{"id":19467,"date":"2026-06-18T19:22:05","date_gmt":"2026-06-18T19:22:05","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=19467"},"modified":"2026-06-18T19:23:59","modified_gmt":"2026-06-18T19:23:59","slug":"18-06-2026","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2026\/06\/18\/18-06-2026\/","title":{"rendered":"18\/06\/2026"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/9wC509ABF0420\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/9wC509ABF0420\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 18 de junho de 2026&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 20 - N\u00b0 4.654<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<hr>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>Italac lan\u00e7a leite A2 em embalagem in\u00e9dita de 250 ml<\/b><\/p>\n<p>Edi\u00e7\u00e3o limitada amplia ocasi\u00f5es de consumo e leva ao mercado uma nova proposta para a categoria<\/p>\n<p>A Italac acaba de anunciar o lan\u00e7amento do novo Leite UHT Semidesnatado A2 em embalagem de 250 ml. O produto chega como uma proposta in\u00e9dita no mercado, alinhada \u00e0s transforma\u00e7\u00f5es nos h\u00e1bitos de consumo. Com rotinas cada vez mais din\u00e2micas, cresce a demanda por produtos que ofere\u00e7am praticidade e conveni\u00eancia. Dados da Kantar mostram que a participa\u00e7\u00e3o do consumo \u201con the go\u201d no Brasil passou de 0,5% para 1,3% das refei\u00e7\u00f5es entre 2023 e 2024, cen\u00e1rio que impulsiona a busca por embalagens individuais, mais adequadas ao consumo fora de casa e a diferentes ocasi\u00f5es do dia.<\/p>\n<p>O movimento acompanha o crescimento da compra de embalagens menores. A tend\u00eancia tamb\u00e9m est\u00e1 relacionada \u00e0s transforma\u00e7\u00f5es nos lares brasileiros: segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios Cont\u00ednua (PNAD) 2025, do IBGE, 19,7% dos domic\u00edlios do pa\u00eds s\u00e3o compostos por apenas um morador, refor\u00e7ando a demanda por por\u00e7\u00f5es individuais e formatos que reduzem desperd\u00edcios.<\/p>\n<p>Com o novo formato de 250 ml, a Italac re\u00fane os atributos do leite A2, que se diferencia por conter exclusivamente a prote\u00edna beta-case\u00edna A2 e vem ganhando espa\u00e7o entre consumidores que buscam alternativas dentro da categoria l\u00e1ctea associadas a uma experi\u00eancia de consumo mais leve.<\/p>\n<p>\u201cA embalagem de 250 ml nasce justamente para oferecer conveni\u00eancia, mantendo a qualidade para ampliar o papel do leite para al\u00e9m dos formatos tradicionais. \u00c9 uma proposta inovadora, que cria novas possibilidades para a categoria e refor\u00e7a nosso compromisso com uma inova\u00e7\u00e3o conectada \u00e0s tend\u00eancias do mercado\u201d, explica o diretor de marketing da Italac, Alexandre Teixeira.