{"id":1947,"date":"2018-04-18T17:01:52","date_gmt":"2018-04-18T17:01:52","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/04\/18\/18-04-2018\/"},"modified":"2018-04-18T17:01:52","modified_gmt":"2018-04-18T17:01:52","slug":"18-04-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/04\/18\/18-04-2018\/","title":{"rendered":"18\/04\/2018"},"content":{"rendered":"<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 18 de abril de 2018<\/em><\/strong><strong><em>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 12 - N\u00b0 2.717<\/em><\/strong><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; text-align: justify; width: 811px;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><u><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" \/><\/span><\/span><\/u>Sindilat participa do 2\u00ba Semin\u00e1rio de Bovinocultura de Leite do Alto Uruguai Ga\u00facho em maio, em Erechim<\/strong> <\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Com o objetivo de informar os produtores de leite do Estado sobre o setor l\u00e1cteo por meio de uma linguagem de f\u00e1cil entendimento, a Emater realizar\u00e1 o 2\u00ba Semin\u00e1rio de Bovinocultura de Leite do Alto Uruguai Ga\u00facho no dia 3 de maio, em Erechim (RS). O evento, que ocorre a partir das 9h, na Associa\u00e7\u00e3o Comercial, Cultural e Industrial de Erechim (ACCIE), deve reunir entre 650 a 900 pessoas, especialmente pequenos agricultores de 32 munic\u00edpios da regi\u00e3o.\u00a0\u00a0<\/p>\n<p> Na ocasi\u00e3o, o secret\u00e1rio-executivo do Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do Rio Grande do Sul (Sindilat), Darlan Palharini, participar\u00e1 de debate sobre a conjuntura atual e a perspectiva da atividade leiteira. Segundo Palharini, eventos como este s\u00e3o uma oportunidade para conversar sobre as demandas do setor. Tamb\u00e9m participa do debate o veterin\u00e1rio Antonio Carlos Ferreira Zanini, coordenador de Bovinocultura da Cooperalfa, membro da C\u00e2mara T\u00e9cnica do Conseleite-SC. Quem mediar\u00e1 o debate \u00e9 o zootecnista Jaime Ries, assistente t\u00e9cnico estadual da Emater.<\/p>\n<p> O evento tamb\u00e9m contar\u00e1 com palestras sobre bezerra leiteira lactante e produ\u00e7\u00e3o de leite com simplicidade atrav\u00e9s de ordenha rob\u00f3tica. Al\u00e9m disso, ser\u00e1 tratado sobre fertilidade, manejo, conserva\u00e7\u00e3o do solo para alta produ\u00e7\u00e3o de forragem e para produ\u00e7\u00e3o de alimentos conservados. As inscri\u00e7\u00f5es podem ser realizadas no dia do evento, a partir das 8h, ou antecipadamente no link:\u00a0 <a href=\"https:\/\/docs.google.com\/forms\/d\/e\/1FAIpQLScWEb6A1xkMwgjS84T2CZ1NXT4mvu7NlWE9Dc2kiBN6rz2tQQ\/viewform\">Inscri\u00e7\u00f5es<\/a>.(Assessoria de Imprensa Sindilat)<strong><span style=\"text-align: justify;\">\u00a0 \u00a0<\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/div>\n<div><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Ind\u00fastria sinaliza que acordo entre UE e Mercosul pode estar pr\u00f3ximo<\/strong><\/p>\n<p> V\u00e1rias quest\u00f5es que vinham bloqueando o avan\u00e7o das negocia\u00e7\u00f5es entre o Mercosul e a Uni\u00e3o Europeia (UE) para um acordo de livre com\u00e9rcio birregional parecem superadas e a reuni\u00e3o de negociadores, na semana que vem em Bruxelas, poder\u00e1 determinar os pr\u00f3ximos passos das barganhas, segundo expectativa de representante da ind\u00fastria. \"Entendo que os principais \u00f3bices foram superados, os temas complicados est\u00e3o bem encaminhados\", afirmou o diretor de Rela\u00e7\u00f5es Internacionais e Com\u00e9rcio Exterior da Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias do Estado de S\u00e3o Paulo (Fiesp), Thomaz Zanotto. Para a Fiesp, o momento \u00e9 oportuno para concluir as negocia\u00e7\u00f5es