{"id":19020,"date":"2026-03-31T19:23:03","date_gmt":"2026-03-31T19:23:03","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=19020"},"modified":"2026-03-31T19:24:42","modified_gmt":"2026-03-31T19:24:42","slug":"31-03-2026","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2026\/03\/31\/31-03-2026\/","title":{"rendered":"31\/03\/2026"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/9wC509ABF0420\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/9wC509ABF0420\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 31 de mar\u00e7o de 2026&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 20 - N\u00b0 4.601<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<hr>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Marcas de Quem Decide do Jornal do Com\u00e9rcio destaca associadas ao Sindilat<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As ind\u00fastrias associadas ao Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do Rio Grande do Sul (Sindilat\/RS) novamente conquistaram posi\u00e7\u00f5es de destaque na mais recente edi\u00e7\u00e3o do pr\u00eamio Marcas de Quem Decide, promovido pelo Jornal do Com\u00e9rcio. O levantamento, que h\u00e1 quase tr\u00eas d\u00e9cadas certifica as marcas mais lembradas e preferidas no Estado, evidenciou a for\u00e7a do setor l\u00e1cteo nas categorias Produtos L\u00e1cteos e Cooperativas Agr\u00edcolas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na primeira categoria, a Santa Clara mant\u00e9m a lideran\u00e7a, com 26,25% de lembran\u00e7a e 29,20% de prefer\u00eancia. A Eleg\u00ea aparece como segunda colocada, com 14,50% em lembran\u00e7a e 17,30% em prefer\u00eancia. A Pi\u00e1 registra 9,50% em lembran\u00e7a e 9,10% em prefer\u00eancia. J\u00e1 a Nestl\u00e9 apresenta 7,75% em lembran\u00e7a e 9,10% em prefer\u00eancia. Parmalat, com 4,50% em lembran\u00e7a, e Danone, com 4,00% em prefer\u00eancia, tamb\u00e9m aparecem no ranking. Na categoria Cooperativas Agr\u00edcolas, a Santa Clara figura pela 22\u00aa vez entre os destaques, ocupando a segunda coloca\u00e7\u00e3o, com 5,25% em lembran\u00e7a e 9,50% em prefer\u00eancia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Realizado desde 1999, o Marcas de Quem Decide reconhece as marcas mais presentes na mente e na escolha dos l\u00edderes empresariais e gestores p\u00fablicos. A pesquisa foi conduzida pelo Instituto Pesquisas de Opini\u00e3o (IPO) e, nesta edi\u00e7\u00e3o, ouviu 400 pessoas de 47 cidades, que responderam a 172 perguntas. Ao todo, foram citadas 5.080 marcas em lembran\u00e7a e 4.289 em prefer\u00eancia, distribu\u00eddas em 73 categorias, al\u00e9m de tr\u00eas grupos especiais voltados \u00e0 inova\u00e7\u00e3o, sustentabilidade e identidade regional.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A cerim\u00f4nia de premia\u00e7\u00e3o ocorreu no dia 3 de mar\u00e7o, no Sal\u00e3o de Atos da PUCRS, em Porto Alegre, reunindo lideran\u00e7as empresariais e autoridades p\u00fablicas. Os resultados completos est\u00e3o publicados na edi\u00e7\u00e3o especial do Jornal do Com\u00e9rcio desta segunda-feira, 30 de mar\u00e7o, que pode ser acessada&nbsp;<a href=\"https:\/\/flip.jornaldocomercio.com\/edicao\/impressa\/14043\/30-03-2026.html?_gl=1*fkg5jm*_gcl_au*MTgwNzE1ODU1NS4xNzcxOTM1NzQzLjE4NTA5MDAxMjAuMTc3NDYxNDI2Ni4xNzc0NjE0MjY2\" data-cke-saved-href=\"https:\/\/flip.jornaldocomercio.com\/edicao\/impressa\/14043\/30-03-2026.html?_gl=1*fkg5jm*_gcl_au*MTgwNzE1ODU1NS4xNzcxOTM1NzQzLjE4NTA5MDAxMjAuMTc3NDYxNDI2Ni4xNzc0NjE0MjY2\">clicando aqui.<\/a>&nbsp;(Sindilat\/RS)<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 1rem;\"><b>Pre\u00e7os do leite caem, volume dita ritmo entre Argentina e Uruguai<\/b><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><i>Ajuste nos pre\u00e7os do leite convive com retra\u00e7\u00e3o na Argentina e expans\u00e3o no Uruguai<\/i><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os pre\u00e7os do leite no mercado exportador do Cone Sul registraram queda nos per\u00edodos analisados, mas o movimento veio acompanhado de estrat\u00e9gias opostas entre Argentina e Uruguai.