{"id":19687,"date":"2026-07-31T19:49:07","date_gmt":"2026-07-31T19:49:07","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=19687"},"modified":"2026-07-31T19:49:46","modified_gmt":"2026-07-31T19:49:46","slug":"31-07-2026","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2026\/07\/31\/31-07-2026\/","title":{"rendered":"31\/07\/2026"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/9wC509ABF0420\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/9wC509ABF0420\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 31 de julho de 2026&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 20 - N\u00b0 4.683<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<hr>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Produ\u00e7\u00e3o mundial de leite deve chegar a 1,223 bilh\u00e3o de toneladas em 2035<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo o relat\u00f3rio Agricultural Outlook 2026\u20132035 da OECD-FAO, a produ\u00e7\u00e3o mundial de leite dever\u00e1 crescer 2,0% ao ano na pr\u00f3xima d\u00e9cada, alcan\u00e7ando 1,223 bilh\u00e3o de toneladas em 2035. Esse avan\u00e7o ser\u00e1 impulsionado principalmente por ganhos de produtividade obtidos via melhorias gen\u00e9ticas, nutri\u00e7\u00e3o eficiente e avan\u00e7o no manejo, e n\u00e3o tanto pela expans\u00e3o dos rebanhos, exce\u00e7\u00e3o feita a regi\u00f5es como a \u00c1frica Subsaariana, \u00cdndia e Paquist\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A \u00cdndia, que j\u00e1 lidera o setor global com uma estrutura baseada em pequenas propriedades e cooperativas, responder\u00e1 por mais da metade de todo o crescimento mundial projetado at\u00e9 2035. Contudo, tanto a \u00cdndia quanto o Paquist\u00e3o utilizar\u00e3o esse incremento quase integralmente para suprir o forte consumo interno de produtos frescos gerado pela urbaniza\u00e7\u00e3o e pela eleva\u00e7\u00e3o da renda, sem provocar grandes impactos no com\u00e9rcio internacional.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O comportamento dos grandes exportadores mundiais apresentar\u00e1 din\u00e2micas bastante distintas no mesmo per\u00edodo. A Uni\u00e3o Europeia enfrentar\u00e1 uma produ\u00e7\u00e3o praticamente estagnada em virtude da redu\u00e7\u00e3o de seu rebanho e do avan\u00e7o de sistemas org\u00e2nicos, que possuem menor produtividade e custos mais elevados. Em contrapartida, os Estados Unidos liderar\u00e3o o crescimento do setor impulsionados por altos \u00edndices de produtividade por animal, direcionando seus excedentes para a produ\u00e7\u00e3o e exporta\u00e7\u00e3o de leite em p\u00f3 desnatado. J\u00e1 a Nova Zel\u00e2ndia, altamente dependente da efici\u00eancia do manejo de suas pastagens, ter\u00e1 um crescimento moderado de 1% ao ano devido \u00e0 limita\u00e7\u00e3o territorial, mas manter\u00e1 seu foco estrat\u00e9gico no volume produzido por hectare e no atendimento do mercado externo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No consumo, a maior parte do leite mundial continuar\u00e1 sendo destinada aos produtos frescos, especialmente nas na\u00e7\u00f5es de renda m\u00e9dia e baixa. Nos pa\u00edses de renda alta, a demanda por frescos deve cair, dando espa\u00e7o a derivados com alto teor de prote\u00edna, como iogurtes e queijo cottage, al\u00e9m da prefer\u00eancia por gordura l\u00e1ctea em detrimento de outros s\u00f3lidos. Essa mudan\u00e7a de padr\u00e3o sustenta uma valoriza\u00e7\u00e3o internacional superior para a manteiga em rela\u00e7\u00e3o ao leite em p\u00f3 desnatado. Paralelamente, o mercado global de produtos industrializados continuar\u00e1 dependente dos leites em p\u00f3 para uso na ind\u00fastria de confec\u00e7\u00e3o, panifica\u00e7\u00e3o e f\u00f3rmulas infantis, al\u00e9m do soro em p\u00f3, que ganha espa\u00e7o em nutri\u00e7\u00e3o especializada e na reconstitui\u00e7\u00e3o de l\u00e1cteos em pa\u00edses com produ\u00e7\u00e3o limitada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O com\u00e9rcio internacional permanecer\u00e1 altamente concentrado, respondendo por menos de 7% de todo o leite produzido globalmente devido \u00e0 alta deteriorabilidade e ao custo de transporte