{"id":19521,"date":"2026-06-30T18:17:15","date_gmt":"2026-06-30T18:17:15","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=19521"},"modified":"2026-06-30T18:21:49","modified_gmt":"2026-06-30T18:21:49","slug":"30-06-2026","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2026\/06\/30\/30-06-2026\/","title":{"rendered":"30\/06\/2026"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/9wC509ABF0420\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/9wC509ABF0420\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 30 de junho de 2026&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 20 - N\u00b0 4.660<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<hr>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>Mais Forragem RS: tecnologia aumenta produ\u00e7\u00e3o de leite e reduz custos<\/b><\/p>\n<p>Os resultados apresentados pelo Programa Mais Forragem RS mostram que, com o uso de tecnologias, \u00e9 poss\u00edvel aumentar em 25% a produtividade do leite e reduzir em 33% os custos de produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Os produtores de leite ga\u00fachos est\u00e3o investindo na oferta de forragens de qualidade, aproveitando especialmente as pastagens de inverno. Os resultados apresentados pelo Programa Mais Forragem RS mostram que, com o uso de tecnologias, \u00e9 poss\u00edvel aumentar em 25% a produtividade do leite e reduzir em 33% os custos de produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>De acordo com o Relat\u00f3rio Socioecon\u00f4mico da Cadeia Produtiva do Leite no RS, o n\u00famero de propriedades com a produ\u00e7\u00e3o de leite reduziu em mais de 60% no Rio Grande do Sul na \u00faltima d\u00e9cada. Os custos de produ\u00e7\u00e3o e a falta de m\u00e3o de obra est\u00e3o entre os principais motivos para o abandono da atividade.<\/p>\n<p>Apesar da queda no n\u00famero de propriedades, a efici\u00eancia do setor produtivo tem assegurado o cont\u00ednuo crescimento no volume de produ\u00e7\u00e3o de leite. O Rio Grande do Sul \u00e9 o terceiro maior produtor de leite no Brasil, com quase 4 bilh\u00f5es de litros por ano. A regi\u00e3o Noroeste responde por 70% da produ\u00e7\u00e3o ga\u00facha de leite e representa 7,7% da produ\u00e7\u00e3o nacional (Anu\u00e1rio Leite 2025). O n\u00famero de vacas em cada propriedade praticamente dobrou e a m\u00e9dia de produtividade chega a 17 litros\/vaca\/dia enquanto a m\u00e9dia nacional n\u00e3o alcan\u00e7a 7 litros\/vaca\/dia. \u201cO diferencial na Regi\u00e3o Sul \u00e9 a oferta de forragens de alto valor nutricional, especialmente durante o inverno\u201d esclarece o pesquisador da Embrapa Trigo, Renato Fontaneli.<\/p>\n<p>Segundo ele, o uso de cereais de inverno no forrageamento dos animais, atrav\u00e9s de pasto, silagem, pr\u00e9-secado ou gr\u00e3os tamb\u00e9m ajuda a reduzir custos na produ\u00e7\u00e3o leiteira: \u201cO uso de gr\u00e3os e outros suplementos podem aumentar os custos de produ\u00e7\u00e3o em at\u00e9 quatro vezes em compara\u00e7\u00e3o com a alimenta\u00e7\u00e3o baseada em forragens\u201d. Fontaneli lembra que para cada 1 kg de mat\u00e9ria seca de trigo \u00e9 poss\u00edvel produzir 1,8 kg de leite. \u201cCom o apropriado manejo em pastagens de inverno \u00e9 poss\u00edvel atingir 20 litros de leite por vaca por dia\u201d, conclui o pesquisador.<\/p>\n<p>Fomento ao uso de forrageiras de qualidade<\/p>\n<p>Historicamente, o produtor ga\u00facho utiliza aveia preta e azev\u00e9m para alimentar o rebanho, mas a frequ\u00eancia nas intemp\u00e9ries clim\u00e1ticas, como geadas no cedo, falta ou chuva em excesso no per\u00edodo de outono\/inverno afetam a oferta de pasto para abastecer o gado, aumentando os custos de produ\u00e7\u00e3o com a suplementa\u00e7\u00e3o dos animais.<\/p>\n<p>Para amenizar o vazio forrageiro, diversas institui\u00e7\u00f5es de pesquisa investiram no melhoramento de esp\u00e9cies forrageiras mais adaptadas \u00e0s condi\u00e7\u00f5es ambientais para a produ\u00e7\u00e3o de leite no Rio Grande do Sul. O desafio de levar as novas tecnologias at\u00e9 o produtor rural uniu pesquisa, extens\u00e3o rural e poder p\u00fablico que passaram a atuar em conjunto no Programa Mais Forragem RS, coordenado pela Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), com apoio da Emater\/RS-Ascar e Embrapa.