{"id":1952,"date":"2018-04-23T17:08:57","date_gmt":"2018-04-23T17:08:57","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/04\/23\/23-04-2018\/"},"modified":"2018-04-23T17:08:57","modified_gmt":"2018-04-23T17:08:57","slug":"23-04-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/04\/23\/23-04-2018\/","title":{"rendered":"23\/04\/2018"},"content":{"rendered":"<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 23 de abril de 2018<\/em><\/strong><strong><em>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 12 - N\u00b0 2.720<\/em><\/strong><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; text-align: justify; width: 811px;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><u><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" \/><\/span><\/span><\/u><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Necessidade de refor\u00e7o na vigil\u00e2ncia foi debatida em reuni\u00e3o da Cosalfa<\/strong> <\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">A import\u00e2ncia dos sistemas de vigil\u00e2ncia passiva, com a notifica\u00e7\u00e3o de suspeitas, foi refor\u00e7ada durante a 45\u00aa Reuni\u00e3o Ordin\u00e1ria da Comiss\u00e3o Sul-Americana para a Luta contra a Febre Aftosa (Cosalfa), que ocorreu na semana passada (16, 17, 19 e 20\/4), em Santa Cruz de La Sierra, na Bol\u00edvia. O evento, que ocorre anualmente, contou com a participa\u00e7\u00e3o de quatro t\u00e9cnicos da Secretaria Estadual da Agricultura (Seapi). Durante o encontro, foi debatido o recente caso de aftosa na Venezuela.\u00a0<\/p>\n<p> \"Precisamos refor\u00e7ar a vigil\u00e2ncia, para evitar que a doen\u00e7a reingresse, e cobrir os pontos de risco, priorizando a\u00e7\u00f5es de fiscaliza\u00e7\u00e3o na fronteira, por exemplo\", explicou o veterin\u00e1rio Fernando Groff, coordenador do Programa de Combate \u00e0 Febre Aftosa no Rio Grande do Sul, da Seapi. Em seu relato sobre o encontro, o t\u00e9cnico tamb\u00e9m destacou a import\u00e2ncia de ter sistemas de compensa\u00e7\u00e3o eficientes, citando como exemplo o Fundesa, que no Estado indeniza os produtores que eliminarem animais com a doen\u00e7a.\u00a0<\/p>\n<p> Diante do atual cen\u00e1rio, Brasil e Rio Grande do Sul devem manter-se alerta. Segundo Groff, todos os atores envolvidos na cadeia produtiva, desde produtores, transportadores e ind\u00fastria, incluindo as entidades ligadas ao Fundesa e o poder p\u00fablico, precisam estar alinhados \u00e0 esta preocupa\u00e7\u00e3o constante com a vigil\u00e2ncia. Entre os cuidados que devem ser tomados, est\u00e1 a desinfec\u00e7\u00e3o dos equipamentos e a inspe\u00e7\u00e3o cl\u00ednica dos animais. O coordenador do Programa de Combate \u00e0 Febre Aftosa ressaltou ainda que os novos focos da doen\u00e7a na Venezuela impactam a m\u00e9dio e longo prazo nas diretrizes gerais previstas pelo plano estrat\u00e9gico com metas para 2020. \"Mesmo que tenhamos \u00e1reas livres de aftosa, n\u00e3o podemos deixar de ter um plano. Temos que nos manter mobilizados\", enfatizou, recordando epis\u00f3dio que ocorreu no Jap\u00e3o, pa\u00eds onde a doen\u00e7a retornou ap\u00f3s mais de cem anos. Tamb\u00e9m participaram da reuni\u00e3o da Cosalfa os t\u00e9cnicos Graziane Rigon, Marcelo Goecks e Michele Maroso, todos da Seapi. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/div>\n<div><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>UMAPARCERIA PARA O DESENVOLVIMENTO DAS CADEIAS DO TRIGO, ARROZ E LEITE<\/strong><\/p>\n<p> instabilidade de tr\u00eas importantes culturas do agroneg\u00f3cio ga\u00facho tem nos preocupado. Os problemas que trigo, arroz e leite v\u00eam passando nos fizeram procurar o Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (Mapa) para a elabora\u00e7\u00e3o de um projeto de desenvolvimento das culturas. N\u00e3o se trata de encontrar medidas paliativas, mas um planejamento estruturante que envolva pol\u00edticas agr\u00edcolas de car\u00e1ter duradouro na busca por alterar um cen\u00e1rio que vem se mostrando nefasto para o desenvolvimento do setor. Um ponto em que as dificuldades convergem est\u00e1 no Mercosul. A nossa posi\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 contr\u00e1ria ao bloco ou aos pa\u00edses irm\u00e3os, mas trata da necessidade de uma mudan\u00e7a na postura brasileira perante o acordo que, atualmente, atinge diretamente o setor produtivo.