<\/p>\n<p>Com um portf\u00f3lio diversificado e presen\u00e7a consolidada em lares de todo o Brasil, a Italac segue investindo em produtos que unem qualidade, conveni\u00eancia e inova\u00e7\u00e3o, refor\u00e7ando sua posi\u00e7\u00e3o de lideran\u00e7a no setor l\u00e1cteo brasileiro. (SuperHiper)<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<hr>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>Cinco estados j\u00e1 respondem por metade do leite dos EUA<\/b><\/p>\n<p>Com apenas cinco estados concentrando mais de 50% da produ\u00e7\u00e3o de leite dos Estados Unidos, a pecu\u00e1ria leiteira norte-americana passa por uma transforma\u00e7\u00e3o sem precedentes. Enquanto o n\u00famero de produtores continua diminuindo, a atividade se torna cada vez mais tecnol\u00f3gica, eficiente e concentrada em regi\u00f5es estrat\u00e9gicas do pa\u00eds.<\/p>\n<p>A mudan\u00e7a vai muito al\u00e9m do aumento da escala das fazendas. Sensores, intelig\u00eancia de dados, gen\u00e9tica avan\u00e7ada e sistemas de alimenta\u00e7\u00e3o de precis\u00e3o est\u00e3o impulsionando ganhos expressivos de produtividade. Ao mesmo tempo, novos investimentos em processamento v\u00eam deslocando o crescimento para estados das grandes plan\u00edcies, como Kansas e Dakota do Sul, que se consolidam como novas fronteiras da produ\u00e7\u00e3o leiteira.<\/p>\n<p>O resultado \u00e9 um setor que produz mais leite com menos propriedades e menos vacas por unidade de produ\u00e7\u00e3o, mas com n\u00edveis recordes de efici\u00eancia. Dos rebanhos altamente monitorados do Meio-Oeste aos novos polos industriais do Centro-Oeste americano, a pecu\u00e1ria leiteira dos EUA est\u00e1 sendo redesenhada para atender a uma demanda global crescente por prote\u00edna l\u00e1ctea.<\/p>\n<p>A era dos \"megaestados\" do leite<\/p>\n<p>Segundo Corey Gillins, diretor de marketing de leite da Dairy Farmers of America (DFA), o tamanho m\u00e9dio dos rebanhos associados \u00e0 cooperativa saltou de 375 vacas para mais de 500 animais nos \u00faltimos cinco anos. \"N\u00e3o estamos perdendo vacas leiteiras. Estamos perdendo produtores\", afirma. \"Mas aqueles que permanecerem na atividade ter\u00e3o uma grande oportunidade, porque a demanda global por prote\u00edna l\u00e1ctea continua extremamente forte.\"<\/p>\n<p>Os n\u00fameros da pr\u00f3pria DFA ilustram esse movimento. Em 2021, a cooperativa reunia cerca de 6.500 produtores associados. Hoje, s\u00e3o aproximadamente 4.600. Para os pr\u00f3ximos cinco anos, Gillins projeta que esse total poder\u00e1 cair para menos de 4.000 propriedades.<\/p>\n<p>A tend\u00eancia n\u00e3o se restringe \u00e0 cooperativa. Dados divulgados pelo USDA mostram que a concentra\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o leiteira americana atingiu um marco hist\u00f3rico: em 2025, apenas cinco estados \u2014 Calif\u00f3rnia, Wisconsin, Idaho, Texas e Nova York \u2014 responder\u00e3o por mais da metade de todo o leite produzido no pa\u00eds. Esse cen\u00e1rio \u00e9 resultado de uma transforma\u00e7\u00e3o que ocorre h\u00e1 d\u00e9cadas. Desde 2004, o n\u00famero de rebanhos licenciados caiu 63%, enquanto a produ\u00e7\u00e3o nacional de leite cresceu 32%.<\/p>\n<p>Para Phil Plourd, da Ever.Ag e da Associa\u00e7\u00e3o de Produtos L\u00e1cteos de Wisconsin, a geografia da produ\u00e7\u00e3o leiteira \u00e9 cada vez mais determinada pela infraestrutura dispon\u00edvel. Estados tradicionais, como Calif\u00f3rnia e Wisconsin, mant\u00eam sua lideran\u00e7a gra\u00e7as \u00e0 forte capacidade industrial instalada, que inclui acesso aos mercados de exporta\u00e7\u00e3o e uma ampla estrutura de processamento e fabrica\u00e7\u00e3o de queijos. \"Wisconsin produz cerca de 25% de todo o queijo dos Estados Unidos\", destaca Plourd. \"Isso, por si s\u00f3, sustenta uma parcela significativa da produ\u00e7\u00e3o de leite.