerca de 387 mil para 172 mil toneladas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Parte do leite europeu foi direcionada para a fabrica\u00e7\u00e3o de queijo, manteiga e outros produtos, enquanto Argentina e Reino Unido ocuparam parte do espa\u00e7o deixado pela redu\u00e7\u00e3o das exporta\u00e7\u00f5es europeias. No leite em p\u00f3 desnatado, o crescimento mundial foi bem mais moderado, com avan\u00e7o de apenas 0,5% em 2025.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">China perde participa\u00e7\u00e3o e exportadores buscam novos compradores<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outra grande transforma\u00e7\u00e3o est\u00e1 acontecendo do lado da demanda. A China continua sendo a maior importadora mundial de produtos l\u00e1cteos, mas suas compras se afastaram dos n\u00edveis m\u00e1ximos registrados em 2021. O RaboResearch associa parte dessa redu\u00e7\u00e3o ao crescimento da produ\u00e7\u00e3o dom\u00e9stica chinesa, que diminuiu a necessidade de importa\u00e7\u00e3o de determinadas categorias de l\u00e1cteos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Essa mudan\u00e7a est\u00e1 levando os grandes exportadores a diversificar seus mercados. Oriente M\u00e9dio e Sudeste Asi\u00e1tico aparecem entre as regi\u00f5es que ganham import\u00e2ncia, enquanto o Brasil tamb\u00e9m aumentou significativamente suas compras.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As importa\u00e7\u00f5es brasileiras passaram de 1,3 milh\u00e3o para 2,3 milh\u00f5es de toneladas equivalentes de leite desde 2022, impulsionadas principalmente por queijos e leites em p\u00f3. Para Argentina e Uruguai, a evolu\u00e7\u00e3o das compras brasileiras \u00e9 especialmente relevante devido \u00e0 proximidade geogr\u00e1fica e \u00e0 import\u00e2ncia hist\u00f3rica do Brasil como destino das exporta\u00e7\u00f5es da regi\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Argentina aparece entre os pa\u00edses com maior potencial de expans\u00e3o<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um dos pontos de destaque do World Dairy Map 2026 est\u00e1 nas perspectivas para a oferta mundial. O RaboResearch considera que Estados Unidos e Argentina est\u00e3o entre os pa\u00edses melhor posicionados para ampliar a produ\u00e7\u00e3o destinada ao mercado internacional nos pr\u00f3ximos anos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Europa enfrenta maiores restri\u00e7\u00f5es regulat\u00f3rias, uma popula\u00e7\u00e3o de produtores envelhecida e n\u00edveis de produtividade que j\u00e1 est\u00e3o entre os mais elevados do mundo. A Argentina, por sua vez, vem apresentando recupera\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Depois de uma queda acumulada de 8% entre 2022 e 2024, a produ\u00e7\u00e3o argentina cresceu 10% em 2025 e mais 7% na compara\u00e7\u00e3o anual durante o primeiro trimestre de 2026, segundo os dados reunidos pelo RaboResearch. O relat\u00f3rio considera que o contexto para a atividade se tornou mais favor\u00e1vel, embora tamb\u00e9m destaque a volatilidade do cen\u00e1rio pol\u00edtico e econ\u00f4mico argentino.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Estados Unidos tamb\u00e9m aceleram<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outro pa\u00eds apontado como candidato a ampliar significativamente a oferta mundial s\u00e3o os Estados Unidos. O pa\u00eds possui um rebanho leiteiro de 9,65 milh\u00f5es de cabe\u00e7as, custos competitivos e uma forte expans\u00e3o da infraestrutura industrial.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Somente em 2025, sua capacidade de processamento de queijo aumentou aproximadamente 6%. Os Estados Unidos tamb\u00e9m ganharam participa\u00e7\u00e3o no mercado de manteiga. As exporta\u00e7\u00f5es praticamente triplicaram, passando de cerca de 45 mil para 123 mil toneladas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um com\u00e9rcio mundial de l\u00e1cteos em redistribui\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os dados mostram um mercado internacional que continua crescendo, mas com motores diferentes daqueles observados h\u00e1 uma d\u00e9cada. A Europa permanece determinante, mas perde participa\u00e7\u00e3o. A China continua sendo a maior compradora, por\u00e9m j\u00e1 n\u00e3o impulsiona a demanda com a mesma intensidade. Os Estados Unidos ampliam sua presen\u00e7a e o