{"id":19163,"date":"2026-04-28T15:34:56","date_gmt":"2026-04-28T15:34:56","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=19163"},"modified":"2026-04-28T18:03:30","modified_gmt":"2026-04-28T18:03:30","slug":"28-04-2026","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2026\/04\/28\/28-04-2026\/","title":{"rendered":"28\/04\/2026"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/9wC509ABF0420\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/9wC509ABF0420\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 28 de abril de 2026&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 20 - N\u00b0 4.619<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<hr>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Conseleite sinaliza recupera\u00e7\u00e3o e valor projetado para o leite \u00e9 de R$ 2,5333 em abril<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nO valor de refer\u00eancia projetado para o leite no Rio Grande do Sul em abril \u00e9 de R$ 2,5333. A previs\u00e3o, divulgada nesta ter\u00e7a-feira (28\/04) pelo Conselho Parit\u00e1rio Produtores\/Ind\u00fastrias de Leite do RS (Conseleite\/RS), representa alta de 10,47% em rela\u00e7\u00e3o ao projetado para o m\u00eas de mar\u00e7o, que foi de R$ 2,2932. O encontro reuniu representantes da cadeia produtiva na sede da Federa\u00e7\u00e3o da Agricultura do RS (Farsul), integrando produtores, ind\u00fastrias e lideran\u00e7as das entidades do setor.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Conseleite\/RS tamb\u00e9m divulgou o valor consolidado do litro em mar\u00e7o de 2026 em R$ 2,3721, 11,67% acima do dado final de fevereiro (R$ 2,1243). Os indicadores divulgados pelo Conseleite s\u00e3o elaborados pela UPF com base em dados fornecidos pelas ind\u00fastrias, considerando a movimenta\u00e7\u00e3o dos primeiros 20 dias do m\u00eas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os dados indicam recupera\u00e7\u00e3o real do mercado do leite no Rio Grande do Sul depois de um per\u00edodo longo de queda e de dificuldades de remunera\u00e7\u00e3o no campo e na ind\u00fastria. A sinaliza\u00e7\u00e3o de alta veio nos primeiros meses do ano de forma mais t\u00edmida e se consolida com os dados apresentados nesta ter\u00e7a-feira. Otimista, o coordenador do Conseleite\/RS, Kaliton Prestes (Fetag), pontuou a for\u00e7a e a legitimidade do Conseleite para apaziguar as rela\u00e7\u00f5es no segmento. \u201cQuando o mercado est\u00e1 em baixa, se bate na metodologia e nos c\u00e1lculos. Este momento \u00e9 ideal para refor\u00e7ar a import\u00e2ncia desse colegiado e sua legitimidade. Temos a prova real dessa metodologia que s\u00e3o os demais Conseleites do Brasil. Estamos realmente captando a tend\u00eancia do mercado\u201d, garantiu Prestes. Posi\u00e7\u00e3o compartilhada pelo vice-coordenador do Conseleite, Darlan Palharini (Sindilat). \u201cEstamos em um bom momento. Precisamos trabalhar agora para manter esses pre\u00e7os por mais tempo, e isso passa por garantir o escoamento do leite brasileiro para diferentes mercados. Apesar de o poder de compra do brasileiro ser baixo e do alto endividamento das fam\u00edlias, o ano eleitoral deve ajudar a inje\u00e7\u00e3o de recursos na economia com a antecipa\u00e7\u00e3o dos 13\u00ba sal\u00e1rios dos aposentados e libera\u00e7\u00e3o de recursos do FGTS\u201d, salientou. Contudo, Palharini alertou que a produ\u00e7\u00e3o no campo deve se recuperar nos pr\u00f3ximos meses no mercado dom\u00e9stico. Sugeriu ainda que as entidades participantes do Conseleite fiquem atentas para coibir o aumento das importa\u00e7\u00f5es de leite da Argentina, tendo em vista a alta produ\u00e7\u00e3o daquele pa\u00eds.