{"id":1882,"date":"2018-02-27T16:18:34","date_gmt":"2018-02-27T16:18:34","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/02\/27\/27-02-2018\/"},"modified":"2018-02-27T16:18:34","modified_gmt":"2018-02-27T16:18:34","slug":"27-02-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/02\/27\/27-02-2018\/","title":{"rendered":"27\/02\/2018"},"content":{"rendered":"<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 27 de fevereiro de 2018<\/em><\/strong><strong><em>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 12 - N\u00b0 2.683<\/em><\/strong><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; text-align: justify; width: 811px;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><u><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" \/><\/span><\/span><\/u><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\">\u00a0 <strong>Rio Grande do Sul credencia segundo laborat\u00f3rio de diagn\u00f3stico de brucelose<\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">A cadeia produtiva do leite do Rio Grande do Sul passa a contar com mais um endere\u00e7o para a realiza\u00e7\u00e3o de testes de brucelose animal. O Estado ganha o seu segundo laborat\u00f3rio credenciado pelo Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (MAPA). O Laborat\u00f3rio de Microbiologia Veterin\u00e1ria (Microvet) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) teve sua metodologia acreditada e credenciada pelo MAPA no final do ano passado.\u00a0 Os primeiros testes come\u00e7aram a ser feitos neste m\u00eas de fevereiro com a distribui\u00e7\u00e3o dos reagentes. A Portaria N\u00ba 147, que trata do credenciamento, foi publicada no Di\u00e1rio Oficial da Uni\u00e3o.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">O superintendente do MAPA no Rio Grande do Sul, Bernardo Todeschini, classificou o credenciamento como de grande import\u00e2ncia para a sanidade animal do Estado, especialmente pelo fato de dobrar a capacidade de realiza\u00e7\u00e3o de testes contra enfermidades bovinas em uma regi\u00e3o com grande concentra\u00e7\u00e3o pecu\u00e1ria. \"O local escolhido \u00e9 estrat\u00e9gico, junto a uma das institui\u00e7\u00f5es mais reconhecidas do Brasil e pr\u00f3ximo de um grande contingente de profissionais que atuam na medicina veterin\u00e1ria\", destaca Todeschini.\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">O Microvet vem para atender uma demanda reprimida na \u00e1rea de sanidade animal - de ind\u00fastrias, propriedades e comunidade acad\u00eamica - e se torna o segundo capacitado a realizar teste de brucelose, ao lado do Instituto de Pesquisas Veterin\u00e1rias Agropecu\u00e1rias Desid\u00e9rio Finamor (IPVDF), em Eldorado do Sul.\u00a0 Em todo o Brasil, s\u00e3o apenas 13 laborat\u00f3rios credenciados para a detec\u00e7\u00e3o da enfermidade no rebanho. Segundo Darlan Palharini, secret\u00e1rio-executivo do SIndilat, o credenciamento de mais um laborat\u00f3rio \u00e9 importante para a log\u00edstica do Estado. De acordo com ele, o Rio Grande do Sul \u00e9 o Estado que mais realiza testes justamente por ter uma pol\u00edtica incentivada pelo Sindilat. \"Com o apoio do Fundesa, o Sindilat busca o maior n\u00famero de propriedades com controle da tuberculose e brucelose. E, com essa a\u00e7\u00e3o, o Rio Grande do Sul se habilita a ter uma maior participa\u00e7\u00e3o no mercado brasileiro e mundial de derivados do leite e carne\", afirma Palharini.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">O projeto de diagn\u00f3stico atende produtores rurais que necessitam certificar rebanhos livres de brucelose animal da cadeia leiteira e de corte do Rio Grande do Sul. De acordo com Geder Paulo Herrmann, respons\u00e1vel t\u00e9cnico do Microvet, o laborat\u00f3rio est\u00e1 apto a realizar ensaios em amostras oriundas dos programas e controles oficiais em sanidade animal com escopos em teste de triagem e confirmat\u00f3rio para obten\u00e7\u00e3o do diagn\u00f3stico. Toda a metodologia pertence ao Programa Nacional de Controle e Erradica\u00e7\u00e3o da Brucelose e Tuberculose Animal (PNCEBT) do Mapa.