e resultar\u00e1 tanto no aumento do fluxo comercial quanto em benef\u00edcios intang\u00edveis quanto a transfer\u00eancia de tecnologia, capitais e servi\u00e7os para a ind\u00fastria nacional. \"H\u00e1 uma janela de oportunidade e isso tem prazo de validade, porque sen\u00e3o ela tende a se fechar\", diz Zanotto. Pelas informa\u00e7\u00f5es que circulam no setor privado, os europeus sinalizaram com aumento da quota para importa\u00e7\u00e3o de carne bovina para 110 mil toneladas. A UE tinha come\u00e7ado com quota de 70 mil e depois com 99 mil. Negociadores dizem que muito do que foi conversado com Bruxelas nas \u00faltimas semanas precisa ser formalizado.<\/p>\n<p> Duas quest\u00f5es centrais envolvendo o setor automotivo parecem ter avan\u00e7ado. Primeiro, os europeus queriam elimina\u00e7\u00e3o das tarifas de importa\u00e7\u00e3o para seus carros num prazo de oito anos, enquanto as montadoras do Mercosul pediam prazo de 15 anos. A avalia\u00e7\u00e3o agora \u00e9 de que o fim das tarifas deve ocorrer entre 10 e 12 anos. Al\u00e9m disso, um dos princ\u00edpios b\u00e1sicos da negocia\u00e7\u00e3o \u00e9 que n\u00e3o haveria prazo de car\u00eancia, e a liberaliza\u00e7\u00e3o come\u00e7aria desde o primeiro ano do acordo. O sentimento \u00e9 de que, se houver car\u00eancia, pela insist\u00eancia de montadoras do Mercosul, ser\u00e1 entre dois e tr\u00eas anos. Outra quest\u00e3o t\u00e9cnica sens\u00edvel estava em discuss\u00e3o no campo das regras de origem. Ponto que, pela an\u00e1lise de Zanotto, prosperou. O setor t\u00eaxtil brasileiro defendia que para se ter a tarifa menor pela regra de origem nesse segmento, o fio, o tecido e a roupa precisariam ser da regi\u00e3o. A regra acertada agora manteve s\u00f3 duas etapas do conte\u00fado local: o tecido e a roupa. Os europeus alegam que s\u00e3o importadores de fio.<\/p>\n<p> A quest\u00e3o de produtos remanufaturados fica fora do acordo. Os europeus queriam sua inclus\u00e3o, por exemplo, porque pa\u00edses como a Alemanha t\u00eam um programa que incentiva a troca de m\u00e1quinas com frequ\u00eancia - e a revenda do equipamento com pouco uso. Mas permitir tarifa menor para esse tipo de produ\u00e7\u00e3o causaria problemas para setores no Brasil. \u00c9 o mesmo caso de pneus, que os europeus, por causa dos ciclos do ver\u00e3o e interno, descartam o produto com mais frequ\u00eancia e procuram exportar o que em outros pa\u00edses \u00e9 visto como seminovo. A avalia\u00e7\u00e3o \u00e9 tamb\u00e9m de que a UE compreende a import\u00e2ncia de se manter o regime de \"drawback\" - pelo qual h\u00e1 isen\u00e7\u00e3o na tarifa de importa\u00e7\u00e3o para insumos usados na fabrica\u00e7\u00e3o de bens industriais depois exportados. \u00c9 um regime aduaneiro especial no Brasil e para o Paraguai com suas maquiladoras, por exemplo. A UE queria manter uma forte prote\u00e7\u00e3o de mais de 300 denomina\u00e7\u00f5es de origem, incluindo queijos, azeites etc. Agora, isso foi reduzido para cerca de 10%, o que tamb\u00e9m facilita o avan\u00e7o da negocia\u00e7\u00e3o birregional.<\/p>\n<p> Nas negocia\u00e7\u00f5es ministeriais em Buenos Aires, em dezembro de 2017, a Argentina parecia querer fechar o acordo a qualquer pre\u00e7o, e coube ao Brasil esfriar um pouco os \u00e2nimos diante do que Bruxelas colocava na mesa. Mais tarde, alguns europeus procuraram representantes do setor privado brasileiro, indagando se o Brasil estava postergando a negocia\u00e7\u00e3o para fazer o acordo em outro momento pol\u00edtico. De seu lado, a Fiesp considera que o momento para fechar a negocia\u00e7\u00e3o \u00e9 oportuno inclusive por ver uma converg\u00eancia in\u00e9dita de pol\u00edticas econ\u00f4micas entre o Brasil e a Argentina, cujos governos coincidem na decis\u00e3o de realizar reformas estruturais, buscar