{"id":19715,"date":"2026-08-06T19:59:56","date_gmt":"2026-08-06T19:59:56","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=19715"},"modified":"2026-08-06T20:01:52","modified_gmt":"2026-08-06T20:01:52","slug":"06-08-2026","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2026\/08\/06\/06-08-2026\/","title":{"rendered":"06\/08\/2026"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/9wC509ABF0420\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/9wC509ABF0420\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 06 de agosto de 2026&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 20 - N\u00b0 4.687<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<hr>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>IFCN | Leite: alta de cinco meses termina e mercado global se reequilibra<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O pre\u00e7o do leite no mercado mundial interrompeu, em junho de 2026, uma sequ\u00eancia de cinco meses consecutivos de alta.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O indicador global da International Farm Comparison Network (IFCN) recuou 0,2% na compara\u00e7\u00e3o com maio, um ajuste pequeno, mas que marca uma pausa num movimento que vinha sustentando o setor l\u00e1cteo internacional desde o in\u00edcio do ano.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A oscila\u00e7\u00e3o, ainda que m\u00ednima, exp\u00f5e a volatilidade que caracteriza esse mercado. Segundo a IFCN, o mesmo indicador havia ca\u00eddo cerca de 17% \u2014 o equivalente a US$ 9 \u2014 ao longo de sete meses, e depois recuperou integralmente esse valor em apenas quatro meses. \u00c9 nesse contexto de recupera\u00e7\u00e3o acelerada que a leve queda de junho aparece: mais como uma pausa do que como uma mudan\u00e7a de rota.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Do lado da oferta, a explica\u00e7\u00e3o para o freio nos pre\u00e7os est\u00e1 na produ\u00e7\u00e3o. A IFCN aponta que o volume mundial de leite segue crescendo acima da m\u00e9dia hist\u00f3rica, o que come\u00e7a a conter novas altas. Os Estados Unidos lideram esse movimento, com produ\u00e7\u00e3o em expans\u00e3o sustentada que amplia a disponibilidade global. J\u00e1 a Nova Zel\u00e2ndia atravessa o per\u00edodo do ano de menor produ\u00e7\u00e3o, com oferta reduzida antes do in\u00edcio da nova temporada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na Europa, o cen\u00e1rio \u00e9 desigual entre os pa\u00edses. Na Alemanha, a estabilidade do rebanho leiteiro mant\u00e9m os n\u00edveis de produ\u00e7\u00e3o sob controle.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na Fran\u00e7a, a combina\u00e7\u00e3o de baixa disponibilidade de forragens com as altas temperaturas registradas no fim de junho preocupa tanto pelo impacto direto na produ\u00e7\u00e3o quanto pelo bem-estar animal. Para a IFCN, as condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas devem seguir como um dos principais fatores de incerteza para a oferta europeia nos pr\u00f3ximos meses.<br \/>\nO comportamento tamb\u00e9m variou entre os produtos l\u00e1cteos. Enquanto a maioria das commodities registrou quedas moderadas em junho, o soro de leite em p\u00f3 subiu 5,7% no m\u00eas, e a leite em p\u00f3 desnatada manteve leves aumentos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A IFCN relaciona esse desempenho ao interesse internacional sustentado por prote\u00ednas l\u00e1cteas e por produtos com maior vida \u00fatil, sobretudo entre os principais pa\u00edses importadores. Do outro lado, queijo, leite integral em p\u00f3 e manteiga tiveram quedas moderadas ou sinais de estabiliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os custos de produ\u00e7\u00e3o seguem como ponto de aten\u00e7\u00e3o. A modera\u00e7\u00e3o recente das tens\u00f5es geopol\u00edticas ajudou a estabilizar parcialmente os pre\u00e7os do petr\u00f3leo e dos fertilizantes, mas a IFCN alerta que esses custos continuam expostos a alta volatilidade. A evolu\u00e7\u00e3o da energia, dos fertilizantes e da alimenta\u00e7\u00e3o animal deve seguir sendo decisiva para a rentabilidade das propriedades leiteiras.