{"id":19425,"date":"2026-06-11T19:54:10","date_gmt":"2026-06-11T19:54:10","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=19425"},"modified":"2026-06-11T19:55:51","modified_gmt":"2026-06-11T19:55:51","slug":"11-06-2026","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2026\/06\/11\/11-06-2026\/","title":{"rendered":"11\/06\/2026"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/9wC509ABF0420\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/9wC509ABF0420\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 11 de junho de 2026&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 20 - N\u00b0 4.649<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<hr>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>Senado aprova renegocia\u00e7\u00e3o de d\u00edvidas rurais com juros a partir de 3,5% ao ano,<\/b><\/p>\n<p>O Senado Federal aprovou o Projeto de Lei 5.122\/2023, que institui uma linha especial de cr\u00e9dito para produtores rurais renegociarem d\u00edvidas acumuladas em decorr\u00eancia de perdas clim\u00e1ticas recentes e juros elevados. Proposta originalmente pelo deputado Domingos Neto (PSD-CE), a mat\u00e9ria retorna agora para an\u00e1lise da C\u00e2mara dos Deputados antes de seguir para a san\u00e7\u00e3o presidencial. A aprova\u00e7\u00e3o foi viabilizada ap\u00f3s negocia\u00e7\u00f5es entre a Frente Parlamentar da Agropecu\u00e1ria (FPA), a relatoria e o Minist\u00e9rio da Fazenda, resultando na incorpora\u00e7\u00e3o de crit\u00e9rios t\u00e9cnicos exigidos pelo Poder Executivo.<\/p>\n<p>O programa abrange d\u00e9bitos de cr\u00e9dito rural, C\u00e9dulas de Produto Rural (CPR) e obriga\u00e7\u00f5es com cooperativas e fornecedores de insumos contra\u00eddas at\u00e9 31 de dezembro de 2025, independentemente de j\u00e1 terem sido renegociadas anteriormente. Os saldos devedores ser\u00e3o recalculados com a exclus\u00e3o de multas, juros de mora e outras penalidades por inadimpl\u00eancia. Os financiamentos ser\u00e3o operacionalizados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e Social (BNDES), com prazo de quita\u00e7\u00e3o de dez anos e car\u00eancia de tr\u00eas anos. O limite de cr\u00e9dito foi fixado em at\u00e9 R$ 10 milh\u00f5es por benefici\u00e1rio individual e em at\u00e9 R$ 50 milh\u00f5es para associa\u00e7\u00f5es e cooperativas.<\/p>\n<p>As taxas de juros anuais do refinanciamento foram escalonadas conforme o porte do produtor, sendo de 3,5% para os inscritos no Pronaf e pequenos produtores, 5,5% para o Pronamp e m\u00e9dios produtores, e 7,5% para os demais tomadores. Para acessar o benef\u00edcio, os produtores precisar\u00e3o comprovar preju\u00edzos em pelo menos duas safras entre os anos de 2019 e 2025, com uma redu\u00e7\u00e3o m\u00ednima de 30% na renda agropecu\u00e1ria esperada.<\/p>\n<p>Existe diverg\u00eancia t\u00e9cnica sobre o impacto fiscal da medida. Enquanto o Minist\u00e9rio da Fazenda projeta um impacto potencial de at\u00e9 R$ 140 bilh\u00f5es sobre a d\u00edvida p\u00fablica caso haja ades\u00e3o total dos endividados, a relatoria estima o custo real em R$ 120 bilh\u00f5es ao longo de dez anos, sob a justificativa de que o texto restringe-se apenas aos passivos atrasados do setor. Os recursos para subsidiar a linha de cr\u00e9dito vir\u00e3o do Fundo Social do Pr\u00e9-Sal. Durante a tramita\u00e7\u00e3o, o texto incorporou duas emendas que autorizam a Uni\u00e3o a ampliar sua participa\u00e7\u00e3o no Fundo Garantidor para Investimentos (FGI) para cobrir o risco das opera\u00e7\u00f5es e estabelecem mecanismos de transpar\u00eancia para a divulga\u00e7\u00e3o dos dados das renegocia\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>A urg\u00eancia da proposta reflete a retra\u00e7\u00e3o nos indicadores financeiros do campo. Dados do Minist\u00e9rio da Agricultura apontam que, entre julho de 2025 e maio de 2026, o volume de cr\u00e9dito concedido \u00e0 agricultura empresarial somou R$ 433 bilh\u00f5es, o que representa uma queda de 5% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo do ciclo anterior. O recuo foi mais acentuado nos programas de investimento, que registraram queda de 28,1% no conjunto, com retra\u00e7\u00f5es de 56% no Proirriga e de 54% tanto no Prodecoop quanto no Moderfrota.