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">A rapidez no diagn\u00f3stico do rebanho \u00e9 uma das prioridades no Microvet. Nos testes simples, o resultado praticamente \u00e9 fornecido no mesmo dia, e todos s\u00e3o entregues no prazo m\u00e1ximo de 72h.\u00a0 \"Trata-se de um grande avan\u00e7o em sanidade animal no Rio Grande do Sul, pois o projeto visa o atendimento dos animais da maioria dos produtores rurais que fornecem mat\u00e9ria-prima para as ind\u00fastrias de leite e de carne\", afirma Herrmann. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\u00a0<strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" \/><\/strong><\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div><strong>China: pa\u00eds est\u00e1 cada vez mais sedento de leite<\/strong><\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div>O consumo de leite na China at\u00e9 a d\u00e9cada de 1960 foi insignificante, mas o aumento da prosperidade fez com que essa necessidade crescesse 25 vezes nos \u00faltimos 50 anos. Como resultado, grandes investimentos foram realizados para que o pa\u00eds tamb\u00e9m aumente a sua produ\u00e7\u00e3o nacional de leite. Provavelmente em 2050 - com o crescimento cont\u00ednuo e r\u00e1pido no consumo - o pa\u00eds asi\u00e1tico precisar\u00e1 triplicar o volume produzido comparado a - por exemplo - o ano de 2010.<\/div>\n<div>Utiliza\u00e7\u00e3o de maiores \u00e1reas certamente contribuir\u00e3o para o aumento da produ\u00e7\u00e3o de leite chinesa, mas com alguns poss\u00edveis efeitos sobre a sustentabilidade ambiental, como:<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div>\u2022<span style=\"white-space: pre;\"> <\/span> aumento de 35% nas emiss\u00f5es de gases de efeito estufa (GEE);<\/div>\n<div>\u2022<span style=\"white-space: pre;\"> <\/span>necessidade de ter um ter\u00e7o de \u00e1reas adicionais para o gado;<\/div>\n<div>\u2022<span style=\"white-space: pre;\"> <\/span>aumento de 48% nos n\u00edveis de nitratos no solo.<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div>Esses fatores podem estimular a China a importar maiores quantias de alimentos. Todo este contexto confirma que o mercado do leite \u00e9 uma realidade global e que interconecta muitos pa\u00edses produtores, exportadores e consumidores. Acima de tudo, demonstra que a produ\u00e7\u00e3o de leite est\u00e1 se encaminhando para a sustentabilidade em todo o mundo e a efici\u00eancia da produ\u00e7\u00e3o deve aumentar ao longo de toda a cadeia de abastecimento, com redu\u00e7\u00e3o nas emiss\u00f5es e constante busca por terras cultiv\u00e1veis. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da OCLA, com base em dados do CLAL.it, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2663\" style=\"width: 700px; height: 584px;\" \/><\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div><strong>Pre\u00e7os\/Reino Unido<\/strong><\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div>A Arla anunciou que o pre\u00e7o do leite padr\u00e3o ser\u00e1 reduzido em 2,16 pences, o que representa 27,11 pences por litro (ppl), [R$ 1,22\/litro], a partir de 1\u00ba de mar\u00e7o de 2018. Comentando sobre a decis\u00e3o de reduzir o pre\u00e7o, o diretor da Arla Foods, Johnnie Russel, disse: \"Mesmo que seja uma m\u00e1 not\u00edcia para os produtores, o desafio \u00e9 o nosso pre\u00e7o em rela\u00e7\u00e3o ao pre\u00e7o dos concorrentes, e que est\u00e3o sendo impactados pelas dram\u00e1ticas quedas nas cota\u00e7\u00f5es das commodities l\u00e1cteas desde o \u00faltimo outono\".<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div>Se de um lado as elevadas cota\u00e7\u00f5es da manteiga sustentaram o pre\u00e7o do leite ao produtor, de outro, a persistente queda no valor das prote\u00ednas desde o in\u00edcio de 2017 est\u00e1 tendo um impacto significativo. As prote\u00ednas chegaram ao menor n\u00edvel hist\u00f3rico, e com poucas perspectivas de recupera\u00e7\u00e3o, diante dos elevados estoques na Uni\u00e3o Europeia (UE).