o equil\u00edbrio fiscal e promover maior inser\u00e7\u00e3o externa da regi\u00e3o. Thomas Zanotto destaca que, para a Fiesp, a negocia\u00e7\u00e3o de acordos comerciais \u00e9 o caminho mais seguro e inteligente para a abertura da economia brasileira. A entidade avalia que uma redu\u00e7\u00e3o unilateral de tarifas de importa\u00e7\u00e3o limita o poder de barganha do bloco com outros parceiros, como tamb\u00e9m amea\u00e7a a produ\u00e7\u00e3o e emprego local, sobretudo de pequenas e m\u00e9dias empresas que ter\u00e3o dificuldade de se adaptar no curto prazo.<\/p>\n<p> O fluxo comercial entre a UE e o Mercosul alcan\u00e7ou US$ 80 bilh\u00f5es em 2017, com deficit de US$ 362 milh\u00f5es para o bloco do cone sul. As exporta\u00e7\u00f5es do Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai foram principalmente subprodutos das ind\u00fastrias aliment\u00edcias (15%), minerais met\u00e1licos (10%) e soja (7%). As importa\u00e7\u00f5es foram principalmente de reatores e caldeiras (19%), produtos farmac\u00eauticos (11%) e m\u00e1quinas e equipamentos el\u00e9tricos (9%). No primeiro trimestre deste ano, as exporta\u00e7\u00f5es de manufaturados brasileiros para a UE cresceram 74%, na compara\u00e7\u00e3o interanual, e totalizaram US$ 4,9 bilh\u00f5es. Para a Fiesp, esse resultado mostra o potencial do mercado europeu para as vendas de produtos industrializados de origem brasileira. Do lado das importa\u00e7\u00f5es, as compras de manufaturados europeus aumentaram 10% e totalizaram US$ 7,9 bilh\u00f5es no per\u00edodo. Cerca de 60% da pauta de importa\u00e7\u00f5es origin\u00e1rias da UE pode ser classificada como bens intermedi\u00e1rios utilizados pela ind\u00fastria de transforma\u00e7\u00e3o no Brasil. Para Zanotto, se as barganhas entre UE e Mercosul avan\u00e7arem na semana que vem, como \u00e9 a expectativa, o passo seguinte ser\u00e1 a realiza\u00e7\u00e3o de uma reuni\u00e3o ministerial para anunciar o acordo pol\u00edtico e, talvez ainda este ano, concluir a negocia\u00e7\u00e3o do acordo de livre com\u00e9rcio birregional. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do jornal Valor Econ\u00f4mico)<\/p>\n<p> <strong>Argentina - Consumo de l\u00e1cteos \u00e9 de 210 litros per capita\/ano<\/strong><\/p>\n<p> Leite\/AR - O atual momento da cadeia l\u00e1ctea da Argentina requer maior compromisso dos atores com a competitividade, como fator central para dar sustentabilidade e futuro para as empresas e a atividade. O aumento do pre\u00e7o do leite em mar\u00e7o deixou uma sensa\u00e7\u00e3o contradit\u00f3ria, dependendo do \u00e2ngulo que se olha, pesos por litro, ou pesos por quilo de s\u00f3lidos totais \u00fateis (KSU), diz a C\u00e2mara dos Produtores de Leite da Bacia Oeste de Buenos Aires (CAPROLECOBA). Isto porque ao contr\u00e1rio de subir os percentuais da mat\u00e9ria gorda e da prote\u00edna do leite (como \u00e9 o habitual nesses meses do ano) houve aumento de 2,5% no pre\u00e7o do litro do leite, mas, reduziram para um fraco 0,5% a bonifica\u00e7\u00e3o pelos s\u00f3lidos. Os pre\u00e7os m\u00e9dios na Bacia Oeste, em d\u00f3lares caiu para US$ 0,29\/litro.<\/p>\n<p> Abril: Entre a cautela e as mudan\u00e7as que vir\u00e3o<br \/> Com um aceit\u00e1vel consumo de 210 litros\/habitante\/ano, as ind\u00fastrias parecem perceber que podem ampliar suas vendas no mercado local, desde que n\u00e3o alterem muito os pre\u00e7os. Por enquanto, o mercado externo n\u00e3o oferece\u00a0 melhores margens, mas, ajuda a manter os estoques baixos. Assim, com este equil\u00edbrio entre o que comprar e o que vender, \u00e9 natural uma certa cautela em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 demanda. Na realidade, a maioria das ind\u00fastrias precisam de mais leite, e inclusive conhecem a situa\u00e7\u00e3o dos produtores (que reivindicam melhores pre\u00e7os), mas, absorvidas em suas reestrutura\u00e7\u00f5es, n\u00e3o se mostram dispostas a assumir mais riscos de imediato.