{"id":18910,"date":"2026-03-13T20:05:34","date_gmt":"2026-03-13T20:05:34","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=18910"},"modified":"2026-03-13T20:06:54","modified_gmt":"2026-03-13T20:06:54","slug":"13-03-2026","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2026\/03\/13\/13-03-2026\/","title":{"rendered":"13\/03\/2026"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/9wC509ABF0420\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/9wC509ABF0420\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 13 de mar\u00e7o de 2026&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 20 - N\u00b0 4.589<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<hr>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Intelig\u00eancia artificial deve impulsionar nova fase da cadeia leiteira no Rio Grande do Sul<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Especialistas apontam a intelig\u00eancia artificial como aliada para uma nova fase da cadeia leiteira no RS. Investimentos em tecnologia e pesquisa buscam ampliar a produtividade, melhorar a qualidade do leite e fortalecer a renda dos produtores, com monitoramento desde a fazenda at\u00e9 o consumidor.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O futuro da cadeia leiteira deve ter a intelig\u00eancia artificial como aliada. \u00c9 o que apontam os especialistas do setor que participaram do painel Conecta GZH, nesta \u00faltima quarta-feira (11) na Expodireto, em N\u00e3o-Me-Toque.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com o tema \"Do campo ao consumidor: como a tecnologia pode elevar a qualidade do leite ga\u00facho\", o debate contou com a presen\u00e7a do professor da Universidade de Passo Fundo (UPF), Carlos Bondan, do presidente da Emater\/RS, Claudinei Baldissera, e do gerente de presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os da UPF, Cl\u00f3vis Tadeu Alves.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Conforme Bondan, a metade norte do Estado \u00e9 respons\u00e1vel pela maior produtividade de leite do RS, com 70% do volume total. Nesse contexto, a UPF investiu aproximadamente R$ 2,8 milh\u00f5es para a aquisi\u00e7\u00e3o de equipamentos que permitem an\u00e1lises mais completas e \u00e1geis do leite e da reprodu\u00e7\u00e3o animal.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\"A atividade leiteira \u00e9 uma das que tem o maior potencial de gera\u00e7\u00e3o de recursos financeiros e de distribu\u00ed-los dentro de uma cidade e regi\u00e3o. Diante disto, a UPF criou o laborat\u00f3rio do leite e queremos dar um novo passo com outros equipamentos\", explicou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A partir desses investimentos, a universidade pretende estruturar um centro de intelig\u00eancia artificial para monitorar a qualidade do leite em todas as etapas produtivas \u2014 desde a fazenda at\u00e9 o consumo final.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\"Nosso objetivo \u00e9 tornar o RS o Estado que mais produz leite no Brasil\" projeta o professor.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Produtores investem em tecnologia<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um acompanhamento feito pela UPF mostra que, desde 1997, o setor leiteiro tem apresentado redu\u00e7\u00e3o no n\u00famero de produtores. Por\u00e9m, segundo o gerente de presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os da universidade, quem fica na \u00e1rea investe em mais animais, focando no aumento da produtividade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\"Nas \u00faltimas d\u00e9cadas, tivemos exclus\u00e3o de produtores, mas inclus\u00e3o de animais. Ou seja, para se manter nessa cadeia, tem que ter volume de produtividade. Quem fica na atividade tem alto volume e consegue controlar o custo\" pontuou Cl\u00f3vis Tadeu Alves.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Neste cen\u00e1rio, o apoio ao produtor prestado pela Emater \u00e9 essencial. De acordo com o presidente da entidade, o trabalho desenvolvido acompanha de perto as pesquisas e extens\u00f5es das universidades.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entre as apostas a longo prazo est\u00e3o os equipamentos modernos para an\u00e1lise de leite e o sistema de an\u00e1lise esperm\u00e1tica, ideal para pesquisas sobre reprodu\u00e7\u00e3o animal. Essas tecnologias t\u00eam potencial de aumentar a produtividade e, consequentemente, a renda.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\"Sempre que surge uma tecnologia, o produtor vai ter que fazer o investimento\", resume o gerente de presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os da UPF.