{"id":19352,"date":"2026-05-29T17:46:35","date_gmt":"2026-05-29T17:46:35","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=19352"},"modified":"2026-05-29T17:49:07","modified_gmt":"2026-05-29T17:49:07","slug":"29-05-2026","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2026\/05\/29\/29-05-2026\/","title":{"rendered":"29\/05\/2026"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/9wC509ABF0420\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/9wC509ABF0420\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 29 de maio de 2026&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 20 - N\u00b0 4.641<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<hr>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>CNA lamenta suspens\u00e3o dos efeitos do antidumping do leite<\/b><\/p>\n<p><i>Decis\u00e3o da Camex reconhece a pr\u00e1tica desleal, mas suspende a aplica\u00e7\u00e3o das tarifas<\/i><\/p>\n<p>Bras\u00edlia (29\/05\/2026) \u2013 A Confedera\u00e7\u00e3o da Agricultura e Pecu\u00e1ria do Brasil (CNA) lamentou a decis\u00e3o do Comit\u00ea Executivo de Gest\u00e3o da C\u00e2mara de Com\u00e9rcio Exterior (Gecex\/Camex) de n\u00e3o aplicar imediatamente medidas contra o com\u00e9rcio desleal na importa\u00e7\u00e3o de leite em p\u00f3 da Argentina e do Uruguai.<\/p>\n<p>O governo reconheceu a pr\u00e1tica de dumping, mas decidiu suspender a aplica\u00e7\u00e3o das tarifas, mesmo com a recomenda\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica. Com isso, o setor produtivo permanece exposto \u00e0s comprovadas pr\u00e1ticas desleais de com\u00e9rcio, demonstradas pela CNA ao longo da investiga\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A suspens\u00e3o foi decidida em fun\u00e7\u00e3o de preocupa\u00e7\u00f5es do governo com eventuais reflexos negativos na economia.<\/p>\n<p>Os produtores brasileiros de leite t\u00eam enfrentado concorr\u00eancia com pre\u00e7os artificialmente baixos nos \u00faltimos anos, e as importa\u00e7\u00f5es bateram novo recorde em 2026. A Argentina e Uruguai foram respons\u00e1veis por 90% dos 604 milh\u00f5es de litros de leite equivalentes, a pre\u00e7os carregados de distor\u00e7\u00f5es de at\u00e9 60%.<\/p>\n<p>O mecanismo adotado para suspender as tarifas foi a abertura de avalia\u00e7\u00e3o de interesse p\u00fablico para que o governo estude os impactos na economia e nas rela\u00e7\u00f5es diplom\u00e1ticas com Mercosul.<\/p>\n<p>A CNA, no entanto, destaca que a corre\u00e7\u00e3o de pr\u00e1ticas desleais n\u00e3o trar\u00e1 efeitos negativos na economia, uma vez que o peso do leite em p\u00f3 ao consumidor final est\u00e1 exclu\u00eddo da investiga\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, essa categoria representa peso diminuto no \u00cdndice Nacional de Pre\u00e7os ao Consumidor Amplo (IPCA) de apenas 0,2% na m\u00e9dia dos \u00faltimos cinco anos.<\/p>\n<p>\u201cOs principais l\u00e1cteos consumidos pelos brasileiros, com destaque para o leite longa vida, queijos, e outros produtos derivados n\u00e3o ser\u00e3o afetados\u201d, explicou o assessor t\u00e9cnico da CNA Guilherme Souza Dias.<\/p>\n<p>Com o resultado da reuni\u00e3o do Gecex\/Camex, na quinta (28), a CNA continuar\u00e1 trabalhando para reverter o cen\u00e1rio e garantir a efetiva defesa comercial da produ\u00e7\u00e3o nacional de leite diante das j\u00e1 comprovadas pr\u00e1ticas desleais de com\u00e9rcio.<\/p>\n<p>\u201cA luta ainda n\u00e3o acabou, seguiremos dialogando com o governo para conquistar a leg\u00edtima defesa comercial para nossos produtores leite\u201d, comentou o presidente da Comiss\u00e3o Nacional de Pecu\u00e1ria de Leite, J\u00f4nadan Ma.