{"id":1937,"date":"2018-04-10T15:26:07","date_gmt":"2018-04-10T15:26:07","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/04\/10\/10-04-2018\/"},"modified":"2018-04-10T15:26:07","modified_gmt":"2018-04-10T15:26:07","slug":"10-04-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/04\/10\/10-04-2018\/","title":{"rendered":"10\/04\/2018"},"content":{"rendered":"<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 10 de abril de 2018<\/em><\/strong><strong><em>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 12 - N\u00b0 2.711<\/em><\/strong><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; text-align: justify; width: 811px;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><u><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" \/><\/span><\/span><\/u><span style=\"text-align: justify;\">\u00a0 \u00a0\u00a0<\/span>Busca por estilo de vida mais saud\u00e1vel pressiona ind\u00fastria de alimentos no Pa\u00eds<\/strong> <\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">A mudan\u00e7a no perfil de consumo de alimentos e bebidas se tornou um desafio para as grandes ind\u00fastrias desses setores \u2013 l\u00e1 fora e aqui no Brasil. Segundo a consultoria Euromonitor, o consumo de refrigerantes no mercado brasileiro projetado para 2022 estar\u00e1 20,3% abaixo do que se via em 2012. Na mesma compara\u00e7\u00e3o, a demanda por chicletes ter\u00e1 queda de 20,9%, enquanto a categoria geral de doces vai recuar 19,6%. A ind\u00fastria que se expandiu com o desejo do brasileiro de experimentar novas categorias agora est\u00e1 sendo obrigada a se adaptar a novos tempos, em que o apelo saud\u00e1vel ser\u00e1 o nome do jogo.\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Isso vai se refletir tanto no crescimento de certos tipos de produtos processados \u2013 como as bebidas \u00e0 base de \u00e1gua de coco e os salgadinhos feitos de cenoura e batata-doce, por exemplo \u2013 quanto no retorno aos alimentos frescos. A mudan\u00e7a de mentalidade, que j\u00e1 \u00e9 realidade na Europa e nos EUA, obrigou as grandes ind\u00fastrias de alimentos a rever estrat\u00e9gias. Gigantes como Pepsico, Unilever, Coca-Cola, Ambev e Nestl\u00e9 se movimentam em diferentes frentes para convencer os consumidores de que seus produtos n\u00e3o s\u00e3o potenciais riscos \u00e0 sa\u00fade.\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Entre as estrat\u00e9gias adotadas para se adequar \u00e0 nova realidade est\u00e3o mudan\u00e7as em f\u00f3rmulas de produtos (com vers\u00f5es com menos a\u00e7\u00facar e gorduras), redu\u00e7\u00e3o de embalagens (para controlar a quantidade consumida) e a aquisi\u00e7\u00e3o de marcas menores que j\u00e1 nasceram direcionadas ao apelo saud\u00e1vel.\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Reportagem publicada em setembro do ano passado pelo jornal americano The New York Times mostrou que, dos anos 1980 para c\u00e1, o foco de grandes grupos internacionais no mercado nacional multiplicou por tr\u00eas o \u00edndice brasileiro de obesidade, que era de 7% h\u00e1 cerca de 40 anos. Hoje, segundo a Euromonitor, a taxa est\u00e1 em 22%. E deve chegar a 26% em 2022.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Analista s\u00eanior da Euromonitor, Angelica Salado diz que o consumidor j\u00e1 v\u00ea uma clara rela\u00e7\u00e3o entre o excesso de industrializados na dieta e o ganho de peso. \u201cA preocupa\u00e7\u00e3o com o problema existe, apesar de ainda estar mais ligada \u00e0 est\u00e9tica do que \u00e0 sa\u00fade em si.