{"id":19433,"date":"2026-06-12T18:23:06","date_gmt":"2026-06-12T18:23:06","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=19433"},"modified":"2026-06-12T18:25:08","modified_gmt":"2026-06-12T18:25:08","slug":"12-06-2026","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2026\/06\/12\/12-06-2026\/","title":{"rendered":"12\/06\/2026"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/9wC509ABF0420\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/9wC509ABF0420\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 12 de junho de 2026&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 20 - N\u00b0 4.650<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<hr>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>Do campo ga\u00facho para a mesa: a tradi\u00e7\u00e3o por tr\u00e1s do leite que faz parte da rotina das fam\u00edlias&nbsp;<\/b><\/p>\n<p>Produzido no Rio Grande do Sul, o leite da CCGL une tradi\u00e7\u00e3o, qualidade e praticidade em um alimento presente no dia a dia dos ga\u00fachos&nbsp;<\/p>\n<p>O Rio Grande do Sul tem uma rela\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica com o campo. Em diferentes regi\u00f5es do Estado, fam\u00edlias mant\u00eam costumes que atravessam gera\u00e7\u00f5es e ajudam a construir a identidade ga\u00facha.&nbsp;<\/p>\n<p>O churrasco de domingo, o chimarr\u00e3o compartilhado e os alimentos presentes na rotina das fam\u00edlias fazem parte dessa conex\u00e3o entre tradi\u00e7\u00e3o, mem\u00f3ria e pertencimento.<\/p>\n<p>Entre esses h\u00e1bitos t\u00e3o presentes no cotidiano, o leite ocupa um espa\u00e7o importante dentro das casas. Est\u00e1 no caf\u00e9 da manh\u00e3 antes do trabalho, nas receitas feitas em fam\u00edlia e nos pequenos momentos do dia a dia.<\/p>\n<p>Por tr\u00e1s desse alimento t\u00e3o tradicional, existe uma cadeia produtiva que movimenta milhares de fam\u00edlias no Estado e ajuda a fortalecer a economia ga\u00facha diariamente.<\/p>\n<p>\u00c9 justamente dessa conex\u00e3o entre tradi\u00e7\u00e3o, cuidado e identidade regional que nasce a trajet\u00f3ria da CCGL.<\/p>\n<p>Uma cooperativa constru\u00edda por pessoas<br \/>\nCom ra\u00edzes no cooperativismo ga\u00facho, a CCGL acredita que produzir alimentos tamb\u00e9m \u00e9 uma forma de cuidar das pessoas. A cooperativa re\u00fane produtores rurais de diferentes regi\u00f5es do Rio Grande do Sul em um modelo colaborativo, no qual cada associado participa ativamente do neg\u00f3cio e contribui para resultados constru\u00eddos de forma conjunta.<\/p>\n<p>Mais do que uma estrutura produtiva, a cooperativa valoriza as hist\u00f3rias das fam\u00edlias que fazem parte dessa cadeia diariamente. S\u00e3o pessoas que carregam gera\u00e7\u00f5es de conhecimento no campo e transformam esse cuidado em produtos que chegam \u00e0 mesa dos consumidores.<\/p>\n<p>A campanha \u201cCCGL \u00e9 leite de verdade. Ga\u00facho como a gente\u201d refor\u00e7a justamente essa liga\u00e7\u00e3o com as origens e com os valores que fazem parte da cultura ga\u00facha: dedica\u00e7\u00e3o, trabalho coletivo e compromisso com a qualidade.<\/p>\n<p>Tecnologia, cuidado e produ\u00e7\u00e3o sustent\u00e1vel<br \/>\nAo longo dos anos, a CCGL tamb\u00e9m consolidou investimentos em tecnologia, inova\u00e7\u00e3o e sustentabilidade para garantir alimentos com alto padr\u00e3o de qualidade. O cuidado come\u00e7a ainda no campo, passando pelo bem-estar animal, pela preserva\u00e7\u00e3o da natureza e pelo acompanhamento de todas as etapas produtivas.