do produto l\u00edquido. Uni\u00e3o Europeia, Estados Unidos e Nova Zel\u00e2ndia continuar\u00e3o dominando as exporta\u00e7\u00f5es globais, sendo respons\u00e1veis por cerca de 70% das vendas de queijo, manteiga e leites em p\u00f3. Do lado dos compradores, a China seguir\u00e1 como a maior importadora mundial de l\u00e1cteos, embora com um ritmo de compras de leite em p\u00f3 integral desacelerado pelo aumento de sua produ\u00e7\u00e3o interna. A \u00c1frica, por sua vez, deve ampliar significativamente suas importa\u00e7\u00f5es de leite em p\u00f3 para suprir uma demanda que crescer\u00e1 muito mais r\u00e1pido do que a capacidade de seus rebanhos locais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por fim, o setor permanecer\u00e1 exposto a incertezas relevantes que podem alterar as proje\u00e7\u00f5es at\u00e9 2035. A volatilidade dos pre\u00e7os continua sendo um risco estrutural, intensificada por pol\u00edticas comerciais protecionistas e metas ambientais cada vez mais severas, especialmente em pa\u00edses com grandes emiss\u00f5es como Irlanda e Nova Zel\u00e2ndia. Al\u00e9m disso, eventos clim\u00e1ticos extremos, a expans\u00e3o de alternativas vegetais como bebidas de am\u00eandoa e aveia, surtos de doen\u00e7as animais e gargalos de m\u00e3o de obra representam desafios constantes. No entanto, a ado\u00e7\u00e3o de tecnologias emergentes, como ordenha automatizada e monitoramento em tempo real, pode elevar os \u00edndices de produtividade global para patamares ainda maiores do que os previstos. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do relat\u00f3rio OECD-FAO Agricultural Outlook 2026\u20132035, cap\u00edtulo 6, \u201cDairy and dairy products\u201d, traduzidas e adaptadas pela equipe MilkPoint)<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><b style=\"font-size: 1rem;\">Para onde vai o leite no Brasil? As li\u00e7\u00f5es das cem maiores fazendas do setor<\/b><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p>O setor leiteiro brasileiro vive uma transforma\u00e7\u00e3o impulsionada por um grupo de propriedades que redefinem os padr\u00f5es de escala e efici\u00eancia no campo. Os dados do Levantamento Top 100 2026, realizado pela MilkPoint em parceria com a ABRALEITE, revelam que as cem maiores fazendas do pa\u00eds comercializaram 1,29 bilh\u00e3o de litros de leite em 2025, registrando uma eleva\u00e7\u00e3o superior a 8% em rela\u00e7\u00e3o ao levantamento anterior.<\/p>\n<p>Com uma m\u00e9dia di\u00e1ria impressionante de 35.392 litros por propriedade, esse resultado consolidou um salto produtivo de 444% na m\u00e9dia das fazendas participantes desde a primeira edi\u00e7\u00e3o da pesquisa, em 2001. A disparidade em rela\u00e7\u00e3o ao restante do pa\u00eds fica evidente quando comparada ao avan\u00e7o da produ\u00e7\u00e3o formal nacional, que cresceu 107,4% no mesmo per\u00edodo. Hoje, apenas estas 100 propriedades \u2014 representando cerca de 0,04% do total de pecuaristas de leite inspecionado no Brasil \u2014 j\u00e1 respondem por 4,71% de todo o volume formalmente captado, acentuando um processo cont\u00ednuo de concentra\u00e7\u00e3o estrutural na cadeia produtiva.<\/p>\n<p>Essa concentra\u00e7\u00e3o se reflete fortemente na geografia do leite brasileiro, onde as regi\u00f5es Sudeste e Sul mant\u00eam protagonismo absoluto. O Sudeste ampliou sua lideran\u00e7a ao alcan\u00e7ar 51 propriedades no ranking, impulsionado por Minas Gerais, que figura no topo com 39 fazendas, seguido por S\u00e3o Paulo, com 12. A regi\u00e3o Sul aparece em seguida com 30 fazendas, impulsionada pelo Paran\u00e1, que abriga 23 delas e destaca o vigor da regi\u00e3o dos Campos Gerais.<\/p>\n<p>O munic\u00edpio de Carambe\u00ed reassumiu a lideran\u00e7a nacional abrigando 8 fazendas do grupo, com volume somado superior a 116 milh\u00f5es de litros em 2025 \u2014 o equivalente a quase 9% do total do Top 100 \u2014, acompanhado de perto por Castro, com 7 propriedades (105,1 milh\u00f5es de litros), e Arapoti, com 4 (39,3 milh\u00f5es de litros). O modelo cooperativista atuante nos Campos Gerais provou ser um diferencial decisivo no acesso a insumos e tecnologias. Completando o mapa da alta produ\u00e7\u00e3o, o Centro-Oeste soma 12 propriedades (com destaque para Goi\u00e1s, que det\u00e9m 11) e o Nordeste conta com 7 fazendas no levantamento.