{"id":1930,"date":"2018-04-05T16:30:42","date_gmt":"2018-04-05T16:30:42","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/04\/05\/05-04-2018\/"},"modified":"2018-04-05T16:30:42","modified_gmt":"2018-04-05T16:30:42","slug":"05-04-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/04\/05\/05-04-2018\/","title":{"rendered":"05\/04\/2018"},"content":{"rendered":"<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 05 de abril de 2018<\/em><\/strong><strong><em>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 12 - N\u00b0 2.708<\/em><\/strong><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; text-align: justify; width: 811px;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><u><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" \/><\/span><\/span><\/u><span style=\"text-align: justify;\">\u00a0 \u00a0\u00a0Brasil livre da Febre Aftosa \u00e9 celebrado pelo setor ga\u00facho de prote\u00edna animal<\/span><\/strong><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Em maio, o Brasil ser\u00e1 declarado formalmente como territ\u00f3rio livre de febre aftosa com vacina\u00e7\u00e3o pela Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade Animal (OIE). Para comemorar a conquista, entidades ga\u00fachas do setor produtivo de prote\u00edna animal e representantes da \u00e1rea t\u00e9cnica de defesa sanit\u00e1ria reuniram-se na manh\u00e3 desta quinta-feira (05\/4), no gabinete da Secretaria Estadual da Agricultura (Seapi), em Porto Alegre (RS). Lado a lado, estiveram presentes o novo secret\u00e1rio da pasta, Odacir Klein, e o ex-secret\u00e1rio Ernani Polo. O Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do RS (Sindilat) esteve representado pela gerente administrativa, J\u00falia Bastiani.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">O feito se deu ap\u00f3s os estados do Amazonas, Roraima e Amap\u00e1 serem reconhecidos como zonas livres da doen\u00e7a. O que se espera \u00e9 que as rela\u00e7\u00f5es internacionais se fortale\u00e7am e que as exporta\u00e7\u00f5es de prote\u00edna tenham ainda mais sucesso, segundo avalia\u00e7\u00e3o do superintendente do Minist\u00e9rio da Agricultura (Mapa), Bernardo Todeschini. Agora, a expectativa \u00e9 de conquistar o reconhecimento de 'Estado Livre de Aftosa sem Vacina\u00e7\u00e3o' at\u00e9 2021. Atualmente, s\u00f3 o Paran\u00e1 possui esse status sanit\u00e1rio. \u201c\u00c9 um trabalho constru\u00eddo com inspira\u00e7\u00e3o, ci\u00eancia e muita \u201ctranspira\u00e7\u00e3o\u201d\u201d, brincou, referindo-se ao esfor\u00e7o que os profissionais t\u00eam no trabalho de campo. \u201cO processo n\u00e3o s\u00f3 \u00e9 fundamental, como muito bonito de se ver\u201d.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Todeschini ainda lembrou o trabalho do Fundo de Defesa Sanit\u00e1ria Animal do RS (Fundesa), considerado imprescind\u00edvel para os avan\u00e7os do setor. Presente no encontro, o presidente do Fundesa, Rog\u00e9rio Kerber, ressaltou o peso que a febre aftosa imp\u00f5e nas opera\u00e7\u00f5es comerciais com outros pa\u00edses. Na avalia\u00e7\u00e3o do dirigente, a caminhada at\u00e9 o atual cen\u00e1rio se deu de forma \u201cforte, equilibrada, exaustiva e criteriosa\u201d. Para Kerber, \u201co Rio Grande do Sul tem raz\u00e3o de ter um momento como esse para avaliar aquilo que se fez e do que se pretende fazer\u201d.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Coletivamente, desde os anos 1950 as entidades lutam para erradicar a aftosa e as demais doen\u00e7as que atingem a cadeia de prote\u00edna. \u201cO status sanit\u00e1rio n\u00e3o \u00e9 um fator isolado. \u00c9 um conjunto que precisa avan\u00e7ar de forma harm\u00f4nica\u201d, avaliou o deputado Ernani Polo. Nesse sentido, o ex-secret\u00e1rio da Agricultura lembrou que um dos fatores determinantes na hist\u00f3ria do Estado foi, justamente, a cria\u00e7\u00e3o do Fundesa, al\u00e9m do esfor\u00e7o para alcan\u00e7ar a erradica\u00e7\u00e3o da peste su\u00edna cl\u00e1ssica no territ\u00f3rio ga\u00facho, outra doen\u00e7a grave para o setor.