<\/p>\n<p>Formada por fam\u00edlias de produtores rurais, a CCGL investe fortemente em pesquisa agr\u00edcola por meio da RTC e na digitaliza\u00e7\u00e3o das propriedades com a Smartcoop, tornando as fazendas mais inteligentes, eficientes e preparadas para os desafios do futuro, incluindo a sucess\u00e3o familiar no campo. Dessa forma, a cooperativa une tradi\u00e7\u00e3o e inova\u00e7\u00e3o para oferecer produtos mais saud\u00e1veis, nutritivos e ricos em sabor.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, o leite em p\u00f3 se destaca pela praticidade no dia a dia. A facilidade de armazenamento e a maior durabilidade tornam o produto uma alternativa funcional para diferentes rotinas familiares, sem abrir m\u00e3o da qualidade nutricional.<\/p>\n<p>Todo esse cuidado, da pesquisa \u00e0 produ\u00e7\u00e3o, acontece de forma sustent\u00e1vel e resulta em alimentos de qualidade que chegam ao Brasil e ao mundo por meio dos terminais portu\u00e1rios TERMASA e TERGRASA, ampliando o alcance da produ\u00e7\u00e3o cooperativa ga\u00facha e fortalecendo a presen\u00e7a do cooperativismo em mercados nacionais e internacionais.<\/p>\n<p>Um produto que carrega hist\u00f3rias<br \/>\nPara a CCGL, produzir alimentos vai al\u00e9m da ind\u00fastria. Cada produto tamb\u00e9m carrega hist\u00f3rias de carinho, respeito e dedica\u00e7\u00e3o das fam\u00edlias envolvidas em todo o processo.<\/p>\n<p>Existe um sentimento de pertencimento que aproxima o consumidor daquilo que \u00e9 produzido no Rio Grande do Sul. Em um Estado marcado pela for\u00e7a do cooperativismo, escolher produtos locais tamb\u00e9m representa incentivar fam\u00edlias do campo e fortalecer a economia regional.<\/p>\n<p>No fim, a proposta da cooperativa \u00e9 justamente essa: levar para dentro das casas n\u00e3o apenas um alimento de qualidade, mas tamb\u00e9m um pouco da hist\u00f3ria, da tradi\u00e7\u00e3o e dos valores que fazem parte da identidade ga\u00facha.<\/p>\n<p>Ao valorizar o trabalho de milhares de produtores rurais e investir continuamente em inova\u00e7\u00e3o e sustentabilidade, a CCGL refor\u00e7a seu compromisso com o desenvolvimento do Rio Grande do Sul e com a produ\u00e7\u00e3o de alimentos que unem confian\u00e7a, qualidade e origem. (Atl\u00e2ntida via Terra Viva)<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<hr>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>Sefaz e PUCRS lan\u00e7am plataforma in\u00e9dita que monitora custo e qualidade nutricional da alimenta\u00e7\u00e3o das fam\u00edlias ga\u00fachas<\/b><\/p>\n<p>A Secretaria da Fazenda (Sefaz) e a Pontif\u00edcia Universidade Cat\u00f3lica do Rio Grande do Sul (PUCRS) lan\u00e7aram nesta quinta-feira (11), em Porto Alegre, a plataforma Cesta Nutricional Familiar. A iniciativa, in\u00e9dita no pa\u00eds, passar\u00e1 a publicar um relat\u00f3rio mensal com o custo de uma cesta de alimentos elaborada a partir de recomenda\u00e7\u00f5es nutricionais e h\u00e1bitos reais de consumo de uma fam\u00edlia ga\u00facha.