{"id":19632,"date":"2026-07-20T19:10:17","date_gmt":"2026-07-20T19:10:17","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=19632"},"modified":"2026-07-21T16:25:20","modified_gmt":"2026-07-21T16:25:20","slug":"20-07-2026","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2026\/07\/20\/20-07-2026\/","title":{"rendered":"20\/07\/2026"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/9wC509ABF0420\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/9wC509ABF0420\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 20 de julho de 2026&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 20 - N\u00b0 4.674<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<hr>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>Parceria garante a produ\u00e7\u00e3o de leite<\/strong><\/p>\n<p><em>Organiza\u00e7\u00f5es fazem a coleta, o processamento e a distribui\u00e7\u00e3o, auxiliando na manuten\u00e7\u00e3o da atividade no Estado<\/em><\/p>\n<p>A maior parte do leite consumido no Rio Grande do Sul, seja na forma fluida ou de derivados, vem de pequenas propriedades rurais. De acordo com pesquisa da Emater\/RS-Ascar, dos 28,9 mil pecuaristas que fornecem leite cru a ind\u00fastrias, cooperativas e queijarias ou processam a produ\u00e7\u00e3o em agroind\u00fastrias pr\u00f3prias formais, 93% s\u00e3o classificados como agricultores familiares. A pecu\u00e1ria leiteira \u00e9 uma das frentes do agroneg\u00f3cio fornecedor de alimentos em que mais se percebe o papel crucial do cooperativismo.<\/p>\n<p>Presentes em todas as regi\u00f5es do Estado, as organiza\u00e7\u00f5es do setor coletam leite diariamente em milhares de estabelecimentos rurais de pequeno porte \u2014 muitas vezes localizados em \u00e1reas remotas ou de dif\u00edcil acesso \u2014, fazem o processamento e garantem a distribui\u00e7\u00e3o aos pontos de venda. Elas tamb\u00e9m ajudaram a tornar as propriedades leiteiras mais eficientes diante das mudan\u00e7as do mercado na \u00faltima d\u00e9cada, per\u00edodo em que muitos pecuaristas, desanimados com as baixas margens de lucro, acabaram migrando para outras atividades.<\/p>\n<p>O presidente da cooperativa CCGL, Caio Vianna, diz que a concentra\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o de leite em um n\u00famero cada vez mais reduzido de propriedades \u00e9 uma tend\u00eancia irrevers\u00edvel em termos mundiais.<\/p>\n<p>\u201cO simples fato de que mais pessoas querem consumir com garantia de qualidade, seguran\u00e7a alimentar e pre\u00e7o mais baixo obriga o campo a se modificar. N\u00f3s (as cooperativas) temos procurado (oferecer) ferramentas\u201d, observa Vianna. \u201cEsse produtor n\u00e3o pode ficar 20 anos nos bancos escolares sendo treinado nas quest\u00f5es agron\u00f4micas, dos manejos culturais, de gen\u00e9tica. Ele tem que receber essa informa\u00e7\u00e3o, coloc\u00e1-la em pr\u00e1tica e usufruir, sen\u00e3o n\u00e3o sobrevive.\u201d<\/p>\n<p>Entre 2023 e 2025, o n\u00famero de criadores de gado leiteiro no RS caiu 12,3%, para 28,9 mil. J\u00e1 a quantidade de vacas leiteiras recuou de 769,8 mil para 742,5 mil no mesmo per\u00edodo, segundo dados da Emater\/RS-Ascar.<\/p>\n<p>Infraestrutura e log\u00edstica<\/p>\n<p>Uma das principais processadoras de latic\u00ednios do Estado, a CCGL recebe 2 milh\u00f5es de litros de leite por dia por meio de suas 25 cooperativas associadas. Dos 2,4 mil produtores de leite vinculados \u00e0 organiza\u00e7\u00e3o, 75% s\u00e3o pequenos, mas a dimens\u00e3o das propriedades n\u00e3o limita o volume da coleta.