{"id":19441,"date":"2026-06-15T19:10:13","date_gmt":"2026-06-15T19:10:13","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=19441"},"modified":"2026-06-15T19:28:41","modified_gmt":"2026-06-15T19:28:41","slug":"15-06-2026","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2026\/06\/15\/15-06-2026\/","title":{"rendered":"15\/06\/2026"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/9wC509ABF0420\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/9wC509ABF0420\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 15 de junho de 2026&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 20 - N\u00b0 4.651<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<hr>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>Associados do Sindilat\/RS t\u00eam 10% de desconto no Interleite Brasil 2026<\/b><\/p>\n<p>Os associados do Sindilat\/RS contam com 10% de desconto na inscri\u00e7\u00e3o para participar do Interleite Brasil 2026. Com o tema \u201cCapacitando e fortalecendo a produ\u00e7\u00e3o de leite no Brasil\u201d, o evento ser\u00e1 realizado nos dias 18, 19 e 20 de agosto, no Gaudium Hall, em Uberl\u00e2ndia (MG), reunindo produtores, t\u00e9cnicos, gestores, pesquisadores e lideran\u00e7as do setor para discutir os desafios e as oportunidades da atividade leiteira.<\/p>\n<p>A edi\u00e7\u00e3o de 2026 traz como tema \u201cO futuro do leite passa por quem decide evoluir\u201d e a programa\u00e7\u00e3o contar\u00e1 com duas salas simult\u00e2neas de palestras, permitindo que os participantes escolham entre conte\u00fados voltados \u00e0 tecnologia aplicada ou \u00e0 gest\u00e3o. Entre os temas abordados est\u00e3o manejo e nutri\u00e7\u00e3o de bezerras, sa\u00fade animal, qualidade do leite, automa\u00e7\u00e3o e rob\u00f3tica na ordenha, formula\u00e7\u00e3o de dietas, produ\u00e7\u00e3o de volumosos, gest\u00e3o econ\u00f4mica, gest\u00e3o de pessoas, bioseguridade e estrat\u00e9gias para aumentar a efici\u00eancia dos sistemas produtivos.<\/p>\n<p>Al\u00e9m das palestras, o Interleite Brasil promover\u00e1 debates, apresenta\u00e7\u00e3o de estudos de caso, espa\u00e7o para exposi\u00e7\u00e3o de empresas e oportunidades de networking entre os diferentes elos do setor. A programa\u00e7\u00e3o completa est\u00e1 dispon\u00edvel em <a href=\"https:\/\/www.interleite.com.br\/\">https:\/\/www.interleite.com.br\/<\/a>.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/register.jalanlive.com\/interleitebrasil2026?ticket=1191\">Link de desconto para associados do Sindilat\/RS<\/a><\/p>\n<\/div>\n<div>\n<hr>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>Importa\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos s\u00e3o recorde em meio a impasse sobre antidumping<\/b><\/p>\n<p><i>Setor produtivo cobra aplica\u00e7\u00e3o de tarifas contra exportadores da Argentina e do Uruguai<\/i><\/p>\n<p>As importa\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos pelo Brasil aceleraram 3,5% em maio, para um volume equivalente a 220 milh\u00f5es de litros de leite, e levaram as compras acumuladas no ano a um novo recorde: mais de 1 bilh\u00e3o de litros em cinco meses. A alta ocorre em meio ao impasse sobre a aplica\u00e7\u00e3o de tarifas antidumping contra empresas da Argentina e Uruguai, de onde v\u00eam mais de 80% do produto em p\u00f3 importado.<\/p>\n<p>De acordo com dados divulgados nessa semana pela Secretaria de Com\u00e9rcio Exterior (Secex) e divulgados pela Confedera\u00e7\u00e3o da Agricultura e Pecu\u00e1ria do Brasil (CNA), as importa\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos em maio chegaram a US$ 102,8 milh\u00f5es. O volume importado foi de 25,9 mil toneladas, principalmente de leite em p\u00f3 e queijos. A convers\u00e3o indica que a quantidade representa cerca de 220 milh\u00f5es de litros.