\u00a0<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">O atual desafio para o novo secret\u00e1rio, Odacir Klein, cuja nomea\u00e7\u00e3o foi publicada ainda nesta quinta-feira no Di\u00e1rio Oficial do Estado, \u00e9 continuar o trabalho para alcan\u00e7ar o status de zona livre de aftosa sem vacina\u00e7\u00e3o. Segundo Klein, a capacidade de di\u00e1logo entre \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos e entidades \u00e9 sua maior caracter\u00edstica. \u201cVamos ter essa capacidade de dialogar e defender os interesses do Estado\u201d, concluiu. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2753\" \/><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><em><span style=\"text-align: justify;\">Cr\u00e9dito:\u00a0 Beth\u00e2nia Helder\u00a0<\/span><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" \/><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>FAO: \u00edndice de pre\u00e7os de alimentos - inclusive l\u00e1cteos - aumenta pelo 2\u00ba m\u00eas consecutivo<\/strong><\/p>\n<p> O \u00cdndice de Pre\u00e7os de Alimentos da Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para Agricultura e Alimenta\u00e7\u00e3o (FAO) alcan\u00e7ou a m\u00e9dia de 172,8 pontos em mar\u00e7o de 2018, 1,1% (1,8 ponto) acima de fevereiro, marcando o segundo m\u00eas consecutivo de aumento. Nesse n\u00edvel, o \u00edndice ficou 0,7% acima do valor de mar\u00e7o ano passado. Como em fevereiro, o aumento m\u00eas a m\u00eas em mar\u00e7o foi impulsionado principalmente pelos pre\u00e7os internacionais mais fortes de cereais e l\u00e1cteos; j\u00e1 os pre\u00e7os do a\u00e7\u00facar e dos \u00f3leos vegetais ca\u00edram mais e os da carne aumentaram levemente.<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2752\" style=\"width: 228px; height: 286px;\" \/>\u00a0<\/p>\n<p> O \u00edndice de pre\u00e7os dos produtos l\u00e1cteos da FAO registrou uma m\u00e9dia de 197,4 pontos em mar\u00e7o, um aumento de 6,2 pontos (3,3%) em rela\u00e7\u00e3o a fevereiro e um pouco acima de seu n\u00edvel no mesmo per\u00edodo do ano passado. No m\u00eas, as cota\u00e7\u00f5es internacionais de manteiga, leite em p\u00f3 integral e queijo subiram, enquanto as de leite em p\u00f3 desnatado ca\u00edram, revertendo os ganhos registrados nos dois meses anteriores. A produ\u00e7\u00e3o de leite menor do que a esperada na Nova Zel\u00e2ndia e a forte demanda global por importa\u00e7\u00f5es levaram a pre\u00e7os mais altos de manteiga, queijo e leite em p\u00f3 integral, enquanto a press\u00e3o cont\u00ednua dos estoques globais e a maior produ\u00e7\u00e3o derrubaram os pre\u00e7os do leite em p\u00f3 desnatado. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da FAO, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<\/p>\n<p> <strong>Nuvens negras nos mercados de soja e milho<\/strong><\/p>\n<p> O concentrado (milho, farelo de soja ou substitutos de ambos) \u00e9 o item de maior custo do produtor de leite. Os mercados dos dois gr\u00e3os t\u00eam mostrado oscila\u00e7\u00f5es importantes, que podem resultar em custos mais elevados aos produtores de leite; por isso mesmo, \u00e9 importante verificar, para cada cereal, o cen\u00e1rio e as perspectivas de mercado:<\/p>\n<p> <u>Soja<\/u><br \/> Ap\u00f3s uma safra mundial recorde em 2016\/17, com 351,3 milh\u00f5es de toneladas produzidas, as expectativas do USDA apontam queda de 3% para a safra 2017\/18, que deve produzir 340,9 milh\u00f5es de toneladas, segundo a estimativa divulgada no dia 08.03.2018.\u00a0<\/p>\n<p> Nessa queda de produ\u00e7\u00e3o, destaque para a Argentina, o maior exportador de farelo de soja do mundo e terceiro maior produtor do gr\u00e3o. Com as dificuldades clim\u00e1ticas, espera-se que a produ\u00e7\u00e3o de soja naquele pa\u00eds tenha retra\u00e7\u00e3o de 18,7% nessa safra, caindo para 47 milh\u00f5es de toneladas.