\u201d Ela diz, no entanto, que a tend\u00eancia das op\u00e7\u00f5es saud\u00e1veis est\u00e1 consolidada.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">O consultor em marcas Ricardo Klein, da Top Brands, diz que a ado\u00e7\u00e3o de um estilo mais saud\u00e1vel pelos brasileiros, no entanto, ainda pode esbarrar no fator pre\u00e7o. Na opini\u00e3o do especialista, esse processo de migra\u00e7\u00e3o ser\u00e1 percebido primeiro nas classes A e B. \u201c\u00c9 um processo que vai ser sentido em um prazo mais longo, pois, para a maioria dos consumidores brasileiros, a compra desse tipo de produto, que tem apelo premium, acaba fazendo a conta n\u00e3o fechar no fim do m\u00eas.\u201d (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do jornal O Estado de S\u00e3o Paulo)<\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" \/><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div><strong>Saldo comercial do agroneg\u00f3cio alcan\u00e7a US$ 7,79 bilh\u00f5es em mar\u00e7o<\/strong><\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div>As exporta\u00e7\u00f5es do agroneg\u00f3cio somaram US$ 9,08 bilh\u00f5es, em mar\u00e7o, registrando crescimento de 4,1% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo m\u00eas do ano anterior, quando as vendas foram de US$ 8,73 bilh\u00f5es. As importa\u00e7\u00f5es de produtos do setor alcan\u00e7aram US$ 1,29 bilh\u00e3o (-6,9% abaixo de mar\u00e7o de 2017). Como resultado, a balan\u00e7a comercial do setor registrou saldo positivo da ordem de US$ 7,79 bilh\u00f5es. Os produtos do agroneg\u00f3cio representaram 45,2% do total das vendas externas brasileiras no m\u00eas, com aumento de quase dois pontos percentuais de participa\u00e7\u00e3o comparado a mar\u00e7o do ano passado.<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div>Os produtos de origem vegetal foram os que mais contribu\u00edram para o crescimento das exporta\u00e7\u00f5es do setor, com incremento de US$ 417,08 milh\u00f5es, principalmente em fun\u00e7\u00e3o de produtos florestais, cujas vendas externas foram US$ 374,49 milh\u00f5es superiores. Se destacaram outros setores, como sucos (+US$ 107,51 milh\u00f5es); cereais, farinhas e prepara\u00e7\u00f5es (+US$ 93,55 milh\u00f5es); fumo e seus produtos (+US$ 78,84 milh\u00f5es) e fibras e produtos t\u00eaxteis (+US$ 27,97 milh\u00f5es).<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div>Quanto ao valor exportado destacaram-se: complexo soja (44,3%), carnes (14,8%), produtos florestais (13,9%), complexo sucroalcooleiro (7,0%) e caf\u00e9 (4,5%). Os cinco setores representam 84,4% das exporta\u00e7\u00f5es do setor.<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div>O complexo soja registrou montante de US$ 4,03 bilh\u00f5es em exporta\u00e7\u00f5es no m\u00eas, o que representou queda de 0,8% sobre mar\u00e7o\/2017. A redu\u00e7\u00e3o na quantidade embarcada do gr\u00e3o (-1,8%), aliada a um pre\u00e7o m\u00e9dio 1% inferior, resultou na redu\u00e7\u00e3o, em valor, de 2,8%,\u00a0 passando de US$ 3,53 bilh\u00f5es em mar\u00e7o de 2017 para US$ 3,44 bilh\u00f5es, explica o coordenador de Competitividade do Departamento de acesso a Mercados do Mapa, Luiz Fernando Wosch. J\u00e1 as exporta\u00e7\u00f5es de farelo de soja registraram crescimento de 16,8%, atingindo US$ 507,14 milh\u00f5es, enquanto as exporta\u00e7\u00f5es de \u00f3leo de soja diminu\u00edram 5,8%, com US$ 84,47 milh\u00f5es.