{"id":19511,"date":"2026-06-26T18:26:45","date_gmt":"2026-06-26T18:26:45","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=19511"},"modified":"2026-06-26T18:27:52","modified_gmt":"2026-06-26T18:27:52","slug":"26-06-2026","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2026\/06\/26\/26-06-2026\/","title":{"rendered":"26\/06\/2026"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/9wC509ABF0420\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/9wC509ABF0420\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 26 de junho de 2026&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 20 - N\u00b0 4.658<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<hr>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>RAR AGRO &amp; IND\u00daSTRIA LIDERA PRODU\u00c7\u00c3O DE LEITE NO RS E ENTRA NO TOP 15 DO BRASIL<\/b><\/p>\n<p>A RAR Agro &amp; Ind\u00fastria consolidou sua lideran\u00e7a na produ\u00e7\u00e3o de leite no Rio Grande do Sul e passou a integrar o grupo dos 15 maiores produtores do Brasil, segundo ranking divulgado pelo MilkPoint. O resultado refor\u00e7a a relev\u00e2ncia da companhia na cadeia l\u00e1ctea nacional e evidencia a expans\u00e3o de sua opera\u00e7\u00e3o integrada.O desempenho da empresa \u00e9 impulsionado pela Fazenda NTR, localizada em Vacaria (RS), que registra produ\u00e7\u00e3o m\u00e9dia de cerca de 50 mil litros de leite por dia. Toda a produ\u00e7\u00e3o \u00e9 destinada \u00e0 industrializa\u00e7\u00e3o pr\u00f3pria, com destaque para queijos premium, como Gran Formaggio, considerado o primeiro queijo tipo grana produzido fora da It\u00e1lia e o Parmes\u00e3o da linha RAR Gastronomia. O modelo reflete a estrat\u00e9gia de agrega\u00e7\u00e3o de valor do leite produzido internamente. A Fazenda NTR, que integra a Rar Agro, unidade da RAR Agro &amp; Ind\u00fastria, combina tecnologia de ponta, melhoramento gen\u00e9tico e rigorosos padr\u00f5es de manejo.A propriedade tamb\u00e9m foi pioneira no Sul do Brasil ao obter certifica\u00e7\u00e3o de Bem-Estar Animal, concedida por entidades independentes como Integral Certifica\u00e7\u00f5es e FairFood, assegurando crit\u00e9rios elevados de sanidade, conforto e manejo respons\u00e1vel dos animais.<\/p>\n<p>MODELO VERTICALIZADO COME\u00c7OU NOS ANOS 1990&nbsp;<br \/>\nA opera\u00e7\u00e3o leiteira da RAR teve in\u00edcio na d\u00e9cada de 1990 com um movimento considerado inovador para a \u00e9poca: a importa\u00e7\u00e3o de 140 vacas da ra\u00e7a holandesa, transportadas ao Brasil em aeronave. A iniciativa marcou o in\u00edcio de um modelo produtivo verticalizado, que hoje integra toda a cadeia, da produ\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria \u00e0 industrializa\u00e7\u00e3o de derivados l\u00e1cteos.<\/p>\n<p>ESTRAT\u00c9GIA DE LONGO PRAZO SUSTENTA CRESCIMENTO&nbsp;<br \/>\nSegundo o presidente executivo da RAR Agro &amp; Ind\u00fastria, Sergio Martins Barbosa, o avan\u00e7o da companhia reflete planejamento e investimentos cont\u00ednuos em tecnologia e qualidade. \"O reconhecimento como maior produtora de leite do Rio Grande do Sul reflete uma trajet\u00f3ria constru\u00edda com planejamento de longo prazo, investimento em tecnologia e foco absoluto em qualidade. Estar entre as maiores do Brasil refor\u00e7a a consist\u00eancia desse modelo e a capacidade da RAR de competir em n\u00edvel nacional\", afirmou.<\/p>\n<p>DESTAQUE NO SETOR L\u00c1CTEO BRASILEIRO&nbsp;<br \/>\nCom a nova posi\u00e7\u00e3o no ranking nacional, a RAR Agro &amp; Ind\u00fastria refor\u00e7a sua presen\u00e7a entre os principais players do setor l\u00e1cteo, ampliando sua relev\u00e2ncia na produ\u00e7\u00e3o de leite e na industrializa\u00e7\u00e3o de derivados de alto valor agregado. Ao Feed &amp; Food foi conversar com o presidente executivo da RAR Agro &amp; Ind\u00fastria, Sergio Martins Barbosa.&nbsp;<\/p>\n<p>O que explica o salto da RAR para a lideran\u00e7a na produ\u00e7\u00e3o de leite no Rio Grande do Sul?