\u00a0<\/p>\n<p> Por parte da demanda mundial, espera-se que o volume esmagado na safra 2017\/18 aumente 4,3% em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 safra passada, totalizando 300,9 milh\u00f5es de toneladas, impulsionadas principalmente pelo aumento de 8% no esmagamento da China, que deve processar 95 milh\u00f5es de toneladas nessa safra (contra 88 milh\u00f5es na safra passada).\u00a0<\/p>\n<p> Com a queda de produ\u00e7\u00e3o e aumento no consumo, os estoques finais, que atingiram o maior volume da hist\u00f3ria safra passada em 96,7 milh\u00f5es de toneladas, devem cair para 94,4 milh\u00f5es de toneladas (Observe a tabela 1).<\/p>\n<p> \u00a0<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2754\" style=\"width: 670px; height: 184px;\" \/><br \/> Com as expectativas de queda na oferta, as incertezas que ainda pairam sobre a safra da Argentina e a recupera\u00e7\u00e3o da demanda, o contrato futuro com vencimento em maio (mais pr\u00f3ximo em aberto) na CBOT j\u00e1 teve valoriza\u00e7\u00e3o de 5,7% desde o in\u00edcio do ano, havendo espa\u00e7o para novas altas, associadas \u00e0 possibilidade de novos relatos de queda na produ\u00e7\u00e3o argentina, o que j\u00e1 vem influenciando o pre\u00e7o do farelo de soja no Brasil. Confira no gr\u00e1fico 1.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \u00a0<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2755\" style=\"height: 354px; width: 500px;\" \/><\/p>\n<p> No Brasil, as expectativas mostram pouca altera\u00e7\u00e3o na oferta de soja. Ap\u00f3s o recorde de 114 milh\u00f5es de toneladas na safra 2016\/17, a Conab estima que 113 milh\u00f5es sejam produzidas na safra atual.\u00a0<\/p>\n<p> Do lado da demanda, as exporta\u00e7\u00f5es de farelo de soja no in\u00edcio do ano est\u00e3o 19% maiores que no ano passado (acumulado jan-fev). J\u00e1 na demanda interna, espera-se um aumento de 3,3% no consumo de gr\u00e3os (chegando em 47,3 milh\u00f5es de toneladas) e de 2,9% no consumo de farelo (17,5 milh\u00f5es de toneladas). Pensando no consumo, importante mostrar a situa\u00e7\u00e3o de dois dos principais mercados consumidores: su\u00ednos e aves.\u00a0<\/p>\n<p> Durante a crise econ\u00f4mica, houve um aumento pela prefer\u00eancia da prote\u00edna de frangos e su\u00ednos em detrimento da bovina, por conta do seu pre\u00e7o. Mesmo assim, o volume total consumido de frangos e su\u00ednos foi muito afetado, derrubando os pre\u00e7os. Nos su\u00ednos, atualmente o indicador Cepea aponta um pre\u00e7o de R$3,13\/kg (21\/03\/18 \u2013S\u00e3o Paulo), 31,5% abaixo do pre\u00e7o no mesmo per\u00edodo do ano passado; enquanto o frango tem pre\u00e7o praticado atualmente de R$ 3,23\/kg (21\/03\/18 \u2013 Grande S\u00e3o Paulo), 14,1% menor do que o pre\u00e7o h\u00e1 um ano.\u00a0<\/p>\n<p> Com a retomada gradual da economia, h\u00e1 expectativa de melhora no consumo dessas prote\u00ednas animais, trazendo retomada de pre\u00e7os, aumento de produ\u00e7\u00e3o e consequentemente maior consumo de ra\u00e7\u00e3o. A grande inc\u00f3gnita ainda \u00e9 qual ser\u00e1 a velocidade de recupera\u00e7\u00e3o do consumo brasileiro (assim como visto no mercado l\u00e1cteo), por isso, os pre\u00e7os, tantos dos su\u00ednos quanto dos frangos ainda tem dificuldade em reagir.<\/p>\n<p> Al\u00e9m disso, as exporta\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m ca\u00edram. Para os frangos, as exporta\u00e7\u00f5es est\u00e3o 5,1% menores no acumulado de janeiro e fevereiro de 2018 vs. 2017.\u00a0<\/p>\n<p> Na carne su\u00edna, os embarques de carne in natura no acumulado de janeiro e fevereiro de 2018 foram 18% abaixo em rela\u00e7\u00e3o a 2017. Mas, grande parte dessa queda foi devido a um embargo imposto pela R\u00fassia (um dos principais compradores) no final de 2017 nas compras da carne su\u00edna do Brasil. Contudo, o pa\u00eds voltou a importar em fevereiro. Os volumes ainda s\u00e3o baixos, mas isso trouxe expectativa de que este embargo seja retirado em breve, e as exporta\u00e7\u00f5es de su\u00ednos se recuperem.