<\/p>\n<p>\u201cTemos produtores de 16, de 20 hectares que s\u00e3o superprodutivos. Atrav\u00e9s do cooperativismo, tendo acesso \u00e0 tecnologia e assist\u00eancia, muitos produzem 2 mil, 3 mil litros (de leite por dia) em uma pequena \u00e1rea\u201d, exemplifica Vianna.<\/p>\n<p>Os agricultores familiares tamb\u00e9m conectam as cooperativas no escoamento da produ\u00e7\u00e3o de leite e l\u00e1cteos, levando-a inclusive a outros estados.<\/p>\n<p>\u201cO Rio Grande do Sul exporta 70% do leite que produz, a popula\u00e7\u00e3o ga\u00facha s\u00f3 consegue consumir 30%\u201d, observa Vianna.<\/p>\n<p>Para o pecuarista Vanderlei Carlos Goin, de Nova Prata, o cooperativismo significou n\u00e3o apenas mais renda, mas sobretudo a perman\u00eancia na atividade leiteira. Filho de produtores rurais, ele administra um rebanho de 50 vacas, das quais 28 atualmente em lacta\u00e7\u00e3o, em uma \u00e1rea pr\u00f3pria de 13 hectares e outra parte na propriedade dos pais.<\/p>\n<p>Segundo Goin, a fam\u00edlia trabalhava em parceria com a Cooperativa Agr\u00edcola Mista Ibiraiaras (Coopibi) e, desde 2001, vinha elevando a produ\u00e7\u00e3o. H\u00e1 uma d\u00e9cada, com o suporte direto da CCGL, o resultado no tambo mais que dobrou. Hoje, dependendo da \u00e9poca do ano, ele coleta at\u00e9 32 litros di\u00e1rios por vaca, com uma m\u00e9dia de 25 mil a 30 mil litros por m\u00eas.<\/p>\n<p>Para chegar a esse desempenho, o pecuarista conta que passou a adotar o sistema de piquetes (ou pastejo rotacionado).<\/p>\n<p>\u201cAntes, n\u00e3o se tinha o manejo correto, simplesmente se largava a vaca no pasto. Eles orientaram a piquetear, a colocar as vacas para pastarem no turno da noite. Foi o diferencial\u201d, afirma.<\/p>\n<p>Outra mudan\u00e7a que fez diferen\u00e7a foi a estrat\u00e9gia mais eficiente para a produ\u00e7\u00e3o de pasto, garantindo forragem de ciclo mais longo para os animais.<\/p>\n<p>\u201cHoje se usa azev\u00e9m tetraploide, que dura de abril a novembro. Tu tens uma produ\u00e7\u00e3o melhor e reduz o custo. Os t\u00e9cnicos nos ajudam tamb\u00e9m na quest\u00e3o do solo\u201d, acrescenta Goin.<\/p>\n<p>Todos esses avan\u00e7os s\u00e3o recompensados pelos programas de bonifica\u00e7\u00e3o das ind\u00fastrias de latic\u00ednios, que oferecem incentivos financeiros na entrega de leite com maior qualidade. Em 2025, a CCGL distribuiu mais de R$ 30 milh\u00f5es entre os produtores associados que forneceram leite de forma ininterrupta ao longo do ano \u2014 um retorno de R$ 0,0548 por litro entregue.<\/p>\n<p>Segundo Goin, a renda extra permite ao pecuarista fazer investimentos na fazenda, mas t\u00e3o importante quanto isso \u00e9 a seguran\u00e7a proporcionada pela rela\u00e7\u00e3o com a cooperativa.<\/p>\n<p>\u201cTu entregas (o leite) e sabes que vais receber. E a seguran\u00e7a na compra de insumos, como comprar sementes, adubos: tu tens certeza que tem coisa boa. Eu sempre gostei de cooperativismo e n\u00e3o me vejo fora disso\u201d, diz.