{"id":1932,"date":"2018-04-06T16:26:54","date_gmt":"2018-04-06T16:26:54","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/04\/06\/06-04-2018\/"},"modified":"2018-04-06T16:26:54","modified_gmt":"2018-04-06T16:26:54","slug":"06-04-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/04\/06\/06-04-2018\/","title":{"rendered":"06\/04\/2018"},"content":{"rendered":"<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 06 de abril de 2018<\/em><\/strong><strong><em>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 12 - N\u00b0 2.709<\/em><\/strong><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; text-align: justify; width: 811px;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><u><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" \/><\/span><\/span><\/u><span style=\"text-align: justify;\">\u00a0 \u00a0\u00a0<\/span><\/strong><strong style=\"text-align: justify;\">Multinacionais refor\u00e7am concorr\u00eancia em leites especiais<\/strong><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">A concorr\u00eancia no mercado de leites especiais, que re\u00fane produtos zero lactose ou com maior teor de prote\u00ednas, cresceu recentemente. Vivian Leite, diretora de marketing da Tetra Pak, disse que a categoria zero lactose triplicou de tamanho em volume de vendas entre 2015 e 2017. E passou de um concorrente para 20. O mercado de leite com mais prote\u00ednas passou de um (Verde Campo, da Coca-Cola) para tr\u00eas competidores (Itamb\u00e9 e Nestl\u00e9, com Molico), entre 2016 e 2017. \"E a tend\u00eancia \u00e9 de expans\u00e3o\", disse Vivian.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">A Nestl\u00e9, que j\u00e1 competia em leites especiais com as marcas Ninho, Nescau, Molico e Nestl\u00e9, lan\u00e7ou neste ano um creme de leite zero lactose. E desenvolve leites org\u00e2nicos, segundo Fabiana Fairbanks, diretora da unidade de bebidas da Nestl\u00e9. Em 2017, a companhia ampliou a oferta de produtos zero lactose e com mais prote\u00ednas. \"Essas categorias t\u00eam um crescimento maior do que as linhas regulares\", afirmou Fabiana.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Pedro Massa, diretor de novos neg\u00f3cios da Coca-Cola Brasil, disse que, neste ano, vai ampliar para todo o Brasil e a Am\u00e9rica Latina a distribui\u00e7\u00e3o de produtos lan\u00e7ados em 2017. As linhas criadas pela Verde Campo, controlada pela Coca-Cola, incluem o Shake Natural Whey (com prote\u00edna de soro de leite), um leite longa vida com a marca LacFree e uma linha de achocolatados com a marca Minilac.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">De acordo a Euromonitor International, as vendas de leite zero lactose cresceram 14,5% em volume em 2017, para 101,2 milh\u00f5es de litros. Para o per\u00edodo de 2017 a 2022, a consultoria prev\u00ea um crescimento m\u00e9dio anual de 5,5%. As vendas do leite enriquecido cresceram 1,9% em volume em 2017, para 50,6 milh\u00f5es. At\u00e9 2022, a previs\u00e3o \u00e9 que cres\u00e7a, em m\u00e9dia, 2,4% ao ano. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do jornal Valor Econ\u00f4mico)<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" \/><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Processo de compra do brasileiro \u00e9 cada vez mais interativo e inteligente<\/strong><\/p>\n<p> A Kantar Worldpanel, l\u00edder mundial em pain\u00e9is de consumo, apresenta um novo estudo realizado para a Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Supermercados e divulgado durante a 52\u00aa Conven\u00e7\u00e3o ABRAS. O evento traz dados do setor supermercadista do Pa\u00eds e aponta h\u00e1bitos e tend\u00eancias de consumo para este ano.