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do GZH, via Milkpoint, editadas pelo Sindilat.<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Exporta\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos da Argentina caem 23% em janeiro, ap\u00f3s forte desempenho ao fim de 2025<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As exporta\u00e7\u00f5es de produtos l\u00e1cteos da Argentina registraram queda em janeiro na compara\u00e7\u00e3o com dezembro de 2025. Segundo dados do Observat\u00f3rio da Cadeia L\u00e1ctea Argentina (OCLA), os embarques somaram 38.992 toneladas no primeiro m\u00eas de 2026 \u2014 uma retra\u00e7\u00e3o de 22,9% em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em valor, as vendas externas alcan\u00e7aram US$ 147,3 milh\u00f5es, redu\u00e7\u00e3o de 22,2%. Na pr\u00e1tica, foram exportadas cerca de 11,6 mil toneladas a menos, o equivalente a US$ 42 milh\u00f5es. Na compara\u00e7\u00e3o anual, por\u00e9m, o cen\u00e1rio \u00e9 diferente. Em rela\u00e7\u00e3o a janeiro de 2025, as exporta\u00e7\u00f5es cresceram 31,8% em volume e 26,6% em receita. O OCLA ressalta, no entanto, que esse avan\u00e7o expressivo ocorre porque o volume exportado no in\u00edcio do ano passado foi excepcionalmente baixo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com isso, a participa\u00e7\u00e3o das exporta\u00e7\u00f5es na produ\u00e7\u00e3o total de leite da Argentina ficou em 29,1% em janeiro de 2026 \u2014 um n\u00edvel considerado dentro da faixa hist\u00f3rica normal.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pre\u00e7os tamb\u00e9m recuam<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O pre\u00e7o m\u00e9dio das exporta\u00e7\u00f5es foi de US$ 3.778 por tonelada em janeiro, queda de 4% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo m\u00eas de 2025. No caso do leite em p\u00f3 \u2014 principal produto exportado pelo pa\u00eds, respons\u00e1vel por 42,4% dos embarques totais \u2014 o pre\u00e7o m\u00e9dio foi de US$ 3.492 por tonelada, 11,7% abaixo do registrado no ano anterior.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fator sazonal explica parte da queda<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De acordo com o OCLA, a redu\u00e7\u00e3o nas exporta\u00e7\u00f5es tem forte rela\u00e7\u00e3o com a sazonalidade da produ\u00e7\u00e3o de leite na Argentina. O pa\u00eds registra seu pico produtivo na primavera. Nesse per\u00edodo, que vai da sa\u00edda do inverno at\u00e9 o final do ano, \u00e9 comum que as exporta\u00e7\u00f5es aumentem para escoar os excedentes de produ\u00e7\u00e3o. Quando a produ\u00e7\u00e3o diminui, esse movimento tende a desacelerar \u2014 o que ajuda a explicar o desempenho de janeiro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outro fator relevante \u00e9 o forte desempenho de dezembro. O \u00faltimo m\u00eas de 2025 registrou um volume elevado de exporta\u00e7\u00f5es, o que amplia a diferen\u00e7a na compara\u00e7\u00e3o mensal. Mesmo assim, quando se analisa o acumulado anual, o desempenho externo permanece positivo: tanto o volume quanto o valor exportado cresceram mais de 25% em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mercado interno segue pressionado<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No mercado dom\u00e9stico, os dados mostram comportamentos distintos dependendo da base de compara\u00e7\u00e3o. Em rela\u00e7\u00e3o a janeiro de 2025, as vendas de produtos l\u00e1cteos recuaram 5,6%. J\u00e1 na compara\u00e7\u00e3o com dezembro, houve crescimento de 2,6%.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esse resultado, por\u00e9m, muda quando se observa o consumo em litros equivalentes \u2014 medida que considera o volume de leite utilizado na fabrica\u00e7\u00e3o dos produtos. Nesse caso, foi registrada uma queda de 8% frente a dezembro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Leite em p\u00f3 lidera as quedas<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entre as principais categorias, o maior recuo nas vendas em rela\u00e7\u00e3o a janeiro do ano passado ocorreu no leite em p\u00f3, com queda de 23,4%.