<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div><u>Recorde<\/u><\/div>\n<div>As carnes ocuparam a segunda posi\u00e7\u00e3o no ranking, alcan\u00e7ando US$ 1,34 bilh\u00e3o, praticamente o mesmo valor registrado no m\u00eas em 2017. O principal produto do setor foi a carne bovina, cujas vendas foram de US$ 591,97 milh\u00f5es, recorde hist\u00f3rico para mar\u00e7o. Em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo m\u00eas em 2017 houve incremento de 22,1% das vendas, em fun\u00e7\u00e3o da amplia\u00e7\u00e3o da quantidade em 24,1%, que compensou a queda de 1,6% no pre\u00e7o. As exporta\u00e7\u00f5es de frango apresentaram queda de 9,7%, com US$ 580,59 milh\u00f5es. Al\u00e9m da retra\u00e7\u00e3o da quantidade (-1,6%), houve queda no pre\u00e7o m\u00e9dio do produto (-8,2%). Tamb\u00e9m houve queda nas vendas de carne su\u00edna (-23,4%), decorrentes tanto da retra\u00e7\u00e3o na quantidade embarcada (-7,8%), quanto do pre\u00e7o (-16,9%).<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div><u>Importa\u00e7\u00f5es<\/u><\/div>\n<div>As importa\u00e7\u00f5es de produtos do agroneg\u00f3cio sofreram queda de US$ 96,09 milh\u00f5es na compara\u00e7\u00e3o com mar\u00e7o de 2017 e mar\u00e7o de 2018. Os principais produtos adquiridos pelo Brasil foram: pescados (US$ 142,72 milh\u00f5es); \u00e1lcool et\u00edlico (US$ 135,19 milh\u00f5es); trigo (US$ 87,73 milh\u00f5es); papel (US$ 78,73 milh\u00f5es) e vestu\u00e1rio e produtos t\u00eaxteis de algod\u00e3o (US$ 58,35 milh\u00f5es). Al\u00e9m dos pescados e do trigo, outros produtos que tiveram as maiores redu\u00e7\u00f5es em importa\u00e7\u00f5es foram arroz (-US$ 30,93 milh\u00f5es); l\u00e1cteos (-US$ 22,53 milh\u00f5es) e malte (-US$ 15,24 milh\u00f5es<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div><u>Destinos<\/u><\/div>\n<div>A \u00c1sia se manteve como principal regi\u00e3o de destino das exporta\u00e7\u00f5es do agroneg\u00f3cio, somando US$ 4,65 bilh\u00f5es. A Uni\u00e3o Europeia ocupou a segunda posi\u00e7\u00e3o no ranking de blocos econ\u00f4micos e regi\u00f5es geogr\u00e1ficas de destino das vendas externas do agroneg\u00f3cio brasileiro no m\u00eas. Houve crescimento de 22,9% nas vendas ao mercado, decorrentes, principalmente, do aumento nas exporta\u00e7\u00f5es de celulose (+162,6%); soja em gr\u00e3os (+59,7%); sucos de laranja (+38,8%); fumo n\u00e3o manufaturado (+120,2%) e farelo de soja (+12,9%).<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div><u>Acumulado no ano<\/u><\/div>\n<div>No acumulado do primeiro trimestre de 2018, as exporta\u00e7\u00f5es brasileiras do agroneg\u00f3cio atingiram US$ 21,47 bilh\u00f5es, cifra que supera em 4,6% o resultado de igual per\u00edodo do ano passado, significando recorde para resultados de janeiro a mar\u00e7o. Tal acr\u00e9scimo atribui-se ao aumento de 6,7% na quantidade embarcada, uma vez que houve queda de 1,9% no \u00edndice de pre\u00e7o. As importa\u00e7\u00f5es recuaram 3,9% no trimestre, caindo de US$ 3,76 bilh\u00f5es para US$ 3,61 bilh\u00f5es, desempenho explicado, sobretudo, pela queda de 3,8% no \u00edndice de quantidade, enquanto\u00a0 \u00a0o \u00edndice de pre\u00e7o teve ligeiro decr\u00e9scimo de 0,1%, de acordo com Luiz Fernando Wosch. Com isso, o superavit comercial do agroneg\u00f3cio subiu de US$ 16,76 bilh\u00f5es para US$ 17,86 bilh\u00f5es, constituindo cifra recorde para per\u00edodos de janeiro-mar\u00e7o.