<\/p>\n<p>Relembre o caso e as a\u00e7\u00f5es da CNA<\/p>\n<p>Agosto 2024 \u2013 CNA protocola peti\u00e7\u00e3o no Minist\u00e9rio do Desenvolvimento, Ind\u00fastria, Com\u00e9rcio e Servi\u00e7os (MDIC) solicitando investiga\u00e7\u00e3o de dumping na importa\u00e7\u00e3o de leite em p\u00f3 da Argentina e do Uruguai<\/p>\n<p>Dezembro 2024 \u2013 O governo acata o pedido da CNA com base nos ind\u00edcios encontrados pela Confedera\u00e7\u00e3o. Argentina e Uruguai estariam vendendo o leite em p\u00f3 mais barato aqui no Brasil do que em seus pr\u00f3prios pa\u00edses, caracterizando o dumping.<\/p>\n<p>Agosto 2025 \u2013 MDIC altera o entendimento vigente h\u00e1 mais de 25 anos, alegando que o leite fluido dos produtores n\u00e3o \u00e9 similar ao leite em p\u00f3.<\/p>\n<p>\u2013 A CNA reage, apresentando novas provas que comprovam que o leite fluido dos produtores tem sido substitu\u00eddo por leite em p\u00f3 a pre\u00e7os de dumping, al\u00e9m de incluir um parecer internacional que atestou de forma clara que \u201cdo ponto de vista da defesa comercial e de pol\u00edticas p\u00fablicas\u201d o novo entendimento do Decom \u201cn\u00e3o faz sentido\u201d.<\/p>\n<p>Junto \u00e0 FPA, FPPL e entidades, se re\u00fane com o MDIC para contestar a decis\u00e3o, pois o novo entendimento excluiria os produtores de leite do acesso \u00e0 defesa comercial.<\/p>\n<p>Outubro 2025 \u2013 O presidente da CNA, Jo\u00e3o Martins, grava um v\u00eddeo refor\u00e7ando o pedido ao ministro Geraldo Alckmin. \u201cAgora \u00e9 hora de agir com responsabilidade e sensibilidade\u201d, disse.<\/p>\n<p>Dezembro 2025 \u2013 Em importante vit\u00f3ria para o setor, o vice-presidente da Rep\u00fablica, Geraldo Alckmin, anuncia que o recurso da CNA foi aceito e a investiga\u00e7\u00e3o foi retomada<\/p>\n<p>Abril 2026 \u2013 O Departamento de Defesa Comercial (Decom) do MDIC publica Nota T\u00e9cnica com Fatos Essenciais, que encontrou margens de dumping que chegaram a 60% para Argentina e 50% para o Uruguai.<\/p>\n<p>Maio 2026 \u2013 Na 237\u00aa reuni\u00e3o do Gecex foi reconhecido o dumping e aprovadas as tarifas, mas com receio de preju\u00edzos em rela\u00e7\u00f5es diplom\u00e1ticas e impactos na economia, governo suspende os efeitos e abrir\u00e1 uma avalia\u00e7\u00e3o de interesse p\u00fablico. (CNA)<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<hr>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>\"O mundo pede mais Brasil\", diz Roberto Rodrigues ao alertar agro sobre uma era de incertezas<\/b><\/p>\n<p>Durante palestra no Milk Pro Summit, Rodrigues tra\u00e7ou um panorama sobre as perspectivas do agroneg\u00f3cio brasileiro em meio ao que definiu como uma \"era da incerteza\", marcada pela perda de protagonismo das organiza\u00e7\u00f5es multilaterais, pela desordem institucional global e pela crescente instabilidade pol\u00edtica e econ\u00f4mica no mundo.<\/p>\n<p>Em um mundo marcado por guerras, polariza\u00e7\u00e3o, inseguran\u00e7a e rearranjos geopol\u00edticos, o Brasil voltou ao centro das aten\u00e7\u00f5es globais \u2014 e, para o engenheiro agr\u00f4nomo e ex-ministro da Agricultura Roberto Rodrigues, o agroneg\u00f3cio brasileiro ter\u00e1 papel decisivo neste novo ciclo econ\u00f4mico e social.<\/p>\n<p>Durante sua palestra no Milk Pro Summit, Rodrigues tra\u00e7ou um panorama sobre as perspectivas do agroneg\u00f3cio brasileiro em meio ao que definiu como uma \u201cera da incerteza\u201d, marcada pela perda de protagonismo das organiza\u00e7\u00f5es multilaterais, pela desordem institucional global e pela crescente instabilidade pol\u00edtica e econ\u00f4mica no mundo. \u201cO mundo est\u00e1 olhando para o Brasil com bons olhos por causa dos alimentos, da energia e da disponibilidade de terras. Existe boa vontade em rela\u00e7\u00e3o ao Brasil l\u00e1 fora, mas ela muitas vezes n\u00e3o se materializa por quest\u00f5es jur\u00eddicas. \u00c9 um cen\u00e1rio complexo, de inseguran\u00e7a e desordem\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>Segundo ele, a geopol\u00edtica mundial atravessa um momento de transforma\u00e7\u00e3o profunda, com novos arranjos globais sendo constru\u00eddos ao mesmo tempo em que antigas estruturas perdem for\u00e7a. Neste ambiente, o agro brasileiro passou a ocupar posi\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica. \u201cEstamos vivendo um tsunami que entrou no territ\u00f3rio agr\u00edcola brasileiro\u201d, disse.