\u00a0<\/p>\n<p> Assim, os pre\u00e7os futuros de soja para 2018 j\u00e1 mostram valoriza\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o a 2017, impactados principalmente pelas boas exporta\u00e7\u00f5es de farelo e pelo cen\u00e1rio internacional. No acumulado entre mar\u00e7o e dezembro, espera-se que a soja seja 6,7% mais cara neste ano, como mostra o gr\u00e1fico 2.<\/p>\n<p> <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2756\" style=\"width: 500px; height: 336px;\" \/><\/p>\n<p> <u>Milho\u00a0<\/u><br \/> No milho, os fundamentos, tanto externos quanto internos, seguem trazendo expectativas de pre\u00e7os mais altos em 2018 em rela\u00e7\u00e3o a 2017.\u00a0<\/p>\n<p> Na safra 2017\/18, estima-se uma produ\u00e7\u00e3o mundial de 1,04 bilh\u00e3o de toneladas, que se confirmada, representaria queda de 3,1% em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 produ\u00e7\u00e3o da safra 2017\/18 (aproximadamente 34 milh\u00f5es de toneladas a menos).\u00a0<\/p>\n<p> No consumo, espera-se um aumento de 1,5% nessa safra, chegando a 1,07 bilh\u00e3o de toneladas (o maior da hist\u00f3ria), impulsionado principalmente pela China. Estima-se que a 2\u00aa maior consumidora do mundo aumente em 3,9% seu consumo, para 241 milh\u00f5es de toneladas.<br \/> Dessa forma, os estoques finais estimados est\u00e3o em 199 milh\u00f5es de toneladas, 14% de queda (mais de 30 milh\u00f5es de toneladas) em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 safra passada.\u00a0<\/p>\n<p> Assim como na soja, o cen\u00e1rio de menor oferta mundial, que aliado \u00e0 demanda em recupera\u00e7\u00e3o resulta em queda nos estoques finais do mundo, v\u00eam dando suporte a altas na CBOT. Desde o in\u00edcio do ano, o contrato com vencimento em maio (mais pr\u00f3ximo em aberto) j\u00e1 subiu 6,8%. A n\u00e3o ser que grandes surpresas ocorram, n\u00e3o devem haver grandes varia\u00e7\u00f5es nesses pre\u00e7os, apenas em caso de volatilidade especulativa, uma vez que o mercado tamb\u00e9m j\u00e1 \u201cprecificou\u201d os n\u00fameros de oferta e demanda mundial. Observe o gr\u00e1fico 3.\u00a0<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2757\" style=\"width: 500px; height: 336px;\" \/><br \/> \u00a0<br \/> No Brasil, desanimados com os baixos pre\u00e7os praticados no ano passado, os produtores reduziram a \u00e1rea em 6,9% na safra 2017\/18, cultivando 16,4 milh\u00f5es de hectares entre 1\u00aa e 2\u00aa safra, segundo as estimativas da Conab.\u00a0<\/p>\n<p> Com algumas intemp\u00e9ries clim\u00e1ticas e menores investimentos em tecnologia, a Conab aponta que a produtividade dessa safra deva ser 4,2% menor em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 safra passada, o que resultaria em queda de quase 11% na produ\u00e7\u00e3o, estimada em 87,3 milh\u00f5es de toneladas.\u00a0<\/p>\n<p> Do lado da demanda, 2018 come\u00e7ou com exporta\u00e7\u00f5es de milho bem aquecidas, e o volume acumulado em janeiro e fevereiro foi em torno de 120,5% maior do que em 2017. J\u00e1 no consumo interno, a Conab estima um crescimento de 3,1% no consumo 2017\/18, um consumo de 59 milh\u00f5es de toneladas, um recorde no Brasil, e que pode ser ainda revisado para cima, dependendo da retomada no consumo pelos su\u00ednos e frangos.\u00a0<\/p>\n<p> Dessa forma, as estimativas apontam para pre\u00e7os internos mais altos ao longo de 2018. Apesar dos pre\u00e7os levemente mais baixos no come\u00e7o do ano, as estimativas mostram diferen\u00e7a de 24,1% na compara\u00e7\u00e3o com 2017 da m\u00e9dia entre mar\u00e7o e dezembro, como exibe o gr\u00e1fico 4.