<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div><u>Resultado em 12 meses<\/u><\/div>\n<div>As exporta\u00e7\u00f5es do agroneg\u00f3cio atingiram US$ 96,96 bilh\u00f5es nos \u00faltimos 12 meses, apurados entre abril de 2017 e mar\u00e7o deste ano. O n\u00famero representa crescimento de 13,5% em rela\u00e7\u00e3o aos US$ 85,42 bilh\u00f5es exportados entre abril de 2016 e mar\u00e7o de 2017. O incremento das exporta\u00e7\u00f5es ocorreu em fun\u00e7\u00e3o, principalmente, do aumento da quantidade exportada, que subiu 13%. O \u00edndice que mede o pre\u00e7o das exporta\u00e7\u00f5es apresentou alta de 0,5%.<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div>As importa\u00e7\u00f5es do agroneg\u00f3cio diminu\u00edram de US$ 14,35 bilh\u00f5es entre abril de 2016 e mar\u00e7o de 2017 para US$ 14,01 bilh\u00f5es entre abril de 2017 e mar\u00e7o de 2018 (-2,4%). A queda de 9,6% no \u00edndice de pre\u00e7o dos produtos importados explica, em grande parte, a redu\u00e7\u00e3o do valor das importa\u00e7\u00f5es. O quantum importado, por outro lado, aumentou 8,0%.<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div>O crescimento das exporta\u00e7\u00f5es com concomitante redu\u00e7\u00e3o das importa\u00e7\u00f5es fez com que\u00a0 o saldo comercial do agroneg\u00f3cio aumentasse de US$ 71,07 bilh\u00f5es registrados entre abril de 2016 e mar\u00e7o de 2017 para US$ 82,96 bilh\u00f5es entre abril de 2017 e mar\u00e7o de 2018.<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div>Os cinco principais setores exportadores do agroneg\u00f3cio apurados em 12 meses foram: complexo soja (participa\u00e7\u00e3o de 32,7% nas exporta\u00e7\u00f5es do agroneg\u00f3cio); carnes (participa\u00e7\u00e3o de 15,9%); produtos florestais (participa\u00e7\u00e3o de 12,8%); complexo sucroalcooleiro (participa\u00e7\u00e3o de 11,8%); e cereais, farinhas e prepara\u00e7\u00f5es (participa\u00e7\u00e3o de 5,8%).<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div>O coordenador de Competitividade do Departamento de Acesso a Mercados do Mapa observou que, na rela\u00e7\u00e3o dos vinte maiores importadores do agroneg\u00f3cio, tiveram crescimento na aquisi\u00e7\u00e3o de produtos brasileiros em \u00edndices acima de 30%: Egito (+92,4%; US$ 2,15 bilh\u00f5es); Espanha (+49,7%; US$ 2,12 bilh\u00f5es); Bangladesh (+41,3%; US$ 1,51 bilh\u00e3o); Vietn\u00e3 (+33,6%; US$ 1,46 bilh\u00e3o); Emirados \u00c1rabes Unidos (+33,5%; US$ 1,76 bilh\u00e3o); e Hong Kong (+31,1%; US$ 2,67 bilh\u00f5es). (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Mapa)<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div><strong>Parceria entre EUA e China estabelece bases para o crescimento das exporta\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos<\/strong><\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div>A Universidade Jiangnan da China e o Conselho de Exporta\u00e7\u00e3o de L\u00e1cteos dos EUA (USDEC, da sigla em ingl\u00eas) formaram uma nova parceria de inova\u00e7\u00e3o que ajuda a preparar o terreno para o crescimento das exporta\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos dos EUA para a China. O vice-presidente da Universidade de Jiangnan, Xu Yan, e o presidente e CEO do USDEC, Tom Vilsack, assinaram um memorando de entendimento (MOU) formalizando o relacionamento, no campus da Universidade de Jiangnan em Wuxi.<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div>\"A parceria com a Jiangnan \u00e9 um acordo concreto e revolucion\u00e1rio que levar\u00e1 a novas oportunidades que beneficiam tanto a China quanto os Estados Unidos\", disse Vilsack. \"A China \u00e9 um mercado de prioridade m\u00e1xima para a ind\u00fastria de l\u00e1cteos dos EUA, e estamos muito animados em trabalhar com uma das melhores escolas de ci\u00eancia dos alimentos do pa\u00eds\u201d.