<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div>Come\u00e7ou a recupera\u00e7\u00e3o dos queijos, mas, os pre\u00e7os ainda est\u00e3o abaixo dos n\u00edveis de um ano atr\u00e1s. Tamb\u00e9m melhoraram as cota\u00e7\u00f5es da manteiga. No entanto, est\u00e3o pr\u00f3ximas aos pre\u00e7os do ano passado. Embora o mercado venha se recuperando, os pre\u00e7os da manteiga e das prote\u00ednas, combinados, permanecem abaixo dos n\u00edveis de 2017.<\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div>A First Milk anunciou na sexta-feira passada que o pre\u00e7o do leite em mar\u00e7o ser\u00e1 reduzido em 1,25 pences por litro. Comentando o an\u00fancio, o vice-presidente, Jim Baird disse: \"Como relatamos nos \u00faltimos meses, a fraqueza do mercado de l\u00e1cteos impacta em nossas receitas e n\u00e3o podemos pagar o leite de forma a prejudicar nossa rentabilidade. Sabemos que essa queda adicional ser\u00e1 uma decep\u00e7\u00e3o para nossos produtores associados mas continuaremos a fazer tudo o que pudermos para amortecer as condi\u00e7\u00f5es do mercado\". (The Dairy Site - Tradu\u00e7\u00e3o livre: Terra Viva)<\/div>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" \/><\/strong><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" \/><\/em><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><em>Iogurte contribui na preven\u00e7\u00e3o de problemas cardiovasculares entre indiv\u00edduos com press\u00e3o alta<\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><em>Uma nova pesquisa publicada no American Journal of Hypertension traz um belo motivo para colocarmos o iogurte no carrinho na pr\u00f3xima visita ao supermercado. De acordo com ela, o alimento \u00e9 aliado na preven\u00e7\u00e3o de problemas cardiovasculares entre indiv\u00edduos com press\u00e3o alta. Para tra\u00e7ar essa rela\u00e7\u00e3o, pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade de Boston, nos Estados Unidos, analisaram os h\u00e1bitos de 55.898 mulheres e 18.232 homens. Todos foram seguidos por aproximadamente 30 anos. Ao avaliar os dados, os estudiosos notaram que a ingest\u00e3o de iogurte foi inversamente associada ao risco de doen\u00e7as cardiovasculares, como infarto e derrame. Para sermos mais exatos, consumir o alimento duas ou mais vezes na semana diminuiu em 17% a probabilidade de males card\u00edacos nelas e 21% neles - isso em compara\u00e7\u00e3o com quem degustava uma por\u00e7\u00e3o do produto menos de uma vez ao m\u00eas. Em comunicado \u00e0 imprensa, um dos autores da investiga\u00e7\u00e3o comentou que estudos menores j\u00e1 haviam sugerido que o iogurte faz bem ao cora\u00e7\u00e3o por se tratar de um produto fermentado por bact\u00e9rias. Independentemente dos benef\u00edcios ligados a esse derivado l\u00e1cteo - que incluem ajuda na perda de peso e manuten\u00e7\u00e3o da sa\u00fade \u00f3ssea, por exemplo -, \u00e9 bom lembrar que um alimento n\u00e3o faz milagre sozinho. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da Exame, resumidas pela Equipe MilkPoint)<\/em><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" \/><\/strong><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div><\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0 Porto Alegre, 27 de fevereiro de 2018\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 12 - N\u00b0 2.683 \u00a0 \u00a0 Rio Grande do Sul credencia segundo laborat\u00f3rio de diagn\u00f3stico de brucelose A cadeia produtiva do leite do Rio <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/02\/27\/27-02-2018\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"27\/02\/2018\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1882","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1882","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1882"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1882\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1882"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1882"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1882"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}