<\/p>\n<p>O projeto tamb\u00e9m inclui um painel interativo, que ficar\u00e1 hospedado no Portal Receita Dados, onde ser\u00e1 poss\u00edvel consultar informa\u00e7\u00f5es mais detalhadas sobre o custo da alimenta\u00e7\u00e3o no Estado. A plataforma mostrar\u00e1, por exemplo, o custo da cesta para uma dieta convencional, com consumo de prote\u00edna animal, e para uma alimenta\u00e7\u00e3o vegetariana voltada ao p\u00fablico adulto, al\u00e9m de recortes espec\u00edficos para faixas et\u00e1rias infantis, de 6 meses a 10 anos. Tamb\u00e9m poder\u00e1 ser comparado o custos entre diferentes regi\u00f5es do Rio Grande do Sul.<\/p>\n<p>A plataforma foi pensada para atender a diversas finalidades sociais. Um dos objetivos \u00e9 auxiliar a popula\u00e7\u00e3o na ado\u00e7\u00e3o de escolhas alimentares mais saud\u00e1veis e que caibam no bolso de cada fam\u00edlia. Para isso, o painel oferece a possibilidade de simular o custo de uma cesta alimentar de acordo com a composi\u00e7\u00e3o do n\u00facleo familiar, o padr\u00e3o alimentar adotado (convencional ou vegetariano) e a regi\u00e3o do estado onde o grupo vive.<\/p>\n<p>Os dados tamb\u00e9m podem servir de apoio para o planejamento alimentar em escolas, hospitais, institui\u00e7\u00f5es de longa perman\u00eancia e cozinhas comunit\u00e1rias, uma vez que as informa\u00e7\u00f5es podem contribuir para a elabora\u00e7\u00e3o de card\u00e1pios mais equilibrados e economicamente vi\u00e1veis.<\/p>\n<p>Para monitorar os pre\u00e7os, a plataforma utiliza a base de dados da Nota Fiscal do Consumidor Eletr\u00f4nica (NFC-e), que registra o valor das compras realizadas no varejo e no atacado de todo o Estado. A base de informa\u00e7\u00f5es da Sefaz processa cerca de 6,6 milh\u00f5es de notas fiscais deste tipo diariamente \u2013 n\u00famero superior \u00e0 quantidade de Pix realizados diariamente no RS, que \u00e9 de aproximadamente 5,9 milh\u00f5es de registros por dia. O projeto em parceria com a PUCRS se soma aos indicadores do programa Desenvolve RS, da receita ga\u00facha, que transforma a base de informa\u00e7\u00f5es fiscais do Estado em indicadores e dados relevantes para o setor produtivo e para a sociedade.&nbsp; &nbsp;<\/p>\n<p>\u201cEsse \u00e9 um projeto muito simb\u00f3lico por ser o primeiro no \u00e2mbito do programa Desenvolve RS a firmar uma parceria com a universidade. Mais interessante ainda, \u00e9 que a plataforma tem potencial de oferecer subs\u00eddios robustos para a formula\u00e7\u00e3o e o aperfei\u00e7oamento de pol\u00edticas p\u00fablicas voltadas \u00e0 seguran\u00e7a alimentar, aquisi\u00e7\u00e3o de alimentos, incentivo \u00e0 produ\u00e7\u00e3o local e assim por diante\u201d, afirmou o subsecret\u00e1rio adjunto da Receita Estadual, Giovanni Padilha.<\/p>\n<p>Pre\u00e7o da cesta fica em R$ 1.453,77 em maio<\/p>\n<p>O custo da Cesta Nutricional Familiar para a fam\u00edlia ga\u00facha, que considera um n\u00facleo composto por dois adultos e uma crian\u00e7a de 4 a 10 anos, alcan\u00e7ou R$ 1.453,77 em maio de 2026, uma alta de 2,86% em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior. Na compara\u00e7\u00e3o com o mesmo per\u00edodo do ano passado, o aumento foi de 2,94%. O resultado, segundo relat\u00f3rio, confirma o movimento de eleva\u00e7\u00e3o dos custos dos alimentos que vem sendo observado a partir de abril.<\/p>\n<p>Parte dessa press\u00e3o sobre os pre\u00e7os est\u00e1 ligada a fatores sazonais, que costumeiramente influenciam o valor de determinados alimentos. Al\u00e9m disso, o aumento dos custos de insumos agr\u00edcolas, como fertilizantes, e do transporte de cargas, impactados pelo cen\u00e1rio de instabilidade no Oriente M\u00e9dio, tamb\u00e9m pode estar contribuindo para a oscila\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os.