<\/p>\n<p>Por tr\u00e1s desses n\u00fameros expressivos, est\u00e1 a op\u00e7\u00e3o clara da elite produtiva por sistemas altamente intensificados e previs\u00edveis. O regime de confinamento \u00e9 adotado por 85% das fazendas, enquanto sistemas baseados predominantemente em pastagens representam apenas 8% do grupo. Entre os modelos de alojamento, o free stall lidera em 46% das propriedades, oferecendo controle sobre nutri\u00e7\u00e3o, saneamento e bem-estar animal.<\/p>\n<p>Essa busca por efici\u00eancia refletiu-se tamb\u00e9m na produtividade individual do rebanho, que atingiu uma m\u00e9dia di\u00e1ria de 36,31 litros por vaca, um avan\u00e7o de 5% sobre o ciclo anterior. Regionalmente, as fazendas do Sul alcan\u00e7aram a maior m\u00e9dia nacional de produtividade di\u00e1ria por animal, com 40,47 litros, seguidas pelo Sudeste com 36,55 litros, Centro-Oeste com aproximadamente 34 litros e o Nordeste com m\u00e9dia pr\u00f3xima a 25 litros por animal.<\/p>\n<p>Aliada \u00e0 intensifica\u00e7\u00e3o produtiva, a gest\u00e3o socioambiental emergiu como um pilar essencial para sustentar a competitividade dos grandes projetos. O manejo das propriedades do Top 100 tem integrado pr\u00e1ticas agr\u00edcolas sustent\u00e1veis que otimizam insumos e protegem o solo, como a rota\u00e7\u00e3o constante de culturas, o uso de aduba\u00e7\u00e3o org\u00e2nica via dejetos e o avan\u00e7o no emprego de bioinsumos em substitui\u00e7\u00e3o aos defensivos qu\u00edmicos tradicionais. A efici\u00eancia no uso da \u00e1gua tamb\u00e9m evoluiu com a ado\u00e7\u00e3o de sistemas de capta\u00e7\u00e3o de \u00e1gua da chuva em mais da metade das propriedades. Al\u00e9m disso, a diversifica\u00e7\u00e3o da matriz energ\u00e9tica por meio de fontes alternativas e a implementa\u00e7\u00e3o de sistemas integrados de produ\u00e7\u00e3o t\u00eam demonstrado que a alta performance econ\u00f4mica depende diretamente da responsabilidade ecol\u00f3gica.<\/p>\n<p>Apesar dos avan\u00e7os produtivos e tecnol\u00f3gicos, o balan\u00e7o financeiro do ano trouxe desafios relevantes e impactou a percep\u00e7\u00e3o de rentabilidade da atividade. Ap\u00f3s enfrentar um per\u00edodo severo de custos de produ\u00e7\u00e3o elevados entre 2019 e 2022, o setor vivenciou certa acomoda\u00e7\u00e3o nos custos a partir de 2023, mas a volatilidade do mercado voltou a pressionar as margens em 2025. Impulsionada pela queda nos pre\u00e7os do leite recebidos pelos produtores a partir de abril, segundo dados do CEPEA, a sensa\u00e7\u00e3o de piora nos resultados econ\u00f4micos foi relatada por 48% das fazendas do levantamento. Enquanto 22% dos pecuaristas registraram estabilidade e 28% conseguiram obter melhora na rentabilidade em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior, os dados deixam claro que o aumento de volume n\u00e3o garantiu blindagem total contra as varia\u00e7\u00f5es do mercado l\u00e1cteo.<\/p>\n<p>Ainda assim, o cen\u00e1rio de press\u00e3o econ\u00f4mica n\u00e3o diminuiu a disposi\u00e7\u00e3o das maiores fazendas do pa\u00eds para continuar investindo no crescimento de suas opera\u00e7\u00f5es. Nada menos que 91 das 100 propriedades mant\u00eam planos de expans\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o para os pr\u00f3ximos tr\u00eas anos, com estrat\u00e9gias que variam de incrementos graduais de at\u00e9 20% (op\u00e7\u00e3o de 44% do grupo) a saltos mais arrojados acima de 50% projetados por 19 produtores. O pequeno grupo de 9% das fazendas que optou por n\u00e3o expandir justifica a decis\u00e3o por limita\u00e7\u00f5es de \u00e1rea, escassez de \u00e1gua ou pelo foco na consolida\u00e7\u00e3o da infraestrutura atual.