\"<\/p>\n<p>Na avalia\u00e7\u00e3o dele, enquanto essa estrutura permanecer competitiva, Wisconsin continuar\u00e1 concentrando um grande n\u00famero de vacas leiteiras e dever\u00e1 seguir expandindo, ainda que em ritmo moderado. J\u00e1 o crescimento acelerado observado em estados como Texas, Idaho e Dakota do Sul est\u00e1 diretamente ligado aos investimentos em novas plantas industriais. No fim das contas, a produ\u00e7\u00e3o de leite segue a infraestrutura: onde surgem novas f\u00e1bricas e centros de processamento, o setor cresce.<\/p>\n<p>Tecnologia impulsiona novo salto de produtividade<\/p>\n<p>A transforma\u00e7\u00e3o da pecu\u00e1ria leiteira nos Estados Unidos n\u00e3o acontece apenas na localiza\u00e7\u00e3o das fazendas. Ela tamb\u00e9m est\u00e1 presente dentro dos est\u00e1bulos. A produ\u00e7\u00e3o m\u00e9dia por vaca passou de cerca de 8.600 kg por ano em 2004 para mais de 11 mil kg atualmente, avan\u00e7o sustentado pela ado\u00e7\u00e3o crescente de tecnologias digitais.<\/p>\n<p>Na Top Deck Holsteins, em Iowa, por exemplo, coleiras inteligentes monitoram atividade, rumina\u00e7\u00e3o e cio em tempo real. Softwares acompanham indicadores produtivos, enquanto sistemas automatizados garantem precis\u00e3o na formula\u00e7\u00e3o e distribui\u00e7\u00e3o das dietas.<\/p>\n<p>A fazenda ordenha mais de 700 vacas Holandesas tr\u00eas vezes ao dia e registra produ\u00e7\u00e3o anual superior a 15 mil kg por animal. \"\u00c9 para isso que criamos nossos animais. Bons n\u00edveis de gordura e prote\u00edna s\u00e3o fundamentais para manter a rentabilidade\", afirma Justin Decker, copropriet\u00e1rio da fazenda. A incorpora\u00e7\u00e3o dessas ferramentas j\u00e1 se tornou praticamente indispens\u00e1vel para a competitividade do setor:<\/p>\n<p>O uso de sistemas informatizados de ordenha passou de 20% para 45% das vendas de leite. Tecnologias reprodutivas, como transfer\u00eancia de embri\u00f5es e s\u00eamen sexado, est\u00e3o presentes em 96% da ind\u00fastria. Sistemas de alimenta\u00e7\u00e3o de precis\u00e3o j\u00e1 atendem mais da metade da produ\u00e7\u00e3o leiteira americana.<\/p>\n<p>Kansas e Dakota do Sul emergem como novas fronteiras<\/p>\n<p>Embora os cinco maiores estados concentrem a maior parte da produ\u00e7\u00e3o, os avan\u00e7os mais expressivos dos \u00faltimos anos v\u00eam ocorrendo em regi\u00f5es tradicionalmente menos associadas ao leite.<\/p>\n<p>Na Dakota do Sul, o rebanho leiteiro cresceu impressionantes 117% na \u00faltima d\u00e9cada. O movimento \u00e9 impulsionado pela expans\u00e3o da capacidade industrial, com investimentos de empresas como Agropur e Valley Queen estimulando a demanda por leite local. Segundo estimativas do governo estadual, a atividade adiciona quase US$ 4 bilh\u00f5es por ano \u00e0 economia da Dakota do Sul.