<\/p>\n<p>As importa\u00e7\u00f5es de maio representaram alta de 3,5% em rela\u00e7\u00e3o a abril, mas houve um salto de quase 30% na compara\u00e7\u00e3o com maio de 2025. Segundo a CNA, as diferentes vers\u00f5es de leite em p\u00f3 responderam por 68% do total mensal. Argentina e Uruguai forneceram 86% desse volume.<\/p>\n<p>O novo recorde \u00e9 para o acumulado das importa\u00e7\u00f5es entre janeiro e maio, que chegaram a 1,02 bilh\u00e3o de litros. A alta nas compras preocupa o setor em meio ao impasse do governo, com a decis\u00e3o de suspender a aplica\u00e7\u00e3o de tarifas antidumping contra Argentina e Uruguai, e a baixa nos pre\u00e7os do leite aos produtores brasileiros no m\u00eas passado, de at\u00e9 10% no caso do UHT.<\/p>\n<p>Nessa semana, o governo publicou a decis\u00e3o do Comit\u00ea-Executivo de Gest\u00e3o (Gecex) da C\u00e2mara de Com\u00e9rcio Exterior (Camex) sobre o antidumping. A investiga\u00e7\u00e3o contra o leite em p\u00f3 do Mercosul encontrou margens de dumping que variam entre 25% e 60% para a Argentina e entre 4% e 50% para o Uruguai. Tamb\u00e9m foram encontradas margens de subcota\u00e7\u00e3o entre 9,2% e 20,2%, ao se compararem os pre\u00e7os m\u00e9dios internalizados no Brasil com os do leite in natura e do leite em p\u00f3 nacional, respectivamente.<\/p>\n<p>A investiga\u00e7\u00e3o atestou que as importa\u00e7\u00f5es geraram preju\u00edzos aos produtores brasileiros, com a deteriora\u00e7\u00e3o do pre\u00e7o pago no mercado interno. O texto, publicado nessa semana, reconheceu as pr\u00e1ticas desleais e estabeleceu a aplica\u00e7\u00e3o de direitos antidumping, por um prazo de at\u00e9 cinco anos, \u00e0s importa\u00e7\u00f5es brasileiras de leite em p\u00f3, integral ou desnatado, n\u00e3o fracionado, origin\u00e1rias da Argentina e do Uruguai.<\/p>\n<p>Apesar do reconhecimento do dumping, a Camex decidiu suspender temporariamente a aplica\u00e7\u00e3o das medidas antidumping para avalia\u00e7\u00e3o de interesse p\u00fablico diante das preocupa\u00e7\u00f5es com os indicadores de infla\u00e7\u00e3o aos consumidores brasileiros.<\/p>\n<p>A CNA contesta essa avalia\u00e7\u00e3o. A entidade sustenta que o direito antidumping recai exclusivamente sobre o leite em p\u00f3 n\u00e3o fracionado destinado ao uso industrial, comercializado em embalagens a granel e utilizado como insumo pela ind\u00fastria aliment\u00edcia.<\/p>\n<p>\"Os produtos potencialmente afetados possuem peso reduzido no IPCA (0,26% na m\u00e9dia dos \u00faltimos 5 anos), e ainda assim, o percentual de leite importado em sua composi\u00e7\u00e3o \u00e9 m\u00ednimo. Por outro lado, os principais itens da alimenta\u00e7\u00e3o b\u00e1sica permanecem fora do escopo da medida, n\u00e3o sendo, portanto, afetados\", diz a CNA.<\/p>\n<p>Impactos<\/p>\n<p>A resolu\u00e7\u00e3o da Camex publicada nessa semana detalha a aplica\u00e7\u00e3o das tarifas antidumping. Para empresas n\u00e3o identificadas individualmente na investiga\u00e7\u00e3o, a medida prev\u00ea a aplica\u00e7\u00e3o da al\u00edquota de maior montante, para evitar que os exportadores criem novos registros e burlem medidas de defesa comercial.<\/p>\n<p>No caso da Argentina, as ter\u00e3o tarifas variam entre US$ 167,31 por tonelada e US$ 903,50 por tonelada para empresas que participaram da investiga\u00e7\u00e3o e responderam aos question\u00e1rios enviados pelo governo brasileiro.<\/p>\n<p>J\u00e1 para outros exportadores conhecidos, mas que n\u00e3o responderam aos question\u00e1rios, a tarifa foi estabelecida em US$ 1.707,08 por tonelada. Para novos exportadores a al\u00edquota ficou em US$ 4.183,17 por tonelada.