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O retrato que emerge \u00e9 o de um mercado mais equilibrado, mas ainda vulner\u00e1vel a mudan\u00e7as bruscas na produ\u00e7\u00e3o, na demanda e nos custos. O crescimento da oferta nos Estados Unidos contrasta com as limita\u00e7\u00f5es sazonais da Nova Zel\u00e2ndia e com as condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas na Europa. A partir daqui, ser\u00e1 a demanda por leite em p\u00f3, prote\u00ednas l\u00e1cteas, queijo e manteiga que deve definir a dire\u00e7\u00e3o do mercado no segundo semestre de 2026. (Produzido pela eDairyNews, com informa\u00e7\u00f5es publicadas por EDairyNews Es)<\/p>\n<div>\n<hr>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><span style=\"font-size: 1rem;\"><b>Receita das cooperativas agropecu\u00e1rias cresce 11% e alcan\u00e7a R$ 487 bilh\u00f5es<\/b><\/span><\/p>\n<p>A receita das cooperativas agropecu\u00e1rias brasileiras se aproximou de meio trilh\u00e3o de reais em 2025, uma alta de 11,2% em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior. O ingresso de R$ 487,3 bilh\u00f5es no caixa no ano passado foi impulsionado pelo aumento dos pre\u00e7os dos insumos usados pelos agricultores, como fertilizantes e defensivos agr\u00edcolas, e pelo salto na cota\u00e7\u00e3o de alguns produtos no per\u00edodo, como o caf\u00e9 e as prote\u00ednas animais.&nbsp;<\/p>\n<p>O cen\u00e1rio de custos elevados, no entanto, se refletiu nas sobras, como \u00e9 chamado o lucro das cooperativas. O valor recuou de R$ 30,2 bilh\u00f5es para R$ 29,2 bilh\u00f5es, o equivalente a 6% do faturamento total no ano passado. Os dados s\u00e3o do Anu\u00e1rio do Cooperativismo 2025 da Organiza\u00e7\u00e3o das Cooperativas Brasileiras (OCB), divulgado nesta sexta-feira (31\/7).<\/p>\n<p>As cooperativas agropecu\u00e1rias s\u00e3o respons\u00e1veis por 53% da origina\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os e fibras no pa\u00eds, com destaque para algumas culturas de inverno, leite e prote\u00ednas animais. O ramo tamb\u00e9m emprega 277,2 mil pessoas diretamente e tem 1,1 milh\u00e3o de cooperados.<\/p>\n<p>\u201cTemos um modelo consistente, que trabalha forte a perenidade e a sustentabilidade\u201d, afirma T\u00e2nia Zanella, presidente-executiva da OCB. Os ativos totais das cooperativas agropecu\u00e1rias, que consideram im\u00f3veis e investimentos, por exemplo, chegaram a R$ 340 bilh\u00f5es em 2025, alta de 10,6% em rela\u00e7\u00e3o a 2024.<\/p>\n<p>Segundo o anu\u00e1rio, em 2025 havia 1.254 cooperativas agropecu\u00e1rias no pa\u00eds, 7,7% mais que no ano anterior. O n\u00famero total passa por uma estabiliza\u00e7\u00e3o, diz a presidente da OCB, que destaca a import\u00e2ncia da solidez das institui\u00e7\u00f5es. \u201cAlgumas t\u00eam mais de 100 anos, e in\u00fameras j\u00e1 passaram dos 50 anos\u201d, observa. \u201cO que importa \u00e9 o crescimento do cooperado\u201d.<\/p>\n<p>Um dos desafios apontados por ela \u00e9 a necessidade de profissionaliza\u00e7\u00e3o da gest\u00e3o de neg\u00f3cios das cooperativas agropecu\u00e1rias, com a segrega\u00e7\u00e3o dos conselhos administrativos e executivos.