<\/p>\n<p>Em 2025, atrav\u00e9s do programa, foram realizadas 40 visitas t\u00e9cnicas, 35 dias de campo e capacita\u00e7\u00e3o direta de 200 extensionistas. O Programa distribuiu mais de 3 mil toneladas de sementes de forrageiras (capim sud\u00e3o, sorgo, milheto, aveias, azev\u00e9m, trigo, triticale e cevada) para, aproximadamente, 200 munic\u00edpios ga\u00fachos.<\/p>\n<p>\u201cNas propriedades leiteiras, o programa trabalhou com dois objetivos: aumentar a produtividade e reduzir custos\u201d, conta o coordenador do Programa de Sementes e Mudas Forrageiras, Jonas Wesz, da SDR. No balan\u00e7o final, foi contabilizado acr\u00e9scimo de 25% na produtividade do leite e 33% de redu\u00e7\u00e3o nos custos de produ\u00e7\u00e3o. \u201cMuitos produtores atingiram essas margens, mostrando que com planejamento forrageiro e sementes de qualidade \u00e9 poss\u00edvel manter o produtor na atividade leiteira\u201d, comemora Jonas.<\/p>\n<p>O engenheiro agr\u00f4nomo da Embrapa Trigo Cristiano Tomasi, que acompanha o programa na SDR, lembra que 60% do custo de produ\u00e7\u00e3o do leite \u00e9 a alimenta\u00e7\u00e3o. \u201cA estrat\u00e9gia de orienta\u00e7\u00e3o ao produtor foi definir a dieta animal baseada em pastagem, em quantidade e qualidade, deixando o alimento conservado como complemento. Assim conseguimos reduzir o custo m\u00e9dio de produ\u00e7\u00e3o de R$ 2,00 por litro de leite, para R$ 1,20. Quando voc\u00ea soma essa renda no plantel, certamente faz diferen\u00e7a nas contas da fam\u00edlia\u201d, conclui Tomasi.<\/p>\n<p>O impacto do programa no Rio Grande do Sul no \u00faltimo ano foi estimado em R$ 2,1 bilh\u00f5es considerando a renda extra gerada nas 14.400 propriedades a partir do valor bruto do leite injetado na economia local em 200 munic\u00edpios. Para 2026, o Programa de Sementes e Mudas Forrageiras destinou R$ 26 milh\u00f5es para atender 24 mil agricultores familiares por meio de 216 entidades (sindicatos, cooperativas e associa\u00e7\u00f5es).<\/p>\n<p>As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da Embrapa.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<hr>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>Rede Elite a Pasto destaca manejo baseado no comportamento de pastejo<\/b><\/p>\n<p>Produtores de leite da Rede Elite a Pasto, de J\u00falio de Castilhos, participaram, na \u00faltima quinta-feira (25\/06), de uma reuni\u00e3o t\u00e9cnica sobre o manejo de pastagens com base no Pastoreio Rotat\u00ednuo, metodologia que orienta a movimenta\u00e7\u00e3o dos animais conforme a altura e o desenvolvimento do pasto. O encontro foi realizado na propriedade de Givanildo de Oliveira, na localidade de Ramada.<\/p>\n<p>Na propriedade, o produtor adotou o manejo em \u00e1rea cont\u00ednua, sem subdivis\u00f5es em piquetes, realizando o controle da altura das pastagens conforme orienta\u00e7\u00f5es da Emater\/RS-Ascar. O sistema demonstra que \u00e9 poss\u00edvel manter a efici\u00eancia do pastejo utilizando a estrutura do pasto como principal refer\u00eancia para a tomada de decis\u00e3o.<\/p>\n<p>Diferentemente do pastoreio rotativo convencional, em que os animais s\u00e3o transferidos entre piquetes em intervalos previamente definidos, o Pastoreio Rotat\u00ednuo utiliza como crit\u00e9rio o comportamento de pastejo. Nessa estrat\u00e9gia de manejo, o pasto \u00e9 oferecido aos animais em uma estrutura (altura) considerada \u00f3tima, onde a taxa de ingest\u00e3o de forragem \u00e9 m\u00e1xima, ou seja, os animais consomem mais pasto por minuto. Isso pode ser feito com ou sem piquetes, desde que as plantas sejam mantidas nessa estrutura.