{"id":19364,"date":"2026-06-01T19:16:41","date_gmt":"2026-06-01T19:16:41","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=19364"},"modified":"2026-06-01T19:58:40","modified_gmt":"2026-06-01T19:58:40","slug":"01-06-2026","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2026\/06\/01\/01-06-2026\/","title":{"rendered":"01\/06\/2026"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/9wC509ABF0420\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/9wC509ABF0420\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 1\u00ba de junho de 2026&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 20 - N\u00b0 4.642<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<hr>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>Sindilat destaca desafios e oportunidades no Dia Mundial do Leite<\/b><\/p>\n<p>Para marcar o Dia Mundial do Leite, celebrado nesta segunda-feira (1\u00ba\/6), o Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios e Produtos Derivados do Estado do Rio Grande do Sul (Sindilat\/RS) se uniu \u00e0s mais de 600 pessoas, entre produtores, estudantes, t\u00e9cnicos e autoridades, na cidade de Tr\u00eas de Maio (RS). Em um dos principais polos da bacia leiteira do Noroeste ga\u00facho, o presidente do Sindilat\/RS, Guilherme Portella, destacou a import\u00e2ncia do leite no desenvolvimento do estado.&nbsp; \u201cO leite \u00e9 central na economia de centenas de munic\u00edpios ga\u00fachos. Precisamos construir um ambiente que permita ao setor ter competitividade para as ind\u00fastrias, rentabilidade ao produtor, efici\u00eancia e perspectiva de futuro. O di\u00e1logo entre todos os elos da cadeia \u00e9 fundamental para que o Rio Grande do Sul siga como refer\u00eancia nacional na produ\u00e7\u00e3o leiteira\u201d, destacou no painel \u201cVis\u00e3o do Sindilat\/RS sobre o futuro do setor leiteiro do RS\u201d.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>Entre as atividades realizadas no Parque de Exposi\u00e7\u00f5es Germano Dockhorn, o painel Perspectiva do Setor Leiteiro \u2013 Leite do Futuro foi mediado pelo secret\u00e1rio-executivo do Sindilat\/RS, Darlan Palharini. \u201cPrecisamos de pol\u00edticas p\u00fablicas fortes para proteger o mercado nacional, principalmente na quest\u00e3o da eleva\u00e7\u00e3o da entrada dos importados, eliminar gargalos produtivos e fortalecer programas como o Programa Mais Leite Saud\u00e1vel, que contribuem para a qualidade, a assist\u00eancia t\u00e9cnica e a competitividade do setor\u201d, defendeu no painel que contou com a participa\u00e7\u00e3o do engenheiro agr\u00f4nomo e diretor da Transpondo \u2013 Desafios da Cadeia do Leite, Wagner Beskow, falando sobre gest\u00e3o, tecnologia e efici\u00eancia produtiva. A programa\u00e7\u00e3o incluiu ainda recep\u00e7\u00e3o tem\u00e1tica com produtos l\u00e1cteos, lan\u00e7amento do concurso Produtor de Leite Destaque Amufron, apresenta\u00e7\u00e3o da Expo Terneira 2026 e almo\u00e7o de confraterniza\u00e7\u00e3o. (Assessoria de Imprensa Sindilat\/Cr\u00e9dito: Jonatan Brivio)<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/2d0Cf3ABF0116\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/2d0Cf3ABF0116\"><\/p>\n<\/div>\n<div>\n<hr>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>Andres Padilla: demanda estagnada e press\u00e3o no consumo devem acelerar consolida\u00e7\u00e3o no leite<\/b><\/p>\n<p>Em um cen\u00e1rio global marcado por transforma\u00e7\u00f5es profundas na produ\u00e7\u00e3o, no consumo e na din\u00e2mica do com\u00e9rcio internacional de l\u00e1cteos, efici\u00eancia, escala e capacidade de adapta\u00e7\u00e3o ser\u00e3o determinantes para a sobreviv\u00eancia da atividade nos pr\u00f3ximos anos. O alerta foi feito por Andres Padilla, do Rabobank, durante palestra no Milk Pro Summit, ao analisar os movimentos que v\u00eam redesenhando o mapa global do leite.