{"id":19137,"date":"2026-04-22T19:14:38","date_gmt":"2026-04-22T19:14:38","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=19137"},"modified":"2026-04-22T19:16:39","modified_gmt":"2026-04-22T19:16:39","slug":"22-04-2026","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2026\/04\/22\/22-04-2026\/","title":{"rendered":"22\/04\/2026"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/9wC509ABF0420\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/9wC509ABF0420\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 22 de abril de 2026&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 20 - N\u00b0 4.615<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<hr>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Escala 6x1: representantes do agro criticam mudan\u00e7as no campo<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><i>Associa\u00e7\u00f5es afirmam que o PL pode aumentar custos e prejudicar a competitividade do setor<\/i><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Projeto de Lei 1838\/2026, que prop\u00f5e a redu\u00e7\u00e3o da jornada m\u00e1xima semanal de trabalho de 44 para 40 horas e a amplia\u00e7\u00e3o para dois dias de descanso semanal remunerado, voltou a ser debatido nesta semana por diferentes setores. Na ter\u00e7a-feira (14\/4), o presidente Lula assinou uma mensagem presidencial formalizando o envio do PL ao Congresso Nacional, com urg\u00eancia constitucional.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Diante disso, diferentes entidades do agroneg\u00f3cio se posicionaram sobre as mudan\u00e7as no sistema de trabalho. Segundo a Frente Parlamentar da Agropecu\u00e1ria (FPA), caso a proposta seja promulgada, os impactos sobre o setor podem superar a m\u00e9dia nacional. \u00c1reas como agropecu\u00e1ria, constru\u00e7\u00e3o e com\u00e9rcio podem ter um custo adicional que varia entre 7,8% e 8,6%, de acordo com estudo preliminar do Minist\u00e9rio do Trabalho e Emprego, divulgado no m\u00eas passado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Sistema Faep, composto pela Federa\u00e7\u00e3o da Agricultura do Estado do Paran\u00e1 (Faep), pelo Servi\u00e7o Nacional de Aprendizagem Rural do Paran\u00e1 (Senar-PR) e pelos sindicatos rurais, encaminhou, nesta sexta-feira (17\/4), um of\u00edcio aos deputados federais e senadores solicitando a n\u00e3o aprova\u00e7\u00e3o da proposta.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo a entidade, a mudan\u00e7a compromete a efici\u00eancia produtiva, eleva os custos e afeta a competitividade do setor. Al\u00e9m disso, a redu\u00e7\u00e3o da jornada no meio rural geraria um impacto de R$ 4,1 bilh\u00f5es por ano na agropecu\u00e1ria do Paran\u00e1, considerando uma base de 645 mil postos de trabalho e uma massa salarial anual estimada em R$ 24,8 bilh\u00f5es, conforme levantamento do Departamento T\u00e9cnico e Econ\u00f4mico (DTE) do Sistema Faep.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A entidade afirma ainda que, com a aprova\u00e7\u00e3o do PL, ser\u00e1 necess\u00e1ria uma reposi\u00e7\u00e3o de 16,6% da for\u00e7a de trabalho para cobrir o chamado \u201cv\u00e1cuo operacional\u201d e defende que a decis\u00e3o seja baseada em crit\u00e9rios t\u00e9cnicos, com an\u00e1lise dos impactos econ\u00f4micos e sociais, e n\u00e3o em motiva\u00e7\u00f5es eleitoreiras.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outras entidades ligadas ao agroneg\u00f3cio tamb\u00e9m se manifestaram sobre o fim da escala 6x1. A Associa\u00e7\u00e3o Brasileira da Ind\u00fastria de Alimentos (ABIA) afirmou reconhecer a legitimidade do debate, especialmente no que diz respeito \u00e0 moderniza\u00e7\u00e3o e \u00e0 qualidade do trabalho e da vida dos trabalhadores. Ainda assim, assim como o Sistema Faep, defende que qualquer mudan\u00e7a seja baseada em an\u00e1lises t\u00e9cnicas, respeite um per\u00edodo de transi\u00e7\u00e3o e considere as diferen\u00e7as entre os setores, de modo a minimizar impactos negativos sobre emprego, renda e custo de vida.