\u00a0<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> De acordo com Christine Pereira, diretora comercial da empresa, as informa\u00e7\u00f5es mostram como a vida cada vez mais conectada, com excesso de informa\u00e7\u00f5es, e a busca por simplifica\u00e7\u00e3o no dia a dia, bem como o bolso apertado, est\u00e3o transformando a forma de comprar do consumidor brasileiro.<\/p>\n<p> Pelo segundo ano consecutivo, os gastos das fam\u00edlias superam a renda. Em 2017, metade dos lares brasileiros gastou acima da renda. O ano de 2015 foi o pior ponto para o consumo domiciliar de alimentos, bebidas, higiene pessoal e limpeza. Em 2016 e 2017, houve lenta recupera\u00e7\u00e3o, mas ainda insuficiente para retornar aos patamares de 2014.<\/p>\n<p> Uma das mudan\u00e7as estabelecidas \u00e9 que o processo de comprar \u00e9 cada vez menos linear, mais interativo e mais multimeio, j\u00e1 que o mundo conectado propicia uma enorme gama de pontos de contato do consumidor com aquilo que pretende adquirir: al\u00e9m das tradicionais visitas aos pontos de venda, o comprador trava contato com posts e fotos nas redes sociais, v\u00eddeos, compartilhamento de links, depoimentos e compras on-line, entre outras possibilidades virtuais.<\/p>\n<p> Com essa multiplicidade de possibilidades a que t\u00eam acesso, os shoppers visitam mais canais de compra. Em 2017, eles compraram em sete canais diferentes \u2013 foram cinco em 2013 \u2013, por\u00e9m, o valor gasto em cada um deles \u00e9 cada vez menor, inclusive nos canais que ganham clientes.<\/p>\n<p> De acordo com o levantamento da Kantar Worldpanel, nesse cen\u00e1rio nacional de t\u00eanue recupera\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica, os shoppers est\u00e3o fazendo escolhas mais inteligentes, em busca de efici\u00eancia e economia. Ent\u00e3o, t\u00eam valorizado as moedas \u201cdinheiro\u201d e \u201ctempo\u201d. Assim, embora haja uma frequ\u00eancia menor de ida dos shoppers aos pontos de venda, eles levam mais produtos a cada visita, incluindo itens de categorias pr\u00e1ticas e simples: em 2017, o p\u00e3o industrializado e a batata congelada foram parar em mais de 1 milh\u00e3o de novos lares brasileiros.\u00a0<\/p>\n<p> Para economizar, os brasileiros cada vez mais recorrem ao atacarejo (atacadistas que vendem produtos ao consumidor final), visando pagar mais barato, sobretudo em itens de limpeza, commodities e mercearia salgada. Em 2017, esse canal de compra aumentou a penetra\u00e7\u00e3o em 1,3 ponto percentual, crescendo 12% no volume comercializado. Tamb\u00e9m houve grande aumento na procura por produtos em promo\u00e7\u00e3o e de embalagens de menor desembolso ou econ\u00f4micas: o volume comprado de detergente em p\u00f3 de dois quilos aumentou 33%, enquanto o da manteiga de 500 gramas subiu 28%.<\/p>\n<p> O estudo da Kantar Worldpanel aponta tamb\u00e9m que houve maior procura pelas farm\u00e1cias e supermercados de vizinhan\u00e7a, um indicador de que os consumidores t\u00eam preferido comprar em estabelecimentos perto de casa ou do trabalho, por comodidade e simplifica\u00e7\u00e3o do dia a dia. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da Kantar Worldpanel)<\/p>\n<p> <strong>Em 5 Estados, total de inativos supera quadro de servidores na ativa<\/strong><\/p>\n<p> Em alguns Estados brasileiros, o n\u00famero de servidores inativos inscritos no Regime Pr\u00f3prio de Previd\u00eancia Social (RPPS) supera o de servidores ativos. Esse cen\u00e1rio pode se ampliar nos pr\u00f3ximos anos, o que, al\u00e9m das implica\u00e7\u00f5es financeiras para os governos regionais, tamb\u00e9m imp\u00f5e desafios administrativos, j\u00e1 que a situa\u00e7\u00e3o fiscal complicada de muitos deles pode ser uma barreira \u00e0 reposi\u00e7\u00e3o ou renova\u00e7\u00e3o