<\/p>\n<p>Segundo o engenheiro agr\u00f4nomo da Emater\/RS-Ascar, Leandro Ebert, a capacita\u00e7\u00e3o teve como foco qualificar os produtores para monitorar e interpretar a estrutura do pasto e o comportamento de pastejo dos animais, al\u00e9m de apresentar estrat\u00e9gias para evitar tanto o subpastejo quanto o superpastejo.<\/p>\n<p>\"Com o Pastoreio Rotat\u00ednuo, ainda que o manejo seja feito com piquetes di\u00e1rios, acabamos manejando sempre com poucos e grandes piquetes, j\u00e1 que o rebrote do pasto \u00e9 muito r\u00e1pido com o pastejo de baixa intensidade. A partir do momento em que assumimos as divis\u00f5es em piquetes como ferramentas para controle da estrutura do pasto, e n\u00e3o como o centro do manejo, abrimos a possibilidade de controlar essas alturas tamb\u00e9m com piquetes para v\u00e1rios dias ou at\u00e9 sem piquetes, em \u00e1rea cont\u00ednua, como demonstramos a campo, na propriedade. Isso representa uma oportunidade de simplificar a m\u00e3o de obra e reduzir custos, sem abrir m\u00e3o da efici\u00eancia e da produtividade, como pudemos observar na propriedade do Givanildo\", destacou Ebert. (Emater\/RS)<\/p>\n<p><b>Crescimento da demanda por prote\u00edna altera din\u00e2mica do mercado de latic\u00ednios nos EUA<\/b><\/p>\n<p>Com estoques de prote\u00edna do soro de leite em queda de 50% e pre\u00e7os em n\u00edveis recordes, o setor enfrenta gargalos estruturais associados \u00e0 mudan\u00e7a de h\u00e1bitos e \u00e0 populariza\u00e7\u00e3o de novos medicamentos.<\/p>\n<p>A cadeia de latic\u00ednios nos Estados Unidos registra um descompasso estrutural em fun\u00e7\u00e3o do aumento na procura por concentrado de prote\u00edna do soro do leite (whey protein). Historicamente comercializado como um subproduto da fabrica\u00e7\u00e3o de queijos, o ingrediente teve uma redu\u00e7\u00e3o de aproximadamente 50% em seus estoques desde 2023, segundo dados do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) divulgados em junho. Esse cen\u00e1rio elevou o pre\u00e7o do isolado proteico para o patamar de US$ 14 por libra, fazendo com que parte dos fornecedores j\u00e1 esteja com a capacidade de entrega comprometida at\u00e9 o segundo semestre de 2026.<\/p>\n<p>O incremento na demanda, associado ao comportamento de consumo denominado \"protein-maxxing\", decorre de transforma\u00e7\u00f5es nos h\u00e1bitos alimentares e da expans\u00e3o do uso de medicamentos da classe dos agonistas de GLP-1, tamb\u00e9m conhecidos como canetas emagrecedoras. Devido \u00e0 perda de peso acelerada provocada por esses f\u00e1rmacos, as orienta\u00e7\u00f5es m\u00e9dicas recomendam um aumento de 30% a 50% na ingest\u00e3o di\u00e1ria de prote\u00ednas para mitigar a redu\u00e7\u00e3o da massa muscular. Como consequ\u00eancia, a ind\u00fastria de alimentos ampliou a aplica\u00e7\u00e3o do whey protein em produtos tradicionais do varejo, incluindo barras de cereais, bebidas prontas e refei\u00e7\u00f5es processadas.<\/p>\n<p>A perspectiva para o setor indica a manuten\u00e7\u00e3o desse patamar de consumo ap\u00f3s a recente inclus\u00e3o de medicamentos GLP-1 na cobertura do Medicare, o sistema de sa\u00fade direcionado \u00e0 popula\u00e7\u00e3o idosa nos EUA. A medida deve elevar o n\u00famero de pacientes com acesso ao tratamento, consolidando a demanda por alimentos enriquecidos. Em relat\u00f3rio oficial, o USDA informou que a disponibilidade do insumo permanece restrita, com compradores relatando dificuldades para assegurar novos volumes de fornecimento no mercado f\u00edsico.<\/p>\n<p>A resposta da ind\u00fastria de latic\u00ednios ao cen\u00e1rio atual \u00e9 limitada pela complexidade da sua infraestrutura. A oferta de soro est\u00e1 diretamente vinculada ao volume de produ\u00e7\u00e3o de queijo, que n\u00e3o acompanhou a expans\u00e3o do mercado de suplementos nutricionais. Adicionalmente, a constru\u00e7\u00e3o e a adapta\u00e7\u00e3o de usinas de processamento de prote\u00ednas exigem aportes financeiros elevados e prazos extensos de implementa\u00e7\u00e3o. Uma vez que as plantas industriais do pa\u00eds foram projetadas para um crescimento linear, as decis\u00f5es de investimento dependem de an\u00e1lises de viabilidade de longo prazo.