{"id":1950,"date":"2018-04-20T17:12:52","date_gmt":"2018-04-20T17:12:52","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/04\/20\/20-04-2018\/"},"modified":"2018-04-20T17:12:52","modified_gmt":"2018-04-20T17:12:52","slug":"20-04-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/04\/20\/20-04-2018\/","title":{"rendered":"20\/04\/2018"},"content":{"rendered":"<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 20 de abril de 2018<\/em><\/strong><strong><em>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 12 - N\u00b0 2.719<\/em><\/strong><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; text-align: justify; width: 811px;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><u><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" \/><\/span><\/span><\/u>Sarle promove treinamento sobre procedimentos e transporte de leite<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p> \u00a0<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2783\" style=\"width: 500px; height: 374px;\" \/><\/p>\n<p> O Servi\u00e7o de An\u00e1lise de Rebanhos Leiteiros (Sarle) da Universidade de Passo Fundo (UPF) promove diversas a\u00e7\u00f5es para forma\u00e7\u00e3o e qualifica\u00e7\u00e3o dos processos e procedimentos para a qualidade do leite. Na ter\u00e7a-feira (17), t\u00e9cnicos e transportadores participaram de um treinamento ministrado pelo coordenador do laborat\u00f3rio, professor Dr. Carlos Bondan.<\/p>\n<p> Foram repassadas informa\u00e7\u00f5es e orienta\u00e7\u00f5es sobre os procedimentos de coleta e transporte de amostras para an\u00e1lise de qualidade do leite, seguindo a Instru\u00e7\u00e3o Normativa Seapi n\u00ba13 de 28\/12\/2016. Estiveram presentes 43 participantes, vinculados a empresas como Italac (Tapejara e Passo Fundo), Unibom, Domilac, Latic\u00ednios Stefanello e Alto do Uruguai, al\u00e9m de todos clientes do laborat\u00f3rio e profissionais que atuam na \u00e1rea de coleta de amostras destinadas \u00e0 an\u00e1lise de Composi\u00e7\u00e3o Qu\u00edmica, CCS e CBT, segundo a IN62 de 2011, que classifica os padr\u00f5es m\u00ednimos para a qualidade do leite.\u00a0<\/p>\n<p> O treinamento foi ministrado com uma apresenta\u00e7\u00e3o te\u00f3rica realizada no Centro de Estudos e Promo\u00e7\u00e3o da Agricultura de Grupo (Cepagro), campus I da UPF. A atividade integra as capacita\u00e7\u00f5es do Projeto Escola do Leite, que prev\u00ea apoio a diversos setores envolvidos na cadeia produtiva do leite. Logo ap\u00f3s a parte te\u00f3rica, os participantes foram conduzidos \u00e0 sala de ordenha para a aplica\u00e7\u00e3o pr\u00e1tica do conte\u00fado, onde as amostras foram coletadas. Em seguida, o grupo foi conduzido ao pr\u00e9dio do curso de Engenharia de Alimentos para, no laborat\u00f3rio, discutir os resultados e a aplica\u00e7\u00e3o de ferramentas de avalia\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p> Entre os temas abordados durante o treinamento, estiveram a composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica do leite; par\u00e2metros microbiol\u00f3gicos e f\u00edsico-qu\u00edmicos do leite; contaminantes do leite: f\u00edsicos, qu\u00edmicos e microbiol\u00f3gicos; conserva\u00e7\u00e3o e higieniza\u00e7\u00e3o dos equipamentos; refrigera\u00e7\u00e3o do leite na propriedade; procedimento de coleta de leite: an\u00e1lise na coleta, mensura\u00e7\u00e3o de temperatura e higiene; documentos obrigat\u00f3rios: preenchimento e entrega; transporte de leite cru; pr\u00e1ticas de coleta, acondicionamento e envio de amostras, al\u00e9m de acompanhamento da amostra da propriedade a emiss\u00e3o dos resultados.