\u00a0<\/p>\n<p> \u00a0<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2759\" style=\"height: 358px; width: 500px;\" \/><\/p>\n<p> Assim, fica claro um cen\u00e1rio de pre\u00e7os mais altos para os gr\u00e3os em 2018 em rela\u00e7\u00e3o a 2017; n\u00e3o h\u00e1 fundamentos que sustentem quedas de pre\u00e7os nos pr\u00f3ximos meses. Al\u00e9m disso, vale toda a aten\u00e7\u00e3o ao d\u00f3lar, uma vez que a moeda tem uma forte influ\u00eancia na forma\u00e7\u00e3o do pre\u00e7o brasileiro, e sua varia\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m pode trazer oportunidades de compras mais baratas. (Jos\u00e9 Victor Zamparini\/Milkpoint Mercado)<br \/> \u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\u00a0<strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" \/><\/strong><\/div>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" \/><\/em><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em><span style=\"text-align: justify;\">Novos \"seniors\" s\u00e3o o futuro do crescimento do consumo<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Atualmente, uma a cada cinco fam\u00edlias da Am\u00e9rica Latina \u00e9 formada por pessoas acima de 50 anos e, daqui a 10 anos, esta configura\u00e7\u00e3o j\u00e1 representar\u00e1 1\/3 um ter\u00e7o entre todas. Descobrir o DNA destes novos seniores como consumidores e compradores \u00e9 a chave para qualquer marca encontrar oportunidades reais de crescimento. \u00c9 o que atesta um estudo da Kantar Worldpanel, especialista global em comportamento de consumo, que fornece uma vis\u00e3o em 360\u00ba deste p\u00fablico: quem s\u00e3o estes novos seniores, quais s\u00e3o seus h\u00e1bitos de compra, quais marcas escolhem, como utilizam a tecnologia e o entretenimento e quais s\u00e3o suas preocupa\u00e7\u00f5es com sa\u00fade e alimenta\u00e7\u00e3o. Trata-se de um mercado gigante: um \u00fanico ponto de penetra\u00e7\u00e3o neste segmento representa mais de 100 mil novos lares no Brasil e mais de 42 mil na Argentina. Em outubro de 2017 havia 54 milh\u00f5es de brasileiros com 50 anos ou mais, e este n\u00famero deve chegar a 93 milh\u00f5es at\u00e9 2045. Al\u00e9m disso, este p\u00fablico ganha 30% a mais do que as demais configura\u00e7\u00f5es familiares, 25% ainda trabalham, 1\/3 um ter\u00e7o possuem ve\u00edculos e mais de 80% t\u00eam celulares, sendo a metade smartphones - 85% usam Whatsapp e 70% Facebook, enquanto 70% nunca acessaram o Twitter ou o Instagram. Seus h\u00e1bitos de compratamb\u00e9m s\u00e3o peculiares: apesar de irem aos pontos de venda 8 vezes menos do que outros consumidores, gastam 16% mais, principalmente porque preferem marcas premium. No quesito sa\u00fade e alimenta\u00e7\u00e3o, 40% fazem exerc\u00edcios semanalmente e 81% gastam no m\u00e1ximo 30 minutos cozinhando, menos do que acontece em qualquer outro grupo. \u201cAs pessoas na faixa dos 50 anos \u2013 e tamb\u00e9m dos 60 e 70 - est\u00e3o cada vez mais ativas e saud\u00e1veis, com mais qualidade de vida do que as gera\u00e7\u00f5es passadas e tendo netos cada vez mais tarde, e isso tudo transformou radicalmente suas rotinas e seus planos para o futuro\u201d, afirma Cecilia Alva, Diretora de Clientes &amp; Novos Neg\u00f3cios para a Am\u00e9rica Latina da Kantar Worldpanel. De acordo com a Kantar Consulting, no ano passado, 77% dos americanos afirmaram que n\u00e3o havia raz\u00e3o para se sentir com menos energia por estarem mais velhos. Em 2014, o \u00edndice era de 64%. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da Kantar Worldpanel\/Milkpoint Mercado)<\/span><\/em><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" \/><\/strong><\/p>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div><\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 05 de abril de 2018\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 12 - N\u00b0 2.708 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0Brasil livre da Febre Aftosa \u00e9 celebrado pelo setor ga\u00facho de prote\u00edna animal Em maio, o Brasil ser\u00e1 declarado <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/04\/05\/05-04-2018\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"05\/04\/2018\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1930","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1930","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1930"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1930\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1930"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1930"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1930"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}