{"id":19283,"date":"2026-05-19T16:32:06","date_gmt":"2026-05-19T16:32:06","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=19283"},"modified":"2026-05-19T16:38:36","modified_gmt":"2026-05-19T16:38:36","slug":"19-05-2026","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2026\/05\/19\/19-05-2026\/","title":{"rendered":"19\/05\/2026"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/9wC509ABF0420\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/9wC509ABF0420\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 19 de maio de 2026&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 20 - N\u00b0 4.633<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<hr>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>Unibom promove eventos com Juliano Alarcon Fabr\u00edcio, o Doutor Pastagem<\/b><\/p>\n<p>Nos dias 12 e 13 a UNIBOM promoveu dois eventos que reuniram centenas de produtores nos munic\u00edpios de \u00c1gua Santa e Centen\u00e1rio, superando as expectativas de p\u00fablico e debate sobre o conte\u00fado apresentado.<\/p>\n<p>Na oportunidade, produtores de leite com sistema de produ\u00e7\u00e3o a pasto receberam Treinamento Intensivo com Juliano Alarcon Fabr\u00edcio, o Doutor Pastagem, profissional renomado e refer\u00eancia no Brasil neste sistema, com trabalho direcionado a produtores familiares que atuam na atividade leiteira.<\/p>\n<p>Para a UNIBOM, estes eventos fortalecem o relacionamento e a parceria com produtores de leite e principalmente, cria um ambiente de troca de informa\u00e7\u00f5es e conhecimentos fundamentais para uma atividade mais lucrativa. Participaram produtores de 33 munic\u00edpios da regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Conforme Ideno Pietrobelli, Gerente de Pol\u00edtica Leiteira da UNIBOM, no Rio Grande do Sul, a grande maioria das propriedades leiteiras ainda trabalha com produ\u00e7\u00e3o baseada em pastagens, por\u00e9m essas propriedades respondem por uma parcela menor de volume total captado, visto que o sistema confinado vem ganhando for\u00e7a nos \u00faltimos anos.<\/p>\n<p>A UNIBOM possui uma bacia leiteira distribu\u00edda em mais de 60 munic\u00edpios da Regi\u00e3o Norte do RS, com aproximadamente 500 fam\u00edlias fidelizadas, sendo que metade do volume captado \u00e9 oriundo de propriedades com sistema a pasto. Em 2025 foram pagos cerca de 120 milh\u00f5es, valores que movimentam a economia regional nos seus diversos elos da cadeia l\u00e1ctea. (R\u00e1dio Tapejara)<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<hr>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><span style=\"font-size: 1rem;\"><b>GDT - Global Dairy Trade<\/b><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/HjModaABF0145\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/HjModaABF0145\"><\/p>\n<p>Fonte: GDT adaptado pelo Sindilat\/RS<\/p>\n<p><b>C\u00e2mara do Leite da Seapi debate inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica sustent\u00e1vel para o controle do carrapato bovino<\/b><\/p>\n<p>Inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica sustent\u00e1vel para o controle do carrapato bovino. Esse foi um dos temas debatidos na reuni\u00e3o h\u00edbrida da C\u00e2mara Setorial da Cadeia Produtiva do Leite e Derivados, da Secretaria da Agricultura, Pecu\u00e1ria, Produ\u00e7\u00e3o Sustent\u00e1vel e Irriga\u00e7\u00e3o (Seapi), que ocorreu nesta sexta-feira (15\/5) na casa do Fundesa na Fenasul Expoleite 2026 em Esteio. O secret\u00e1rio da Agricultura, M\u00e1rcio Madalena, esteve presente.