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cAltera\u00e7\u00f5es que pressionem custos e desorganizem cadeias produtivas de bens essenciais tendem a afetar diretamente o acesso aos alimentos e a seguran\u00e7a alimentar, penalizando de forma mais intensa as fam\u00edlias de menor renda\u201d, afirmou a ABIA, em nota.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Comiss\u00e3o Nacional de Rela\u00e7\u00f5es do Trabalho e Previd\u00eancia Social da Confedera\u00e7\u00e3o da Agricultura e Pecu\u00e1ria do Brasil (CNA) tamb\u00e9m se reuniu na tarde desta quinta-feira (16\/4) para discutir o tema e a seguran\u00e7a trabalhista no campo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O presidente da comiss\u00e3o, Humberto Miranda, destacou a import\u00e2ncia do di\u00e1logo com a sociedade sobre propostas que alteram o modelo atual de jornada e escala de trabalho. J\u00e1 o representante de Rela\u00e7\u00f5es do Trabalho da CNA, Rodrigo Hugueney, defendeu que eventuais mudan\u00e7as considerem a realidade dos diferentes setores produtivos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De acordo com Paula Montagner, subsecret\u00e1ria de Estat\u00edstica e Estudos do Trabalho do Minist\u00e9rio do Trabalho e Emprego, o custo m\u00e9dio da redu\u00e7\u00e3o da jornada de 44 para 40 horas semanais na economia geral \u00e9 de 4,7% sobre a massa de rendimentos do pa\u00eds. No entanto, alguns setores devem ser impactados de forma distinta.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os dados fazem parte de um estudo preliminar do Minist\u00e9rio do Trabalho e Emprego, apresentado no m\u00eas passado na Comiss\u00e3o de Constitui\u00e7\u00e3o e Justi\u00e7a e de Cidadania (CCJC) da C\u00e2mara dos Deputados, durante audi\u00eancia p\u00fablica que debateu a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 221 de 2019. (Globo Rural)<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>GDT - Global Dairy Trade<\/b><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/MFzb74ABF0114\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/MFzb74ABF0114\"><\/p>\n<p>Fonte: GDT adaptado pelo Sindilat\/RS<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Leite A2 avan\u00e7a no Brasil e atrai gigantes do setor<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A produ\u00e7\u00e3o de leite A2 ganha espa\u00e7o no pa\u00eds, devido \u00e0 maior facilidade de digest\u00e3o em compara\u00e7\u00e3o com o leite mais comum. Grandes latic\u00ednios, como Piracanjuba, Xand\u00f4 e Italac, refor\u00e7aram suas linhas de produto nesse nicho de mercado, que atualmente representa menos de 1% da produ\u00e7\u00e3o nacional.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">D\u00e9bora Ribeiro Gomide, pesquisadora de bovinocultura de leite no Campo Experimental de Tr\u00eas Pontas (CETP) da Empresa de Pesquisa Agropecu\u00e1ria de Minas Gerais (Epamig), explica que o leite A2 \u00e9 produzido por vacas com a gen\u00e9tica A2A2, que produzem leite com a prote\u00edna betacase\u00edna A2. As case\u00ednas representam a maior parte da prote\u00edna no leite. Durante a digest\u00e3o, a betacase\u00edna A1 libera um pept\u00eddeo chamado beta-casomorfina-7 (BCM-7), que, em pessoas sens\u00edveis, causa desconforto gastrointestinal. A case\u00edna A2 n\u00e3o leva \u00e0 forma\u00e7\u00e3o de BCM-7. As vacas A1A1 produzem o leite A1 e as vacas A1A2 produzem os dois tipos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A identifica\u00e7\u00e3o \u00e9 feita por teste gen\u00e9tico. Para garantir que a produ\u00e7\u00e3o \u00e9 exclusivamente de leite A2, as fazendas passam por um processo de certifica\u00e7\u00e3o e rastreabilidade do produto. \u201c\u00c9 um nicho pequeno do mercado, representa menos de 1%, mas o grande chamariz \u00e9 que as pessoas querem um controle melhor de qualidade, saber a proced\u00eancia do produto, e o leite A2 oferece isso por causa da certifica\u00e7\u00e3o\u201d, avalia Gomide. A pesquisadora acrescenta que vacas de todas as ra\u00e7as podem produzir o leite A2. Mas, geralmente, os genes A2 s\u00e3o mais frequentes em ra\u00e7as zebu\u00ednas, como nelore e gir.