<\/p>\n<p>Com uma escala cada vez mais expressiva, forte tecnifica\u00e7\u00e3o e metas claras de investimento, o Top 100 2026 reafirma que o futuro do leite no Brasil est\u00e1 definitivamente ancorado na efici\u00eancia operacional, na profissionaliza\u00e7\u00e3o da gest\u00e3o e na capacidade de adapta\u00e7\u00e3o cont\u00ednua. (MilkPoint)<\/p>\n<p><b>Fiergs cria programa com orienta\u00e7\u00f5es para ajudar endividados&nbsp;<\/b><\/p>\n<p>Para auxiliar na revers\u00e3o do cen\u00e1rio de alto endividamento dos trabalhadores, o que impacta diretamente na qualidade de vida e na sa\u00fade emocional, o Sistema Fiergs criou o Programa Consci\u00eancia Financeira, com o objetivo de promover a educa\u00e7\u00e3o financeira e prevenir o superendividamento. A partir de um aplicativo e cursos online, a iniciativa desenvolvida por especialistas do Servi\u00e7o Social da Ind\u00fastria (Sesi-RS), do Servi\u00e7o Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-RS) e do Instituto Euvaldo Lodi (IEL-RS) oferece conte\u00fados, orienta\u00e7\u00f5es e ferramentas pr\u00e1ticas gratuitas para apoiar a popula\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n<p>De acordo com o presidente do Sistema Fiergs, Claudio Bier, o programa nasceu n\u00e3o s\u00f3 para apoiar quem est\u00e1 em situa\u00e7\u00e3o complexa de endividamento, mas tamb\u00e9m para conscientizar a popula\u00e7\u00e3o e fornecer conte\u00fado para as ind\u00fastrias ajudarem os trabalhadores. \u201cSabemos que as d\u00edvidas geram dificuldades na vida pessoal, no contexto familiar e, consequentemente, no ambiente de trabalho. Por isso, queremos levar informa\u00e7\u00f5es e esclarecimentos sobre o tema e apoiar as pequenas e m\u00e9dias ind\u00fastrias para que tamb\u00e9m tenham condi\u00e7\u00f5es de passar orienta\u00e7\u00f5es adequadas para seus funcion\u00e1rios.\u201d (Jornal do Com\u00e9rcio)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Jogo R\u00e1pido<\/b><\/i><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>PREVIS\u00c3O METEOROL\u00d3GICA E TEND\u00caNCIAS (DE 30 DE JULHO A 5 DE AGOSTO)<\/b><br \/>\nEntre o s\u00e1bado (01\/08) e o domingo (02\/08), o avan\u00e7o de um novo sistema de baixa press\u00e3o poder\u00e1 trazer novamente instabilidade para o territ\u00f3rio ga\u00facho. Assim, h\u00e1 previs\u00e3o de chuva e de rajadas de vento localizadas. Na segunda-feira (03\/08), o sistema de baixa press\u00e3o dever\u00e1 continuar influenciando as condi\u00e7\u00f5es do tempo no Rio Grande do Sul. Dessa forma, h\u00e1 previs\u00e3o de chuva e de rajadas de vento localizadas. Na ter\u00e7a-feira (04\/08), o sistema come\u00e7ar\u00e1 a se afastar, reduzindo sua influ\u00eancia sobre o estado. H\u00e1 previs\u00e3o de chuva apenas em pontos isolados. Na quarta-feira (05\/08), o transporte de umidade e a atua\u00e7\u00e3o de um novo sistema de baixa press\u00e3o dever\u00e3o trazer novamente instabilidade para o territ\u00f3rio ga\u00facho. Dessa forma, h\u00e1 previs\u00e3o de chuva em grande parte das regi\u00f5es do estado ao longo do dia. As temperaturas n\u00e3o sofrer\u00e3o varia\u00e7\u00f5es significativas ao longo da semana. De forma geral, a figura mostra que os acumulados de precipita\u00e7\u00e3o dever\u00e3o variar entre 2 mm e 100 mm ao longo da semana, com alguns pontos isolados que podem superar esse valor. (SEAPI)<\/i><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 31 de julho de 2026&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 20 - N\u00b0 4.683 Produ\u00e7\u00e3o mundial de leite deve chegar a 1,223 bilh\u00e3o de toneladas em 2035 Segundo o <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2026\/07\/31\/31-07-2026\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"31\/07\/2026\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":["post-19687","post","type-post","status-publish","format-standard","category-newsletter","h-entry","hentry","h-as-article"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19687","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=19687"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19687\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":19690,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19687\/revisions\/19690"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=19687"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=19687"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=19687"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}