do quadro de servidores. Em 2016, dado consolidado mais recente, cinco Estados tinham mais servidores inativos que ativos no RPPS, de acordo com o mais recente Anu\u00e1rio Estat\u00edstico da Previd\u00eancia Social. Segundo as Declara\u00e7\u00f5es de Informa\u00e7\u00f5es Previdenci\u00e1rias e Repasses (DIPR), repassadas pelos Estados \u00e0 Secretaria da Previd\u00eancia do Minist\u00e9rio da Fazenda esse n\u00famero subiu para sete Estados em 2017. Os dados da DIPR ainda t\u00eam que ser harmonizados pela secretaria, mas s\u00e3o um indicativo de que o quadro se agrava. O anu\u00e1rio de 2016 informa que outros nove Estados t\u00eam quase tantos servidores inativos quanto ativos. Nas demais 13 unidades da federa\u00e7\u00e3o, o cen\u00e1rio \u00e9 mais tranquilo. A situa\u00e7\u00e3o mais dram\u00e1tica \u00e9 a do Rio Grande do Sul, onde o n\u00famero de inativos ultrapassa em 74,5% o dos funcion\u00e1rios que est\u00e3o na ativa. Em Minas Gerais, a propor\u00e7\u00e3o de inativos \u00e9 47% maior; no Rio de Janeiro, 17,5%; em Santa Catarina, 2,2%; na Para\u00edba, 0,1%. No Cear\u00e1, Pernambuco, Bahia, Alagoas, Piau\u00ed, Sergipe, Goi\u00e1s, Esp\u00edrito Santo e S\u00e3o Paulo, a rela\u00e7\u00e3o entre ativos e inativos caminha para um empate.\u00a0<\/p>\n<p> Os Estados com situa\u00e7\u00e3o mais confort\u00e1vel s\u00e3o os ex-territ\u00f3rios federais (Amap\u00e1, Roraima), em que os inativos migraram para a Uni\u00e3o quando viraram Estados, e o Rio Grande do Norte. O crescimento do n\u00famero de inativos e as regras de aposentadoria do RPPS, em alguns casos mais favor\u00e1veis que as do Regime Geral da Previd\u00eancia Social (RGPS), geram um d\u00e9ficit crescente na previd\u00eancia dos Estados, o que, para alguns deles, tornou-se um peso consider\u00e1vel. No Rio Grande do Sul, por exemplo, o d\u00e9ficit vem numa escala crescente h\u00e1 dez anos e em 2017 chegou a R$ 10,5 bilh\u00f5es, o equivalente a 30% da receita corrente l\u00edquida (RCL) do Estado. Somado, o d\u00e9ficit dos Estados apurado pelas DIPRs chegou a R$ 79,6 bilh\u00f5es em 2016, segundo o Boletim de Finan\u00e7as dos Entes Subnacionais divulgado em dezembro de 2017 pelo Tesouro Nacional. Segundo o boletim, as despesas com pessoal ativo e inativo dos Estados subiram de 53% para 59,5% da receita corrente l\u00edquida entre 2010 e 2016. O teto para despesa total de pessoal estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) \u00e9 de 60% da RCL. Nesse avan\u00e7o do gasto com pessoal equivalente a 6,5 pontos da receita, os aposentados e pensionistas responderam por alta de 3,7 pontos, e os ativos por 2,8 pontos.<\/p>\n<p> As despesas previdenci\u00e1rias, que em 2010 eram inferiores aos investimentos, tornaram-se aproximadamente o dobro deles em 2016. Os gastos com previd\u00eancia sa\u00edram de 10,6% para 14,3%, enquanto os investimentos ca\u00edram de 14,2% para 7,5% da RCL no per\u00edodo. As receitas mantiveram-se praticamente est\u00e1veis como propor\u00e7\u00e3o do PIB (de 9% para 9,2%). Os Estados tamb\u00e9m t\u00eam servidores no Regime Geral de Previd\u00eancia Social (RGPS), mas neste caso o d\u00e9ficit \u00e9 contabilizado na conta geral do regime. No Rio Grande do Sul, desde agosto de 2015 o n\u00famero de servidores ativos no RPPS \u00e9 menor do que o de inativos, segundo Luiz Ant\u00f4nio Bins, secret\u00e1rioadjunto da Fazenda do Estado. Segundo ele, h\u00e1 car\u00eancia de funcion\u00e1rios em v\u00e1rias \u00e1reas do servi\u00e7o p\u00fablico, por causa do comprometimento da receita com os gastos de pessoal e dos limites da LRF. \"Diante da situa\u00e7\u00e3o financeira extrema, h\u00e1 muitas limita\u00e7\u00f5es em nomear novos servidores. \u00c9 a realidade de um Estado que h\u00e1 muitos anos vem gastando mais do que arrecada e que j\u00e1 esgotou as fontes extraordin\u00e1rias para cobrir seus d\u00e9ficits.