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Fazenda Colorado, de Araras (SP), dona da marca Xand\u00f4, \u00e9 a que possui maior n\u00famero de produtos com leite A2 no pa\u00eds atualmente. S\u00e3o sete linhas de produtos, sendo quatro leites - integral, desnatado, semidesnatado e semidesnatado zero lactose - e tr\u00eas queijos (minas frescal, minas padr\u00e3o e coalho).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Eduardo Jakus, diretor geral da Xand\u00f4, diz que, hoje, 65% das vendas da marca j\u00e1 s\u00e3o de produtos com leite A2. \u201cEssas linhas v\u00eam ganhando uma import\u00e2ncia muito grande, est\u00e3o com crescimento muito acelerado. A gente cresce a duplo d\u00edgito, puxado pela linha de A2, que cresce bem acima do mercado\u201d, afirma Jakus. Ele observou que o volume total do mercado de leite cresceu 2% em 2025, mas categoria de leite fresco cresceu 11%. A Xand\u00f4 \u00e9 l\u00edder na categoria de leite fresco refrigerado em S\u00e3o Paulo, com 40,4% do volume e 44,5% da receita, segundo a Scanntech.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Jakus diz que o leite A2 \u00e9 captado e processado separado do restante. A produ\u00e7\u00e3o \u00e9 feita 100% na Fazenda Colorado, com ordenha, resfriamento, pasteuriza\u00e7\u00e3o e embalagem feitos sem contato manual. A fazenda conta com mais de 2,1 mil vacas holandesas em lacta\u00e7\u00e3o, que chegam a produzir 96 toneladas de leite por dia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Grupo Piracanjuba informou que suas vendas de produtos com leite A2 tamb\u00e9m crescem dois d\u00edgitos por ano. A diferen\u00e7a de pre\u00e7o em rela\u00e7\u00e3o aos outros tipos de leite varia de 25% a 35%. \u201cA diferen\u00e7a j\u00e1 foi maior, mas conforme o volume de produ\u00e7\u00e3o aumenta, os custos fixos diluem e a gente repassa para o varejo. O leite A2 segue a mesma trajet\u00f3ria do leite zero lactose\u201d, afirma Gustavo Afonso de Almeida, diretor comercial do Grupo Piracanjuba.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Atualmente, a Piracanjuba produz leite A2 em p\u00f3 integral, leite integral, semidesnatado e semidesnatado zero lactose. A produ\u00e7\u00e3o vem de fazendas certificadas, e o processamento \u00e9 feito em tanques espec\u00edficos nas unidades industriais de Goi\u00e2nia e Araraquara (SP). \u201cO custo \u00e9 mais alto, tem que certificar a fazenda, fazer a sele\u00e7\u00e3o do gado, fazer o processamento separado\u201d, observa Almeida. O executivo disse que o desenvolvimento de novas linhas vai depender da evolu\u00e7\u00e3o do consumo do leite A2 no pa\u00eds.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Latic\u00ednio Muai, que pertence \u00e0 Fazenda Bom Retiro, em Pouso Alto (MG), produz atualmente leite integral em vers\u00f5es de 1 litro e 500 mililitros, queijo minas frescal e ricota fresca com leite A2. Rodrigo Nilo, diretor executivo do Latic\u00ednio Muai, diz que vai ampliar o portf\u00f3lio neste ano com a introdu\u00e7\u00e3o de leite desnatado, semidesnatado e zero lactose. \u201c\u00c9 um mercado incipiente, mas cresce de maneira s\u00f3lida. A gente acredita que vai ganhar cada vez mais escala\u201d, diz Nilo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Muai produz atualmente 15 mil litros por dia de leite A2 e prev\u00ea um aumento de 25% neste ano. \u201cA nossa capacidade di\u00e1ria de produ\u00e7\u00e3o \u00e9 de at\u00e9 55 mil litros de leite A2 por dia, mas produzimos menos porque \u00e9 feito sob demanda\u201d, afirma Nilo. A empresa vende para redes de varejo que atendem principalmente a Regi\u00e3o Sudeste. A Fazenda Bom Retiro conta com 1,3 mil vacas, das quais 1,2 mil s\u00e3o A2A2. \u201cA fazenda faz a separa\u00e7\u00e3o das vacas, ordenha primeiro as vacas que produzem o leite A2 e depois o leite A1\u201d, diz o diretor.