<\/p>\n<p>O Kansas tamb\u00e9m vem se destacando. De acordo com o USDA, o estado registrou crescimento de 23,7% na produ\u00e7\u00e3o de leite, impulsionado pela incorpora\u00e7\u00e3o de 44 mil vacas em apenas um ano e por ganhos de produtividade.<\/p>\n<p>Novas f\u00e1bricas de grande porte e um ambiente econ\u00f4mico favor\u00e1vel t\u00eam atra\u00eddo produtores para a regi\u00e3o, consolidando o estado como um dos novos polos da atividade leiteira americana. Gillins destaca ainda o ressurgimento de estados como Michigan e Nova York, onde novos investimentos em processamento abriram espa\u00e7o para absorver o aumento da produ\u00e7\u00e3o. Enquanto isso, o Panhandle do Texas e o sudoeste do Kansas seguem atraindo grandes opera\u00e7\u00f5es leiteiras.<\/p>\n<p>Mas h\u00e1 um desafio crescente: a \u00e1gua.<\/p>\n<p>Se antes a expans\u00e3o dependia principalmente da disponibilidade de terras e alimentos, hoje a gest\u00e3o h\u00eddrica tornou-se fator decisivo para a competitividade. Projetos como os da Natural Prairie Dairy, no Texas, que transforma esterco em \u00e1gua reutiliz\u00e1vel, e da nova planta da Hilmar Cheese, em Dodge City, desenhada para reduzir o consumo h\u00eddrico, mostram que o futuro da produ\u00e7\u00e3o nas grandes plan\u00edcies depender\u00e1 da capacidade de produzir mais utilizando menos recursos naturais.<\/p>\n<p>Um futuro que combina escala e adapta\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Apesar da tend\u00eancia de consolida\u00e7\u00e3o, o USDA ressalta que propriedades eficientes podem ser encontradas em todas as faixas de tamanho.<\/p>\n<p>Para Gillins, a for\u00e7a do setor est\u00e1 justamente na diversidade de modelos produtivos. \"A diversidade dos nossos membros \u00e9 a nossa for\u00e7a. Das pequenas propriedades aos produtores com 10 mil vacas no Sudoeste, existe espa\u00e7o para todos que estejam dispostos a se adaptar.\" A transforma\u00e7\u00e3o da pecu\u00e1ria leiteira dos Estados Unidos, portanto, n\u00e3o \u00e9 apenas uma hist\u00f3ria de concentra\u00e7\u00e3o. \u00c9 tamb\u00e9m uma hist\u00f3ria de adapta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Embora a produ\u00e7\u00e3o continue migrando para regi\u00f5es mais competitivas e tecnologicamente avan\u00e7adas, o sucesso seguir\u00e1 dependendo da capacidade dos produtores de combinar experi\u00eancia, gest\u00e3o e inova\u00e7\u00e3o. Em um setor cada vez mais orientado por dados, a tecnologia tornou-se uma aliada indispens\u00e1vel \u2014 mas a capacidade de adapta\u00e7\u00e3o continua sendo o principal diferencial da atividade.<\/p>\n<p>Artigo escrito por Karen Bohnert, publicado no Dairy Herd, traduzido e adaptado pela Equipe MilkPoint.&nbsp;<\/p>\n<p><b>Rio Grande do Sul \u00e9 \u00fanico estado a ter seguro para todo o rebanho bovino contra a febre aftosa<\/b><\/p>\n<p>Entrega da ap\u00f3lice da seguradora foi realizada nesta quarta (17) no gabinete do Secret\u00e1rio da Agricultura<\/p>\n<p>Representantes da seguradora Swiss Re Corporate Solutions, da diretoria do Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanit\u00e1ria Animal do Rio Grande do Sul (Fundesa-RS) e da Secretaria da Agricultura, Pecu\u00e1ria, Produ\u00e7\u00e3o Sustent\u00e1vel e Irriga\u00e7\u00e3o (Seapi), celebraram hoje (17) a entrega da ap\u00f3lice do seguro pecu\u00e1rio contra a febre aftosa. A reuni\u00e3o foi realizada no gabinete do secret\u00e1rio M\u00e1rcio Madalena, como forma de reafirmar a parceria entre o fundo e o Servi\u00e7o Veterin\u00e1rio Oficial.