<\/p>\n<p>O pesquisador e diretor do Centro Estadual de Diagn\u00f3stico e Pesquisa em Sa\u00fade Animal Desid\u00e9rio Finamor (IPVDF) da Seapi, Jos\u00e9 Reck, apresentou um estudo sobre a aplica\u00e7\u00e3o a campo de um produto biol\u00f3gico in\u00e9dito para o controle do carrapato bovino, com aplica\u00e7\u00e3o direta nas pastagens por meio de drones. \"Essa \u00e9 uma das estrat\u00e9gias de controle n\u00e3o qu\u00edmico, ou seja, independente do uso de carrapaticidas, que estamos desenvolvendo e validando em campo\", explicou. \"A ideia \u00e9 poder associar essa estrat\u00e9gia ao controle tradicional. Em outras palavras, n\u00e3o abandonar totalmente o uso dos qu\u00edmicos, mas sim integr\u00e1-lo a outros m\u00e9todos de manejo ambiental para que a gente fa\u00e7a menos uso dos carrapaticidas qu\u00edmicos\", esclareceu Reck.<\/p>\n<p>O projeto desenvolvido pelo IPVDF prop\u00f5e que, em vez de tratar o animal com produtos qu\u00edmicos, seja aplicado um produto biol\u00f3gico no ambiente onde o carrapato passa a maior parte do seu ciclo de vida. \"O estudo utiliza micro-organismos presentes no solo, como fungos e bact\u00e9rias, selecionados por sua capacidade de atingir o carrapato sem causar danos aos bovinos, aos seres humanos ou ao ambiente. Esses agentes biol\u00f3gicos s\u00e3o concentrados em uma formula\u00e7\u00e3o e aplicados diretamente no campo, com apoio de drones, o que amplia a escala e a efici\u00eancia da opera\u00e7\u00e3o\", destacou.<\/p>\n<p>Reck apresentou tamb\u00e9m, durante a reuni\u00e3o, um sistema de manejo de rota\u00e7\u00e3o e vazio de piquetes, que pode ser feito em um esquema de associa\u00e7\u00e3o, de integra\u00e7\u00e3o lavoura-pecu\u00e1ria. \"Principalmente em integra\u00e7\u00e3o com culturas como arroz ou soja, que tem uma quest\u00e3o de \u00e9poca do ano muito favor\u00e1vel da colheita para um momento que a gente pode aproveitar a resteva p\u00f3s-colheita para deslocar os animais. E \u00e9 um per\u00edodo important\u00edssimo da gente ter esse vazio no campo para poder diminuir a popula\u00e7\u00e3o de carrapatos\", afirmou o pesquisador.<\/p>\n<p>\"\u00c9 bom lembrar da dificuldade de termos hoje carrapaticidas que possam ser usados em vacas leiteiras, pois a maioria n\u00e3o tem indica\u00e7\u00e3o para vacas em lacta\u00e7\u00e3o\", comentou Reck. \"A gente tem uma absoluta dificuldade de fazer uma recomenda\u00e7\u00e3o de controle qu\u00edmico em vacas em lacta\u00e7\u00e3o. Por isso, queremos ressaltar a import\u00e2ncia do produtor de leite ter outras estrat\u00e9gias de controle, para que n\u00e3o dependam exclusivamente dos carrapaticidas qu\u00edmicos\".<\/p>\n<p>Programa Mapa Conecta<\/p>\n<p>O \"Programa Mapa Conecta: Diagn\u00f3stico Estadual da Inova\u00e7\u00e3o Agropecu\u00e1ria\" foi abordado pelo engenheiro florestal e consultor de Inova\u00e7\u00e3o Agropecu\u00e1ria do Minist\u00e9rio da Agricultura e Pecu\u00e1ria (Mapa), Jhonitan Matiello.<\/p>\n<p>Ele contou que o Diagn\u00f3stico j\u00e1 iniciou em 17 estados, entre eles o Rio Grande do Sul, os quais fazem parte da Rede Mapa Conecta. \"A rede aloca os consultores em cada estado, para estimular o ecossistema de inova\u00e7\u00e3o agropecu\u00e1ria e fazer a conex\u00e3o entre os atores da agropecu\u00e1ria desses estados\", explicou Matiello.<\/p>\n<p>\"Mas o diagn\u00f3stico oficial mesmo, mais detalhado e focado na inova\u00e7\u00e3o em si da agropecu\u00e1ria, est\u00e1 planejado para ser entregue ainda este ano\", adiantou o engenheiro.