{"id":19105,"date":"2026-04-15T18:41:36","date_gmt":"2026-04-15T18:41:36","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=19105"},"modified":"2026-04-15T18:45:17","modified_gmt":"2026-04-15T18:45:17","slug":"15-04-2026","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2026\/04\/15\/15-04-2026\/","title":{"rendered":"15\/04\/2026"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/9wC509ABF0420\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/9wC509ABF0420\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 15 de abril de 2026&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 20 - N\u00b0 4.611<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<hr>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>INOVA\u00c7\u00c3O: Cadeia leiteira busca mais e ci\u00eancia e competitividade<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A busca por mais efici\u00eancia, qualidade e competitividade tem impulsionado a inova\u00e7\u00e3o na cadeia leiteira de Iju\u00ed e regi\u00e3o, movimento que reflete uma tend\u00eancia mais ampla, que acontece em todo o Rio Grande do Sul. Para o JM, o secret\u00e1rio-executivo do Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do Rio Grande do Sul (Sindilat) e vice-coordenador do Conseleite RS, Darlan Palharini, explica que houveram diversos&nbsp;<br \/>\navan\u00e7os tecnol\u00f3gicos importantes nos \u00faltimos anos no setor, que vive um processo cont\u00ednuo de transforma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na avalia\u00e7\u00e3o de Palharini, o n\u00edvel de inova\u00e7\u00e3o da cadeia leiteira ga\u00facha \u00e9 muito positivo, mas ainda existem diversas desigualdades no que diz respeito ao acesso e aplica\u00e7\u00e3o pr\u00e1tica de novas tecnologias.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo o secret\u00e1rio, a grande maioria das propriedades m\u00e9dias e grandes do Estado j\u00e1 incorporaram tecnologias e equipamentos mais modernos. No entanto, por outro lado, um n\u00famero significativo de pequenas propriedades ainda enfrenta dificuldades para implementar estes recursos, principalmente por causa das limita\u00e7\u00f5es financeiras.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A garantia de acesso \u00e0s novas tecnologias para os pequenos produtores \u00e9 um dos principais pontos de aten\u00e7\u00e3o para o futuro. Nesse contexto, Palharini destaca que, embora ainda existam desafios a serem superados, o avan\u00e7o, nos \u00faltimos anos, tem ocorrido de forma gradual e constante. \u201cAinda est\u00e3o faltando algumas outras quest\u00f5es para que possamos nos comparar a pa\u00edses de primeiro mundo em quest\u00e3o de inova\u00e7\u00e3o, mas \u00e9 um caminho que, apesar de ser lento, \u00e9 cont\u00ednuo\u201d, afirma.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entre as \u00e1reas que mais demandam investimentos atualmente, Palharini destaca o melhoramento gen\u00e9tico do rebanho como um dos principais caminhos para aumentar a produtividade da cadeia leiteira do Rio Grande do Sul. \u201cE essa produtividade \u00e9 realmente fundamental para que a gente possa ser mais competitivo\u201d, diz. Segundo ele, a qualidade do leite, com maior teor de s\u00f3lidos e gordura, impacta diretamente o retorno financeiro obtido pelo produtor e a efici\u00eancia industrial.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outra demanda interessante diz respeito \u00e0 sucess\u00e3o no meio rural. O secret\u00e1rio destaca que diversos produtores t\u00eam investido em novos equipamentos e tecnologias para reduzir o desgaste f\u00edsico associado \u00e0 atividade. Para ele, essa maior facilidade no trabalho \u00e9 um importante fator que motiva filhos de produtores a permanecerem no meio, garantindo a continuidade dos neg\u00f3cios.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por fim, apesar dos benef\u00edcios que a implementa\u00e7\u00e3o de novas tecnologias traz ao campo, o secret\u00e1rio explica que ainda existem diversos desafios que s\u00e3o enfrentados pelos produtores que desejam inovar. O principal deles, segundo Palharini, diz respeito \u00e0 quest\u00e3o financeira, mais especificamente ao alto custo do cr\u00e9dito.