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Durante a reuni\u00e3o, o Conseleite tamb\u00e9m deliberou pelo envio de of\u00edcio aos Minist\u00e9rios da Agricultura e Pecu\u00e1ria, Desenvolvimento, Ind\u00fastria, Com\u00e9rcio e Servi\u00e7os e Desenvolvimento Agr\u00e1rio e Agricultura Familiar como forma de alerta ao governo federal sobre a crise decorrente do excesso de importa\u00e7\u00f5es de leite pelo Brasil. Prestes frisou que \u00e9 essencial manter o tema na pauta dos ministros para garantir o enfrentamento constante da situa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><span style=\"font-size: 1rem;\"><b>O futuro da produ\u00e7\u00e3o de leite: relat\u00f3rio McKinsey revela quais devem ser as prioridades do setor<\/b><\/span><\/p>\n<p>A pesquisa anual da empresa de consultoria McKinsey &amp; Company, realizada com executivos de latic\u00ednios na Am\u00e9rica do Norte e Europa, mostra uma ind\u00fastria que enfrenta intensa press\u00e3o de custos e margens, mesmo com o crescimento da demanda. Entenda a agenda de lideran\u00e7a para o pr\u00f3ximo ano.<\/p>\n<p>Nos primeiros meses de 2026, os latic\u00ednios nos Estados Unidos e na Europa encontram-se operando em um ambiente desafiador: definido por infla\u00e7\u00e3o de custos persistente, restri\u00e7\u00f5es de m\u00e3o de obra, volatilidade de insumos e incerteza crescente em rela\u00e7\u00e3o ao com\u00e9rcio e regulamenta\u00e7\u00e3o, particularmente na Europa. Ao mesmo tempo, os riscos do lado da oferta est\u00e3o aumentando \u00e0 medida que os produtores lidam com quest\u00f5es de sa\u00fade animal (como a gripe avi\u00e1ria altamente patog\u00eanica, a larva-varejeira do Novo Mundo e a l\u00edngua azul), al\u00e9m de interrup\u00e7\u00f5es relacionadas ao clima e restri\u00e7\u00f5es estruturais no crescimento da oferta de leite em diversos mercados europeus.<\/p>\n<p>Ainda assim, a demanda principal permanece resiliente. Os consumidores continuam a priorizar os latic\u00ednios como uma fonte prim\u00e1ria de nutri\u00e7\u00e3o, sustentando o crescimento em categorias-chave mesmo em um cen\u00e1rio macroecon\u00f4mico mais cauteloso. Para os executivos, essas correntes cruzadas se traduzem em um imperativo claro: proteger as margens e a execu\u00e7\u00e3o no curto prazo, enquanto investem seletivamente em temas de crescimento duradouros \u2014 mais notavelmente, a inova\u00e7\u00e3o liderada por prote\u00ednas.<\/p>\n<p>Sobre a pesquisa<\/p>\n<p>Foram entrevistados, conjuntamente, 204 executivos do setor de latic\u00ednios (116 nos EUA e 88 na Europa) e conduziram entrevistas com 41 executivos. Os participantes vieram de diversos tipos de empresas \u2014 incluindo processadores, varejistas e empresas de embalagens. A maioria das empresas participantes tem sede nos EUA e na Europa (Dinamarca, Alemanha, Fran\u00e7a, It\u00e1lia, Holanda, Portugal, Espanha e Reino Unido).<\/p>\n<p>Quais s\u00e3o as principais prioridades dos executivos de latic\u00ednios?<\/p>\n<p>Tanto na Europa quanto nos Estados Unidos, a gest\u00e3o de custos e o crescimento de volume est\u00e3o entre as principais prioridades estrat\u00e9gicas. As prioridades dos executivos americanos s\u00e3o amplamente semelhantes \u00e0s do ano passado. O talento est\u00e1 no topo da agenda dos l\u00edderes dos EUA, mas \u00e9 menos priorit\u00e1rio na Europa. A sustentabilidade, por outro lado, continua sendo uma prioridade m\u00e1xima na Europa, mas n\u00e3o nos Estados Unidos.<\/p>\n<p>Disciplina de custos e margens<\/p>\n<p>Em todas as regi\u00f5es, a infla\u00e7\u00e3o de custos e a volatilidade dos pre\u00e7os das commodities continuam a comprimir as margens. Aproximadamente 65% dos entrevistados nos EUA classificam a gest\u00e3o de custos entre suas tr\u00eas principais prioridades \u2014 em linha com 2024 (69%) e acima de 2023 (48%) \u2014 refletindo aumentos sustentados nos custos de mat\u00e9rias-primas e log\u00edstica. Os l\u00edderes europeus relatam press\u00e3o semelhante.