queijo ganha espa\u00e7o em rela\u00e7\u00e3o a categorias tradicionais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nesse cen\u00e1rio, Argentina e Uruguai conseguiram elevar de 3% para 4,3% sua participa\u00e7\u00e3o conjunta no com\u00e9rcio mundial de l\u00e1cteos. Para a Argentina, o sinal \u00e9 ainda mais relevante: o RaboResearch identifica o pa\u00eds entre aqueles que apresentam condi\u00e7\u00f5es para ampliar a oferta export\u00e1vel em um mercado no qual v\u00e1rios dos grandes produtores tradicionais enfrentam limita\u00e7\u00f5es crescentes para expandir a produ\u00e7\u00e3o. (As informa\u00e7\u00f5es&nbsp; s\u00e3o do Di\u00e1rio Lechero, traduzidas e adaptadas pela equipe MilkPoint)<\/p>\n<p class=\"selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6\" style=\"text-align: justify;\"><b>Consumo dos 40+ cresce 5,3% enquanto compras dos mais jovens recuam<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Presentes em 63% dos lares analisados, eles aumentaram em 5,3% as unidades compradas para consumo dentro de casa no segundo trimestre de 2026.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os consumidores com 40 anos ou mais despontam como uma importante oportunidade de crescimento para o mercado de bens de consumo massivo no Brasil. Presentes em 63% dos lares analisados, eles aumentaram em 5,3% as unidades compradas para consumo dentro de casa no segundo trimestre de 2026. Entre consumidores de at\u00e9 39 anos, houve retra\u00e7\u00e3o de 4,9%. O estudo identifica tr\u00eas caminhos principais para marcas que buscam capturar esse crescimento: saudabilidade aliada a sabor, praticidade sem perda de qualidade e solu\u00e7\u00f5es capazes de acompanhar as mudan\u00e7as de h\u00e1bitos dentro das fam\u00edlias.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para os consumidores maduros, saudabilidade n\u00e3o significa apenas restri\u00e7\u00e3o. O estudo aponta oportunidades para produtos que combinem benef\u00edcios nutricionais e experi\u00eancia de consumo, incluindo propostas clean label, redu\u00e7\u00e3o de gordura e s\u00f3dio e alternativas funcionais sem lactose ou a\u00e7\u00facar. Essa busca ocorre em um contexto no qual autocuidado e bem-estar ganham relev\u00e2ncia nas escolhas dos brasileiros. Entre as categorias associadas a esse universo est\u00e3o bebidas funcionais, alternativas aos latic\u00ednios, beleza, alimentos saud\u00e1veis e produtos premium para cuidados com a casa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outro caminho est\u00e1 na conveni\u00eancia. Para o p\u00fablico 40+, o Consumer Insights aponta oportunidades para solu\u00e7\u00f5es de preparo r\u00e1pido, entre 10 e 30 minutos, adaptadas a equipamentos como air fryer e forno, mas que preservem a percep\u00e7\u00e3o de qualidade. Mais do que oferecer rapidez, portanto, o desafio para as marcas est\u00e1 em combinar praticidade com atributos relevantes para um consumidor que busca otimizar sua rotina sem necessariamente abrir m\u00e3o de qualidade, sabor e bem-estar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Escolhas que repercutem na fam\u00edlia<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A influ\u00eancia dos consumidores maduros tamb\u00e9m pode ultrapassar suas pr\u00f3prias escolhas. Entre shoppers 40+ com filhos, o estudo identifica que h\u00e1bitos relacionados \u00e0 saudabilidade e \u00e0 alimenta\u00e7\u00e3o podem repercutir na rotina dos filhos, ampliando o impacto desse p\u00fablico sobre o consumo familiar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mudan\u00e7as de comportamento tamb\u00e9m aparecem fora de casa. Entre consumidores de 50 anos ou mais, o estudo observa uma revis\u00e3o dos h\u00e1bitos relacionados a bebidas, com migra\u00e7\u00e3o de consumidores de cerveja para refrigerantes \u2014 movimento que tamb\u00e9m aparece entre os mais jovens, de at\u00e9 29 anos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cO crescimento do p\u00fablico 40+ mostra por que idade, sozinha, j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 suficiente para explicar o comportamento de consumo. Estamos falando de shoppers que ganham relev\u00e2ncia no mercado, mas que tamb\u00e9m t\u00eam expectativas espec\u00edficas sobre saudabilidade, conveni\u00eancia e qualidade. Para as marcas, a oportunidade est\u00e1 em entender essas necessidades e traduzi-las em portf\u00f3lio, comunica\u00e7\u00e3o e experi\u00eancias adequadas \u00e0 rotina desse consumidor\u201d, afirma Daniel Horai, Diretor de Novos Clientes da Worldpanel by Numerator.