<\/p>\n<p>Apesar das incertezas, Rodrigues destacou que o Brasil re\u00fane caracter\u00edsticas \u00fanicas para assumir protagonismo global, especialmente diante de quatro dos principais desafios contempor\u00e2neos: a seguran\u00e7a alimentar, transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica, mudan\u00e7as clim\u00e1ticas e desigualdade social. Chamados por ele de \u201cos modernos cavaleiros do apocalipse\u201d, esses fatores devem redefinir a economia mundial nas pr\u00f3ximas d\u00e9cadas.<\/p>\n<p>A seguran\u00e7a alimentar, segundo o ex-ministro, deixou de ser apenas uma quest\u00e3o de abastecimento e passou a representar estabilidade pol\u00edtica e social. Ao mesmo tempo, a busca global pela descarboniza\u00e7\u00e3o amplia a import\u00e2ncia de pa\u00edses capazes de produzir energia renov\u00e1vel e alimentos de forma sustent\u00e1vel.<\/p>\n<p>Nesse contexto, o Brasil surge como uma pot\u00eancia singular.<\/p>\n<p>\u201cDevemos aumentar a produ\u00e7\u00e3o? Sim. Mas onde? Os avan\u00e7os tecnol\u00f3gicos permitem ampliar a produtividade sem desmatamento\u201d, ressaltou. Rodrigues destacou que as proje\u00e7\u00f5es para a produ\u00e7\u00e3o mundial de alimentos at\u00e9 2026\/2027 colocam o Brasil como o pa\u00eds com as maiores perspectivas de crescimento, acima de 40%, impulsionado por quatro fatores centrais: tecnologia, empreendedorismo, disponibilidade de terras e pol\u00edticas p\u00fablicas.<\/p>\n<p>Entre os diferenciais competitivos brasileiros, ele chamou aten\u00e7\u00e3o para modelos produtivos praticamente inexistentes em outros pa\u00edses, como a Integra\u00e7\u00e3o Lavoura-Pecu\u00e1ria-Floresta (ILPF), al\u00e9m da matriz energ\u00e9tica nacional, composta por cerca de 50% de fontes renov\u00e1veis. \u201cO mundo fala: Brasil, aumenta a produ\u00e7\u00e3o \u2014 e a gente finge que n\u00e3o \u00e9 conosco\u201d, provocou.<\/p>\n<p>Para Rodrigues, o potencial brasileiro, no entanto, depende diretamente da capacidade de organiza\u00e7\u00e3o interna do setor. Segundo ele, o pa\u00eds precisa construir uma estrat\u00e9gia integrada para transformar sua for\u00e7a produtiva em lideran\u00e7a econ\u00f4mica efetiva.<\/p>\n<p>\u201cNosso time campe\u00e3o \u00e9 o agro\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>O ex-ministro defendeu uma agenda estruturada envolvendo infraestrutura e log\u00edstica, pol\u00edtica de renda, com\u00e9rcio internacional, diplomacia, acordos comerciais, combate ao neoprotecionismo, fortalecimento da imagem do agro brasileiro, seguran\u00e7a jur\u00eddica, conectividade no campo, digitaliza\u00e7\u00e3o, intelig\u00eancia artificial, bioinsumos, sustentabilidade, irriga\u00e7\u00e3o e agricultura circular.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m refor\u00e7ou a import\u00e2ncia da organiza\u00e7\u00e3o das cadeias produtivas, da agrega\u00e7\u00e3o de valor e da inclus\u00e3o social como pilares para ampliar a competitividade brasileira no mercado internacional.<\/p>\n<p>No caso do leite, Rodrigues fez uma provoca\u00e7\u00e3o direta ao setor ao questionar por que o Brasil ainda n\u00e3o alcan\u00e7ou protagonismo global semelhante ao obtido em outras cadeias agroindustriais. \u201cHoje somos os maiores produtores de caf\u00e9, suco de laranja e tantos outros produtos. Mas e as frutas? E o leite? Por que n\u00e3o? Porque precisamos nos organizar\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>Segundo ele, a constru\u00e7\u00e3o desse avan\u00e7o passa necessariamente pelo fortalecimento da rela\u00e7\u00e3o entre produtores, ind\u00fastria e cooperativas. \u201cTem que haver entendimento entre produtor e ind\u00fastria, e a cooperativa tem papel fundamental nisso. Essa cadeia precisa se organizar cada vez mais\u201d, destacou.