<\/p>\n<p>Essas press\u00f5es s\u00e3o evidentes nos resultados das margens. Nos EUA, quase 70% das empresas de latic\u00ednios pesquisadas relataram margens estagnadas ou decrescentes em 2025. A Europa mostra uma din\u00e2mica compar\u00e1vel, com 57% relatando o mesmo cen\u00e1rio. \"Os altos custos de mat\u00e9rias-primas e log\u00edstica espremeram nossas margens, for\u00e7ando-nos a buscar efici\u00eancias em outras \u00e1reas do neg\u00f3cio.\", apontou um executivo de latic\u00ednios da Am\u00e9rica do Norte.<\/p>\n<p>Crescimento de receita e volume<\/p>\n<p>Em ambos os mercados, o crescimento de receita e volume continua sendo prioridade estrat\u00e9gica. Cerca de 55% dos processadores americanos e 65% dos europeus classificam o crescimento de volume como prioridade m\u00e1xima. Os l\u00edderes europeus s\u00e3o mais contidos: cerca de 40% esperam que seus volumes permane\u00e7am est\u00e1veis ou diminuam, possivelmente refletindo preocupa\u00e7\u00f5es com restri\u00e7\u00f5es de oferta. O otimismo quanto \u00e0 receita \u00e9 compartilhado: 87% dos entrevistados americanos e 84% dos europeus antecipam aumentos de receita nos pr\u00f3ximos tr\u00eas anos, impulsionados pela demanda por prote\u00edna.<\/p>\n<p>Talentos e m\u00e3o de obra<\/p>\n<p>Este \u00e9 um ponto de grande diverg\u00eancia. Nos EUA, 61% citam o talento como prioridade m\u00e1xima, enfrentando desafios na reten\u00e7\u00e3o de m\u00e3o de obra fabril e operacional. Na Europa, apenas 18% citam o talento como prioridade estrat\u00e9gica no n\u00edvel do processador, embora a escassez de m\u00e3o de obra seja uma preocupa\u00e7\u00e3o nas fazendas.<\/p>\n<p>Iniciativas de sustentabilidade<\/p>\n<p>Na Europa, 53% dos executivos classificam a sustentabilidade entre suas tr\u00eas principais prioridades, contra apenas 16% nos EUA. O foco mudou de narrativas amplas de ESG para uma execu\u00e7\u00e3o pragm\u00e1tica: conformidade regulat\u00f3ria, redu\u00e7\u00e3o de emiss\u00f5es e efici\u00eancia operacional (como redu\u00e7\u00e3o de metano e otimiza\u00e7\u00e3o de \u00e1gua e energia).<\/p>\n<p>\"As pessoas podem dizer que querem alimentos sustent\u00e1veis, mas, no momento, os consumidores n\u00e3o est\u00e3o preparados para pagar por isso.\" \u2014 Executivo de latic\u00ednios europeu.<\/p>\n<p>As preocupa\u00e7\u00f5es dos l\u00edderes s\u00e3o consistentes com suas prioridades?<\/p>\n<p>Nos EUA, as preocupa\u00e7\u00f5es (lucratividade e economia dom\u00e9stica) est\u00e3o alinhadas com as prioridades. J\u00e1 na Europa, h\u00e1 uma desconex\u00e3o: os l\u00edderes citam a seguran\u00e7a de suprimento (45%) e a escassez de m\u00e3o de obra (37%) como maiores preocupa\u00e7\u00f5es, \u00e0 frente da lucratividade. Isso reflete um ambiente onde restri\u00e7\u00f5es estruturais e regulamenta\u00e7\u00f5es ambientais mais rigorosas moldam o que \u00e9 vi\u00e1vel.<\/p>\n<p>O envelhecimento da popula\u00e7\u00e3o agr\u00edcola agrava essas press\u00f5es. 64% dos executivos expressam preocupa\u00e7\u00e3o com a sucess\u00e3o nas fazendas, notando que o n\u00famero de agricultores diminui mais r\u00e1pido do que o volume de leite, sinalizando uma fragilidade estrutural.<\/p>\n<p>O papel da intelig\u00eancia artificial e da tecnologia<\/p>\n<p>Embora os l\u00edderes reconhe\u00e7am o potencial de produtividade da intelig\u00eancia artificial, a ado\u00e7\u00e3o \u00e9 seletiva. Cerca de 70% das organiza\u00e7\u00f5es est\u00e3o em fases piloto. Barreiras incluem preocupa\u00e7\u00f5es com seguran\u00e7a, falta de expertise e ROI (retorno sobre investimento) incerto.