&nbsp;<span style=\"font-size: 1rem;\"> (Correio do Povo adaptado pelo Sindilat\/RS)<\/span><\/p>\n<\/div>\n<div>\n<hr>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>Secret\u00e1rio da Agricultura acompanha inaugura\u00e7\u00e3o do primeiro Banco Brasileiro de Ant\u00edgenos para resposta emergencial \u00e0 febre aftosa<br \/>\n<\/b><br \/>\nO secret\u00e1rio estadual da Agricultura, Pecu\u00e1ria, Produ\u00e7\u00e3o Sustent\u00e1vel e Irriga\u00e7\u00e3o do Rio Grande do Sul, M\u00e1rcio Madalena, participou, em Buenos Aires, da inaugura\u00e7\u00e3o do primeiro Banco Brasileiro de Ant\u00edgenos para resposta emergencial \u00e0 febre aftosa. A iniciativa representa um importante avan\u00e7o na estrutura de preven\u00e7\u00e3o e enfrentamento de eventuais emerg\u00eancias sanit\u00e1rias envolvendo a doen\u00e7a.<\/p>\n<p>Durante a agenda, o secret\u00e1rio acompanhou de perto a implanta\u00e7\u00e3o de um investimento considerado estrat\u00e9gico para a sanidade animal brasileira. O banco de ant\u00edgenos amplia a capacidade de resposta do pa\u00eds em situa\u00e7\u00f5es de risco, contribuindo para a prote\u00e7\u00e3o do rebanho nacional e para a manuten\u00e7\u00e3o da credibilidade da prote\u00edna animal brasileira nos mercados internacionais.<\/p>\n<p>A participa\u00e7\u00e3o do Rio Grande do Sul na cerim\u00f4nia refor\u00e7a o compromisso do Estado com a defesa sanit\u00e1ria. Em 2026, o Estado completa cinco anos do reconhecimento internacional como \u00e1rea livre de febre aftosa sem vacina\u00e7\u00e3o, resultado de um trabalho cont\u00ednuo desenvolvido pelo servi\u00e7o veterin\u00e1rio oficial em conjunto com os produtores rurais e toda a cadeia pecu\u00e1ria.<\/p>\n<p>O Banco Brasileiro de Ant\u00edgenos \u00e9 fruto da parceria entre o Instituto de Tecnologia do Paran\u00e1 (Tecpar) e a empresa argentina Biog\u00e9nesis Bag\u00f3. A iniciativa fortalece a estrutura nacional de preven\u00e7\u00e3o e resposta \u00e0 febre aftosa, contribuindo para preservar o status sanit\u00e1rio do pa\u00eds e ampliar a seguran\u00e7a da agropecu\u00e1ria brasileira diante de poss\u00edveis emerg\u00eancias. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Instagram adaptadas pelo Sindilat\/RS)<\/p>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>Novas tecnologias contribuem para o sucesso do setor<\/strong><\/p>\n<p>H\u00e1 16 anos no comando da Fazenda S\u00e3o Domingos, em Espumoso, o pecuarista Ederson Parisotto \u00e9 um dos pequenos produtores mais bem-sucedidos entre os ligados a cooperativas filiadas ao grupo CCGL. Associado \u00e0 Cotriel, o produtor revela que, antes da pandemia de Covid-19, ele e os pais cogitaram abandonar a produ\u00e7\u00e3o de leite e cultivar soja.<\/p>\n<p>\u201cEra menos trabalhoso. Mas n\u00e3o \u00edamos ter aquele giro (financeiro) todo m\u00eas\u201d, afirma.<\/p>\n<p>A fam\u00edlia persistiu, e o leite hoje \u00e9 o carro-chefe da fazenda, que em 30 hectares concentra 128 vacas, a maior parte da ra\u00e7a holandesa, das quais quase 40 est\u00e3o em ordenha. Sob a orienta\u00e7\u00e3o das duas cooperativas parceiras, Parisotto diz que sua m\u00e9dia di\u00e1ria de coleta, antes de 20 a 25 litros por vaca, saltou para 30 litros di\u00e1rios por animal. A produ\u00e7\u00e3o mensal da fazenda fica entre 28 mil e 35 mil litros.<\/p>\n<p>O segredo desse desempenho, segundo o pecuarista, est\u00e1 no acesso a tecnologias capazes de deflagrar pequenas revolu\u00e7\u00f5es no campo. Ele cita o SmartCoop, aplicativo de gest\u00e3o idealizado pela CCGL e lan\u00e7ado em um projeto coordenado pela Federa\u00e7\u00e3o das Cooperativas Agropecu\u00e1rias do Estado (FecoAgro\/RS) em 2021. Pela plataforma digital, os pecuaristas podem gerenciar rebanhos, finan\u00e7as, talh\u00f5es (lavouras), prever o tempo e gerar ordens de venda. Produtores de leite que fazem uso cont\u00ednuo do sistema podem receber bonifica\u00e7\u00f5es de R$ 0,03 por litro de leite.