<\/p>\n<p>Matiello falou ainda sobre os desafios e a situa\u00e7\u00e3o atual da inova\u00e7\u00e3o nas cadeias produtivas do Rio Grande do Sul e tamb\u00e9m sobre a quest\u00e3o de ambientes de inova\u00e7\u00e3o que o Estado possui. \"Queremos saber quantas pessoas est\u00e3o trabalhando nessa \u00e1rea no Estado, como \u00e9 a quest\u00e3o de assist\u00eancia t\u00e9cnica, infraestrutura, tudo com o recorte da inova\u00e7\u00e3o agropecu\u00e1ria\", enfatizou. \"Para isso, precisamos ouvir o pessoal mais na ponta,como o das c\u00e2maras setoriais e tem\u00e1ticas\".<\/p>\n<p>Transmiss\u00e3o de cargo<\/p>\n<p>Durante a reuni\u00e3o, foi realizada a transfer\u00eancia de cargo de coordenador da C\u00e2mara. O novo coordenador, Marcos Tang, que \u00e9 presidente da Gadolando e da Febrac, ficar\u00e1 na gest\u00e3o pelos pr\u00f3ximos dois anos.<\/p>\n<p>Na ocasi\u00e3o, o secret\u00e1rio Madalena entregou uma placa em homenagem \u00e0 Eug\u00eanio Zanetti, que deixa a coordena\u00e7\u00e3o, pelo trabalho realizado de 2024 at\u00e9 o momento.<\/p>\n<p>Importa\u00e7\u00e3o de Leite no Mercosul<\/p>\n<p>O engenheiro agr\u00f4nomo e consultor da Alian\u00e7a L\u00e1ctea Sul Brasileira, Airton Spies, abordou os problemas de importa\u00e7\u00e3o de l\u00e1cteos do Mercosul e mostrou um plano de incentivos para a exporta\u00e7\u00e3o. \"Est\u00e1 claro que o leite brasileiro n\u00e3o pode depender de apenas um mercado, o interno, para ter uma estrutura de crescimento sustent\u00e1vel no longo prazo. Estamos falando aqui de um setor que produziu 27 bilh\u00f5es de litros de leite em 2025 e importou 2,1 bilh\u00f5es de litros do Mercosul, que d\u00e1 cerca de 8% do nosso consumo. E n\u00f3s conseguimos exportar da nossa produ\u00e7\u00e3o formal apenas 0,25% no ano passado\", disse Spies.<\/p>\n<p>\"Ent\u00e3o, para crescer atualmente, n\u00f3s precisamos retirar produtores da atividade, e que \u00e9 lament\u00e1vel\", afirmou o agr\u00f4nomo. \"Nesse sentido, o plano apresentado pela Alian\u00e7a L\u00e1ctea Sul Brasileira busca criar um ambiente favor\u00e1vel para que os produtores e as ind\u00fastrias possam produzir leite para exporta\u00e7\u00e3o\", destacou Spies. Segundo ele, a Alian\u00e7a est\u00e1 tratando com o BRDE, Codesul, federa\u00e7\u00f5es de produtores de leites, entidades governamentais, assist\u00eancia t\u00e9cnica e defesa agropecu\u00e1ria estrat\u00e9gias para tirar os gargalos que hoje impedem que o leite brasieliro seja competitivo. \"Ou seja, o que torna o nosso leite mais caro do que o leite dos principais pa\u00edses exportadores\", pontuou.<\/p>\n<p>De acordo com Spies, essa agenda \u00e9 importante para os tr\u00eas estados da regi\u00e3o Sul, porque eles produzem 41% do leite industrializado do Brasil e s\u00f3 t\u00eam 14% dos consumidores. \"Precisamos de uma estrat\u00e9gia para conseguir aumentar a produ\u00e7\u00e3o e vender para consumidores em outros locais do mundo; e conseguir recha\u00e7ar as importa\u00e7\u00f5es por competitividade, porque o nosso leite vai ser t\u00e3o barato ou t\u00e3o competitivo quanto o argentino e o uruguaio que chegam aqui, e o grande beneficiado vai ser o consumidor\".<\/p>\n<p>Conforme o agr\u00f4nomo, o importante \u00e9 entender que o leite sul-brasileiro tem vantagens comparativas que podem ser transformadas em vantagem competitiva. \"N\u00f3s temos mais sol, mais chuva, mais \u00e1gua, n\u00f3s temos terra, gente trabalhadora, agricultura familiar. Tudo isso \u00e9 favor\u00e1vel ao aumento da produ\u00e7\u00e3o de leite e, com isso, o leite \u00e9 candidato a ser mais uma estrela do nosso agroneg\u00f3cio. Mas ele precisa de dois mercados, o interno e o externo, para poder crescer de forma sustent\u00e1vel\", finalizou Spies.