<\/p>\n<p> Al\u00e9m disso, existe a expectativa em rela\u00e7\u00e3o ao que ocorrer\u00e1 com a SanCor e a entrada da Adecoagro no mercado. Porque, por mais que tenha pondera\u00e7\u00e3o e escalonamento, est\u00e1 claro que para organizar um relan\u00e7amento, ter\u00e3o que receber pelo menos um milh\u00e3o de litros de leite nas plataformas das ind\u00fastrias, e a Adecoagro s\u00f3 conta com 300.000, por enquanto. Por isso, n\u00e3o ter\u00e1 como evitar o aperto da oferta de leite nos pr\u00f3ximos meses. Atores atentos j\u00e1 est\u00e3o preparados para isso. E os produtores tamb\u00e9m devem ficar. (Infortambo - Tradu\u00e7\u00e3o livre: Terra Viva)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/strong><\/div>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" \/><\/em><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em>A produ\u00e7\u00e3o mundial de leite continua subindo<br \/> Produ\u00e7\u00e3o mundial - A produ\u00e7\u00e3o de leite das cinco principais regi\u00f5es exportadoras UE-28, Argentina, Austr\u00e1lia, Nova Zel\u00e2ndia e Estados Unidos aumentaram 2,1% em fevereiro em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo m\u00eas do ano anterior, com oferta m\u00e9dia de 800 milh\u00f5es de litros por dia. Estas cinco regi\u00f5es representam mais de 65% da produ\u00e7\u00e3o mundial de leite e cerca de 80% das exporta\u00e7\u00f5es mundiais de produtos l\u00e1cteos. A meteorologia desfavor\u00e1vel reduziu o crescimento da produ\u00e7\u00e3o m\u00e9dia di\u00e1ria na UE-28, que vinha aumentando entre 4 e 6% na compara\u00e7\u00e3o interanual, desde setembro. A maioria das regi\u00f5es produtoras chave registraram um aumento interanual na produ\u00e7\u00e3o, com exce\u00e7\u00e3o da Nova Zel\u00e2ndia, que caiu 2,3%. Em destaque ficou a forte recupera\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o de leite da Argentina. Segundo um boletim do Rabobank, os pre\u00e7os do leite ao produtor ca\u00edram nas maiores regi\u00f5es exportadoras, chegando a quedas de at\u00e9 15%, desde o come\u00e7o de 2018. O crescimento da oferta de leite est\u00e1 superando a demanda de importa\u00e7\u00f5es e poderia continuar a tend\u00eancia no segundo trimestre. Como resultado, os pre\u00e7os mundiais ficariam limitados, exercendo press\u00e3o para queda de cota\u00e7\u00f5es. O fato positivo para os pre\u00e7os mundiais, seria que os importadores poderiam come\u00e7ar a acelerar as compras para obter um estoque de curto prazo, com expectativas de mudan\u00e7as no equil\u00edbrio no segundo semestre. (Agrodigital - Tradu\u00e7\u00e3o livre: Terra Viva)<strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/strong><\/em><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><strong><\/strong><\/p>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 18 de abril de 2018\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 12 - N\u00b0 2.717 \u00a0 Sindilat participa do 2\u00ba Semin\u00e1rio de Bovinocultura de Leite do Alto Uruguai Ga\u00facho em maio, em Erechim Com o objetivo <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/04\/18\/18-04-2018\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"18\/04\/2018\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1947","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1947","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1947"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1947\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1947"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1947"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1947"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}