&nbsp;<\/p>\n<p>A trajet\u00f3ria da RAR na atividade leiteira est\u00e1 diretamente ligada ao perfil pioneiro e \u00e0 vis\u00e3o empreendedora de seu fundador, Raul Anselmo Randon. Conhecido por sua capacidade de construir neg\u00f3cios com foco no longo prazo, ele decidiu apostar, no fim dos anos 1990, na produ\u00e7\u00e3o de queijo tipo grana no Brasil. Esse movimento exigiu uma estrutura produtiva diferenciada. Em 1992, a RAR trouxe 140 vacas da ra\u00e7a holandesa diretamente da Estados Unidos, transportadas de avi\u00e3o em dois carregamentos que desembarcaram no aeroporto de Porto Alegre. Foi uma iniciativa in\u00e9dita para a \u00e9poca e que marcou o in\u00edcio de uma opera\u00e7\u00e3o leiteira voltada \u00e0 excel\u00eancia gen\u00e9tica do rebanho.Com base nesse investimento, a RAR consolidou um modelo verticalizado, integrando produ\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria e industrializa\u00e7\u00e3o, com foco absoluto em qualidade, inova\u00e7\u00e3o, sustentabilidade, bem-estar animal e tecnologia. O resultado desse trabalho \u00e9 a lideran\u00e7a na produ\u00e7\u00e3o de leite no Rio Grande do Sul e a posi\u00e7\u00e3o de destaque da RAR Agro &amp; Ind\u00fastria entre as maiores produtoras do Brasil.<\/p>\n<p>Quais fatores foram determinantes para a empresa entrar no grupo das 15 maiores produtoras do Brasil?<\/p>\n<p>A combina\u00e7\u00e3o entre gest\u00e3o eficiente e investimentos cont\u00ednuos em melhoramento em tecnologia e um modelo verticalizado foram fundamentais para esse avan\u00e7o. A fazenda NTR, com produ\u00e7\u00e3o m\u00e9dia de 50 mil litros de leite por dia, destinados integralmente \u00e0 fabrica\u00e7\u00e3o pr\u00f3pria de queijos e derivados, especialmente o Gran Formaggio RAR e o parmes\u00e3o da linha Rar Gastronomia. Outro diferencial \u00e9 o rigor nos padr\u00f5es de manejo, sanidade, sustentabilidade e bem-estar animal, al\u00e9m da forte aposta em gen\u00e9tica de alta performance.<\/p>\n<p>Como a RAR avalia sua competitividade frente a grandes players nacionais do setor l\u00e1cteo?&nbsp;<\/p>\n<p>A RAR atua em um segmento de alto valor agregado, com foco em qualidade, rastreabilidade e diferencia\u00e7\u00e3o. Nossos produtos, cada vez mais valorizados pelo consumidor final. Nosso modelo verticalizado permite controle rigoroso de toda a cadeia, desde a produ\u00e7\u00e3o do leite at\u00e9 o produto que chega \u00e0 mesa do consumidor, garantindo padroniza\u00e7\u00e3o, origem controlada e excel\u00eancia. Al\u00e9m disso, produtos como o Gran Formaggio RAR conquistaram reconhecimento justamente por entregarem uma experi\u00eancia diferenciada, alinhada a um p\u00fablico que busca qualidade, autenticidade e produtos premium.H\u00e1 metas para avan\u00e7ar ainda mais nesse ranking nacional? Sim. A companhia trabalha com um plano de expans\u00e3o gradual e sustent\u00e1vel. O objetivo \u00e9 alcan\u00e7ar a marca de 70 mil litros di\u00e1rios nos pr\u00f3ximos anos, ampliando a capacidade produtiva e acompanhando o crescimento da demanda, especialmente no segmento de queijos especiais e no mercado externo.<\/p>\n<p>Como a Rar Agro se tornou um polo de alta produtividade, alcan\u00e7ando cerca de 50 mil litros di\u00e1rios?&nbsp;<\/p>\n<p>Reunimos uma combina\u00e7\u00e3o de gen\u00e9tica avan\u00e7ada, manejo com tecnologias avan\u00e7adas, bem-estar animal e uma equipe especializada. O investimento cont\u00ednuo em infraestrutura e inova\u00e7\u00e3o permitiu criar um rebanho altamente produtivo e sustent\u00e1vel. Hoje, o rebanho conta com cerca de 1400 mil cabe\u00e7as, e cada vaca produz, em m\u00e9dia, 36 litros de leite por dia.<\/p>\n<p>Quais tecnologias e pr\u00e1ticas de manejo s\u00e3o adotadas para manter esse n\u00edvel de produ\u00e7\u00e3o?