\u00a0 Falamos de um tratado internacional e queremos que ele seja exercido na sua plenitude, garantindo a liberdade de mercado n\u00e3o apenas para produtos, mas tamb\u00e9m para insumos, nivelando a competitividade. Ainda no cen\u00e1rio internacional, \u00e9 preciso viabilizar as exporta\u00e7\u00f5es para que se busque novos mercados. Isso passa por uma quest\u00e3o muito complexa, o chamado Custo Brasil, uma carga tribut\u00e1ria pesada que nos p\u00f5em em desvantagem com nossos concorrentes. Ao olharmos pontualmente para o setor l\u00e1cteo, entre as medidas a serem tomadas est\u00e1 a de trabalhar em cima da efetiva produ\u00e7\u00e3o leiteira.\u00a0<\/p>\n<p> Os recentes acontecimentos envolvendo o leite uruguaio foi um duro embargo para nossos produtores. O Mapa foi fortemente pressionado pelos Minist\u00e9rios de Rela\u00e7\u00f5es Exteriores e da Ind\u00fastria, Com\u00e9rcio Exterior e Servi\u00e7os (Mdic) para sustar a proibi\u00e7\u00e3o da entrada do produto do pa\u00eds vizinho. Isso mostra a necessidade de n\u00e3o apenas prospectar novos mercados, mas de estar sempre atento \u00e0s importa\u00e7\u00f5es, especialmente do Mercosul. No caso da triticultura, o pensamento est\u00e1 em proteger uma cultura que \u00e9 extremamente importante nos tr\u00eas estados do Sul por ser complementar \u00e0 soja. Mesmo que a nossa produ\u00e7\u00e3o n\u00e3o seja suficiente para o abastecimento do consumo nacional, \u00e9 preciso dar sustentabilidade a ela por meio de um caminho de pre\u00e7o, como os leil\u00f5es PEP e Pepro, j\u00e1 antecipados como pol\u00edtica agr\u00edcola. A cadeia n\u00e3o pode ser constru\u00edda apenas na depend\u00eancia de ser complementar a outra. O arroz \u00e9 o tema mais complexo, pois possui um endividamento elevado. Mesmo que algumas medidas j\u00e1 tenham sido acenadas, s\u00e3o a\u00e7\u00f5es protelat\u00f3rias. Atualmente, existe um passivo acumulado nos \u00faltimos anos que deixou um grande n\u00famero de agricultores em dificuldades sendo financiados pela ind\u00fastria, obrigando-os a entregar sua produ\u00e7\u00e3o a um pre\u00e7o vil. Temos que sanar esse produtor para que ele volte para o sistema financeiro. (Correio do Povo)<\/p>\n<p> <strong>Uni\u00e3o Europeia e M\u00e9xico ampliam acordo comercial incluindo o setor l\u00e1cteo<\/strong><\/p>\n<p> \u00c0s v\u00e9speras de outra rodada crucial de negocia\u00e7\u00f5es com o Mercosul, esta semana em Bruxelas, a Uni\u00e3o Europeia (UE) anunciou a atualiza\u00e7\u00e3o de seu acordo de livre com\u00e9rcio com o M\u00e9xico ap\u00f3s dois anos de negocia\u00e7\u00f5es. Segundo Bruxelas, pelo novo acordo praticamente todo o com\u00e9rcio de mercadorias com o M\u00e9xico ser\u00e1 agora livre de tarifas, incluindo no setor agr\u00edcola. Para os mexicanos, a amplia\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es preferenciais de trocas com o bloco europeu \u00e9 essencial para reduzir sua depend\u00eancia em rela\u00e7\u00e3o aos Estados Unidos. Atualmente, 80% das exporta\u00e7\u00f5es mexicanas v\u00e3o para os Estados Unidos, mas isso pode mudar diante da pol\u00edtica protecionista de \"America First\" implementada pelo presidente americano, Donald Trump. Washington tenta arrancar concess\u00f5es maiores do M\u00e9xico e do Canad\u00e1 na negocia\u00e7\u00e3o da atualiza\u00e7\u00e3o do Nafta, o acordo de livre com\u00e9rcio entre as tr\u00eas economias. Em 1997, o M\u00e9xico foi o primeiro pa\u00eds na Am\u00e9rica Latina a assinar um acordo global com a Uni\u00e3o Europeia. O tratado entrou em vigor em 2000, e agora foi atualizado. Conforme a Uni\u00e3o Europeia, o M\u00e9xico melhora o acesso preferencial para v\u00e1rios tipos de queijos europeus como Gorgonzola e Roquefort, que atualmente s\u00e3o submetidos a tarifas de at\u00e9 2%. Tamb\u00e9m ganhou uma cota de exporta\u00e7\u00e3o para leite em p\u00f3, que come\u00e7a com 30 mil toneladas e aumenta para 50 mil em cinco anos.