<\/p>\n<p>As cooperativas respondem por 25% da capacidade de armazenagem do Brasil e por 10,3% das exporta\u00e7\u00f5es do agroneg\u00f3cio brasileiro, segundo o anu\u00e1rio. S\u00e3o 140 cooperativas exportadoras, com faturamento pr\u00f3ximo a US$17 bilh\u00f5es em 2025. Os principais produtos da pauta de exporta\u00e7\u00e3o s\u00e3o caf\u00e9 n\u00e3o torrado, carne de aves, soja triturada, carne su\u00edna e \u00f3leo de soja. Os principais destinos s\u00e3o China, Estados Unidos, Alemanha, Fran\u00e7a, It\u00e1lia, Espanha, Holanda, Reino Unido, Jap\u00e3o, Su\u00ed\u00e7a, B\u00e9lgica e Canad\u00e1.<\/p>\n<p>A escalada das receitas das cooperativas agropecu\u00e1rias come\u00e7ou na pandemia, com o salto nos pre\u00e7os das commodities e dos insumos. De 2020 at\u00e9 2025, a movimenta\u00e7\u00e3o financeira mais que dobrou nessas organiza\u00e7\u00f5es, passando de R$239,4 bilh\u00f5es para R$487,3 bilh\u00f5es. J\u00e1 as sobras triplicaram. Sa\u00edram de R$9,7 bilh\u00f5es h\u00e1 seis anos para quase R$30 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>Com custos ainda altos e pre\u00e7os de commodities agr\u00edcolas andando de lado, a previs\u00e3o da OCB \u00e9 que n\u00e3o haja redu\u00e7\u00f5es significativas nos n\u00fameros do segmento neste ano, mas n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel cravar crescimento de dois d\u00edgitos novamente, afirma Jo\u00e3o Jos\u00e9 Prieto Fl\u00e1vio, gerente t\u00e9cnico e econ\u00f4mico da entidade.<\/p>\n<p>Ele ressalta a import\u00e2ncia do modelo de neg\u00f3cios do cooperativismo em situa\u00e7\u00f5es de adversidades no campo. Nos \u00faltimos anos, afirma, as cooperativas agropecu\u00e1rias atuaram como um \u201ccolch\u00e3o de amortecimento\u201d para os produtores rurais diante de maior aperto financeiro, de perdas por conta do clima e de endividamento. Segundo ele, a cooperativa n\u00e3o pode deixar o cooperado \u201cref\u00e9m\u201d em momento de dificuldade.<\/p>\n<p>\u201cPara ser sustent\u00e1vel e amparar o produtor, a cooperativa tem que ter resili\u00eancia como CNPJ e olhar perenidade do produtor rural. O resultado auxilia o produtor que est\u00e1 com as margens apertadas em duas pontas: nesse retorno aos cooperados que ocorre com a distribui\u00e7\u00e3o das sobras e com os investimentos que a cooperativa faz em suas estruturas e na agrega\u00e7\u00e3o de valor aos produtos\u201d, afirma.<\/p>\n<p>Na avalia\u00e7\u00e3o da gerente-geral da OCB, Clara Maffia, o ramo agropecu\u00e1rio mostrou resili\u00eancia e um crescimento acima da m\u00e9dia de outras atividades em meio a adversidades clim\u00e1ticas e econ\u00f4micas.<\/p>\n<p>\u201cEstamos em um momento desafiador do setor agropecu\u00e1rio, falamos de endividamento e de quest\u00f5es clim\u00e1ticas, mas o cooperativismo vem para mostrar resili\u00eancia e manuten\u00e7\u00e3o do produtor no longo prazo\u201d, opina.<\/p>\n<p>A meta tra\u00e7ada pelo sistema cooperativista brasileiro \u00e9 chegar a R$1 trilh\u00e3o de receita at\u00e9 2028. Ao considerar os oito ramos (agropecu\u00e1rio, consumo, cr\u00e9dito, infraestrutura, sa\u00fade, trabalho, transporte e seguros), as cooperativas tiveram receita de R$848,3 bilh\u00f5es em 2025. O ramo agropecu\u00e1rio representou 57,4% desse bolo.<\/p>\n<p>O Brasil j\u00e1 tem 29 milh\u00f5es de cooperados em 4,4 mil cooperativas. A gera\u00e7\u00e3o direta de empregos passou de 613,3 mil em 2025. Os ativos totais somam R$1,6 trilh\u00e3o, de acordo com a OCB. (Globo Rural)<\/p>\n<p><b>Copom reduz Selic para 14% ao ano ap\u00f3s corte de 0,25 ponto percentual<\/b><\/p>\n<p>Decis\u00e3o do Banco Central j\u00e1 era esperada pelo mercado diante da desacelera\u00e7\u00e3o da infla\u00e7\u00e3o, que acumula alta de 4,64% em 12 meses<\/p>\n<p>O Comit\u00ea de Pol\u00edtica Monet\u00e1ria (Copom) do Banco Central decidiu, nesta quarta-feira (5), reduzir a taxa b\u00e1sica de juros em 0,25 ponto percentual, de 14,25% para 14% ao ano. A decis\u00e3o foi un\u00e2nime e ficou em linha com as expectativas do mercado financeiro.