<\/p>\n<p>J\u00e1 para o Uruguai, as tarifas ficaram entre US$ 378,27 por tonelada e US$ 850,07 por tonelada. No caso de novos exportadores, a al\u00edquota indicada \u00e9 de US$ 4.196,72 por tonelada. (Valor Econ\u00f4mico)<\/p>\n<p><b>Alerta no pasto: El Ni\u00f1o desafia a pecu\u00e1ria de leite no Brasil<\/b><\/p>\n<p>Fen\u00f4meno traz estresse t\u00e9rmico no Centro-Sul e seca no Nordeste, mas avan\u00e7o tecnol\u00f3gico e chuvas no Sul ajudam a equilibrar o volume nacional<\/p>\n<p>O clima global se prepara para uma nova rodada de instabilidades com a confirma\u00e7\u00e3o da presen\u00e7a do El Ni\u00f1o pela Administra\u00e7\u00e3o Nacional Oce\u00e2nica e Atmosf\u00e9rica (NOAA, na sigla em ingl\u00eas). Para a pecu\u00e1ria de leite, o fen\u00f4meno traz um cen\u00e1rio complexo e heterog\u00eaneo: enquanto algumas regi\u00f5es se preparam para enfrentar secas e estresse t\u00e9rmico, outras podem registrar aumento na oferta de forragem.<\/p>\n<p>Apesar do alerta ligado para a safra 2026\/27, o impacto no volume total produzido depende de m\u00faltiplos fatores geogr\u00e1ficos e estruturais.<\/p>\n<p>A intensidade do El Ni\u00f1o ganhou contornos mais n\u00edtidos no segundo semestre. Modelos clim\u00e1ticos indicam uma probabilidade de 63% de o evento atingir uma intensidade muito forte entre os meses de novembro e janeiro.<\/p>\n<p>Este per\u00edodo \u00e9 considerado cr\u00edtico por coincidir diretamente com o in\u00edcio e o desenvolvimento da esta\u00e7\u00e3o chuvosa nas principais regi\u00f5es produtoras do Brasil. \u201cEste timing \u00e9 uma fase decisiva para o plantio e o potencial produtivo\u201d, alerta Juliana Torres Santiago, analista de intelig\u00eancia de mercado da StoneX, em relat\u00f3rio t\u00e9cnico.<\/p>\n<p>Segundo ela, \u201cum El Ni\u00f1o forte tende a aumentar a variabilidade clim\u00e1tica, com excesso de chuvas em algumas \u00e1reas e seca em outras\u201d.<\/p>\n<p>O mosaico de impactos nas regi\u00f5es brasileiras<br \/>\nComo a produ\u00e7\u00e3o de leite est\u00e1 presente em 99% dos munic\u00edpios do pa\u00eds, o impacto acaba sendo fragmentado. Segundo o levantamento da StoneX, os efeitos variam drasticamente de acordo com a geografia nacional:<\/p>\n<p>Nordeste sob risco: A regi\u00e3o, que vinha expandindo sua participa\u00e7\u00e3o de mercado por meio de novas tecnologias, enfrenta o maior risco de estiagem. Estados como Bahia, Sergipe e Alagoas s\u00e3o os mais expostos \u00e0 escassez de chuva. O per\u00edodo mais cr\u00edtico deve se concentrar em fevereiro e mar\u00e7o, comprometendo diretamente a oferta de pastagens.<\/p>\n<p>Irregularidade no Centro-Sul: Em grandes polos como Minas Gerais e Goi\u00e1s, a t\u00f4nica ser\u00e1 a oscila\u00e7\u00e3o. Alternando meses mais secos (novembro, dezembro e mar\u00e7o) com momentos de recupera\u00e7\u00e3o, a principal preocupa\u00e7\u00e3o reside no estresse t\u00e9rmico. O rebanho sofre com as altas temperaturas, o que prejudica o conforto dos animais e amea\u00e7a a produ\u00e7\u00e3o de silagem de milho.<\/p>\n<p>Excesso de \u00e1gua no Sul: Na contram\u00e3o do pa\u00eds, o Sul e o Mercosul (Argentina e Uruguai) devem registrar volumes de chuva acima da m\u00e9dia. Se por um lado isso favorece o crescimento do pasto, por outro exige aten\u00e7\u00e3o. \u201cO volume elevado de chuvas pode gerar problemas de manejo, comprometer a sanidade do rebanho, dificultar a log\u00edstica de capta\u00e7\u00e3o e prejudicar o plantio de forragens suplementares\u201d, pontua a analista no documento.<\/p>\n<p>Por que o impacto n\u00e3o \u00e9 linear?<br \/>\nHistoricamente, o comportamento do volume total de leite produzido no Brasil n\u00e3o apresenta uma rela\u00e7\u00e3o direta com o El Ni\u00f1o ou a La Ni\u00f1a. Isso ocorre porque os efeitos tendem a se contrabalan\u00e7ar entre as regi\u00f5es \u2014 o ganho produtivo impulsionado pelas chuvas no Sul costuma equilibrar as perdas causadas pela seca no Nordeste.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, fatores estruturais t\u00eam demonstrado maior peso do que as vari\u00e1veis clim\u00e1ticas isoladas. \u201cMudan\u00e7as como a ado\u00e7\u00e3o crescente de tecnologia, a migra\u00e7\u00e3o para sistemas de confinamento, varia\u00e7\u00f5es de pre\u00e7o, din\u00e2micas de demanda e o cen\u00e1rio internacional exercem influ\u00eancia mais determinante sobre a produ\u00e7\u00e3o\u201d, destaca Juliana.