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cN\u00f3s temos um custo financeiro, hoje, em torno de 18% a 20% ao ano para investimentos maiores, j\u00e1 que a nossa taxa Selic est\u00e1 em 14,75%. Isso acaba gerando muita dificuldade para que os produtores realizem grandes investimentos, j\u00e1 que eles precisar\u00e3o ter uma taxa de retorno muito boa para conseguir pagar os fi nanciamentos\u201d, explica. Este poder financeiro reduzido dos produtores tamb\u00e9m impacta a ind\u00fastria do ramo, que acaba diminuindo seus investimentos na pesquisa e no desenvolvimento de novos produtos. (Jornal da Manh\u00e3)<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>FAO alerta para risco de infla\u00e7\u00e3o de alimentos<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os navios que transportam insumos agr\u00edcolas ter\u00e3o que come\u00e7ar a atravessar o Estreito de Ormuz o mais r\u00e1pido poss\u00edvel para evitar o risco de uma disparada na infla\u00e7\u00e3o global dos alimentos ainda neste ano, o que poderia desencadear uma s\u00e9rie de efeitos semelhantes aos da crise da pandemia de covid-19. O alerta foi feito por representantes da Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para a Alimenta\u00e7\u00e3o e a Agricultura (FAO).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cO tempo est\u00e1 se esgotando, e os calend\u00e1rios de safras colocam os pa\u00edses mais pobres em maior risco de escassez e alto custo de fertilizantes e insumos energ\u00e9ticos\u201d, afirmou o economista-chefe da FAO, Maximo Torero, em um podcast produzido pela entidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entre 20% e 45% das exporta\u00e7\u00f5es de insumos usados na agricultura no mundo passam pelo Estreito de Ormuz, segundo a FAO.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cA \u00faltima coisa que queremos \u00e9 uma menor produtividade agr\u00edcola e pre\u00e7os mais altos das commodities e infla\u00e7\u00e3o de alimentos no pr\u00f3ximo ano\u201d, acrescentou Torero, observando que a continuidade do bloqueio for\u00e7aria os pa\u00edses a implementar pol\u00edticas para reduzir os pre\u00e7os dos alimentos. Isso acarretaria aumento das taxas de juros e, consequentemente, um potencial crescimento econ\u00f4mico mais lento em todo o mundo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O \u00faltimo \u00cdndice de Pre\u00e7os de Alimentos da FAO, referente a mar\u00e7o, mostrou-se relativamente est\u00e1vel gra\u00e7as \u00e0 ampla oferta da maioria das commodities alimentares, especialmente cereais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por\u00e9m a FAO alertou que a press\u00e3o sobre o \u00edndice est\u00e1 aumentando em abril e se intensificar\u00e1 em maio, \u00e0 medida que os agricultores tomarem decis\u00f5es sobre se devem ou n\u00e3o mudar as op\u00e7\u00f5es de plantio para se adaptarem \u00e0 disponibilidade de fertilizantes. Ou se devem alocar mais terras e recursos para biocombust\u00edveis para se beneficiarem dos pre\u00e7os mais altos do petr\u00f3leo, mas restringindo a oferta global de alimentos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cEstamos em uma crise de insumos; n\u00e3o queremos que se torne uma cat\u00e1strofe\u201d, disse David Laborde, diretor da Divis\u00e3o de Economia Agroalimentar da FAO, que participou do podcast.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo a FAO, os riscos para a produ\u00e7\u00e3o de alimentos s\u00e3o consideravelmente maiores do que em 2022, e as condi\u00e7\u00f5es est\u00e3o presentes para uma \u201ctempestade perfeita\u201d caso a situa\u00e7\u00e3o atual seja tamb\u00e9m afetada por um El Ni\u00f1o forte, que rivalize ou supere a crise da pandemia. (Valor Econ\u00f4mico)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>FIERGS critica proposta do governo e cobra responsabilidade no debate sobre jornada de trabalho<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O governo federal formalizou, em regime de urg\u00eancia constitucional, o envio ao Congresso Nacional do Projeto de Lei n\u00b0 1.838\/2026, que reduz a jornada m\u00e1xima de trabalho de 44 para 40 horas semanais, assegura dois dias de descanso remunerado e pro\u00edbe qualquer redu\u00e7\u00e3o salarial \u2014 medida que, na pr\u00e1tica, extingue a escala 6x1.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A FIERGS manifesta profunda preocupa\u00e7\u00e3o com a forma e o momento em que a proposta foi apresentada. Trata-se de uma mudan\u00e7a estrutural nas rela\u00e7\u00f5es de trabalho, com impactos amplos e duradouros sobre a economia, que est\u00e1 sendo encaminhada de forma a\u00e7odada, sem o devido debate com a sociedade e o setor produtivo \u2014 especialmente em um contexto de ano eleitoral.