<\/p>\n<p>Por sua vez, o auditor fiscal federal agropecu\u00e1rio do Servi\u00e7o de Fiscaliza\u00e7\u00e3o de Insumos e Sa\u00fade Animal na Superintend\u00eancia Federal de Agricultura do Mapa no Rio Grande do Sul, Rodrigo Pereira, esclareceu o posicionamento a respeito da importa\u00e7\u00e3o de commodities l\u00e1cteas para o Brasil. Segundo ele, a importa\u00e7\u00e3o ocorre porque h\u00e1 demanda dos produtos no mercado brasileiro. \"O valor m\u00e9dio do leite ao produtor \u00e9 superior aos valores de outros pa\u00edses. Nosso leite \u00e9 mais caro devido \u00e0 nossa inefici\u00eancia\", declarou Pereira.<\/p>\n<p>\"S\u00f3 poder\u00edamos recha\u00e7ar o produto importado se fosse evidenciado dumping ou por restri\u00e7\u00f5es sanit\u00e1rias. Nenhuma dessas duas condi\u00e7\u00f5es est\u00e3o estabelecidas\", garantiu o auditor fiscal. \"Logo, n\u00e3o h\u00e1 motivos para recha\u00e7os. E uma eventual a\u00e7\u00e3o nesse sentido poderia comprometer as exporta\u00e7\u00f5es de outras cadeias produtivas\", alertou Pereira.<\/p>\n<p>De acordo com ele, s\u00e3o necess\u00e1rias a\u00e7\u00f5es de toda a cadeia produtiva, a fim de tentar aumentar o consumo de l\u00e1cteos no mercado interno, dos 180 litros per capita ao ano para 200. (Seapi)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Jogo R\u00e1pido<\/b><\/i><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>MILHO\/CEPEA: Compradores seguem retra\u00eddos com aumento na estimativa de produ\u00e7\u00e3o<\/b><br \/>\nNovas estimativas para a temporada 2025\/26 divulgadas na semana passada pela Conab apontam aumento na produ\u00e7\u00e3o de milho entre os relat\u00f3rios de abril e maio. Assim, pesquisadores do Cepea relatam que parte dos compradores, que indica ter estoques confort\u00e1veis para as pr\u00f3ximas semanas, aguarda recuos mais expressivos e segue retra\u00edda do mercado. Segundo dados da Conab, a primeira safra 2025\/26 agora est\u00e1 estimada em 28,46 milh\u00f5es de toneladas, 14% superior ao da temporada anterior e ainda 2% acima do relat\u00f3rio divulgado em abril. Essas altas refletem aumentos em \u00e1rea e produtividade na maior parte das regi\u00f5es produtoras. Pesquisadores do Cepea destacam que, neste ano, os estoques de passagem no in\u00edcio da temporada foram estimados como um dos maiores dos \u00faltimos anos, o que j\u00e1 permitia certa tranquilidade a consumidores. Deste modo, segundo o Centro de Pesquisas, vendedores, atentos \u00e0s recentes quedas nos pre\u00e7os e aos armaz\u00e9ns parcialmente cheios com as safras remanescentes e com a atual colheita da safra ver\u00e3o de soja e milho, seguem flex\u00edveis nas negocia\u00e7\u00f5es, seja nos pre\u00e7os ou prazos de pagamentos. (CEPEA)<\/i><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 19 de maio de 2026&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 20 - N\u00b0 4.633 Unibom promove eventos com Juliano Alarcon Fabr\u00edcio, o Doutor Pastagem Nos dias 12 e 13 <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2026\/05\/19\/19-05-2026\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"19\/05\/2026\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-19283","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19283","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=19283"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19283\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":19287,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19283\/revisions\/19287"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=19283"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=19283"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=19283"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}