<\/p>\n<p> Segundo Bondan, a atividade \u00e9 fundamental para a qualidade dos servi\u00e7os e dos produtos. \"Considerando que o processo de amostragem tem uma interfer\u00eancia extremamente significativa nos resultados da an\u00e1lise, os profissionais que trabalham nessa \u00e1rea devem estar devidamente capacitados para desempenhar a fun\u00e7\u00e3o, e o laborat\u00f3rio ministra esses treinamentos mensalmente, mediante agendamento, a todos os seus clientes\", pontua. (Assessoria de Imprensa UPF)<strong><span style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0<\/span>\u00a0\u00a0<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/div>\n<div><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>GERAR LEITE 2018 percorrer\u00e1 quatro regi\u00f5es brasileiras apresentando dados de IATF e TETF<\/strong><\/p>\n<p> O GERAR (Grupo Especializado em Reprodu\u00e7\u00e3o Aplicada ao Rebanho) LEITE inicia, a partir de 19 de abril, a sua temporada 2018 de reuni\u00f5es t\u00e9cnicas pelo Brasil. O encontro, em Po\u00e7os de Caldas (MG), reunir\u00e1 t\u00e9cnicos integrados ao grupo e pecuaristas locais, com o objetivo de identificar oportunidades para melhorar os resultados reprodutivos e de qualidade do leite. No per\u00edodo de abril a junho o Grupo ainda percorrer\u00e1 outras tr\u00eas cidades: Castro (PR), Viam\u00e3o (RS) e Goi\u00e2nia (GO).<\/p>\n<p> O GERAR LEITE \u00e9 composto por um grupo selecionado de profissionais das ci\u00eancias agropecu\u00e1rias que discutem resultados e inova\u00e7\u00f5es referentes a IATF e TETF (protocolos em tempo fixo). Em quatro anos o grupo dedicado ao gado de leite passou de 70 para cerca de 185 t\u00e9cnicos e teve um crescimento substancial no n\u00famero de dados coletados e analisados.<br \/> \"O GERAR possibilita trabalhar com uma estrat\u00e9gia diferenciada, pois traz uma troca de informa\u00e7\u00e3o riqu\u00edssima entre os participantes. Este \u00e9 um canal de propaga\u00e7\u00e3o de conhecimento entre os t\u00e9cnicos e que chega at\u00e9 o produtor rural que se dedica \u00e0 atividade leiteira\", afirma Cleocy Fam de Mendon\u00e7a J\u00fanior, Gerente de Produtos Bovinos - Linha Leite da Zoetis.<br \/> Em 2018 foram analisados 206 mil dados de IATF e 26,5 mil de TETF coletados de 565 fazendas, um aumento expressivo quando comparado ao primeiro ano do Grupo GERAR LEITE, que teve 40 mil dados analisados de 110 fazendas.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> Os dados foram agrupados e analisados pela equipe do m\u00e9dico veterin\u00e1rio Jos\u00e9 Luiz Moraes Vasconcelos, o \"professor Zequinha\", da FMVZ-UNESP de Botucatu (SP), a universidade parceira do grupo, e ser\u00e3o mostrados por ele em cada encontro. \"Para auxiliar os t\u00e9cnicos a impulsionarem a lucratividade nos rebanhos leiteiros, os encontros seguir\u00e3o os formatos anteriores, aproveitando a riqueza de dados para fomentar debates importantes. Estamos muito orgulhosos de poder seguir trocando informa\u00e7\u00f5es e de sermos os \u00fanicos com um banco de dados t\u00e3o vasto no segmento\", ressalta Cleocy J\u00fanior. Confira os locais e dias de cada encontro:<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2784\" style=\"width: 587px; height: 243px;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><u>Site do GERAR<\/u><br \/> Outra novidade \u00e9 o novo canal na internet que o grupo GERAR ganhou recentemente: <a href=\"https:\/\/www.grupogerar.agr.br\/\">www.grupogerar.agr.br.