<\/p>\n<p>As cestas mais caras foram registradas nas regi\u00f5es do M\u00e9dio Alto Uruguai (R$ 1.556,48) e Hort\u00eansias (R$ 1.553,04). J\u00e1 os menores valores foram encontrados no Jacu\u00ed Centro (R$ 1.340,74), \u00fanica regi\u00e3o que assinalou queda da cesta em maio, e Centro Sul (R$ 1.380,65). A regi\u00e3o Metropolitano Delta do Jacu\u00ed (+5,18%), que inclui a capital, teve alta de 5,18%, com a cesta custando R$ 1.515,22.<\/p>\n<p>No m\u00eas analisado, o valor da cesta passou a corresponder a aproximadamente 89,7% do sal\u00e1rio m\u00ednimo nacional, percentual superior aos registrados em abril (87%) e mar\u00e7o (85%). Apesar da eleva\u00e7\u00e3o, o \u00edndice ainda est\u00e1 abaixo dos patamares observados em diversos momentos entre 2022 e 2024, quando o custo da cesta chegou a superar 100% do sal\u00e1rio m\u00ednimo.<\/p>\n<p>Outro recorte importante do relat\u00f3rio \u00e9 a an\u00e1lise da chamada acessibilidade nutricional, que mede a quantidade de nutrientes que pode ser adquirida com cada R$ 1 gasto. Os resultados de maio mostram que a redu\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os da coxa e do peito de frango ampliou a oferta de prote\u00ednas de alto valor biol\u00f3gico por real investido. A lentilha e a batata-doce se destacaram pela atrativa rela\u00e7\u00e3o entre custo e teor de fibras. J\u00e1 a queda dos pre\u00e7os da laranja e do mam\u00e3o aumentou o acesso da popula\u00e7\u00e3o \u00e0 vitamina C.<\/p>\n<p>Mais sobre a cesta<\/p>\n<p>Os alimentos foram organizados conforme os grupos previstos no Guia Alimentar para a Popula\u00e7\u00e3o Brasileira, incluindo cereais e tub\u00e9rculos, leguminosas, frutas, verduras e legumes, carnes e ovos, latic\u00ednios, \u00f3leos e gorduras e a\u00e7\u00facares. A sele\u00e7\u00e3o dos produtos levou em conta os itens de maior presen\u00e7a na mesa dos brasileiros, com base na Pesquisa de Or\u00e7amentos Familiares (POF 2017\u20132018), como arroz, feij\u00e3o, carnes, frutas, hortali\u00e7as e leite.<\/p>\n<p>A quantidade de cada alimento foi definida a partir das recomenda\u00e7\u00f5es de por\u00e7\u00f5es di\u00e1rias para uma dieta de refer\u00eancia de aproximadamente 2 mil calorias, que foram convertidas em volumes anuais. Esse \u00e9 o c\u00e1lculo que estima a quantidade necess\u00e1ria de alimentos para garantir uma alimenta\u00e7\u00e3o equilibrada, com aporte adequado de energia, macronutrientes e micronutrientes.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, a metodologia incorporou diretrizes da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS) para os limites de consumo de sal e a\u00e7\u00facar, al\u00e9m de par\u00e2metros das Dietary Reference Intakes (DRIs) e recomenda\u00e7\u00f5es da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).<\/p>\n<p>A plataforma \u00e9 fruto de uma parceria entre Receita Estadual e PUCRS, que mobilizou pesquisadores do Laborat\u00f3rio de Desigualdades, Pobreza e Mercado de Trabalho da PUCRS (Data Social) e do Grupo de Pesquisa em Comportamento Alimentar da PUCRS (GPCA). (SEFAZ)&nbsp; &nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p><b>EMATER\/RS: Informativo Conjuntural: n\u00ba 1923 \u2013 11 jun. 2026<\/b><\/p>\n<p>BOVINOCULTURA DE LEITE&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nA atividade apresentou comportamento vari\u00e1vel entre as regi\u00f5es como reflexo principalmente das condi\u00e7\u00f5es de alimenta\u00e7\u00e3o dos rebanhos. Nas \u00e1reas com baixa disponibilidade de forragem, h\u00e1 maior depend\u00eancia de silagem, feno e outros alimentos conservados, o que impacta a produ\u00e7\u00e3o. De modo geral, as condi\u00e7\u00f5es corporais e sanit\u00e1rias est\u00e3o boas, sem registros de problemas relevantes.