\" Segundo o secret\u00e1rio-adjunto, h\u00e1 car\u00eancias em \u00e1reas importantes, como seguran\u00e7a p\u00fablica, e em atividades-meio. Ele cita o caso dos auditores-fiscais, equipe que hoje \u00e9 metade do previsto em lei. \"Esse \u00e9 o momento de a sociedade discutir o Estado e a sua capacidade de prestar servi\u00e7os, redefinindo prioridades\", afirma. Para Bins, o grande desequil\u00edbrio entre o n\u00famero de servidores ativos e inativos no Rio Grande do Sul \u00e9 resultado de uma \"op\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica\". \"O Estado optou no passado pela qualidade dos servi\u00e7os p\u00fablicos e se estruturou para tanto, por\u00e9m sem adotar medidas necess\u00e1rias para suprir, no futuro, os custos previdenci\u00e1rios e a manuten\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os para a sociedade\", diz o secret\u00e1rio.\u00a0<\/p>\n<p> Segundo ele, o governo tem realizado concursos e nomeado servidores em \u00e1reas priorit\u00e1rias, como a seguran\u00e7a p\u00fablica, mas muitas vezes suprindo apenas vagas deixadas pela aposentadoria. As mudan\u00e7as previdenci\u00e1rias que estavam ao alcance do Estado j\u00e1 foram implementadas, afirma Bins. \"Ainda em 2015, foi aprovada a ado\u00e7\u00e3o da aposentadoria complementar, que passou a vigorar em agosto de 2016. No ano passado, houve um aumento da al\u00edquota de contribui\u00e7\u00e3o para 14%.\" Em Minas Gerais, os servidores t\u00eam sido repostos em \u00e1reas priorit\u00e1rias como seguran\u00e7a e educa\u00e7\u00e3o, segundo o secret\u00e1rio de Planejamento e Gest\u00e3o, Helv\u00e9cio Magalh\u00e3es. Houve uma reforma administrativa em 2016, que, segundo ele, racionalizou processos, mas ainda n\u00e3o foi suficiente para resolver o problema. \"Minas tem mais inativos que em outros Estados por causa de escolhas feitas no passado, como redu\u00e7\u00e3o de carga hor\u00e1ria, que demandou mais servidores, e ainda tem sob sua tutela os anos iniciais do ensino fundamental. Temos uma rede muito grande de escolas, muitos servidores\", diz Magalh\u00e3es. Segundo ele, a pol\u00edtica do governo estadual tem sido a de n\u00e3o elevar o n\u00famero de servidores e apenas repor o necess\u00e1rio, al\u00e9m de substituir contratos de trabalho prec\u00e1rios.\u00a0<\/p>\n<p> O sistema previdenci\u00e1rio mineiro teve d\u00e9ficit de R$ 16 bilh\u00f5es em 2017 e a estimativa para este ano \u00e9 de R$ 18 bilh\u00f5es, de um or\u00e7amento total de R$ 92 bilh\u00f5es, o mesmo do ano passado. \"\u00c9 quase o que se gasta em sa\u00fade e educa\u00e7\u00e3o em Minas Gerais\", afirma. Sem altera\u00e7\u00f5es no sistema, avalia Magalh\u00e3es, num futuro pr\u00f3ximo os munic\u00edpios estar\u00e3o na mesma situa\u00e7\u00e3o. \"\u00c9 urgente discutir essa quest\u00e3o que, entre outras coisas, tem inviabilizado os investimentos p\u00fablicos no pa\u00eds.\" Em Goi\u00e1s, onde a rela\u00e7\u00e3o entre ativos e inativos aproxima-se do empate, a al\u00edquota de contribui\u00e7\u00e3o dos servidores subiu de 11% para 14,25% e a patronal aumentou para 28,5%. Joaquim Mesquita, secret\u00e1rio do Planejamento do Estado, diz que a iniciativa resolve apenas parte do problema. O d\u00e9ficit do RPPS goiano foi de R$ 2,27 bilh\u00f5es em 2017, o dobro do de 2014, de R$ 1,08 bilh\u00e3o.