<\/p>\n<p>Ao longo da apresenta\u00e7\u00e3o, Padilla mostrou como as principais regi\u00f5es produtoras do mundo vivem realidades distintas, mas convergem para um mesmo ponto: a necessidade crescente de efici\u00eancia operacional, gest\u00e3o de risco e ganho de produtividade em um ambiente de margens mais apertadas e consumidores pressionados economicamente.<\/p>\n<p>Um dos destaques da an\u00e1lise foi a China. Entre 2018 e 2023, o pa\u00eds promoveu uma transforma\u00e7\u00e3o acelerada em sua cadeia leiteira, impulsionada principalmente pelo avan\u00e7o das megafazendas. Segundo Padilla, a velocidade com que os chineses conseguem estruturar grandes projetos produtivos impressiona o mercado global. \u201cHoje, cerca de 50% das fazendas da China j\u00e1 ordenham mais de 5 mil vacas\u201d, destacou. Apesar do crescimento expressivo nos \u00faltimos anos, a avalia\u00e7\u00e3o \u00e9 de que o pa\u00eds esteja pr\u00f3ximo de atingir seu limite de expans\u00e3o produtiva. \u201cEles conseguiram fazer essa mudan\u00e7a muito rapidamente, mas ser\u00e1 dif\u00edcil continuarem crescendo no mesmo ritmo. Provavelmente j\u00e1 atingiram o teto\u201d, avaliou.<\/p>\n<p>Na Europa, o cen\u00e1rio caminha na dire\u00e7\u00e3o oposta. Depois de um per\u00edodo de expans\u00e3o impulsionado pelo fim das cotas de produ\u00e7\u00e3o, a Uni\u00e3o Europeia deve enfrentar redu\u00e7\u00e3o na oferta de leite nos pr\u00f3ximos anos. O avan\u00e7o das regulamenta\u00e7\u00f5es ambientais, pol\u00edticas de bem-estar animal, regras relacionadas ao uso da \u00e1gua, envelhecimento da popula\u00e7\u00e3o e aumento dos custos de produ\u00e7\u00e3o v\u00eam pressionando o modelo europeu.<\/p>\n<p>A expectativa apresentada por Padilla \u00e9 de uma queda de cerca de 5% na produ\u00e7\u00e3o, mesmo com um rebanho aproximadamente 18% menor. Al\u00e9m disso, o excedente export\u00e1vel europeu pode recuar at\u00e9 40%, alterando significativamente a din\u00e2mica do mercado internacional.<\/p>\n<p>Diante desse contexto, os europeus buscam alternativas para preservar competitividade, incentivando a entrada de novos produtores, ampliando a produ\u00e7\u00e3o de itens de maior valor agregado, diversificando mercados e fortalecendo as sinergias dentro da cadeia.<\/p>\n<p>J\u00e1 os Estados Unidos seguem em trajet\u00f3ria consistente de crescimento e consolidam presen\u00e7a cada vez maior no mercado internacional de l\u00e1cteos. O avan\u00e7o da produtividade por vaca e a integra\u00e7\u00e3o entre as cadeias de carne e leite \u2014 especialmente com o modelo \u201cbeef on dairy\u201d \u2014 aparecem como motores deste movimento.<\/p>\n<p>Padilla destacou que a produtividade m\u00e9dia das vacas norte-americanas saltou de aproximadamente 8 mil kg para 12 mil kg desde os anos 2000, um avan\u00e7o de cerca de 40%. Paralelamente, a alta dos pre\u00e7os da carne bovina elevou significativamente a rentabilidade das fazendas leiteiras por meio da venda de animais oriundos do cruzamento entre gado leiteiro e de corte. \u201cBoa parte da margem dos produtores norte-americanos est\u00e1 vindo do beef on dairy\u201d, explicou.