<\/p>\n<p>A renova\u00e7\u00e3o do contrato, concretizada em 28 de maio ap\u00f3s aprova\u00e7\u00e3o no Conselho Deliberativo do Fundo, garante prote\u00e7\u00e3o ao rebanho ga\u00facho por um per\u00edodo de 12 meses contra a febre aftosa. A medida tem o objetivo de manter a estabilidade financeira do fundo e dar mais seguran\u00e7a aos produtores no estado que det\u00e9m o status de \u00e1rea livre de febre aftosa sem vacina\u00e7\u00e3o reconhecido internacionalmente desde 2021.<\/p>\n<p>Para Madalena, o seguro firmado pelo Fundesa adiciona mais uma camada de prote\u00e7\u00e3o ao j\u00e1 robusto sistema de defesa sanit\u00e1ria do estado. O presidente do Fundesa-RS, Rog\u00e9rio Kerber, pontuou que mesmo com o seguro, o elo mais importante na prote\u00e7\u00e3o do rebanho continua sendo o produtor. \u201c\u00c9 a pe\u00e7a fundamental. Se ele estiver atento - e isso serve para qualquer enfermidade - a manuten\u00e7\u00e3o do status sanit\u00e1rio ser\u00e1 uma realidade.\u201d<\/p>\n<p>A m\u00e9dica veterin\u00e1ria respons\u00e1vel pela \u00e1rea de seguro de animais da Swiss RE Corporate Solutions, Carolina Bonomo, destacou que o trabalho realizado no Rio Grande do Sul, com o apoio do Fundesa, vem evoluindo a cada ano. \u201cO que \u00e9 feito no estado ga\u00facho \u00e9 diferenciado e hoje \u00e9 refer\u00eancia para outros fundos que buscam saber o que \u00e9 feito por aqui para ter uma refer\u00eancia.\u201d<\/p>\n<p>Desde 2024, o Rio Grande do Sul \u00e9 o primeiro e \u00fanico estado brasileiro a ter um seguro para todo o rebanho bovino contra a febre aftosa.<\/p>\n<p>Participaram da solenidade de entrega da ap\u00f3lice o secret\u00e1rio M\u00e1rcio Madalena, o presidente do Fundesa, Rog\u00e9rio Kerber e os conselheiros Pedro P\u00edffero (Farsul) e Jeferson Farias (Apil), Carolina Bonomo da Swiss RE Corporate Solutions, Felipe Fernandez da Guilder Corretora e o diretor adjunto do Departamento de Defesa e Vigil\u00e2ncia Agropecu\u00e1ria, Paulo Souza.<\/p>\n<p>Sobre o seguro<\/p>\n<p>O seguro foi firmado com a seguradora Swiss RE Corporate Solution, a mesma respons\u00e1vel pela ap\u00f3lice anterior. O valor do pr\u00eamio pago pelo Fundesa-RS foi fixado em R$ 2,114 milh\u00f5es, uma economia superior a R$ 300 mil em rela\u00e7\u00e3o ao ciclo passado .<\/p>\n<p>Essa redu\u00e7\u00e3o foi poss\u00edvel gra\u00e7as \u00e0 comprova\u00e7\u00e3o, por parte do Servi\u00e7o Veterin\u00e1rio Oficial, da amplia\u00e7\u00e3o das medidas de vigil\u00e2ncia e do fortalecimento das estrat\u00e9gias de defesa agropecu\u00e1ria no Estado. O rebanho coberto \u00e9 de 11,5 milh\u00f5es de cabe\u00e7as de bovinos de corte e leite.