<\/p>\n<p>\u201cConseguimos colocar os animais em teto produtivo, secar os animais nas datas certas. A gente saiu do papel para entrar na tecnologia. Est\u00e1 sempre dispon\u00edvel para n\u00f3s\u201d, destaca Parisotto.<\/p>\n<p>O tambo tamb\u00e9m respondeu com mais efici\u00eancia \u00e0 instala\u00e7\u00e3o de medidores de fluxo na propriedade, para coletar amostras de leite e fazer o controle da chamada CCS, ou contagem de c\u00e9lulas som\u00e1ticas, um dos principais indicadores da qualidade do leite. Esse monitoramento ajuda na detec\u00e7\u00e3o precoce de mastite das vacas.<\/p>\n<p>\u201cAs cooperativas disponibilizam essas ferramentas que nos auxiliam diariamente. A gente v\u00ea o retorno ali no dia a dia: animais melhores, produzindo mais\u201d, diz Parisotto.<span style=\"font-size: 1rem;\"> (Correio do Povo)<\/span><\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Jogo R\u00e1pido<\/b><\/i><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>INOVA\u00c7\u00c3O AGROINDUSTRIAL: Fiergs e Embrapa firmam parceria<\/b><br \/>\nA Fiergs firmou um termo de coopera\u00e7\u00e3o entre o Centro de Excel\u00eancia em Agricultura Digital (Cedra) e a Embrapa para criar solu\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas para a agroind\u00fastria, especialmente as pequenas e m\u00e9dias. Na pr\u00e1tica, o acordo permitir\u00e1 que pesquisadores da Embrapa, especialistas do Senai\/RS e empresas desenvolvam projetos conjuntos para acelerar o desenvolvimento, a valida\u00e7\u00e3o e a transfer\u00eancia de tecnologias destinadas \u00e0 agricultura digital e \u00e0 agroind\u00fastria por meio do projeto Semear Digital.Segundo o coordenador do Cedra, Victor Gomes, a parceria permitir\u00e1 compreender as necessidades do campo. \"Essa aproxima\u00e7\u00e3o fortalece as empresas que desenvolvem tecnologia, permitindo criar solu\u00e7\u00f5es mais aderentes \u00e0s demandas do campo, tanto para desafios atuais quanto para inova\u00e7\u00f5es capazes de transformar mercados e gerar valor para toda a cadeia produtiva\", explicou. (Jornal do Com\u00e9rcio)<\/i><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 20 de julho de 2026&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 20 - N\u00b0 4.674 Parceria garante a produ\u00e7\u00e3o de leite Organiza\u00e7\u00f5es fazem a coleta, o processamento e a distribui\u00e7\u00e3o, <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2026\/07\/20\/20-07-2026\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"20\/07\/2026\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-19632","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19632","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=19632"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19632\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":19641,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19632\/revisions\/19641"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=19632"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=19632"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=19632"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}