<\/p>\n<p>Outro diferencial dos Estados Unidos est\u00e1 na gest\u00e3o de risco. Segundo Padilla, os produtores americanos utilizam amplamente ferramentas de hedge e mercado futuro para prote\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os. \u201cO produtor nos EUA continua crescendo independentemente do cen\u00e1rio\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>Enquanto isso, a Am\u00e9rica do Sul enfrenta um ambiente de maior volatilidade, marcado por oscila\u00e7\u00f5es frequentes na produ\u00e7\u00e3o, influenciadas principalmente pelo clima, pelas quest\u00f5es macroecon\u00f4micas e pela instabilidade financeira.<\/p>\n<p>No caso brasileiro, Padilla questionou uma percep\u00e7\u00e3o recorrente do setor: a ideia de que as margens no leite s\u00e3o necessariamente inferiores \u00e0s observadas em outros pa\u00edses. \u201cEm cinco dos \u00faltimos sete anos, o indicador RMCA (receita menos custo com alimenta\u00e7\u00e3o) foi maior no Brasil do que nos Estados Unidos\u201d, ressaltou.<\/p>\n<p>Segundo ele, os resultados mostram que existe rentabilidade no sistema brasileiro, especialmente entre os produtores mais eficientes e de maior escala. A tend\u00eancia, portanto, \u00e9 de continuidade do processo de consolida\u00e7\u00e3o da atividade. \u201cO ROIC aumenta significativamente entre os produtores maiores. Os grandes produtores devem continuar crescendo\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>Entre os fatores que impulsionam essa consolida\u00e7\u00e3o est\u00e3o os desafios relacionados \u00e0 m\u00e3o de obra, ao custo do capital e \u00e0 necessidade de adapta\u00e7\u00e3o \u00e0 volatilidade clim\u00e1tica. Al\u00e9m das grandes pot\u00eancias tradicionais, Padilla tamb\u00e9m chamou aten\u00e7\u00e3o para o avan\u00e7o de novos polos de produ\u00e7\u00e3o leiteira, especialmente no Oriente M\u00e9dio. Pa\u00edses da regi\u00e3o v\u00eam investindo pesadamente em megafazendas com foco em autonomia alimentar e redu\u00e7\u00e3o da depend\u00eancia de importa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Ao abordar o consumo global, o executivo apontou que a demanda por l\u00e1cteos atravessa um per\u00edodo de estagna\u00e7\u00e3o, pressionada principalmente pelo aumento do custo de vida. \u201cA vida ficou mais cara para o consumidor comum\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>Segundo ele, alimentos frescos passaram a ter tickets mais elevados quando comparados aos produtos industrializados, o que impacta diretamente o consumo em diversos mercados. Al\u00e9m disso, mudan\u00e7as demogr\u00e1ficas v\u00eam alterando estruturalmente o perfil da demanda mundial.<\/p>\n<p>O aumento do custo para formar fam\u00edlias, a queda das taxas de fertilidade e o envelhecimento populacional em diversos pa\u00edses j\u00e1 geram reflexos importantes no setor l\u00e1cteo. Padilla citou como exemplo o mercado de f\u00f3rmula infantil, tradicionalmente relevante para a ind\u00fastria de l\u00e1cteos, mas que vem sofrendo impactos diretos dessas mudan\u00e7as. Ao mesmo tempo, destacou o crescimento acelerado do mercado pet como um reflexo das novas din\u00e2micas sociais e de consumo.<\/p>\n<p>Nos Estados Unidos, segundo ele, o consumidor global vive sob forte press\u00e3o inflacion\u00e1ria enquanto o valor dos ativos segue em alta, criando um ambiente de menor otimismo em rela\u00e7\u00e3o ao futuro. \u201cO consumidor est\u00e1 com dificuldade no dia a dia e menos otimista\u201d, resumiu.