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na sequ\u00eancia aparecem:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outros produtos l\u00e1cteos (como doce de leite, manteiga e iogurtes): -9,1%<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Leites fluidos: -5%<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O consumo de queijos, por outro lado, apresentou crescimento de 1,9% na compara\u00e7\u00e3o anual. Esse segmento tem grande relev\u00e2ncia para a cadeia, j\u00e1 que cerca de 50% da produ\u00e7\u00e3o nacional de leite \u00e9 destinada \u00e0 fabrica\u00e7\u00e3o de queijos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mudan\u00e7a no comportamento de consumo<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O OCLA aponta duas poss\u00edveis explica\u00e7\u00f5es para a retra\u00e7\u00e3o nas vendas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A primeira est\u00e1 relacionada \u00e0 base de dados utilizada. As informa\u00e7\u00f5es de vendas s\u00e3o coletadas pela Dire\u00e7\u00e3o Nacional de Latic\u00ednios a partir de ind\u00fastrias que representam cerca de 60% do mercado, o que significa que parte relevante do consumo \u2014 incluindo marcas menores e o mercado informal \u2014 n\u00e3o \u00e9 capturada pela pesquisa. Segundo o observat\u00f3rio, h\u00e1 ind\u00edcios de que o segmento n\u00e3o monitorado possa ter registrado aumento nas vendas em janeiro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nesse contexto, uma das hip\u00f3teses \u00e9 que consumidores estejam migrando das marcas l\u00edderes \u2014 inclu\u00eddas no levantamento \u2014 para produtos mais baratos ou de marcas menores.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Al\u00e9m disso, o desempenho do consumo tamb\u00e9m reflete oscila\u00e7\u00f5es no poder de compra da popula\u00e7\u00e3o. \u201cH\u00e1 varia\u00e7\u00f5es nesses per\u00edodos de acordo com a recupera\u00e7\u00e3o do poder aquisitivo das pessoas. Se compararmos janeiro deste ano com o de 2025, as vendas parecem menores porque naquele momento o desempenho havia sido relativamente bom, considerando que v\u00ednhamos de um 2024 mais dif\u00edcil\u201d, aponta o relat\u00f3rio (Com informa\u00e7\u00f5es do Clar\u00edn, resumidas pela Equipe MilkPoint)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>EMATER\/RS: Informativo Conjuntural 1910 de 12 de mar\u00e7o de 2026&nbsp;<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">BOVINOCULTURA DE LEITE&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nA atividade est\u00e1 est\u00e1vel na maior parte das regi\u00f5es, e houve recupera\u00e7\u00e3o gradual da produ\u00e7\u00e3o em \u00e1reas beneficiadas pelas chuvas do per\u00edodo. Ainda assim, as temperaturas elevadas seguem provocando estresse t\u00e9rmico nos rebanhos, reduzindo o tempo de pastejo e exigindo ajustes de manejo, como maior oferta de sombra, de \u00e1gua e de suplementa\u00e7\u00e3o alimentar. Em diversas propriedades, est\u00e3o sendo ofertados alimentos conservados, como silagem, feno e pr\u00e9-secado, para complementar a dieta e garantir o atendimento das exig\u00eancias nutricionais. O escore corporal e a qualidade do leite, avaliada pelos par\u00e2metros legais, est\u00e3o dentro de n\u00edveis adequados.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na regi\u00e3o administrativa da Emater\/RS-Ascar de Bag\u00e9, na Fronteira Oeste, em Manoel Viana e Alegrete, a produ\u00e7\u00e3o vem reagindo gradualmente devido \u00e0 melhoria da oferta de pastagens ap\u00f3s as chuvas das \u00faltimas semanas. As temperaturas elevadas no per\u00edodo causaram estresse no rebanho, levando produtores a ajustar os hor\u00e1rios de pastejo para reduzir impactos no consumo de forragem. A silagem produzida em janeiro e in\u00edcio de fevereiro j\u00e1 est\u00e1 sendo utilizada por alguns produtores, contribuindo para a qualidade da dieta das matrizes.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na de Caxias do Sul, os produtores suplementam os volumosos com silagem. As tardes ainda quentes exigiram medidas para diminuir o estresse t\u00e9rmico. Os bovinos a pasto t\u00eam buscado sombra e aguadas, e para os animais confinados foram utilizados ventiladores e vaporizadores para amenizar o calor. A qualidade do leite, avaliada pela contagem de c\u00e9lulas som\u00e1ticas (CCS) e pela contagem padr\u00e3o em placas (CPP), est\u00e1 dentro dos limites estabelecidos pelo Minist\u00e9rio da Agricultura \u2013 MAPA.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na de Erechim, os produtores que utilizam sistemas de pastoreio recolocaram os animais nos piquetes para melhor aproveitamento das pastagens, ap\u00f3s a recupera\u00e7\u00e3o das \u00e1reas. A utiliza\u00e7\u00e3o de alimentos conservados, como silagens, fenos e pr\u00e9-secados, continua como parte das dietas para complementar a oferta de nutrientes e atender \u00e0 demanda energ\u00e9tica dos rebanhos.