<\/p>\n<p>De acordo com os relat\u00f3rios t\u00e9cnicos do governo, a execu\u00e7\u00e3o abaixo do programado decorre de uma menor demanda por cr\u00e9dito devido ao encarecimento das opera\u00e7\u00f5es, endividamento pr\u00e9vio e riscos clim\u00e1ticos acumulados, e n\u00e3o por falta de recursos nos bancos. A expectativa do setor \u00e9 que o al\u00edvio financeiro do PL 5.122\/2023 reduza o endividamento de produtores e cooperativas antes do in\u00edcio e da formata\u00e7\u00e3o do Plano Safra 2026\/27.<\/p>\n<p>As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da Forbes, adaptadas pela equipe MilkPoint.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<hr>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>Importa\u00e7\u00f5es e acordo com UE elevam press\u00e3o sobre ind\u00fastria de l\u00e1cteos<\/b><\/p>\n<p>Produtos importados j\u00e1 representam cerca de 8% do mercado brasileiro e redu\u00e7\u00e3o das tarifas para l\u00e1cteos europeus pode ampliar concorr\u00eancia sobre os queijos nacionais de maior valor agregado<\/p>\n<p>A ind\u00fastria brasileira de l\u00e1cteos acompanha com preocupa\u00e7\u00e3o o avan\u00e7o das importa\u00e7\u00f5es e os efeitos do acordo comercial entre Mercosul e Uni\u00e3o Europeia, que deve ampliar a concorr\u00eancia no mercado nacional nos pr\u00f3ximos anos. A avalia\u00e7\u00e3o \u00e9 de Angelo Sartor, CEO da RAR Agro &amp; Ind\u00fastria, que alerta para uma poss\u00edvel perda de competitividade da produ\u00e7\u00e3o nacional de queijos de maior valor agregado.<\/p>\n<p>Segundo Sartor, o setor j\u00e1 enfrenta uma press\u00e3o significativa provocada pela entrada de produtos importados, principalmente de pa\u00edses do Mercosul. Atualmente, as importa\u00e7\u00f5es de leite em p\u00f3 e queijos representam cerca de 8% do mercado brasileiro, percentual que, na avalia\u00e7\u00e3o do executivo, tem impacto direto sobre os pre\u00e7os praticados no mercado interno.<\/p>\n<p>\"O mercado tem sofrido significativamente em fun\u00e7\u00e3o das importa\u00e7\u00f5es que t\u00eam continuado ao longo dos \u00faltimos anos, principalmente do Mercosul. Estamos falando de um volume que representa aproximadamente 8% da produ\u00e7\u00e3o nacional\", afirma.<\/p>\n<p>De acordo com o executivo, a entrada desses produtos aumenta a oferta no mercado e contribui para uma redu\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os recebidos pela ind\u00fastria e pelos produtores rurais. A situa\u00e7\u00e3o se tornou ainda mais delicada ap\u00f3s a confirma\u00e7\u00e3o de pr\u00e1ticas de dumping nas importa\u00e7\u00f5es de leite em p\u00f3 oriundas da Argentina e do Uruguai.<\/p>\n<p>\"Foi comprovado que existia dumping sendo realizado, mas o governo optou por n\u00e3o atuar. Existe um lado positivo, que \u00e9 evitar aumento de pre\u00e7os para o consumidor final, mas o produtor brasileiro acaba sendo extremamente prejudicado na sua rentabilidade\", diz.<\/p>\n<p>A preocupa\u00e7\u00e3o do setor se intensifica com o in\u00edcio da implementa\u00e7\u00e3o do acordo entre Mercosul e Uni\u00e3o Europeia. Desde maio, as tarifas de importa\u00e7\u00e3o para diversos produtos l\u00e1cteos europeus come\u00e7aram a ser reduzidas gradualmente. No caso dos chamados queijos duros, a al\u00edquota caiu de 28% para 25,2% e continuar\u00e1 diminuindo at\u00e9 chegar a zero dentro de dez anos.<\/p>\n<p>Embora o prazo pare\u00e7a longo, Sartor destaca que o horizonte preocupa as empresas que precisam planejar investimentos de longo prazo.<\/p>\n<p>\"Dez anos pode parecer muito tempo, mas para quem investe em uma planta industrial n\u00e3o \u00e9. Entre aprovar um projeto, construir e colocar uma unidade em opera\u00e7\u00e3o, muitas vezes j\u00e1 se passaram tr\u00eas anos\", afirma.