<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div>\"Estamos muito satisfeitos em estabelecer o Centro de Inova\u00e7\u00e3o em L\u00e1cteos dos EUA-China em nossa universidade junto com o USDEC\", disse Xu. \"O centro visa facilitar a inova\u00e7\u00e3o em pesquisa e servi\u00e7os t\u00e9cnicos para as ind\u00fastrias de l\u00e1cteos e alimentos e tamb\u00e9m fortalecer a coopera\u00e7\u00e3o educacional e a colabora\u00e7\u00e3o em pesquisa em ci\u00eancia e tecnologia de l\u00e1cteos entre os dois pa\u00edses\".<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div>O USDEC espera que o MOU ofere\u00e7a tr\u00eas grandes benef\u00edcios:<\/div>\n<div>\u2022<span style=\"white-space: pre;\"> <\/span>Incentivar o desenvolvimento de formula\u00e7\u00f5es de produtos inovadores e amig\u00e1veis \u00e0 China que incorporem ingredientes l\u00e1cteos dos EUA, particularmente prote\u00ednas do soro de leite e de leite e leite em p\u00f3 desnatado;<\/div>\n<div>\u2022<span style=\"white-space: pre;\"> <\/span>Permitir que os fornecedores de l\u00e1cteos dos EUA se envolvam mais com a ind\u00fastria de alimentos da China, respondam melhor ao acesso das instala\u00e7\u00f5es no mercado e encontrem oportunidades para projetos de inova\u00e7\u00e3o que alavanquem a funcionalidade, a versatilidade e a nutri\u00e7\u00e3o dos ingredientes l\u00e1cteos dos EUA;<\/div>\n<div>\u2022<span style=\"white-space: pre;\"> <\/span>Enriquecer as experi\u00eancias acad\u00eamicas dos alunos nos programas de ci\u00eancia e tecnologia de l\u00e1cteos da Universidade de Jiangnan com habilidades pr\u00e1ticas de pesquisa e desenvolvimento utilizando produtos l\u00e1cteos dos EUA para iniciar a carreira ap\u00f3s a formatura.<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div>\"Este MOU \u00e9 mais uma prova do desejo da ind\u00fastria norte-americana de elevar sua presen\u00e7a e demonstrar seu compromisso em atender \u00e0s necessidades e desejos dos clientes e consumidores chineses com produtos l\u00e1cteos dos EUA produzidos de forma sustent\u00e1vel\", disse Vilsack. O acordo segue uma s\u00e9rie de esfor\u00e7os liderados pelo USDEC que visam construir rela\u00e7\u00f5es na China e remover barreiras ao com\u00e9rcio para nivelar o mercado com os concorrentes, incluindo o MOU do ano passado sobre o registro de plantas de l\u00e1cteos dos EUA e a redu\u00e7\u00e3o unilateral das tarifas chinesas de queijo.<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div>Vilsack acrescentou: \"Eles fazem parte da ampla estrat\u00e9gia de marketing global do USDEC para expandir as pessoas, parcerias e promo\u00e7\u00f5es nos principais mercados e impulsionar o crescimento em dire\u00e7\u00e3o ao The Next 5%\u201d. O The Next 5% \u00e9 o esfor\u00e7o de toda a ind\u00fastria lan\u00e7ado em 2017 para aumentar as exporta\u00e7\u00f5es anuais de produtos l\u00e1cteos dos EUA, do equivalente a cerca de 15% dos s\u00f3lidos de leite do pa\u00eds para 20%.<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div>Ap\u00f3s a assinatura do MOU, Vilsack dirigiu-se a 150 oficiais de ci\u00eancias de alimentos na Universidade de Jiangnan. Sua apresenta\u00e7\u00e3o, \"The Importance of Climate Smart Agriculture to Meeting World Food Needs,\" explorou a necessidade de colabora\u00e7\u00e3o e inova\u00e7\u00e3o no combate \u00e0 sustentabilidade agr\u00edcola, \u00e0 medida que os recursos mundiais crescem cada vez mais pressionados. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do USDEC, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\u00a0<strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" \/><\/strong><\/div>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" \/><\/em><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em>\u00a0 \u00a0<span style=\"text-align: justify;\">Pre\u00e7o do leite ao produtor volta a subir em mar\u00e7o<\/span><\/em><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em><span style=\"text-align: justify;\">A redu\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o de leite voltou a motivar a alta de pre\u00e7os recebidos pelos produtores do pa\u00eds em mar\u00e7o, pelo segundo m\u00eas seguido. \u00c9 o que aponta levantamento da Scot Consultoria. Os valores do leite no mercado f\u00edsico (spot) monitorados pela consultoria est\u00e3o entre R$ 1,30 o litro a R$ 1,60 por litro. Em nota, Rafael Ribeiro, analista da Scot, ressalta que a produ\u00e7\u00e3o de leite est\u00e1 em queda desde dezembro, e que as recentes altas de pre\u00e7os dos l\u00e1cteos no atacado oferecendo sustenta\u00e7\u00e3o aos pre\u00e7os do leite ao produtor. Ele avalia que a demanda tamb\u00e9m est\u00e1 reagindo, ainda que em ritmo lento, e que a valoriza\u00e7\u00e3o no atacado j\u00e1 come\u00e7a a ser repassada com mais for\u00e7a para o varejo. No entanto, Ribeiro alerta que, se o consumo n\u00e3o acompanhar o mesmo ritmo, \u201cpodemos ter uma situa\u00e7\u00e3o semelhante a 2016, de alta no pre\u00e7o do UHT no atacado na primeira metade do ano e depois uma forte queda no pre\u00e7o no segundo semestre\u201d. Por esse motivo, ele avalia que a alta do leite dever\u00e1 continuar no curto e m\u00e9dio prazo, at\u00e9 junho e julho, \u201cmas a intensidade das altas daqui para frente ser\u00e1 ditada pela demanda\u201d. Apesar da alta dos pre\u00e7os do leite nos \u00faltimos dois meses, os produtores tamb\u00e9m est\u00e3o com custos maiores, j\u00e1 que os pre\u00e7os do milho e farelo de soja tamb\u00e9m est\u00e3o em alta no mercado brasileiro. Al\u00e9m disso, Ribeiro observa que a queda na temperatura que dever\u00e1 ocorrer daqui para frente, aliada \u00e0 redu\u00e7\u00e3o no volume de chuvas, costuma aumentar a necessidade de suplementa\u00e7\u00e3o dos animais. (Valor Econ\u00f4mico)<\/span><\/em><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" \/><\/strong><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\">\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 10 de abril de 2018\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 12 - N\u00b0 2.711 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0Busca por estilo de vida mais saud\u00e1vel pressiona ind\u00fastria de alimentos no Pa\u00eds \u00a0 A mudan\u00e7a no perfil de <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/04\/10\/10-04-2018\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"10\/04\/2018\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1937","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1937","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1937"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1937\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1937"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1937"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1937"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}