&nbsp;<\/p>\n<p>Na regi\u00e3o administrativa da Emater\/RS-Ascar de Bag\u00e9, nos munic\u00edpios da Campanha e da Fronteira Oeste, seguem os efeitos do vazio forrageiro outonal, agravados pela escassez de chuvas observada nas \u00faltimas semanas. A restri\u00e7\u00e3o h\u00eddrica tem limitado o estabelecimento&nbsp; das pastagens, aumentando a depend\u00eancia de silagem e de feno para alimenta\u00e7\u00e3o dos rebanhos. Em Hulha Negra, os volumes coletados est\u00e3o abaixo do esperado para o per\u00edodo.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>Nas de Caxias do Sul, a produ\u00e7\u00e3o est\u00e1 est\u00e1vel, sustentada pela oferta de pastagens de qualidade e pelo uso de forragens conservadas, como silagem, feno e pr\u00e9-secado. O estado corporal dos animais \u00e9 satisfat\u00f3rio, e a sanidade dos rebanhos est\u00e1 est\u00e1vel, com poucos casos de mastite e controle rotineiro de ectoparasitas. A qualidade do leite atendeu aos padr\u00f5es exigidos pela legisla\u00e7\u00e3o, sem registros de rejei\u00e7\u00e3o pelas ind\u00fastrias.&nbsp;<\/p>\n<p>Na de Iju\u00ed, as temperaturas amenas, a umidade do ar elevada e as chuvas no in\u00edcio do per\u00edodo favoreceram o bem-estar dos animais, especialmente das ra\u00e7as europeias. A produ\u00e7\u00e3o de leite aumentou em decorr\u00eancia da maior oferta de forrageiras de inverno. Tamb\u00e9m foi observada melhora na qualidade do leite, que apresentou redu\u00e7\u00e3o da contagem de c\u00e9lulas som\u00e1ticas (CCS) em rela\u00e7\u00e3o aos meses anteriores, o que reflete positivamente na remunera\u00e7\u00e3o ao produtor. A dieta do rebanho est\u00e1 sendo composta predominantemente por pastagens, complementadas por silagem, ra\u00e7\u00f5es, feno e outros suplementos.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>Na de Passo Fundo, os animais apresentam escore corporal satisfat\u00f3rio. A nutri\u00e7\u00e3o dos rebanhos se baseou nas esp\u00e9cies forrageiras de inverno, complementadas pelo fornecimento de silagem e de ra\u00e7\u00e3o concentrada. Referente ao aspecto sanit\u00e1rio, foram realizadas apenas as pr\u00e1ticas preventivas de rotina. A produ\u00e7\u00e3o de leite se manteve est\u00e1vel no per\u00edodo.&nbsp;<\/p>\n<p>Na de Pelotas, o limitado desenvolvimento das pastagens de inverno em parte das \u00e1reas tem exigido maior uso de suplementa\u00e7\u00e3o alimentar e de silagem. Apesar disso, a produ\u00e7\u00e3o est\u00e1 est\u00e1vel nas propriedades com melhor disponibilidade de forragem. Na de Porto Alegre, os rebanhos seguem em boas condi\u00e7\u00f5es nutricionais. Em algumas \u00e1reas, o baixo desenvolvimento das pastagens cultivadas tem levado ao aumento do fornecimento de silagem de milho e baga\u00e7o de cevada. H\u00e1 relato de infesta\u00e7\u00e3o por carrapatos.