<\/p>\n<p>A principal preocupa\u00e7\u00e3o est\u00e1 justamente no segmento em que a empresa atua. A empresa \u00e9 especializada em produtos de maior valor agregado, como queijo tipo grana, manteigas especiais, creme de leite e outros derivados premium.<\/p>\n<p>\"N\u00f3s produzimos queijo tipo grana e outros produtos de valor agregado. Vamos sofrer uma concorr\u00eancia muito mais acirrada com os produtos europeus. A produ\u00e7\u00e3o deles acontece em volumes muito maiores e eles contam com subs\u00eddios importantes fornecidos pelos governos da Uni\u00e3o Europeia\", afirma.<\/p>\n<p>Segundo as estimativas da empresa, a retirada gradual das tarifas poder\u00e1 gerar uma diferen\u00e7a expressiva de competitividade entre os produtos nacionais e os importados.<\/p>\n<p>\"A nossa estimativa \u00e9 que o custo do produto chegando ao Brasil fique aproximadamente 20% inferior ao nosso custo de produ\u00e7\u00e3o. Isso reduz bastante a nossa competitividade\", destaca Sartor.<\/p>\n<p>O executivo avalia que os maiores impactos devem ocorrer justamente nos segmentos de queijos especiais e vinhos, produtos nos quais a Europa possui tradi\u00e7\u00e3o, escala produtiva e forte apoio governamental.<\/p>\n<p>\"O acordo foi muito ben\u00e9fico para alguns setores, especialmente prote\u00ednas animais. Mas l\u00e1cteos e vinhos talvez sejam os dois segmentos que mais sentir\u00e3o os efeitos dessa abertura comercial.\"<\/p>\n<p>Diante desse cen\u00e1rio, a estrat\u00e9gia da empresa tem sido concentrar esfor\u00e7os em produtos diferenciados e em consumidores que valorizam qualidade, origem e processos produtivos mais rigorosos.<\/p>\n<p>\"No segmento de latic\u00ednios, os investimentos t\u00eam sido reduzidos porque ainda temos uma pequena ociosidade industrial. Nossa prioridade \u00e9 manter a estrutura existente e buscar efici\u00eancia\", afirma. (CNN)<\/p>\n<p><b>O rem\u00e9dio para diabetes que valorizou o soro do leite<\/b><\/p>\n<p>Criados para tratar diabetes, medicamentos como Ozempic ajudaram a transformar o soro do leite em um dos ingredientes mais valorizados do mercado.<\/p>\n<p>O soro do leite sempre viveu nos bastidores da ind\u00fastria l\u00e1ctea.<br \/>\nAgora, impulsionado pela expans\u00e3o do uso de medicamentos para diabetes e emagrecimento, tornou-se uma das mat\u00e9rias-primas mais valorizadas do mercado de alimentos.<\/p>\n<p>A transforma\u00e7\u00e3o come\u00e7ou longe das fazendas, das queijarias e at\u00e9 das academias. O avan\u00e7o global de medicamentos como Ozempic, Wegovy e outros agonistas de GLP-1 criou um novo comportamento de consumo. \u00c0 medida que milh\u00f5es de pessoas passaram a utilizar esses tratamentos, m\u00e9dicos e nutricionistas refor\u00e7aram a import\u00e2ncia da ingest\u00e3o de prote\u00ednas para preservar a massa muscular durante a perda de peso.<\/p>\n<p>Foi nesse momento que o whey protein iniciou uma mudan\u00e7a de identidade.<\/p>\n<p>Durante anos, o suplemento esteve associado principalmente \u00e0 muscula\u00e7\u00e3o e ao p\u00fablico esportivo. Hoje, passou a fazer parte da rotina de consumidores muito mais amplos, interessados em sa\u00fade, bem-estar e emagrecimento. O que era um produto de nicho tornou-se um ingrediente cada vez mais presente no cotidiano.<\/p>\n<p>A mudan\u00e7a foi r\u00e1pida o suficiente para impactar os pre\u00e7os globais. Segundo dados da StoneX, o concentrado de whey protein com 80% de prote\u00edna, conhecido como WPC 80, registrou alta de at\u00e9 105% nos \u00faltimos 12 meses. Nas primeiras semanas de maio, a tonelada alcan\u00e7ou \u20ac 22 mil na Uni\u00e3o Europeia.<\/p>\n<p>Ao mesmo tempo, o whey deixou de aparecer apenas em potes de suplementos. A ind\u00fastria passou a incorpor\u00e1-lo em chocolates, p\u00e3es e diversos alimentos enriquecidos com prote\u00edna, ampliando ainda mais sua presen\u00e7a no mercado.