<\/p>\n<p> A Europa conta com um aumento substancial de suas exporta\u00e7\u00f5es de carne su\u00edna, que agora ficam livres de tarifa de importa\u00e7\u00e3o. Os mexicanos v\u00e3o eliminar tamb\u00e9m as al\u00edquotas para produtos como chocolate, hoje com taxa de 30%, e pasta, hoje com taxa de 20%. A Europa conseguiu a garantia de prote\u00e7\u00e3o de 340 indica\u00e7\u00f5es geogr\u00e1ficas de alimentos e bebidas, desde queijo S\u00e3o Jorge, de Portugal, a salame Szegedi, da Hungria. De seu lado, o M\u00e9xico diz ter obtido \"acesso equitativo\" para produtos de carnes, al\u00e9m de melhor acesso para exportar de suco de laranja, atum, aspargos, mel, entre outros produtos. As empresas dos dois lados v\u00e3o ter maior acesso tamb\u00e9m a compras governamentais, um mercado gigantesco. Com a renova\u00e7\u00e3o do acordo com o M\u00e9xico e os acordos com o Jap\u00e3o e Cingapura a ponto de entrar em fase de ratifica\u00e7\u00e3o, a Uni\u00e3o Europeia concentrar\u00e1 agora os esfor\u00e7os para concluir a negocia\u00e7\u00e3o do acordo de livre com\u00e9rcio com o Mercosul. Nesta semana, em Bruxelas, negociadores dos dois blocos esperam avan\u00e7ar significativamente nas barganhas. A expectativa \u00e9 de anunciarem um acordo pol\u00edtico at\u00e9 meados do ano. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do jornal Valor Econ\u00f4mico)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Produ\u00e7\u00e3o\/NZ<\/strong><\/p>\n<p> A produ\u00e7\u00e3o de leite da Nova Zel\u00e2ndia no m\u00eas de mar\u00e7o caiu 2% em compara\u00e7\u00e3o com o mesmo m\u00eas do ano passado, de acordo com a Associa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias de Latic\u00ednios da Nova Zel\u00e2ndia. No total, foram produzidos 174 milh\u00f5es de quilos de s\u00f3lidos (kgMS) em mar\u00e7o de 2018, abaixo dos 178 milh\u00f5es produzidos em mar\u00e7o de 2017.\u00a0 A queda na produ\u00e7\u00e3o pode ser atribu\u00edda \u00e0 prolongada seca que prejudica as condi\u00e7\u00f5es de crescimento na maior parte da temporada e impactou principalmente na qualidade das pastagens. Este foi o quarto m\u00eas consecutivo em que a produ\u00e7\u00e3o de leite cai na Nova Zel\u00e2ndia, quando comparada com o m\u00eas do ano anterior.<\/p>\n<p> <u>Previs\u00e3o de produ\u00e7\u00e3o de leite na UE<\/u><br \/> Enquanto isso, a expectativa \u00e9 de que a capta\u00e7\u00e3o de leite na Uni\u00e3o Europeia (UE) suba 1,4% em 2018 com a proje\u00e7\u00e3o de uma desacelera\u00e7\u00e3o do crescimento na coleta de leite apenas em 2019, principalmente por causa dos pre\u00e7os mais baixos, de acordo com as \u00faltimas previs\u00f5es da Comiss\u00e3o Europeia sobre o setor l\u00e1cteo. Se a capta\u00e7\u00e3o para este ano est\u00e1 prevista para crescer 1,4%, para 2019, a proje\u00e7\u00e3o \u00e9 de que tenha eleva\u00e7\u00e3o de apenas 0,5%. (Farmers Journal - Tradu\u00e7\u00e3o livre: Terra Viva)<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/div>\n<div>\u00a0<strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/strong><\/div>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" \/><\/em><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><em>Languiru distribui cerca de R$ 2,4 milh\u00f5es em sobras aos associados - Cooperativa teutoniense tamb\u00e9m remunera o capital do quadro social e apresenta resultado l\u00edquido superior a R$ 17,6 milh\u00f5es<br \/> Faturamento bruto de R$ 1,228 bilh\u00e3o, resultado l\u00edquido de R$ 17,6 milh\u00f5es, patrim\u00f4nio l\u00edquido de R$ 192,4 milh\u00f5es, sobras de aproximadamente R$ 2,4 milh\u00f5es a serem distribu\u00eddas aos associados e remunera\u00e7\u00e3o do capital do quadro social. Essas foram algumas das boas not\u00edcias apresentadas pela Cooperativa Languiru na sua Assembleia Geral Ordin\u00e1ria (AGO), realizada no dia 08 de fevereiro, no Sal\u00e3o Social da Associa\u00e7\u00e3o dos Funcion\u00e1rios da Languiru, com a participa\u00e7\u00e3o de mais de 200 pessoas, entre associados, colaboradores, autoridades e representantes de entidades parceiras. (Assessoria de Imprensa Languiru)<\/em><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" \/><\/strong><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 23 de abril de 2018\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 12 - N\u00b0 2.720 \u00a0 Necessidade de refor\u00e7o na vigil\u00e2ncia foi debatida em reuni\u00e3o da Cosalfa A import\u00e2ncia dos sistemas de vigil\u00e2ncia passiva, com a <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/04\/23\/23-04-2018\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"23\/04\/2018\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1952","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1952","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1952"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1952\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1952"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1952"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1952"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}