<\/p>\n<p>Ao final da palestra, Padilla refor\u00e7ou que a produ\u00e7\u00e3o global tende a acelerar sempre que houver rentabilidade positiva no campo, como ocorre historicamente com as commodities agr\u00edcolas. No entanto, alertou que a combina\u00e7\u00e3o entre demanda estagnada, mudan\u00e7as de consumo e margens mais apertadas deve tornar o ambiente ainda mais competitivo. \u201cA margem para erro ser\u00e1 menor nos pr\u00f3ximos anos\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>Segundo ele, a rentabilidade tende a permanecer concentrada entre produtores e ind\u00fastrias mais eficientes, enquanto diferentes distor\u00e7\u00f5es regionais continuar\u00e3o influenciando a curva global de oferta \u2014 seja pelo avan\u00e7o do \u201cbeef on dairy\u201d nos Estados Unidos, pelos subs\u00eddios europeus, pelos pr\u00eamios pagos por volume no Brasil ou pelos investimentos p\u00fablicos e privados em megafazendas na China, Arg\u00e9lia e Indon\u00e9sia.<\/p>\n<p>Na avalia\u00e7\u00e3o de Padilla, produtores sem crescimento consistente e sem margens positivas ter\u00e3o cada vez mais dificuldade de permanecer na atividade no longo prazo, ficando permanentemente expostos \u00e0 volatilidade do mercado. (Milkpoint)<\/p>\n<p><b>Produ\u00e7\u00e3o de leite no Uruguai bate recorde e remessa aos latic\u00ednios cresce pelo 9\u00ba m\u00eas consecutivo<br \/>\n<\/b><br \/>\nA produ\u00e7\u00e3o de leite no Uruguai segue em forte crescimento. Em abril de 2026, os tambos uruguaios aumentaram em 9,7% o volume de leite remetido \u00e0s ind\u00fastrias em compara\u00e7\u00e3o com o mesmo m\u00eas do ano passado, segundo dados divulgados pelo Instituto Nacional do Leite (Inale).<\/p>\n<p>O avan\u00e7o confirma uma tend\u00eancia consistente de recupera\u00e7\u00e3o do setor leiteiro uruguaio. Abril marcou o nono m\u00eas consecutivo de crescimento da remessa de leite \u00e0s ind\u00fastrias, em uma sequ\u00eancia positiva iniciada em agosto de 2025.<\/p>\n<p>De acordo com o Inale, em abril de 2026 o ingresso de leite nas plantas industriais \u2014 considerando leite de produtores e leite pr\u00f3prio das ind\u00fastrias \u2014 totalizou 164,7 milh\u00f5es de litros, o maior volume j\u00e1 registrado para um m\u00eas de abril na hist\u00f3ria do pa\u00eds. O recorde anterior havia sido registrado em 2023, com 152,4 milh\u00f5es de litros. No acumulado do primeiro quadrimestre de 2026, a produ\u00e7\u00e3o uruguaia somou 634 milh\u00f5es de litros, crescimento de 8,8% frente ao mesmo per\u00edodo de 2025. J\u00e1 no acumulado dos \u00faltimos 12 meses m\u00f3veis, entre maio de 2025 e abril de 2026, a remessa total atingiu 2,263 bilh\u00f5es de litros, alta de 10,2% em rela\u00e7\u00e3o ao per\u00edodo anterior.<\/p>\n<p><u>Cresce tamb\u00e9m o envio de s\u00f3lidos<\/u><br \/>\nQuando a medi\u00e7\u00e3o \u00e9 feita em s\u00f3lidos l\u00e1cteos \u2014 considerando gordura e prote\u00edna \u2014 o desempenho tamb\u00e9m foi positivo. Em abril de 2026, os tambos uruguaios enviaram 13,3 milh\u00f5es de quilos de s\u00f3lidos, aumento de 9,1% sobre abril de 2025.<\/p>\n<p>No acumulado de janeiro a abril, o volume chegou a 50 milh\u00f5es de quilos de s\u00f3lidos, avan\u00e7o de 10,1% na compara\u00e7\u00e3o anual. J\u00e1 no \u00faltimo ano m\u00f3vel, o total atingiu 176 milh\u00f5es de quilos de s\u00f3lidos, crescimento de 11,5% frente aos 12 meses anteriores.<\/p>\n<p>Segundo a s\u00e9rie hist\u00f3rica do Inale, o maior registro mensal da hist\u00f3ria ocorreu em outubro de 2025, quando a remessa alcan\u00e7ou 222 milh\u00f5es de litros. O menor volume da s\u00e9rie foi registrado em maio de 2003, com 68,7 milh\u00f5es de litros.