<\/p>\n<p>Panorama global: Oceania sob a mesma din\u00e2mica<\/p>\n<p>Grandes players mundiais do mercado de l\u00e1cteos, como a Nova Zel\u00e2ndia e a Austr\u00e1lia, tamb\u00e9m enfrentam previs\u00f5es de heterogeneidade por operarem sistemas baseados em pastagens. Enquanto a Austr\u00e1lia tende a enfrentar um padr\u00e3o mais quente e seco, a Nova Zel\u00e2ndia divide-se entre um oeste \u00famido e um leste seco.<\/p>\n<p>Ainda assim, os dados hist\u00f3ricos mostram aus\u00eancia de correla\u00e7\u00e3o linear exata entre o \u00edndice clim\u00e1tico e a produtividade final das pastagens locais. Para a safra 2026\/27, a proje\u00e7\u00e3o de uma leve retra\u00e7\u00e3o produtiva na Oceania decorre muito mais de uma base de compara\u00e7\u00e3o excepcionalmente alta em 2025\/26 do que de danos diretos do fen\u00f4meno.<\/p>\n<p>Perspectivas para os pr\u00f3ximos meses<br \/>\nO ano de 2026 segue registrando uma tend\u00eancia de desacelera\u00e7\u00e3o produtiva no Brasil, reflexo direto das margens de rentabilidade observadas pelo produtor nos \u00faltimos anos.<\/p>\n<p>O grande ponto de aten\u00e7\u00e3o se desloca para 2027. Caso as previs\u00f5es de um El Ni\u00f1o intenso e persistente se sustentem ao longo do primeiro semestre, o equil\u00edbrio entre oferta e demanda global poder\u00e1 sofrer altera\u00e7\u00f5es mais severas, exercendo press\u00e3o de alta sobre os pre\u00e7os praticados no mercado de l\u00e1cteos. (Canal Rural)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Jogo R\u00e1pido<\/b><\/i><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Sindilat\/RS destaca qualifica\u00e7\u00e3o e fortalecimento do setor leiteiro na abertura da 2\u00aa Ferlach<\/b><br \/>\nO secret\u00e1rio executivo do Sindilat-RS, Darlan Palharini, participou da abertura da 2\u00aa Feira Regional de L\u00e1cteos de Chapada (Ferlach), realizada no munic\u00edpio de Chapada (RS). O evento reuniu produtores, t\u00e9cnicos, empresas, lideran\u00e7as e representantes do setor para debater os desafios e as oportunidades da cadeia produtiva do leite. \u201cEsse espa\u00e7o de debate e capacita\u00e7\u00e3o \u00e9 essencial para fortalecer a cadeia produtiva, estimular a profissionaliza\u00e7\u00e3o das propriedades e ampliar a competitividade da atividade leiteira\u201d, destacou. A programa\u00e7\u00e3o da 2\u00aa Ferlach incluiu palestras t\u00e9cnicas, debates sobre gest\u00e3o, bem-estar animal, nutri\u00e7\u00e3o e sustentabilidade, al\u00e9m de exposi\u00e7\u00f5es e atividades voltadas aos produtores de leite da regi\u00e3o entre os dias 11 e 14 de junho. Na oportunidade, Palharini tamb\u00e9m convidou os participantes para o lan\u00e7amento do Milk Summit Mercosul, que ser\u00e1 realizado em 14 de julho, em Iju\u00ed (RS). (SINDILAT\/RS)<\/i><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 15 de junho de 2026&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 20 - N\u00b0 4.651 Associados do Sindilat\/RS t\u00eam 10% de desconto no Interleite Brasil 2026 Os associados do Sindilat\/RS <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2026\/06\/15\/15-06-2026\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"15\/06\/2026\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-19441","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19441","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=19441"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19441\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":19446,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19441\/revisions\/19446"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=19441"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=19441"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=19441"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}