<\/p>\n<p>No entanto, a McKinsey nota um fosso de desempenho: l\u00edderes digitais em mercados de consumo e agr\u00edcolas geraram retornos totais aos acionistas significativamente maiores entre 2019 e 2024 do que seus pares, sugerindo que o investimento digital ser\u00e1 um diferencial competitivo crucial.<\/p>\n<p>Conclus\u00f5es<\/p>\n<p>O sucesso para os l\u00edderes de latic\u00ednios em 2026 exige foco e determina\u00e7\u00e3o, fundamentando-se em um manual estrat\u00e9gico que prioriza a prote\u00e7\u00e3o das margens por meio de uma gest\u00e3o de custos rigorosa e disciplina operacional. De acordo com a consultoria, as empresas devem buscar a expans\u00e3o lucrativa de volume ancorada na inova\u00e7\u00e3o de prote\u00ednas, ao mesmo tempo em que estabilizam seus pipelines de talentos, especialmente em fun\u00e7\u00f5es operacionais qualificadas para capturar a pr\u00f3xima onda de crescimento.<\/p>\n<p>Esse caminho envolve ainda a prioriza\u00e7\u00e3o de uma sustentabilidade pragm\u00e1tica, capaz de entregar impacto mensur\u00e1vel e valor ao neg\u00f3cio, al\u00e9m de investimentos deliberados em intelig\u00eancia artificial com casos de uso claros e responsabilidade econ\u00f4mica. Em \u00faltima an\u00e1lise, os l\u00edderes que combinarem essa execu\u00e7\u00e3o disciplinada com aportes sustentados nas capacidades essenciais estar\u00e3o melhor posicionados para enfrentar a volatilidade e prosperar no setor.<\/p>\n<p>As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da McKinsey &amp; Company, traduzidas e adaptadas pela equipe MilkPoint.<\/p>\n<p><b>PIB do agroneg\u00f3cio brasileiro teve alta de 12,2% em 2025<\/b><\/p>\n<p>Avan\u00e7o foi sustentado sobretudo pelo crescimento da produ\u00e7\u00e3o agropecu\u00e1ria nacional<\/p>\n<p>O Produto Interno Bruto (PIB) do agroneg\u00f3cio brasileiro avan\u00e7ou 12,2% em 2025 sobre o ano anterior, sustentado sobretudo pelo crescimento da produ\u00e7\u00e3o agropecu\u00e1ria nacional, que tamb\u00e9m impulsionou os agrosservi\u00e7os. Os n\u00fameros, divulgados ontem, foram calculados pelo Centro de Estudos Avan\u00e7ados em Economia Aplicada (Cepea), em parceria com a Confedera\u00e7\u00e3o da Agricultura e Pecu\u00e1ria do Brasil (CNA).<\/p>\n<p>Segundo o Cepea\/CNA, o PIB do agroneg\u00f3cio alcan\u00e7ou R$ 3,20 trilh\u00f5es no ano passado, sendo aproximadamente R$ 2,06 trilh\u00f5es no ramo agr\u00edcola e R$ 1,14 trilh\u00e3o no ramo pecu\u00e1rio, a pre\u00e7os do quarto trimestre.<\/p>\n<p>Com esse resultado, a participa\u00e7\u00e3o do agroneg\u00f3cio na economia brasileira foi de 25,13% em 2025, acima dos 22,9% registrados no ano anterior.<\/p>\n<p>A CNA destacou que, apesar da expressiva expans\u00e3o registrada no acumulado do ano, o resultado foi impulsionado, principalmente, pela eleva\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os reais ao longo do per\u00edodo.<\/p>\n<p>\u201cCom a incorpora\u00e7\u00e3o dos dados referentes ao \u00faltimo trimestre do ano, o desempenho do PIB do agroneg\u00f3cio foi relativamente mais contido do que aquele projetado pelas an\u00e1lises parciais. Mesmo assim, o resultado mostrou um crescimento importante, sustentado tanto pelo aumento da produ\u00e7\u00e3o quanto pela manuten\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os reais em patamares superiores aos observados em 2024\u201d, afirmou a entidade em comunicado.