&nbsp;<\/p>\n<p>A opera\u00e7\u00e3o utiliza ordenha mec\u00e2nica, com um fluxo de leite encaminhado diretamente para a f\u00e1brica. Tamb\u00e9m investimos em controle sanit\u00e1rio rigoroso, monitoramento constante do rebanho, manejo nutricional de precis\u00e3o e pr\u00e1ticas voltadas ao conforto animal. A fazenda opera dentro de padr\u00f5es elevados de rastreabilidade e qualidade, alinhados \u00e0s exig\u00eancias internacionais.Al\u00e9m disso, a sustentabilidade \u00e9 um eixo estrat\u00e9gico da opera\u00e7\u00e3o e est\u00e1 presente em diferentes etapas da cadeia produtiva. A RAR adota pr\u00e1ticas ambientais que hoje s\u00e3o refer\u00eancia no setor, com iniciativas voltadas \u00e0 economia circular, log\u00edstica reversa, rastreabilidade e redu\u00e7\u00e3o de impactos ambientais. (Revista Feed e Food)<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<hr>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>Conseleite Santa Catarina<\/b><\/p>\n<p>A diretoria do Conseleite Santa Catarina reunida online no dia 26 de Junho de 2026&nbsp;atendendo os dispositivos disciplinados no artigo 15 do seu Estatuto, inciso I, aprova e divulga os&nbsp;valores de refer\u00eancia da mat\u00e9ria-prima leite, realizados no m\u00eas de Maio de 2026 e a proje\u00e7\u00e3o dos&nbsp;valores de refer\u00eancia para o m\u00eas de Junho de 2026.&nbsp;<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/q5gQ69ABF0116\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/q5gQ69ABF0116\"><\/p>\n<p>O leite padr\u00e3o \u00e9 aquele que cont\u00e9m entre 3,50 e 3,59% de gordura, entre 3,11 e 3,15% de&nbsp;prote\u00edna, entre 450 e 499 mil c\u00e9lulas som\u00e1ticas\/ml e 251 a 300 mil ufc\/ml de contagem bacteriana&nbsp;e volume individual entregue de at\u00e9 50 litros\/dia. O Conseleite Santa Catarina n\u00e3o precifica leites&nbsp;com qualidades inferiores ao leite abaixo do padr\u00e3o. (Conseleite SC)<\/p>\n<p><b>EMATER\/RS: Informativo Conjuntural 1925 de 25 de junho de 2026<\/b><\/p>\n<p>BOVINOCULTURA DE LEITE&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nA produ\u00e7\u00e3o est\u00e1 est\u00e1vel na maior parte das regi\u00f5es, favorecida pela melhoria das condi\u00e7\u00f5es alimentares. A silagem de milho e os concentrados t\u00eam sido disponibilizados na dieta das vacas em produ\u00e7\u00e3o, especialmente nas propriedades com menor disponibilidade de forragem. Em rela\u00e7\u00e3o ao aspecto econ\u00f4mico, h\u00e1 preocupa\u00e7\u00f5es com as margens de rentabilidade da atividade.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>Na regi\u00e3o administrativa da Emater\/RS-Ascar de Bag\u00e9, em Dom Pedrito, apesar das restri\u00e7\u00f5es na oferta de pastagens que levou \u00e0 secagem antecipada de algumas matrizes, a produ\u00e7\u00e3o est\u00e1 est\u00e1vel e, em alguns casos, apresenta crescimento em fun\u00e7\u00e3o da concentra\u00e7\u00e3o de partos neste per\u00edodo. Essa estrat\u00e9gia \u00e9 adotada por diversas propriedades para aproveitar a disponibilidade de pastagens de aveia e azev\u00e9m a partir do final do outono e as condi\u00e7\u00f5es favor\u00e1veis \u00e0 reprodu\u00e7\u00e3o no in\u00edcio da primavera.&nbsp;<\/p>\n<p>Nas de Caxias do Sul, a produ\u00e7\u00e3o est\u00e1 est\u00e1vel, sustentada pelo uso de silagem e pelas pastagens anuais de inverno, especialmente aveia e trigo para pastejo. O estado corporal est\u00e1 adequado em fun\u00e7\u00e3o da disponibilidade de volumosos conservados. As baixas temperaturas favoreceram o conforto t\u00e9rmico dos animais. A sanidade foi considerada satisfat\u00f3ria, e houve poucos relatos de mastite e manejo rotineiro de ectoparasitas.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>Na de Passo Fundo, em raz\u00e3o do menor desempenho das pastagens, os produtores t\u00eam priorizado o acesso das vacas em lacta\u00e7\u00e3o \u00e0s \u00e1reas de pastejo, o que contribui para a manuten\u00e7\u00e3o da produtividade leiteira.&nbsp;<\/p>\n<p>Na de Iju\u00ed, a produ\u00e7\u00e3o segue em crescimento dentro da curva sazonal. As condi\u00e7\u00f5es de elevada umidade favoreceram a forma\u00e7\u00e3o de barro, aumentando os cuidados com a higiene durante a ordenha, especialmente nos sistemas de produ\u00e7\u00e3o a pasto. Nos sistemas confinados, a dificuldade de remo\u00e7\u00e3o da umidade das camas tem prejudicado o conforto dos animais. Nos rebanhos que utilizam forrageiras em est\u00e1dios iniciais de desenvolvimento, s\u00e3o observados, com maior frequ\u00eancia, casos de acidose ruminal.