{"id":18788,"date":"2026-02-26T20:03:50","date_gmt":"2026-02-26T20:03:50","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=18788"},"modified":"2026-02-26T20:05:02","modified_gmt":"2026-02-26T20:05:02","slug":"26-02-2026","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2026\/02\/26\/26-02-2026\/","title":{"rendered":"26\/02\/2026"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/9wC509ABF0420\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/9wC509ABF0420\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 26 de fevereiro de 2026&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 20 - N\u00b0 4.578<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<hr>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Pre\u00e7o de refer\u00eancia do leite \u00e9 projetado em R$ 2,0966<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O valor de refer\u00eancia do leite projetado para fevereiro no Rio Grande do Sul \u00e9 de R$ 2,0966. O indicador, divulgado nesta quinta-feira (26\/02) em reuni\u00e3o virtual do Conselho Parit\u00e1rio Produtores\/Ind\u00fastrias de Leite do RS (Conseleite), posiciona-se 1,98% acima da proje\u00e7\u00e3o feita em janeiro (R$ 2,0560). O valor consolidado de janeiro fechou em R$ 2,0382, 2,64% maior do que o resultado de dezembro (R$ 1,9857).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo o coordenador do Conseleite, Kaliton Prestes, a expectativa \u00e9 que esse leve aumento chegue ao campo com impacto positivo, auxiliando a margem de lucro da atividade. Segundo ele, o momento \u00e9 de aprofundar o debate sobre a competitividade da cadeia frente a outros players do mercado l\u00e1cteo mundial e avaliar os entraves log\u00edsticos que impactam o setor l\u00e1cteo. \u201cO custo da produ\u00e7\u00e3o l\u00e1ctea no Brasil \u00e9 alto em compara\u00e7\u00e3o a outros pa\u00edses como a Argentina. Temos uma perda importante de competitividade. Mas n\u00e3o podemos avaliar isso olhando apenas para o produtor. A margem \u00e9 apertada e essa an\u00e1lise de competitividade do leite precisa ser feita de forma global\u201d, ponderou Prestes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Divulgados mensalmente, os valores de refer\u00eancia do leite s\u00e3o elaborados com base em c\u00e1lculo elaborado pela UPF a partir de dados fornecidos pelas ind\u00fastrias referentes \u00e0 movimenta\u00e7\u00e3o dos nos primeiros 20 dias do m\u00eas. (Jardine Comunica\u00e7\u00e3o)<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>CONSELEITE MINAS GERAIS -&nbsp;CONSELHO PARIT\u00c1RIO DE PRODUTORES E IND\u00daSTRIAS DE LEITE DE MINAS GERAIS&nbsp;<\/b><br \/>\n&nbsp;<br \/>\nRESOLU\u00c7\u00c3O FEVEREIRO\/2026&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nA diretoria do Conseleite Minas Gerais reunida no dia 25 de Fevereiro de 2026, atendendo os dispositivos disciplinados no artigo 15 do seu Estatuto, inciso I e de acordo com metodologia definida pelo Conseleite Minas Gerais que considera os pre\u00e7os m\u00e9dios e o mix de comercializa\u00e7\u00e3o dos derivados l\u00e1cteos praticados pelas empresas participantes, aprova e divulga:&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<br \/>\na) A proje\u00e7\u00e3o para o maior valor de refer\u00eancia; o valor m\u00e9dio de refer\u00eancia; o valor base de refer\u00eancia e o menor valor de refer\u00eancia para o produto entregue em Novembro\/2025 a ser pago em Dezembro\/2025&nbsp;<br \/>\nb) A proje\u00e7\u00e3o para o maior valor de refer\u00eancia; o valor m\u00e9dio de refer\u00eancia; o valor base de refer\u00eancia e o menor valor de refer\u00eancia para o produto entregue em Janeiro\/2026 a ser pago em Fevereiro\/2026&nbsp;<br \/>\nc) A proje\u00e7\u00e3o para o maior valor de refer\u00eancia; o valor m\u00e9dio de refer\u00eancia; o valor base de refer\u00eancia e o menor valor de refer\u00eancia para o produto entregue em Fevereiro\/2026 a ser pago em Mar\u00e7o\/2026.