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N\u00e3o \u00e9 de hoje que alertamos para os efeitos negativos de uma medida dessa magnitude. Estimativas indicam que a redu\u00e7\u00e3o da jornada para 40 horas pode elevar em at\u00e9 R$ 267 bilh\u00f5es por ano os custos com trabalhadores formais no pa\u00eds, o que representa um aumento de at\u00e9 7%. Na ind\u00fastria, o impacto seria ainda mais severo, com crescimento de aproximadamente 11% nas despesas \u2014 o equivalente a R$ 88 bilh\u00f5es. Estudos do IBRE\/FGV apontam, ainda, risco de queda de at\u00e9 11,3% no PIB.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Cabe destacar que o Brasil j\u00e1 opera, na pr\u00e1tica, com uma m\u00e9dia de aproximadamente 39 horas semanais de trabalho, resultado de negocia\u00e7\u00f5es coletivas, especificidades setoriais e estrat\u00e9gias empresariais. O atual limite legal de 44 horas oferece a flexibilidade necess\u00e1ria para acomodar as diferentes realidades econ\u00f4micas do pa\u00eds \u2014 algo que a proposta do governo ignora completamente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Al\u00e9m disso, a legisla\u00e7\u00e3o vigente j\u00e1 permite a redu\u00e7\u00e3o e reorganiza\u00e7\u00e3o da jornada por meio de negocia\u00e7\u00e3o coletiva, respeitando as particularidades de cada setor, regi\u00e3o e atividade econ\u00f4mica. Ao impor uma regra uniforme, o governo desconsidera essa diversidade e compromete a capacidade de adapta\u00e7\u00e3o das empresas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A FIERGS alerta que medidas dessa natureza tendem a pressionar o custo de produ\u00e7\u00e3o, impactar pre\u00e7os de bens e servi\u00e7os, gerar efeitos inflacion\u00e1rios e, sobretudo, prejudicar a gera\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o de empregos formais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Diante disso, \u00e9 inaceit\u00e1vel que um tema t\u00e3o sens\u00edvel e complexo seja tratado com tamanha pressa. O pa\u00eds precisa de um debate s\u00e9rio, t\u00e9cnico e respons\u00e1vel, baseado em evid\u00eancias e com ampla participa\u00e7\u00e3o da sociedade \u2014 e n\u00e3o de decis\u00f5es precipitadas que colocam em risco a competitividade da economia brasileira. (FIERGS)<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Jogo R\u00e1pido<\/b><\/i><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><em><strong>MILHO\/CEPEA: Indicador segue est\u00e1vel, na casa dos R$ 69\/sc<\/strong><\/em><br \/>\n<em>Os pre\u00e7os do milho permaneceram na casa dos R$ 69,00 por saca de 60 kg em quase todo este m\u00eas, mesmo registrando pequenas quedas no mercado interno nos \u00faltimos dias. Segundo pesquisadores do Cepea, os recuos foram influenciados pelo baixo interesse de compradores, que se mantiveram cautelosos nas negocia\u00e7\u00f5es. Parte desses agentes relata ter estoques, al\u00e9m de aguardar baixas mais expressivas nos pr\u00f3ximos dias. J\u00e1 vendedores, atentos \u00e0 demanda enfraquecida, apresentaram maior interesse nas negocia\u00e7\u00f5es, chegando, em alguns momentos, a reduzir os valores ofertados. De acordo com o Cepea, isso \u00e9 reflexo da queda cambial, que reduz a paridade de exporta\u00e7\u00e3o, do avan\u00e7o da colheita de safra ver\u00e3o e do retorno das chuvas em partes das regi\u00f5es produtoras de segunda safra, que devem beneficiar o desenvolvimento das lavouras. (CEPEA VIA TERRA VIVA)<\/em><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 15 de abril de 2026&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 20 - N\u00b0 4.611 INOVA\u00c7\u00c3O: Cadeia leiteira busca mais e ci\u00eancia e competitividade A busca por mais efici\u00eancia, <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2026\/04\/15\/15-04-2026\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"15\/04\/2026\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-19105","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19105","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=19105"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19105\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":19110,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19105\/revisions\/19110"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=19105"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=19105"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=19105"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}