<\/p>\n<p> O secret\u00e1rio d\u00e1 um exemplo com base na folha de pagamento do Estado de fevereiro. O gasto previdenci\u00e1rio do m\u00eas foi de R$ 337 milh\u00f5es. Deste total R$ 71 milh\u00f5es foram cobertos pelas contribui\u00e7\u00f5es dos servidores e R$ 115 milh\u00f5es pela contribui\u00e7\u00e3o patronal. Sobraram R$ 174 milh\u00f5es de d\u00e9ficit, coberto pelo tesouro estadual. Mesquita tamb\u00e9m atribui a op\u00e7\u00f5es feita anos atr\u00e1s o problema existente hoje. \"At\u00e9 1996, n\u00e3o havia contribui\u00e7\u00e3o do servidor para a previd\u00eancia. Quando passou a existir, era de 6%\", diz. Hoje, a solu\u00e7\u00e3o passa por mudan\u00e7as estruturais, que passam pelo Congresso. \"Os entes t\u00eam pouca margem para lidar com a quest\u00e3o\", afirma Mesquita. Assim, como outros Estados, Goi\u00e1s tem dado prioridade \u00e0 contrata\u00e7\u00e3o de servidores em \u00e1reas essenciais, como seguran\u00e7a p\u00fablica e educa\u00e7\u00e3o. \"Estamos tentando otimizar as demais atividades.\u201d (Valor Econ\u00f4mico)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2763\" style=\"height: 668px; width: 500px;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\u00a0<strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" \/><\/strong><\/div>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" \/><\/em><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><br style=\"text-align: justify;\" \/> <em><span style=\"text-align: justify;\">Nova data do F\u00f3rum Itinerante do Leite ser\u00e1 divulgada em breve\u00a0<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">O 6\u00ba F\u00f3rum Itinerante do Leite, previsto para ser realizado na Sociedade Educacional Tr\u00eas de Maio (Setrem), no munic\u00edpio de Tr\u00eas de Maio (RS), ter\u00e1 data divulgada em breve pelo Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do RS (Sindilat). O evento deve reunir representantes da cadeia leiteira para debater os desafios da m\u00e3o de obra no setor ainda neste primeiro semestre. Na ocasi\u00e3o, tamb\u00e9m ser\u00e3o realizados pain\u00e9is e oficinas. \"\u00c9 sempre um evento que traz informa\u00e7\u00f5es essenciais para construir o futuro do setor l\u00e1cteo ga\u00facho\", ressaltou o secret\u00e1rio-executivo do Sindilat, Darlan Palharini. O F\u00f3rum Itinerante conta com o apoio do Minist\u00e9rio da Agricultura (Mapa), Emater, Secretaria da Agricultura (Seapi), Prefeitura de Tr\u00eas de Maio, Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanit\u00e1ria Animal (Fundesa), Setrem e Sistema Farsul. Tamb\u00e9m apoiam a iniciativa Senai, Federa\u00e7\u00e3o dos Trabalhadores na Agricultura do Rio Grande do Sul (Fetag), APL Leite da Fronteira Noroeste e Federa\u00e7\u00e3o das Associa\u00e7\u00f5es de Munic\u00edpios do Rio Grande do Sul (Famurs). (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/span><\/em><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" \/><\/strong><\/p>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div><\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 06 de abril de 2018\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 12 - N\u00b0 2.709 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0Multinacionais refor\u00e7am concorr\u00eancia em leites especiais A concorr\u00eancia no mercado de leites especiais, que re\u00fane produtos zero lactose ou <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/04\/06\/06-04-2018\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"06\/04\/2018\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1932","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1932","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1932"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1932\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1932"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1932"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1932"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}