<\/p>\n<p><u>Qualidade do leite<\/u><br \/>\nO teor de gordura do leite uruguaio tamb\u00e9m apresentou leve melhora. Em abril de 2026, o conte\u00fado de gordura atingiu 4,20%, acima dos 4,16% registrados no mesmo m\u00eas de 2025. Na m\u00e9dia de todo o ano de 2025, o teor de gordura ficou em 3,96%, cerca de 1% superior ao observado em 2024.<\/p>\n<p>J\u00e1 o teor de prote\u00edna foi de 3,63% em abril de 2026, ligeiramente abaixo dos 3,70% registrados em abril do ano passado. Ainda assim, a m\u00e9dia de 2025 fechou em 3,58%, tamb\u00e9m cerca de 1% acima do ano anterior.<\/p>\n<p><u>Melhor ano da hist\u00f3ria<\/u><br \/>\nO relat\u00f3rio do Inale mostra ainda que 2025 foi o melhor ano da hist\u00f3ria recente da produ\u00e7\u00e3o leiteira uruguaia. No ano passado, o pa\u00eds remeteu 2,212 bilh\u00f5es de litros \u00e0s ind\u00fastrias, crescimento de 8,4% sobre 2024 e o maior volume anual j\u00e1 registrado neste s\u00e9culo.<\/p>\n<p>Antes disso, a produ\u00e7\u00e3o havia somado:<\/p>\n<p>2,040 bilh\u00f5es de litros em 2024;<br \/>\n2,114 bilh\u00f5es em 2023;<br \/>\n2,089 bilh\u00f5es em 2022;<br \/>\n2,118 bilh\u00f5es em 2021;<br \/>\n2,078 bilh\u00f5es em 2020;<br \/>\n1,970 bilh\u00e3o em 2019;<br \/>\n2,063 bilh\u00f5es em 2018;<br \/>\n1,924 bilh\u00e3o em 2017;<br \/>\n1,775 bilh\u00e3o em 2016.<\/p>\n<p>O menor volume anual da s\u00e9rie foi registrado em 2002, com 1,109 bilh\u00e3o de litros. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do El Observador, traduzidas e adaptadas pela equipe MilkPoint)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Jogo R\u00e1pido<\/b><\/i><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>PIB cresce 1,1% no primeiro trimestre de 2026<\/b><br \/>\nNo primeiro trimestre de 2026, o PIB cresceu 1,1% frente ao quarto trimestre de 2025, na s\u00e9rie com ajuste sazonal. Pela \u00f3tica da produ\u00e7\u00e3o, destaca-se o crescimento da Agropecu\u00e1ria (2,0%). Tamb\u00e9m houve alta na Ind\u00fastria (1,0%) e nos Servi\u00e7os (0,5%). Em valores correntes, o PIB totalizou R$ 3,3 trilh\u00f5es, sendo R$ 2,8 trilh\u00f5es referentes ao Valor Adicionado (VA) No mesmo per\u00edodo, a taxa de investimento foi 16,5% do PIB, permanecendo abaixo da observada no mesmo per\u00edodo do ano anterior (17,6%). J\u00e1 a taxa de poupan\u00e7a ficou em 15,5% no trimestre (ante 15,8% no mesmo per\u00edodo de 2025). Em rela\u00e7\u00e3o ao 1\u00ba trimestre de 2025, o PIB avan\u00e7ou 1,8%, com crescimento na Agropecu\u00e1ria (0,7%), na Ind\u00fastria (1,6%) e nos Servi\u00e7os (2,1%). (Terra Viva)<\/i><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 1\u00ba de junho de 2026&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 20 - N\u00b0 4.642 Sindilat destaca desafios e oportunidades no Dia Mundial do Leite Para marcar o Dia Mundial <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2026\/06\/01\/01-06-2026\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"01\/06\/2026\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-19364","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19364","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=19364"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19364\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":19370,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19364\/revisions\/19370"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=19364"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=19364"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=19364"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}