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Valor Econ\u00f4mico<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Jogo R\u00e1pido<\/b><\/i><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>J\u00e1 est\u00e3o dispon\u00edveis materiais do di\u00e1logo setorial sobre rotulagem de alimentos<\/b><br \/>\nA Ag\u00eancia Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria (Anvisa), por meio da Ger\u00eancia-Geral de Alimentos (GGALI) realizou, na \u00faltima quarta-feira (16\/4), um di\u00e1logo setorial virtual para discutir propostas regulat\u00f3rias relacionadas \u00e0 rotulagem de alimentos. O evento contou com a participa\u00e7\u00e3o de aproximadamente 1.115 representantes de diferentes setores da sociedade. O encontro teve como objetivos apresentar os fundamentos t\u00e9cnicos das propostas sobre DQI, uso de tecnologias para transmiss\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es na rotulagem e rotulagem de alimentos irradiados, al\u00e9m de esclarecer d\u00favidas e coletar percep\u00e7\u00f5es dos interessados para subsidiar a elabora\u00e7\u00e3o de futura consulta p\u00fablica. Durante a apresenta\u00e7\u00e3o, a Anvisa destacou que as tr\u00eas iniciativas integram a Agenda Regulat\u00f3ria 2026-2027 e possuem objetivos convergentes, voltados ao aprimoramento da transpar\u00eancia, da qualidade e da acessibilidade das informa\u00e7\u00f5es ao consumidor, bem como \u00e0 promo\u00e7\u00e3o de maior alinhamento com as diretrizes do Codex Alimentarius. Tamb\u00e9m foi apresentada a estrat\u00e9gia regulat\u00f3ria da GGALI, que prev\u00ea a condu\u00e7\u00e3o coordenada dos temas, com proposta de consulta p\u00fablica \u00fanica e busca de implementa\u00e7\u00e3o integrada, de modo a reduzir custos de adequa\u00e7\u00e3o e evitar sucessivas altera\u00e7\u00f5es nos r\u00f3tulos de alimentos. Adicionalmente, foi esclarecido que o planejamento regulat\u00f3rio da GGALI \u00e9 din\u00e2mico e que, embora a inten\u00e7\u00e3o institucional seja avan\u00e7ar de forma conjunta sempre que poss\u00edvel, eventuais altera\u00e7\u00f5es de estrat\u00e9gia poder\u00e3o ser adotadas caso se mostrem necess\u00e1rias, hip\u00f3tese em que os atores envolvidos ser\u00e3o informados. Para consulta e acompanhamento do tema,&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.gov.br\/anvisa\/pt-br\/assuntos\/noticias-anvisa\/2026\/ja-estao-disponiveis-materiais-do-dialogo-setorial-sobre-rotulagem-de-alimentos\" data-cke-saved-href=\"https:\/\/www.gov.br\/anvisa\/pt-br\/assuntos\/noticias-anvisa\/2026\/ja-estao-disponiveis-materiais-do-dialogo-setorial-sobre-rotulagem-de-alimentos\">est\u00e3o dispon\u00edveis os materiais clicando aqui<\/a>. (Anvisa)<\/i><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 22 de abril de 2026&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 20 - N\u00b0 4.615 Escala 6x1: representantes do agro criticam mudan\u00e7as no campo Associa\u00e7\u00f5es afirmam que o PL <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2026\/04\/22\/22-04-2026\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"22\/04\/2026\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-19137","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19137","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=19137"}],"version-history":[{"count":7,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19137\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":19144,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19137\/revisions\/19144"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=19137"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=19137"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=19137"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}