<\/a> Neste endere\u00e7o os pecuaristas conseguem encontrar facilmente os t\u00e9cnicos do Grupo que atuam em sua regi\u00e3o e as principais not\u00edcias, artigos, cases, relat\u00f3rios e ferramentas sobre reprodu\u00e7\u00e3o de gado de corte e de leite no Brasil. (faemg)<\/p>\n<p> <strong>Cerca de 30% do leite produzido no Paran\u00e1 n\u00e3o atende normas do Mapa<\/strong><\/p>\n<p> Cerca de 30% do leite produzido no Estado do Paran\u00e1 n\u00e3o atende a Instru\u00e7\u00e3o Normativa 62\/2011, criada pelo Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (MAPA), que estabelece normas para produ\u00e7\u00e3o, identidade e qualidade dos leites tipo A, leite pasteurizado, cru refrigerado e do regulamento t\u00e9cnico da coleta e transporte a granel do leite cru refrigerado. A informa\u00e7\u00e3o foi repassada na ter\u00e7a-feira (18) durante uma capacita\u00e7\u00e3o sobre a qualidade do leite, dos t\u00e9cnicos da Empresa de Assist\u00eancia T\u00e9cnica de Extens\u00e3o Rural do Paran\u00e1 (Emater), regional de Toledo e Cascavel.<br \/> \u00a0<br \/> Segundo o gerente t\u00e9cnico do Projeto Estrat\u00e9gico Leite Sustent\u00e1vel Oeste, Luiz Roberto Faganello, o trabalho de capacita\u00e7\u00e3o \u00e9 realizado justamente para melhorar a qualidade do leite e dar suporte para a agricultura familiar. \"A higiene do animal, do ordenhador e das instala\u00e7\u00f5es s\u00e3o a\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias para chegar a um leite de qualidade. Hoje existe uma tend\u00eancia de valoriza\u00e7\u00e3o do leite que atenda \u00e0s exig\u00eancias de qualidade pelos latic\u00ednios, que chegam a pagar um pre\u00e7o maior por esse produto\", explica o gerente t\u00e9cnico.<br \/> \u00a0<br \/> A capacita\u00e7\u00e3o foi realizada durante toda a ter\u00e7a-feira (18) e quarta-feira (19), no audit\u00f3rio de uma faculdade de Toledo. Dois especialistas em produ\u00e7\u00e3o de leite, da Associa\u00e7\u00e3o Paranaense de Criadores de Bovinos da Ra\u00e7a Holandesa (APCBRH), estiveram na cidade para capacitar os t\u00e9cnicos que atendem 48 munic\u00edpios das regi\u00f5es de Toledo e Cascavel. \"Trouxemos profissionais que est\u00e3o atualizados para capacitar nossos t\u00e9cnicos. Posteriormente eles v\u00e3o repassar todos esses ensinamentos para os produtores melhorarem a cria\u00e7\u00e3o de vacas e a produ\u00e7\u00e3o de leite l\u00e1 no campo\", comenta Faganello.<br \/> \u00a0<br \/> Outro grande problema que deve ser levado em considera\u00e7\u00e3o, para melhorar a qualidade do leite, s\u00e3o os cuidados com a mastite. \"Nos \u00faltimos 10 anos os produtores melhoraram muito quest\u00f5es ligadas \u00e0 higiene do animal, do ordenhador e das instala\u00e7\u00f5es do local da ordenha. Por\u00e9m os cuidados com a mastite n\u00e3o avan\u00e7aram muito, e isso influencia diretamente na qualidade do leite, reduzindo o rendimento industrial, a validade dos produtos l\u00e1cteos, al\u00e9m de afetar o produto oferecido ao consumidor\", alerta o gerente t\u00e9cnico.<br \/> \u00a0<br \/> A regi\u00e3o Oeste ficou em segundo lugar no ranking de regi\u00f5es do Estado, no ano de 2016, quando se fala em n\u00fameros de vacas ordenhadas. S\u00e3o 284 mil animais, somando 17,6%. A regi\u00e3o Sudoeste est\u00e1 em primeiro lugar somando 340,7 mil vacas ordenhadas, o que representa 21%. Em terceiro lugar ficou a regi\u00e3o Noroeste com 192,2 mil animais, o que representa 11,9% das vacas ordenhadas no Paran\u00e1.<br \/> \u00a0<br \/> <u>Controle de qualidade\u00a0<\/u><br \/> Segundo dados do Observat\u00f3rio Territorial, realizado pelo Parque Tecnol\u00f3gico Itaipu (PTI), a produ\u00e7\u00e3o de leite do estado do Paran\u00e1 no ano de 2016, foi de 2,74 bilh\u00f5es de litros. O que representa 11,8% da produ\u00e7\u00e3o brasileira. A regi\u00e3o Oeste det\u00e9m 22,5% da produ\u00e7\u00e3o paranaense.