&nbsp;<\/p>\n<p>Na de Santa Rosa, a oferta de forragem favoreceu a alimenta\u00e7\u00e3o dos rebanhos e a manuten\u00e7\u00e3o da condi\u00e7\u00e3o corporal das vacas em lacta\u00e7\u00e3o. O predom\u00ednio de tempo seco proporcionou melhorias nas condi\u00e7\u00f5es operacionais das propriedades, reduzindo o pisoteio excessivo e a forma\u00e7\u00e3o de lama nas \u00e1reas de circula\u00e7\u00e3o dos animais e nos acessos \u00e0s salas de espera para ordenha. De modo geral, n\u00e3o foram registrados eventos relevantes que comprometessem a produ\u00e7\u00e3o leiteira no per\u00edodo. (Emater\/RS editado pelo Sindilat\/RS)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Jogo R\u00e1pido<\/b><\/i><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>PREVIS\u00c3O METEOROL\u00d3GICA (11 A 17 DE JUNHO DE 2026)<\/b><br \/>\nNa pr\u00f3xima semana, as temperaturas estar\u00e3o em decl\u00ednio e h\u00e1 possibilidade de geada. Na sexta-feira (12\/06), o deslocamento de um sistema de baixa press\u00e3o, que evoluir\u00e1 para uma frente fria, dever\u00e1 deixar o tempo inst\u00e1vel em praticamente todo o estado. Por conseguinte, h\u00e1 previs\u00e3o de chuva em praticamente todas as regi\u00f5es ao longo desses dias. Entre o s\u00e1bado (13\/06) e o domingo (14\/06), o sistema se afastar\u00e1, diminuindo sua influ\u00eancia sobre o territ\u00f3rio ga\u00facho. Assim, haver\u00e1 chuva apenas em pontos isolados do estado, principalmente nas por\u00e7\u00f5es mais ao norte e pr\u00f3ximas ao litoral. A partir do dia 14\/06, as temperaturas estar\u00e3o em decl\u00ednio. Entre os dias 12\/06 e 14\/06, h\u00e1 possibilidade de ocorr\u00eancia de rajadas de vento pontuais pr\u00f3ximas ao litoral ga\u00facho. Entre a segunda-feira (15\/06) e a quarta-feira (17\/06), uma massa de ar mais seca e fria ir\u00e1 influenciar o tempo sobre todo o estado. Assim, o tempo voltar\u00e1 a ficar est\u00e1vel, e n\u00e3o h\u00e1 previs\u00e3o de chuva significativa. Devido \u00e0 queda de temperatura, entre os dias 15\/06 e 17\/06, h\u00e1 possibilidade de ocorr\u00eancia de geada em algumas regi\u00f5es do estado, com maior chance para as regi\u00f5es da Fronteira Oeste, Campanha, Serra e Campos de Cima da Serra. De forma geral, a figura mostra que os acumulados de precipita\u00e7\u00e3o dever\u00e3o variar entre 0 e 50 mm no per\u00edodo, com alguns pontos isolados que podem ultrapassar esse valor. Fonte: Simagro \u2013 Sistema de Monitoramento e Alertas Agroclim\u00e1ticos.&nbsp;<\/i><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 12 de junho de 2026&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 20 - N\u00b0 4.650 Do campo ga\u00facho para a mesa: a tradi\u00e7\u00e3o por tr\u00e1s do leite que faz parte <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2026\/06\/12\/12-06-2026\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"12\/06\/2026\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":["post-19433","post","type-post","status-publish","format-standard","category-newsletter","h-entry","hentry","h-as-article"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19433","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=19433"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19433\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":19438,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19433\/revisions\/19438"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=19433"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=19433"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=19433"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}