<\/p>\n<p>Ao abordar sustentabilidade e gest\u00e3o de risco, Rodrigues tamb\u00e9m refor\u00e7ou a import\u00e2ncia do seguro rural como ferramenta essencial para garantir estabilidade ao produtor diante das crescentes incertezas clim\u00e1ticas e econ\u00f4micas.<\/p>\n<p>Na avalia\u00e7\u00e3o do ex-ministro, o Brasil ainda precisa desenvolver uma rela\u00e7\u00e3o cultural mais forte com sua agricultura, algo que, segundo ele, j\u00e1 acontece em diversos pa\u00edses europeus. \u201cOs europeus t\u00eam orgulho da agricultura deles. Isso faz parte da cultura. Precisamos seguir neste caminho\u201d, concluiu.<\/p>\n<p>Ao longo da palestra, Roberto Rodrigues refor\u00e7ou que o momento atual representa, ao mesmo tempo, um per\u00edodo de turbul\u00eancia e uma oportunidade hist\u00f3rica para o Brasil. Em um cen\u00e1rio global cada vez mais pressionado pela necessidade de produzir alimentos, energia e sustentabilidade, o pa\u00eds possui ativos estrat\u00e9gicos raros \u2014 mas precisar\u00e1 transformar potencial em organiza\u00e7\u00e3o para assumir o protagonismo que o mundo j\u00e1 espera dele. (Milkpoint)<\/p>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>EMATER\/RS: Informativo Conjuntural 1921 de 27 de maio de 2026 - BOVINOCULTURA DE LEITE&nbsp;<\/b><br \/>\n&nbsp;<br \/>\nO cen\u00e1rio \u00e9 de aten\u00e7\u00e3o ao manejo alimentar e sanit\u00e1rio dos rebanhos para minimizar os impactos da menor oferta forrageira e para manter a produ\u00e7\u00e3o leiteira dentro do esperado para a \u00e9poca do ano. As condi\u00e7\u00f5es meteorol\u00f3gicas favorecem os trabalhos de higiene e manejo de ordenha, refletindo na qualidade do leite.&nbsp;<\/p>\n<p>Na regi\u00e3o administrativa da Emater\/RS-Ascar de Bag\u00e9, houve necessidade de amplia\u00e7\u00e3o do fornecimento de feno e silagem, os quais n\u00e3o apresentam o mesmo potencial de resposta produtiva do que as pastagens de alta qualidade. Nas propriedades com potreiros de trevo j\u00e1 estabelecidos, foram observados melhores \u00edndices de produ\u00e7\u00e3o em raz\u00e3o da elevada digestibilidade e do alto teor de prote\u00edna dessa forrageira.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>Na de Caxias do Sul, as condi\u00e7\u00f5es corporais e sanit\u00e1rias est\u00e3o satisfat\u00f3rias, refletindo na boa qualidade do leite produzido.&nbsp; Al\u00e9m do pastejo, os rebanhos recebem suplementa\u00e7\u00e3o com pr\u00e9-secados e silagem.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>Na de Iju\u00ed, a produ\u00e7\u00e3o de leite est\u00e1 em eleva\u00e7\u00e3o, impulsionada pelo aumento do n\u00famero de animais em lacta\u00e7\u00e3o.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>Na de Passo Fundo, as condi\u00e7\u00f5es sanit\u00e1rias est\u00e3o adequadas, e a produ\u00e7\u00e3o dentro da normalidade para o per\u00edodo. Os lotes de maior produtividade est\u00e3o sendo alocados nas pastagens de inverno, conforme a disponibilidade.&nbsp;<\/p>\n<p>Na de Pelotas, a produ\u00e7\u00e3o reduziu em diversos munic\u00edpios devido \u00e0s limita\u00e7\u00f5es de oferta de forragem. A suplementa\u00e7\u00e3o alimentar com silagem foi intensificada. No munic\u00edpio sede, os criadores refor\u00e7am as medidas preventivas contra a tristeza parasit\u00e1ria bovina, devido \u00e0 incid\u00eancia de carrapatos e \u00e0 ocorr\u00eancia de alguns casos da doen\u00e7a.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>Na de Santa Maria, houve queda na produ\u00e7\u00e3o e redu\u00e7\u00e3o do escore de condi\u00e7\u00e3o corporal.