<\/p>\n<p>Para mitigar o d\u00e9ficit produtivo, cooperativas e corpora\u00e7\u00f5es como a Dairy Farmers of America e a Saputo Inc. anunciaram planos para ampliar suas capacidades de processamento. Analistas do setor avaliam, no entanto, que o equil\u00edbrio entre a oferta interna e a demanda deve ser alcan\u00e7ado apenas por volta de 2028. No curto prazo, a importa\u00e7\u00e3o de prote\u00edna proveniente de mercados como a Europa e a Nova Zel\u00e2ndia funciona como alternativa para suprir as ind\u00fastrias locais, embora a viabilidade da opera\u00e7\u00e3o dependa do impacto dos custos de frete e das tarifas de importa\u00e7\u00e3o no pre\u00e7o final do produto.<\/p>\n<p>As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Space Money, adaptadas pela equipe MilkPoint.<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Jogo R\u00e1pido<\/b><\/i><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Queijos Scala promove a\u00e7\u00e3o no M\u00eas da Pizza com chefs e vota\u00e7\u00e3o do p\u00fablico<\/b><br \/>\nA Queijos Scala lan\u00e7ou uma campanha para celebrar o M\u00eas da Pizza em parceria com o chef e influenciador gastron\u00f4mico Francesco Tarallo, conhecido como Chef Tito. A iniciativa re\u00fane profissionais da gastronomia e consumidores em uma a\u00e7\u00e3o que ter\u00e1 como resultado a cria\u00e7\u00e3o de uma pizza especial dispon\u00edvel por tempo limitado na Pizzaria Speranza, localizada na cidade de S\u00e3o Paulo. A campanha come\u00e7a com um desafio proposto por Chef Tito a chefs convidados, que receber\u00e3o um kit de produtos Scala para desenvolver receitas autorais de pizza utilizando os queijos da marca. O processo ser\u00e1 apresentado em uma s\u00e9rie de v\u00eddeos publicados nas redes sociais, mostrando desde a apresenta\u00e7\u00e3o do desafio at\u00e9 a cria\u00e7\u00e3o e avalia\u00e7\u00e3o das receitas. Ap\u00f3s a divulga\u00e7\u00e3o dos conte\u00fados, o p\u00fablico poder\u00e1 votar em sua pizza favorita nas redes sociais da Scala. A receita vencedora ser\u00e1 inclu\u00edda, por tempo limitado, no card\u00e1pio da Pizzaria Speranza, em uma a\u00e7\u00e3o que busca aproximar a campanha digital da experi\u00eancia presencial. Segundo a empresa, a iniciativa tamb\u00e9m tem como objetivo destacar a aplica\u00e7\u00e3o dos queijos Scala em prepara\u00e7\u00f5es voltadas ao food service, ao mesmo tempo em que amplia o relacionamento da marca com consumidores finais por meio de conte\u00fados digitais e da participa\u00e7\u00e3o de influenciadores.&nbsp; A a\u00e7\u00e3o acompanha um movimento crescente entre empresas do setor de l\u00e1cteos, que t\u00eam utilizado datas sazonais e parcerias com chefs, influenciadores e estabelecimentos de alimenta\u00e7\u00e3o para destacar aplica\u00e7\u00f5es dos produtos, ampliar a visibilidade das marcas e fortalecer a presen\u00e7a no segmento de food service. As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do portal Segs, resumidas e adaptadas pela Equipe MilkPoint.&nbsp;<\/i><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 30 de junho de 2026&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 20 - N\u00b0 4.660 Mais Forragem RS: tecnologia aumenta produ\u00e7\u00e3o de leite e reduz custos Os resultados apresentados pelo <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2026\/06\/30\/30-06-2026\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"30\/06\/2026\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-19521","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19521","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=19521"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19521\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":19524,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19521\/revisions\/19524"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=19521"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=19521"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=19521"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}