&nbsp;<\/p>\n<p>Na de Pelotas, o uso de pastagens cultivadas de inverno vem sendo ampliado na alimenta\u00e7\u00e3o, embora haja diferen\u00e7as entre munic\u00edpios em fun\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es de temperatura e umidade.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>Na de Santa Maria, a melhora na disponibilidade de forragem tem contribu\u00eddo para a recupera\u00e7\u00e3o da condi\u00e7\u00e3o nutricional e da produtividade leiteira. O per\u00edodo de maior incid\u00eancia de carrapatos e tristeza parasit\u00e1ria bovina foi superado, mas ainda h\u00e1 casos pontuais. Prossegue a realiza\u00e7\u00e3o da declara\u00e7\u00e3o anual de rebanho nas inspetorias veterin\u00e1rias.&nbsp;<br \/>\nNa de Soledade, a melhoria na disponibilidade de forragem contribuiu para a alimenta\u00e7\u00e3o, mas algumas propriedades ainda dependem de alimentos conservados, principalmente silagem.&nbsp;<\/p>\n<p>Na de Santa Rosa, a produ\u00e7\u00e3o de leite apresenta tend\u00eancia de crescimento, favorecida pelas temperaturas mais amenas e pelo maior conforto t\u00e9rmico. A melhoria na qualidade das pastagens tamb\u00e9m tem permitido ajustes na formula\u00e7\u00e3o das dietas, como manor uso de prote\u00edna concentrada em algumas propriedades. As chuvas, ocorridas no per\u00edodo, aumentaram a forma\u00e7\u00e3o de lama em instala\u00e7\u00f5es, corredores e \u00e1reas de descanso, exigindo maior aten\u00e7\u00e3o ao manejo. Continuam os desafios para manter os n\u00edveis de contagem de c\u00e9lulas som\u00e1ticas adequados. As temperaturas mais baixas contribu\u00edram para a redu\u00e7\u00e3o da presen\u00e7a de carrapatos nas propriedades. (EMATER\/RS)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Jogo R\u00e1pido<\/b><\/i><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>BOLETIM INTEGRADO AGROMETEOROL\u00d3GICO No 26\/2026 \u2013 SEAPI<\/b><br \/>\nNa pr\u00f3xima semana, a chuva dever\u00e1 retornar para algumas localidades do territ\u00f3rio ga\u00facho. Na quinta-feira (25\/06) e na sexta-feira (26\/06), o tempo dever\u00e1 permanecer est\u00e1vel em praticamente todo o estado. N\u00e3o h\u00e1 previs\u00e3o de chuva significativa e as temperaturas estar\u00e3o em leve ascens\u00e3o. Entre o s\u00e1bado (27\/06) e o domingo (28\/06), uma nova frente fria dever\u00e1 trazer instabilidade para o Rio Grande do Sul. Dessa forma, h\u00e1 previs\u00e3o de chuva em praticamente todas as regi\u00f5es do estado. Na segunda-feira (29\/06), a frente fria dever\u00e1 continuar influenciando as condi\u00e7\u00f5es do tempo no Rio Grande do Sul. Dessa forma, ainda h\u00e1 previs\u00e3o de chuva. Na ter\u00e7a-feira (30\/06) e na quartafeira (01\/07), o tempo ainda dever\u00e1 permanecer inst\u00e1vel na metade norte. Assim, nessa regi\u00e3o, ainda h\u00e1 possibilidade de ocorr\u00eancia de chuva em alguns munic\u00edpios. Nas demais regi\u00f5es, h\u00e1 apenas possibilidade de chuva isolada. De forma geral, a figura mostra que os acumulados de precipita\u00e7\u00e3o dever\u00e3o variar entre 0 mm e 50 mm ao longo da semana, com alguns pontos isolados que podem ultrapassar esse valor. (SEAPI)<\/i><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 26 de junho de 2026&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 20 - N\u00b0 4.658 RAR AGRO &amp; IND\u00daSTRIA LIDERA PRODU\u00c7\u00c3O DE LEITE NO RS E ENTRA NO TOP 15 <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2026\/06\/26\/26-06-2026\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"26\/06\/2026\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-19511","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19511","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=19511"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19511\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":19514,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19511\/revisions\/19514"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=19511"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=19511"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=19511"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}