<\/p>\n<p>Por tr\u00e1s dessa corrida est\u00e1 justamente o soro do leite, gerado durante a fabrica\u00e7\u00e3o de queijos. Durante d\u00e9cadas, esse subproduto teve papel secund\u00e1rio dentro da cadeia. Hoje, tornou-se um insumo estrat\u00e9gico em um mercado que cresce mais r\u00e1pido do que a capacidade global de produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Segundo especialistas, a oferta ainda n\u00e3o acompanha o ritmo da demanda. Novas unidades industriais capazes de ampliar a produ\u00e7\u00e3o devem entrar em opera\u00e7\u00e3o apenas entre o segundo e o terceiro trimestre de 2027, mantendo a press\u00e3o sobre os pre\u00e7os.<\/p>\n<p>O cen\u00e1rio tamb\u00e9m afeta fabricantes de suplementos. Empresas relatam reajustes sucessivos e buscam alternativas para conter o impacto dos custos. Algumas passaram a oferecer produtos com menor concentra\u00e7\u00e3o proteica ou embalagens menores para preservar a acessibilidade ao consumidor.<\/p>\n<p>Mesmo que os pre\u00e7os encontrem algum equil\u00edbrio nos pr\u00f3ximos meses, a mudan\u00e7a parece mais profunda do que um simples ciclo de mercado. O whey protein deixou de ser um produto restrito \u00e0s academias, enquanto o soro do leite abandonou o papel de coadjuvante. Ambos passaram a ocupar um espa\u00e7o central em uma tend\u00eancia que nasceu na medicina e acabou alcan\u00e7ando toda a cadeia alimentar.<\/p>\n<p>*Produzido pela eDairyNews, com informa\u00e7\u00f5es publicadas por Agora RN<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Jogo R\u00e1pido<\/b><\/i><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>SOJA\/CEPEA: Liquidez se aquece neste come\u00e7o de junho<\/b><br \/>\nCepea, 8\/06\/2026 \u2013 Pesquisadores do Cepea apontam que a liquidez no mercado brasileiro de soja est\u00e1 elevada neste in\u00edcio de junho, influenciada pelo forte ritmo das exporta\u00e7\u00f5es e pela demanda aquecida por parte da ind\u00fastria dom\u00e9stica de processamento. Esse cen\u00e1rio, segundo pesquisadores do Centro de Pesquisas, limitou quedas mais expressivas nos pre\u00e7os da oleaginosa, mesmo diante da safra recorde colhida no Brasil e das perspectivas favor\u00e1veis para a oferta global, com o avan\u00e7o da colheita na Argentina e a semeadura nos Estados Unidos. Os n\u00fameros das exporta\u00e7\u00f5es evidenciam a for\u00e7a da demanda pela soja brasileira. Dados da Secex mostram que o Brasil exportou 14,82 milh\u00f5es de toneladas do gr\u00e3o em maio. Embora o volume tenha recuado 11,5% em rela\u00e7\u00e3o a abril, houve crescimento de 5,1% em rela\u00e7\u00e3o ao de maio de 2025. De janeiro a maio, os embarques s\u00e3o recordes para o per\u00edodo. No campo, produtores brasileiros se preparam para o per\u00edodo de vazio sanit\u00e1rio da soja, medida fitossanit\u00e1ria destinada ao controle da ferrugem asi\u00e1tica. Nos Estados Unidos, o USDA informou que, at\u00e9 o encerramento de maio, a semeadura da safra 2026\/27 alcan\u00e7ou 87% da \u00e1rea prevista, acima da m\u00e9dia de 80% observada nos \u00faltimos cinco anos. Na Argentina, a Bolsa de Cereales indicou que a colheita da soja atingiu 91,7% da \u00e1rea cultivada. Diante da boa produtividade, a estimativa da safra argentina segue mantida em 50,1 milh\u00f5es de toneladas. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)<\/i><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 11 de junho de 2026&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 20 - N\u00b0 4.649 Senado aprova renegocia\u00e7\u00e3o de d\u00edvidas rurais com juros a partir de 3,5% ao ano, O <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2026\/06\/11\/11-06-2026\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"11\/06\/2026\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-19425","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19425","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=19425"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19425\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":19431,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19425\/revisions\/19431"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=19425"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=19425"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=19425"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}