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na de Iju\u00ed, a produ\u00e7\u00e3o apresentou leve queda. Por\u00e9m, a curva de sazonalidade est\u00e1 menos acentuada do que no mesmo per\u00edodo de 2025. O escore corporal dos animais est\u00e1 bom, e a qualidade do leite coletado segue dentro dos par\u00e2metros estabelecidos pela legisla\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na de Pelotas, em algumas propriedades, tem sido utilizada silagem e ra\u00e7\u00e3o para suprir a menor disponibilidade de forragem. De modo geral, a produ\u00e7\u00e3o est\u00e1 em bons n\u00edveis. Em rela\u00e7\u00e3o ao aspecto sanit\u00e1rio, observa-se aumento da incid\u00eancia de carrapatos em algumas propriedades, sendo recomendados tratamentos preventivos para evitar infesta\u00e7\u00f5es mais severas. Tamb\u00e9m foram registrados casos de raiva em alguns munic\u00edpios.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na de Santa Maria, as condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas mais amenas t\u00eam proporcionado maior conforto aos animais, reduzindo o estresse t\u00e9rmico e favorecendo o consumo de forragem.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na de Santa Rosa, as altas temperaturas t\u00eam provocado estresse t\u00e9rmico nos rebanhos leiteiros, diminuindo o tempo de pastejo e levando os animais a buscar \u00e1reas sombreadas durante as horas mais quentes do dia. Embora os rebanhos estejam com escore corporal adequado, observa-se desenvolvimento mais lento e necessidade de intensificar o uso de alimentos conservados, como silagem, feno e pr\u00e9-secado.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em C\u00e2ndido God\u00f3i, as chuvas leves n\u00e3o interferiram no manejo das propriedades, mas as temperaturas elevadas t\u00eam demandado, nos sistemas semiconfinados, a intensifica\u00e7\u00e3o do fornecimento de alimento no cocho para suprir as necessidades nutricionais do rebanho. (Emater\/RS adaptado pelo Sindilat\/RS)<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Jogo R\u00e1pido<\/b><\/i><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>PREVIS\u00c3O METEOROL\u00d3GICA<\/b><br \/>\nNa maior parte da pr\u00f3xima semana, o tempo dever\u00e1 permanecer est\u00e1vel em todo o territ\u00f3rio ga\u00facho. No dia 13\/03 (sexta-feira), o sistema dever\u00e1 se afastar gradualmente, reduzindo sua influ\u00eancia sobre o Estado. Assim, h\u00e1 previs\u00e3o de chuva fraca e passageira em pontos isolados da Serra e dos Campos de Cima da Serra. No dia 14\/03 (s\u00e1bado), o tempo voltar\u00e1 a ficar predominantemente est\u00e1vel, sem previs\u00e3o de chuva significativa em todo o territ\u00f3rio ga\u00facho. Nos dias 15\/03 (domingo), 16\/03 (segunda-feira), 17\/03 (ter\u00e7a-feira) e 18\/03 (quarta-feira), as condi\u00e7\u00f5es de estabilidade dever\u00e3o continuar predominando na maior parte do Estado. Entretanto, nos dias 17 e 18\/03, na Fronteira Oeste, poder\u00e1 ocorrer chuva fraca a moderada, associado ao transporte de umidade. A partir do dia 16\/03 (segunda-feira), as temperaturas dever\u00e3o voltar a se elevar gradualmente. De forma geral, os acumulados de precipita\u00e7\u00e3o dever\u00e3o chegar a 30 mm ao longo da semana. Em alguns pontos isolados da Fronteira Oeste e Campos de Cima da Serra, esse valor poder\u00e1 ser ultrapassado. Nas regi\u00f5es Central, Campanha e na por\u00e7\u00e3o mais a Sudeste, os valores previstos n\u00e3o ultrapassar\u00e3o os 10 mm acumulados. (Fonte: Simagro \u2013 Sistema de Monitoramento e Alertas Agroclim\u00e1ticos)<\/i><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 13 de mar\u00e7o de 2026&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 20 - N\u00b0 4.589 Intelig\u00eancia artificial deve impulsionar nova fase da cadeia leiteira no Rio Grande do Sul Especialistas apontam <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2026\/03\/13\/13-03-2026\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"13\/03\/2026\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-18910","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18910","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=18910"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18910\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":18914,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18910\/revisions\/18914"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=18910"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=18910"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=18910"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}