<br \/> \u00a0<br \/> Com tanta oferta de leite no mercado, segundo Faganello, o produtor que oferecer um produto com qualidade consegue sair na frente. \"Para isso, as ind\u00fastrias enviam, geralmente uma vez por m\u00eas, amostras de leite de cada produtor para an\u00e1lise em laborat\u00f3rio credenciado, posteriormente esses produtores recebem o resultados das an\u00e1lises. Dessa forma \u00e9 poss\u00edvel acompanhar a qualidade do leite em cada propriedade rural e solucionar os poss\u00edveis problemas detectados\".<br \/> \u00a0<br \/> O criador tamb\u00e9m pode realizar as an\u00e1lises laboratoriais, desde que tamb\u00e9m procure laborat\u00f3rios credenciados. Afinal, segundo o gerente t\u00e9cnico da Emater, cerca de 20 a 30% do rebanho dos produtores tem algum problema que afeta a qualidade do leite. \"Assim o produtor vai identificar qual vaca est\u00e1 com algum problema e tratar somente aquele animal espec\u00edfico\".<br \/> \u00a0<br \/> Os laborat\u00f3rios devem ser credenciados na Rede Brasileira de Laborat\u00f3rios de Controle de Qualidade de Leite (RBQL). As an\u00e1lises s\u00e3o realizadas com base na Contagem Bacteriana Total (CBT), na Contagem de C\u00e9lulas Som\u00e1ticas (CCS), na determina\u00e7\u00e3o dos teores de gordura, lactose, prote\u00edna, s\u00f3lidos totais e s\u00f3lidos desengordurados, al\u00e9m da pesquisa de res\u00edduos de antimicrobianos. A composi\u00e7\u00e3o m\u00ednima do leite cru refrigerado, por exemplo, deve conter 3,0% de gordura, 2,9% de prote\u00edna e 8,4% de s\u00f3lidos n\u00e3o gordurosos. Segundo informa\u00e7\u00f5es do gerente t\u00e9cnico, a ind\u00fastria pode chegar a pagar R$ 1,12 no litro de leite que atenda \u00e0s exig\u00eancias da Instru\u00e7\u00e3o Normativa 62\/2011. O produto que est\u00e1 fora dos padr\u00f5es exigidos est\u00e1 sendo comprado a um valor m\u00e9dio de R$ 1,00.\u00a0 (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Jornal do Oeste)<\/p>\n<p> <strong>Menor oferta da mat\u00e9ria-prima mant\u00e9m pre\u00e7os em alta<\/strong><\/p>\n<p> Pre\u00e7os em alta - Os pre\u00e7os da maioria dos derivados l\u00e1cteos acompanhados pelo Cepea registraram novas altas em mar\u00e7o, com destaque para o leite UHT e o leite cru negociado entre as ind\u00fastrias (spot), com aumentos de 10,3% (m\u00e9dia de R$ 2,26\/litro) e de 8,7% (R$ 1,27\/l), respectivamente, na m\u00e9dia Brasil, em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior. Segundo colaboradores do Cepea, a eleva\u00e7\u00e3o est\u00e1 atrelada \u00e0 redu\u00e7\u00e3o da oferta de mat\u00e9ria-prima no campo.\u00a0<\/p>\n<p> Os baixos pre\u00e7os pagos ao produtor nos \u00faltimos meses e as recentes valoriza\u00e7\u00f5es de insumos utilizados na produ\u00e7\u00e3o do leite desestimularam produtores. De acordo com a pesquisa di\u00e1ria de pre\u00e7os realizada pelo Cepea com o apoio financeiro da OCB (Organiza\u00e7\u00e3o das Cooperativas Brasileiras), no atacado de S\u00e3o Paulo (principal mercado consumidor), o avan\u00e7o do pre\u00e7o m\u00e9dio do leite UHT entre fevereiro e mar\u00e7o foi ainda maior, de 12,3%, atingindo R$ 2,30\/litro. No entanto, em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo do ano anterior, esse valor \u00e9 13,55% menor. O levantamento aponta que a alta deve continuar em abril, mas em ritmo menor, visto que a demanda pelo produto ainda est\u00e1 em recupera\u00e7\u00e3o. O queijo mu\u00e7arela tamb\u00e9m se valorizou no mesmo comparativo, mas em menor intensidade. Em mar\u00e7o, o pre\u00e7o m\u00e9dio nacional do produto foi de R$ 14,98 kg, 4,6% maior que o do mesmo per\u00edodo do ano anterior; frente a fevereiro de 2017, no entanto, ainda esteve 3,69% abaixo. Segundo o levantamento di\u00e1rio da mu\u00e7arela no atacado de S\u00e3o Paulo, at\u00e9 a primeira quinzena de abril, o pre\u00e7o m\u00e9dio da mu\u00e7arela est\u00e1 oscilando, e agentes encontram dificuldades em manter negocia\u00e7\u00f5es a pre\u00e7os atrativos.