<\/p>\n<p>O valor segurado \u00e9 de R$ 50 milh\u00f5es, mais a franquia paga pelo fundo em caso de ocorr\u00eancia da doen\u00e7a at\u00e9 o limite de R$ 13,5 milh\u00f5es. O custo do pr\u00eamio por animal \u00e9 de aproximadamente R$ 0,18 e o pagamento \u00e9 custeado pelas contas de Bovinos de Corte e de Leite do Fundesa, de forma proporcional. (FUNDESA)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Jogo R\u00e1pido<\/b><\/i><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Prazo para fazer Declara\u00e7\u00e3o Anual do Rebanho termina em duas semanas<\/b><br \/>\nTermina em duas semanas o prazo para entrega da Declara\u00e7\u00e3o Anual do Rebanho 2026 da Secretaria da Agricultura, Pecu\u00e1ria, Produ\u00e7\u00e3o Sustent\u00e1vel e Irriga\u00e7\u00e3o (Seapi). O prazo final \u00e9 o dia 30 de junho. At\u00e9 o momento, apenas os munic\u00edpios de Vanini e Xangri-l\u00e1 j\u00e1 conclu\u00edram 100% da Declara\u00e7\u00e3o. Ao redor de 40 munic\u00edpios ga\u00fachos est\u00e3o acima dos 80% declarados. E o munic\u00edpio com menor percentual declarado at\u00e9 o momento \u00e9 Dr. Ricardo, com menos de 5% de Declara\u00e7\u00f5es realizadas. Se o c\u00e1lculo for feito a partir das regionais da Secretaria, os munic\u00edpios da Supervis\u00e3o Regional de Passo Fundo det\u00e9m o maior percentual de declara\u00e7\u00f5es entregues at\u00e9 o momento, com 67,34%. E os munic\u00edpios da Supervis\u00e3o Regional de Bag\u00e9 o menor at\u00e9 o momento, com 43,05%. At\u00e9 a semana passada, foram entregues cerca de 180 mil Declara\u00e7\u00f5es das 336 mil previstas para este ano, o que corresponde a 53,37%. A Declara\u00e7\u00e3o Anual de Rebanho \u00e9 uma ferramenta fundamental para a defesa sanit\u00e1ria animal do Rio Grande do Sul. \u00c9 por meio dessas informa\u00e7\u00f5es que a Secretaria da Agricultura mant\u00e9m atualizado o cadastro das propriedades e dos rebanhos, permitindo planejar a\u00e7\u00f5es de vigil\u00e2ncia, responder com mais rapidez a emerg\u00eancias sanit\u00e1rias e gerar dados que apoiam decis\u00f5es t\u00e9cnicas e pol\u00edticas p\u00fablicas para o setor pecu\u00e1rio. \u201cO produtor, al\u00e9m de estar cumprindo uma obriga\u00e7\u00e3o sanit\u00e1ria legal, est\u00e1 contribuindo para o aperfei\u00e7oamento das bases de dados de Defesa Sanit\u00e1ria Animal, possibilitando ter uma melhor vis\u00e3o do cen\u00e1rio produtivo e sanit\u00e1rio do Estado\u201d, destaca o diretor adjunto do Departamento de Vigil\u00e2ncia e Defesa Sanit\u00e1ria Animal (DDA) da Seapi, Paulo Coelho de Souza. Os produtores podem fazer a Declara\u00e7\u00e3o diretamente nas Inspetorias Veterin\u00e1rias ou de forma Online. A declara\u00e7\u00e3o pela internet pode ser feita em m\u00f3dulo espec\u00edfico dentro do Produtor Online. Um tutorial ensinando a realizar o preenchimento pode ser consultado aqui. At\u00e9 o momento, 10,57% das Declara\u00e7\u00f5es foram feitas de forma Online. Caso prefira, o produtor tamb\u00e9m pode fazer o preenchimento nos formul\u00e1rios em PDF ou presencialmente nas Inspetorias ou Escrit\u00f3rios de Defesa Agropecu\u00e1ria, com aux\u00edlio dos servidores da Seapi e assinando digitalmente com sua senha do Produtor Online. Para mais informa\u00e7\u00f5es, acesse: https:\/\/www.agricultura.rs.gov.br\/declaracao. 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