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os dados refor\u00e7am que o consumidor maduro n\u00e3o deve ser tratado apenas como um recorte demogr\u00e1fico. Em um mercado pressionado, o grupo apresenta crescimento tanto dentro quanto fora de casa e abre oportunidades para marcas capazes de responder a novas necessidades de alimenta\u00e7\u00e3o, bem-estar e praticidade. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da Worldpanel by Numerator via Milkpoint)<\/p>\n<hr>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Jogo R<\/b><\/i><strong><i>\u00e1pido<\/i><\/strong><\/p>\n<p class=\"selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6\" style=\"text-align: center;\"><i><b>Cepea\/Leite: Pre\u00e7o do leite ao produtor sobe 4,65% em julho, mas mercado j\u00e1 sinaliza acomoda\u00e7\u00e3o<\/b><br \/>\nO pre\u00e7o m\u00e9dio do leite cru captado por latic\u00ednios seguiu em alta em julho. Na \u201cM\u00e9dia Brasil\u201d l\u00edquida, o valor alcan\u00e7ou R$2,8761\/litro, avan\u00e7o de 4,65% frente a junho. Na compara\u00e7\u00e3o com julho do ano passado, o pre\u00e7o est\u00e1 4,96% maior em termos reais (os valores foram deflacionados pelo IPCA de julho). O mercado de l\u00e1cteos se estabiliza em agosto, mas perde for\u00e7a na parcial de setembro: Levantamento do Cepea, com apoio da OCB, mostra que o mercado de l\u00e1cteos no atacado paulista apresentou movimentos distintos entre os produtos acompanhados em agosto. Para o leite UHT, o pre\u00e7o m\u00e9dio avan\u00e7ou 0,45% em agosto, para R$4,89\/litro. O movimento esteve atrelado \u00e0 valoriza\u00e7\u00e3o da mat\u00e9ria-prima: em julho, o pre\u00e7o m\u00e9dio do leite cru pago ao produtor, considerando a \"M\u00e9dia Brasil\" do Cepea, foi de R$2,87\/litro, alta de 4,65% frente a junho.&nbsp; BR aumenta embarques de queijos, mas exporta\u00e7\u00f5es totais de l\u00e1cteos recuam: As exporta\u00e7\u00f5es brasileiras de queijos aumentaram entre julho e agosto, embora os embarques totais de produtos l\u00e1cteos tenham recuado no per\u00edodo. Segundo dados da Secex, as vendas externas de queijos avan\u00e7aram expressivos 39,54%, alcan\u00e7ando 2,47 milh\u00f5es de litros em Equivalente-Leite (EqL), com participa\u00e7\u00e3o de 47% no volume total de produtos l\u00e1cteos enviados pelo Brasil em agosto. Frente ao mesmo m\u00eas de 2025, por outro lado, os embarques de queijos registraram redu\u00e7\u00e3o de 4,6%. Altas do concentrado e da suplementa\u00e7\u00e3o mineral elevam custos em agosto: Os custos da pecu\u00e1ria leiteira apresentaram leve alta em agosto, influenciados pelos aumentos nos pre\u00e7os do concentrado e nos de suplementa\u00e7\u00e3o mineral. O Custo Operacional Efetivo (COE) registrou eleva\u00e7\u00e3o de 0,63% na \u201cM\u00e9dia Brasil\u201d de julho para agosto. Dentre as pra\u00e7as acompanhadas pelo Cepea, o Rio Grande do Sul registrou o avan\u00e7o mais expressivo do COE no per\u00edodo, de 1,38%. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do CEPEA)<\/i><\/p>\n<div>\n<hr>\n<p style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 21 de setembro de 2026&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 20 - N\u00b0 5.018 Alerta no campo: como novas chuvas podem afetar a produ\u00e7\u00e3o de leite no Rio Grande do Sul Novas tempestades amea\u00e7am <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2026\/09\/21\/21-09-2026\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"21\/09\/2026\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":["post-19949","post","type-post","status-publish","format-standard","category-newsletter","h-entry","hentry","h-as-article"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19949","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=19949"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19949\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":19953,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19949\/revisions\/19953"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=19949"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=19949"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=19949"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}