<\/p>\n<p>Entre os segmentos do agro, o PIB dos insumos cresceu 5,37%, impulsionado pelos insumos agr\u00edcolas, especialmente fertilizantes, defensivos e m\u00e1quinas. J\u00e1 os insumos de base pecu\u00e1ria recuaram, influenciados pela queda no valor da produ\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria de ra\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>No segmento prim\u00e1rio, o crescimento foi expressivo (17,06%), segundo os c\u00e1lculos, sustentado tanto pelo aumento da produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola, com destaque para milho e caf\u00e9, quanto pela combina\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os mais elevados e maior produ\u00e7\u00e3o na pecu\u00e1ria.<\/p>\n<p>Na agroind\u00fastria, o desempenho foi heterog\u00eaneo: as atividades de base agr\u00edcola recuaram 3,33%, pressionadas pela queda dos pre\u00e7os industriais, enquanto as de base pecu\u00e1ria avan\u00e7aram 36,54%, influenciadas pela valoriza\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os e pela expans\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Os agrosservi\u00e7os tamb\u00e9m tiveram avan\u00e7o significativo no ano passado (13,76%), \u201crefletindo principalmente o dinamismo da pecu\u00e1ria\u201d, de acordo com os c\u00e1lculos do Cepea\/CNA. (Valor Econ\u00f4mico)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Jogo R\u00e1pido<\/b><\/i><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>MILHO\/CEPEA: Agentes voltam as aten\u00e7\u00f5es ao clima<\/b><br \/>\nA colheita da safra ver\u00e3o do milho est\u00e1 na reta final e a semeadura da segunda safra est\u00e1 praticamente finalizada. Assim, agentes do setor consultados pelo Cepea voltam as aten\u00e7\u00f5es ao clima quente e seco e aos poss\u00edveis impactos desse cen\u00e1rio sobre o desenvolvimento destas lavouras. Segundo pesquisadores do Cepea, at\u00e9 o momento, a produ\u00e7\u00e3o da segunda safra 2025\/26 segue estimada para ser levemente inferior \u00e0 temporada 2024\/25, mas ainda ser\u00e1 elevada. Entretanto, a irregularidade das chuvas nos \u00faltimos dias e a previs\u00e3o de volume ainda pequeno, al\u00e9m das altas temperaturas em parte de Goi\u00e1s, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Paran\u00e1, deixam produtores em alerta. No spot, as negocia\u00e7\u00f5es envolvendo o milho ainda seguem limitadas, devido \u00e0 demanda enfraquecida \u2013 consumidores priorizam o uso dos estoques e adquirem novos lotes apenas de forma pontual, apontam pesquisadores do Cepea. Compradores tamb\u00e9m est\u00e3o de olho nos bons volumes dos estoques de passagem da temporada 2024\/25 e na maior colheita da safra ver\u00e3o 2025\/26 e, com isso, mant\u00eam expectativas de pre\u00e7os menores nas pr\u00f3ximas semanas. Muitos vendedores, contudo, voltaram a limitar o volume no spot, \u00e0 espera de rea\u00e7\u00e3o nos valores, fundamentados nas atuais especula\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)<\/i><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 28 de abril de 2026&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 20 - N\u00b0 4.619 Conseleite sinaliza recupera\u00e7\u00e3o e valor projetado para o leite \u00e9 de R$ 2,5333 em <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2026\/04\/28\/28-04-2026\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"28\/04\/2026\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-19163","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19163","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=19163"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19163\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":19168,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19163\/revisions\/19168"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=19163"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=19163"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=19163"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}