<\/p>\n<p>Este foi o quarto corte consecutivo da Selic. Desde mar\u00e7o, quando o Banco Central iniciou um ciclo de flexibiliza\u00e7\u00e3o da pol\u00edtica monet\u00e1ria, a taxa j\u00e1 acumula redu\u00e7\u00e3o de 1 ponto percentual. Antes disso, os juros permaneceram em 15% ao ano, o maior patamar em quase duas d\u00e9cadas, por dez meses consecutivos, entre junho de 2025 e mar\u00e7o de 2026.<\/p>\n<p>A redu\u00e7\u00e3o j\u00e1 era esperada diante da desacelera\u00e7\u00e3o da infla\u00e7\u00e3o. Nos \u00faltimos 12 meses, o \u00edndice oficial acumula alta de 4,64%, ainda ligeiramente acima do teto da meta, de 4,5%.<\/p>\n<p>Em comunicado, o Copom afirmou que os pr\u00f3ximos passos depender\u00e3o da evolu\u00e7\u00e3o do cen\u00e1rio econ\u00f4mico e da infla\u00e7\u00e3o. \u201cA magnitude total do ciclo de calibra\u00e7\u00e3o ser\u00e1 estabelecida \u00e0 luz de novas informa\u00e7\u00f5es, visando assegurar a converg\u00eancia da infla\u00e7\u00e3o \u00e0 meta\u201d, informou o comit\u00ea.<\/p>\n<p>A pr\u00f3xima reuni\u00e3o do Copom est\u00e1 marcada para os dias 15 e 16 de setembro.<\/p>\n<p>Com informa\u00e7\u00f5es de Estad\u00e3o Conte\u00fado.<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Jogo R\u00e1pido<\/b><\/i><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Inscri\u00e7\u00f5es gratuitas abertas para o Milk Summit Mercosul 2026<\/b><br \/>\nAs inscri\u00e7\u00f5es para o Milk Summit Mercosul 2026 j\u00e1 est\u00e3o abertas. A participa\u00e7\u00e3o no evento \u00e9 gratuita, mas \u00e9 obrigat\u00f3ria a inscri\u00e7\u00e3o pr\u00e9via para garantir o acesso \u00e0 programa\u00e7\u00e3o. Nos dias 14 e 15 de outubro, em Iju\u00ed (RS), durante a ExpoFest Iju\u00ed, o evento reunir\u00e1 especialistas nacionais e internacionais, produtores, ind\u00fastrias, cooperativas, pesquisadores, empresas e lideran\u00e7as para debater os principais desafios e oportunidades da cadeia leiteira. Com uma programa\u00e7\u00e3o voltada \u00e0 inova\u00e7\u00e3o, competitividade, sustentabilidade, mercado, gest\u00e3o e pol\u00edticas p\u00fablicas, o Milk Summit Mercosul consolida-se como um dos principais encontros do setor no Brasil e no Mercosul. A participa\u00e7\u00e3o \u00e9 gratuita, mas as vagas devem ser garantidas por meio de inscri\u00e7\u00e3o antecipada. Inscreva-se clicando aqui: https:\/\/milksummitbrazil.com\/inscricao\/. (Sindilat\/RS)<\/i><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 06 de agosto de 2026&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 20 - N\u00b0 4.687 IFCN | Leite: alta de cinco meses termina e mercado global se reequilibra O pre\u00e7o do <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2026\/08\/06\/06-08-2026\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"06\/08\/2026\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-19715","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19715","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=19715"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19715\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":19719,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19715\/revisions\/19719"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=19715"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=19715"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=19715"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}