&nbsp;<\/p>\n<p>Na de Santa Rosa, o tempo firme e as temperaturas m\u00e1ximas e m\u00ednimas prop\u00edcias ao conforto t\u00e9rmico animal permitiram a realiza\u00e7\u00e3o da insemina\u00e7\u00e3o artificial das matrizes em cio. Em algumas pastagens de inverno, iniciou o pastoreio rotativo, mas o fornecimento de silagem ainda \u00e9 necess\u00e1rio para suprir a demanda nutricional dos animais. Devido \u00e0 maior oferta de forragens de esta\u00e7\u00e3o fria com maior palatabilidade, como trigo e aveia, houve aumento na produtividade leiteira. Os produtores iniciaram a redu\u00e7\u00e3o do teor de prote\u00edna bruta (PB) na ra\u00e7\u00e3o, passando de 22% para 18%, para diminuir os custos de produ\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, em raz\u00e3o do elevado teor de umidade das forrageiras, o esterco est\u00e1 mais fluido, levando os produtores a incrementarem o fornecimento de feno na dieta dos animais.&nbsp;<\/p>\n<p>Em Caibat\u00e9, a Secretaria da Agricultura, em parceria com a Emater\/RS-Ascar, iniciou um programa de fomento \u00e0 atividade leiteira, com realiza\u00e7\u00e3o de contatos e visitas t\u00e9cnicas. As propriedades aderentes ao programa recebem aplica\u00e7\u00e3o de verm\u00edfugos e de carrapaticidas, balanceamento da dieta do rebanho, orienta\u00e7\u00f5es sobre higiene do leite, entre outras a\u00e7\u00f5es.&nbsp; (Emater\/RS)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Jogo R\u00e1pido<\/b><\/i><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Pr\u00f3xima semana deve ser de temperaturas baixas em todo o RS<\/b><br \/>\nNa pr\u00f3xima semana, as temperaturas dever\u00e3o se manter baixas e sem grandes varia\u00e7\u00f5es em todo o territ\u00f3rio ga\u00facho. \u00c9 o que aponta o Boletim Integrado Agrometeorol\u00f3gico 22\/2026, produzido pela Secretaria da Agricultura, Pecu\u00e1ria, Produ\u00e7\u00e3o Sustent\u00e1vel e Irriga\u00e7\u00e3o (Seapi), em parceria com a Emater\/RS-Ascar e o Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga). Entre a sexta-feira (29\/05) e o domingo (31\/05), o deslocamento de um novo sistema de baixa press\u00e3o poder\u00e1 trazer instabilidade para algumas regi\u00f5es pontuais do estado. Dessa forma, h\u00e1 previs\u00e3o de chuva, principalmente na metade norte do Rio Grande do Sul. Na metade sul, dever\u00e1 haver apenas aumento gradual da nebulosidade, com chuvas de baixa intensidade previstas apenas para pontos isolados.&nbsp; &nbsp;Na segunda-feira (01\/06), na ter\u00e7a-feira (02\/06) e na quarta-feira (03\/06), uma massa de ar frio e seco voltar\u00e1 a deixar o tempo est\u00e1vel em praticamente todo o Estado. Por conseguinte, as temperaturas dever\u00e3o apresentar apenas uma leve queda, e n\u00e3o h\u00e1 previs\u00e3o de chuva significativa. Os acumulados de precipita\u00e7\u00e3o dever\u00e3o variar entre 0 mm e 20 mm ao longo da semana. Na metade sul, n\u00e3o h\u00e1 acumulados significativos previstos.&nbsp; O boletim agrometeorol\u00f3gico atualiza semanalmente a situa\u00e7\u00e3o de diversas culturas e cria\u00e7\u00f5es de animais no RS. Acompanhe todas as publica\u00e7\u00f5es agrometeorol\u00f3gicas da Secretaria em www.agricultura.rs.gov.br\/agrometeorologia. (SEAPI)<\/i><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 29 de maio de 2026&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 20 - N\u00b0 4.641 CNA lamenta suspens\u00e3o dos efeitos do antidumping do leite Decis\u00e3o da Camex reconhece a pr\u00e1tica <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2026\/05\/29\/29-05-2026\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"29\/05\/2026\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-19352","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19352","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=19352"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19352\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":19357,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19352\/revisions\/19357"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=19352"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=19352"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=19352"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}