(Cepea)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \u00a0<br \/> \u00a0<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2785\" style=\"width: 542px; height: 151px;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2786\" style=\"width: 542px; height: 157px;\" \/><br \/> \u00a0<\/div>\n<div>\u00a0<strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/strong><\/div>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" \/><\/em><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><em>Argentina brigar\u00e1 para que Brasil retire sistema de cotas na importa\u00e7\u00e3o de leite em p\u00f3<br \/> No pr\u00f3ximo dia 31 de maio, o sistema de cotas para a exporta\u00e7\u00e3o de leite em p\u00f3 proveniente da Argentina para o Brasil ir\u00e1 vencer. Desta forma, a Argentina tentar\u00e1 brigar para que o sistema vigente desde 2009 seja eliminado. Em todos esses anos, o Brasil sempre recusou eliminar o sistema de cotas porque a ind\u00fastria local entende que esta \u00e9 uma maneira de proteger seu mercado das importa\u00e7\u00f5es. A cota vigente \u00e9 de 4500 toneladas. No ano passado, depois de encerrada a cota, foi acordada uma amplia\u00e7\u00e3o para 5000 toneladas em agosto - entre negociantes privados, n\u00e3o entre governos. Uma fonte do Centro da Ind\u00fastria Leiteira (CIL) da Argentina confirmou ao jornal argentino La Naci\u00f3n que haver\u00e1 uma luta para uma quebra desse sistema. At\u00e9 ent\u00e3o, n\u00e3o h\u00e1 data para novas reuni\u00f5es. Se a ind\u00fastria brasileira pretender renovar as cotas, como estava sinalizando nos \u00faltimos dias, as empresas argentinas n\u00e3o responder\u00e3o de maneira positiva. O objetivo das ind\u00fastrias locais \u00e9 sair desse sistema de cota. O principal problema para a Argentina \u00e9 que o Uruguai n\u00e3o possui cotas e, assim, ganha mercado. O Brasil \u00e9 um destino chave das exporta\u00e7\u00f5es l\u00e1cteas argentinas - basicamente, leite em p\u00f3. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do La Naci\u00f3n, publicadas no Not\u00edcias Agr\u00edcolas)<\/em><\/div>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" \/><\/strong><\/p>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 20 de abril de 2018\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 12 - N\u00b0 2.719 \u00a0 Sarle promove treinamento sobre procedimentos e transporte de leite \u00a0 O Servi\u00e7o de An\u00e1lise de Rebanhos Leiteiros (Sarle) da Universidade <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/04\/20\/20-04-2018\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"20\/04\/2018\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1950","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1950","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1950"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1950\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1950"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1950"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1950"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}