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Enquanto o mercado argentino contraiu simultaneamente pre\u00e7o, volume e destinos, o Uruguai ampliou fortemente o volume exportado mesmo com pre\u00e7os mais baixos, sinalizando abordagens distintas frente \u00e0 demanda internacional.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na Argentina, a primeira metade de fevereiro consolidou um cen\u00e1rio de retra\u00e7\u00e3o generalizada. O pre\u00e7o m\u00e9dio de exporta\u00e7\u00e3o caiu para USD 3.423,61 por tonelada, com redu\u00e7\u00e3o de 3,56% frente ao per\u00edodo anterior . O ajuste foi acompanhado por uma queda acentuada no volume exportado, que totalizou 13.222,21 toneladas, retra\u00e7\u00e3o de 37,04%. Ao mesmo tempo, o n\u00famero de destinos caiu de 43 para 29 mercados, evidenciando menor diversifica\u00e7\u00e3o comercial.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esse movimento simult\u00e2neo indica um ambiente de demanda mais restritiva, onde o ajuste n\u00e3o ocorreu apenas via pre\u00e7o, mas tamb\u00e9m via redu\u00e7\u00e3o de presen\u00e7a internacional. Para a ind\u00fastria, isso implica menor dilui\u00e7\u00e3o de custos fixos e maior depend\u00eancia de mercados espec\u00edficos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No Uruguai, o comportamento foi distinto. Na primeira metade de mar\u00e7o, o pre\u00e7o m\u00e9dio recuou de forma mais intensa, atingindo USD 3.395,99 por tonelada, queda de 11,72% . No entanto, o volume exportado cresceu 66,49%, alcan\u00e7ando 9.309,72 toneladas, enquanto o n\u00famero de destinos permaneceu est\u00e1vel em 25 mercados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esse padr\u00e3o sugere uma estrat\u00e9gia de ganho de competitividade via pre\u00e7o, com foco em ampliar coloca\u00e7\u00e3o de produto sem perda de estrutura comercial. A estabilidade nos destinos indica manuten\u00e7\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es comerciais, mesmo com ajuste de valores.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pre\u00e7os por produto \u2013 Argentina<br \/>\nLeite em p\u00f3 integral: USD 3.428,07 (+1,96%)<br \/>\nLeite em p\u00f3 desnatado: USD 2.978,34 (-24,10%)<br \/>\nQueijo semiduro: USD 3.898,86 (-0,62%)<br \/>\nQueijo duro: USD 6.116,22 (+0,02%)<br \/>\nManteiga: USD 4.787,30 (-0,02%)<br \/>\nSoro de leite (buttermilk): USD 2.440 (-0,18%)<br \/>\nPermeado de soro: USD 625,79 (-3,58%)<br \/>\nSoro parcialmente desmineralizado (D40%): USD 1.200,08 (-4,95%)<br \/>\nWPC 35%: USD 2.637,42 (-10,36%)<br \/>\nWPC 80%: USD 7.220,12 (-0,76%)<br \/>\nPre\u00e7os por produto \u2013 Uruguai<br \/>\nLeite em p\u00f3 integral: USD 3.347,30 (-5,35%)<br \/>\nLeite em p\u00f3 desnatado: USD 3.093,46 (+3,80%)<br \/>\nQueijo semiduro: USD 4.367,06 (+2,00%)<br \/>\nQueijo duro: USD 5.907,86 (+11,70%)<br \/>\nManteiga: USD 4.715,34 (-14,94%)<br \/>\nSoro parcialmente desmineralizado (D40%): USD 1.442,51 (+0,99%)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Leitura estrat\u00e9gica<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O contraste entre os dois mercados traz sinais relevantes para o tomador de decis\u00e3o brasileiro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Argentina evidencia perda de tra\u00e7\u00e3o exportadora com menor diversifica\u00e7\u00e3o, o que pode indicar maior vulnerabilidade a oscila\u00e7\u00f5es de demanda. J\u00e1 o Uruguai mostra capacidade de ajuste comercial, aceitando pre\u00e7os menores para sustentar volume e presen\u00e7a internacional.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para o Brasil, o cen\u00e1rio sugere um ambiente competitivo mais pressionado em pre\u00e7os, com players regionais adotando estrat\u00e9gias ativas para garantir fluxo de exporta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A diferen\u00e7a central est\u00e1 na forma como cada pa\u00eds responde \u00e0 mesma din\u00e2mica de mercado. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Edairy News)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Estado dos EUA pro\u00edbe l\u00e1cteos cultivados em laborat\u00f3rio<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os l\u00e1cteos produzidos em laborat\u00f3rio surgiram como uma inova\u00e7\u00e3o disruptiva de alta tecnologia na ind\u00fastria de alimentos. No entanto, produtores de leite dos Estados Unidos reagiram rapidamente, classificando essas inova\u00e7\u00f5es como \"leite falso\".<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">H\u00e1 alguns anos, os l\u00e1cteos produzidos em laborat\u00f3rio, obtidos por meio de fermenta\u00e7\u00e3o de precis\u00e3o ou t\u00e9cnicas de cultivo celular, surgiram como uma inova\u00e7\u00e3o disruptiva de alta tecnologia na ind\u00fastria de alimentos. Startups e investidores de capital de risco posicionaram esses produtos como alternativas sustent\u00e1veis e livres de animais ao leite tradicional, gerando grande aten\u00e7\u00e3o da m\u00eddia. No entanto, produtores de leite dos Estados Unidos reagiram rapidamente, classificando essas inova\u00e7\u00f5es como \u201cleite falso\u201d. Agora, esse impulso inicial est\u00e1 encontrando uma barreira legislativa \u00e0 medida que os estados se movem para proteger seu patrim\u00f4nio agr\u00edcola.<br \/>\nA proibi\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica do Mississippi<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Mississippi se tornou oficialmente o primeiro estado dos Estados Unidos a proibir explicitamente produtos l\u00e1cteos cultivados por c\u00e9lulas. Isso ocorreu ap\u00f3s a aprova\u00e7\u00e3o do projeto de lei HB 1153, que amplia as defini\u00e7\u00f5es legais de carne, prote\u00edna manufaturada, prote\u00edna cultivada, prote\u00edna de insetos, prote\u00edna vegetal e l\u00e1cteos cultivados por c\u00e9lulas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A legisla\u00e7\u00e3o foi criada para evitar a rotulagem enganosa de produtos l\u00e1cteos e estabelece requisitos rigorosos de rotulagem e autoridade de fiscaliza\u00e7\u00e3o. O ponto mais relevante \u00e9 que a lei implementa uma proibi\u00e7\u00e3o total da fabrica\u00e7\u00e3o, venda e distribui\u00e7\u00e3o de produtos l\u00e1cteos produzidos em laborat\u00f3rio dentro do estado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Principais pontos da HB 1153<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A lei torna-se vigente em 1\u00ba de julho de 2026 e constitui que infratores podem ser multados em US$ 500 por infra\u00e7\u00e3o por dia, com penalidade m\u00e1xima de US$ 10.000. O projeto concede autoridade ampliada aos inspetores estaduais para garantir o cumprimento e impedir que o \u201cleite falso\u201d chegue \u00e0s prateleiras.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Uma tend\u00eancia mais ampla de protecionismo<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Essa medida faz parte de um esfor\u00e7o legislativo maior no Mississippi para regular prote\u00ednas alternativas. No ano passado, o estado aprovou a HB 1006, que proibiu a carne cultivada em laborat\u00f3rio (com vig\u00eancia a partir de 1\u00ba de julho de 2025). Ambos os projetos foram patrocinados pelo deputado Bill Pigott, sinalizando um esfor\u00e7o consistente dos legisladores estaduais para priorizar a pecu\u00e1ria e a produ\u00e7\u00e3o leiteira tradicionais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O comiss\u00e1rio de agricultura do Mississippi, Andy Gipson, tem sido um forte defensor dessas medidas. Durante um recente evento do Dia Nacional da Agricultura, Gipson destacou a import\u00e2ncia de \u201ccomida de verdade para pessoas de verdade\u201d, enquadrando a proibi\u00e7\u00e3o como uma vit\u00f3ria da agricultura tradicional sobre alternativas artificiais. \u201cEstamos vivendo em uma \u00e9poca em que tudo parece artificial, e voc\u00ea se pergunta o que \u00e9 real. J\u00e1 vimos de tudo, desde grama falsa, como o astroturf, at\u00e9 carne falsa, e agora inventaram o leite produzido em laborat\u00f3rio, ou leite falso. Ent\u00e3o hoje estamos especialmente orgulhosos de estar aqui para celebrar a agricultura e promover comida de verdade para pessoas de verdade. Agrade\u00e7o aos nossos legisladores por fazerem do Mississippi o primeiro estado dos Estados Unidos a proibir o leite falso\u201d, disse.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Implica\u00e7\u00f5es para o setor<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A decis\u00e3o do Mississippi estabelece um precedente que outros estados produtores de leite podem seguir. Embora a ind\u00fastria de l\u00e1cteos cultivados em laborat\u00f3rio continue inovando globalmente, ela agora enfrenta um cen\u00e1rio regulat\u00f3rio fragmentado nos Estados Unidos, onde proibi\u00e7\u00f5es em n\u00edvel estadual podem limitar significativamente o acesso ao mercado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Federa\u00e7\u00e3o Nacional dos Produtores de Leite tem defendido consistentemente que o leite deve vir de um animal com casco. A entidade tem sido uma das principais impulsionadoras do projeto de lei do \"orgulho do leite\". Essa legisla\u00e7\u00e3o federal busca obrigar a FDA a aplicar padr\u00f5es de rotulagem que impe\u00e7am alternativas vegetais e cultivadas em laborat\u00f3rio de utilizarem termos como leite, queijo ou iogurte.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c0 medida que a ind\u00fastria de l\u00e1cteos cultivados em laborat\u00f3rio continua inovando globalmente, ela enfrenta um ambiente regulat\u00f3rio cada vez mais fragmentado nos Estados Unidos. Proibi\u00e7\u00f5es estaduais como a do Mississippi podem limitar significativamente o acesso ao mercado e dificultar o caminho para a comercializa\u00e7\u00e3o das empresas de prote\u00ednas alternativas. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Dairy Herd Management, traduzidas e adaptadas pela equipe MilkPoint)<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Jogo R\u00e1pido<\/b><\/i><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Endividamento atinge quase 50%<\/b><br \/>\nBras\u00edlia \u2013 Parcela de 49,7% das fam\u00edlias est\u00e1 endividada com o sistema financeiro. O resultado de janeiro divulgado ontem repete os 49,7% de dezembro de 2025, informou o Banco Central (BC). O pico hist\u00f3rico da s\u00e9rie foi atingido em julho de 2022, com 49,9%. Descontadas d\u00edvidas imobili\u00e1rias, o endividamento passou de 31,2% em dezembro a 31,3% em janeiro. J\u00e1 o comprometimento de renda das fam\u00edlias com o Sistema Financeiro Nacional subiu de 29,2% para 29,3%. E enquanto o endividamento afeta metade dos pesquisados, outro levantamento do BC mostrou que a taxa m\u00e9dia de juros cobrada pelos bancos subiu para as fam\u00edlias em fevereiro, com o cart\u00e3o de cr\u00e9dito rotativo pesando mais no bolso. A modalidade, uma das mais caras do mercado, chegou a 435,9% ao ano (Correio do Povo)<\/i><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 31 de mar\u00e7o de 2026&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 20 - N\u00b0 4.601 Marcas de Quem Decide do Jornal do Com\u00e9rcio destaca associadas ao Sindilat As ind\u00fastrias associadas ao <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2026\/03\/31\/31-03-2026\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"31\/03\/2026\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-19020","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19020","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=19020"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19020\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":19025,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19020\/revisions\/19025"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=19020"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=19020"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=19020"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}