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/gzJJ2bABF0438\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/gzJJ2bABF0438\"><br \/>\n<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/q0Jq08ABF0410\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/q0Jq08ABF0410\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os valores de refer\u00eancia indicados nesta resolu\u00e7\u00e3o para a mat\u00e9ria-prima leite denominada leite base se refere ao leite analisado que cont\u00e9m 3,30% de gordura, 3,10% de prote\u00edna, 400 mil c\u00e9lulas som\u00e1ticas\/ml, 100 mil ufc\/ml de contagem bacteriana e produ\u00e7\u00e3o individual di\u00e1ria de at\u00e9 160 litros\/dia. Os valores s\u00e3o posto propriedade incluindo 1,5% de Funrural.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">CALCULE O SEU VALOR DE REFER\u00caNCIA&nbsp;<br \/>\nO Conseleite Minas Gerais gera mais valores do que apenas o do leite base, maior, m\u00e9dio e menor valor de refer\u00eancia, a partir de uma escala de \u00e1gios e des\u00e1gios por par\u00e2metros de qualidade e \u00e1gio pelo volume de produ\u00e7\u00e3o di\u00e1rio individual, apresentados na tabela acima. Visando apoiar pol\u00edticas de pagamento da mat\u00e9ria-prima leite conforme a qualidade e o volume, o Conseleite Minas Gerais disponibiliza um simulador para o c\u00e1lculo de valores de refer\u00eancia para o leite analisado em fun\u00e7\u00e3o de seus teores de gordura, prote\u00edna, contagem de c\u00e9lulas som\u00e1ticas, contagem bacteriana e pela produ\u00e7\u00e3o individual di\u00e1ria. O simulador est\u00e1 dispon\u00edvel no seguinte endere\u00e7o eletr\u00f4nico: www.conseleitemg.org.br.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Produ\u00e7\u00e3o de leite avan\u00e7a na Argentina em janeiro, mas rentabilidade segue desafiadora<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De acordo com relat\u00f3rio do Observatorio de la Cadena L\u00e1ctea Argentina (OCLA), com base em dados da Dire\u00e7\u00e3o Nacional de Leite, os tambos argentinos produziram 966 milh\u00f5es de litros em janeiro. O volume representa uma queda de 7,6% em rela\u00e7\u00e3o a dezembro - movimento considerado sazonal -, mas um avan\u00e7o de 9,7% frente a janeiro de 2025, quando a produ\u00e7\u00e3o foi de 880,7 milh\u00f5es de litros.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ap\u00f3s um 2025 de forte expans\u00e3o, a produ\u00e7\u00e3o de leite na Argentina come\u00e7ou 2026 mantendo ritmo no crescimento. De acordo com o relat\u00f3rio do Observatorio de la Cadena L\u00e1ctea Argentina (OCLA), com base em dados da Dire\u00e7\u00e3o Nacional de Leite, os tambos argentinos produziram 966 milh\u00f5es de litros em janeiro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O volume representa uma queda de 7,6% em rela\u00e7\u00e3o a dezembro \u2014 movimento considerado sazonal \u2014, mas um avan\u00e7o de 9,7% frente a janeiro de 2025, quando a produ\u00e7\u00e3o foi de 880,7 milh\u00f5es de litros.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/1Bn725ABF0456\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/1Bn725ABF0456\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O desempenho de janeiro ficou muito pr\u00f3ximo do recorde hist\u00f3rico para o m\u00eas, registrado em 2015, de 973,8 milh\u00f5es de litros. O OCLA tamb\u00e9m destacou o aumento dos s\u00f3lidos totais (gordura e prote\u00edna). O teor m\u00e9dio de s\u00f3lidos passou de 7% em janeiro de 2025 para 7,10% em janeiro de 2026.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pre\u00e7os ainda pressionam a rentabilidade<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Apesar do bom desempenho produtivo, os pre\u00e7os pagos ao produtor seguem em n\u00edvel considerado baixo, com impacto direto sobre a rentabilidade da atividade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo o OCLA, o pre\u00e7o m\u00e9dio recebido em janeiro foi de $ 478,19 por litro (US$ 0,33), alta de 0,3% em rela\u00e7\u00e3o a dezembro e de 7,7% frente a janeiro de 2025. No entanto, descontada a infla\u00e7\u00e3o, o valor representa queda real de 2,5% no comparativo mensal e de 18,7% na compara\u00e7\u00e3o anual. Em d\u00f3lares, o recuo \u00e9 de 22,5% frente ao mesmo m\u00eas do ano passado. (Milkpoint)<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Jogo R\u00e1pido<br \/>\n<\/b><\/i><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Estudo mapeia desafios do setor agropecu\u00e1rio paranaense com poss\u00edvel altera\u00e7\u00e3o da carga hor\u00e1ria semanal<\/b><br \/>\nNo setor de latic\u00ednios, o acr\u00e9scimo estimado \u00e9 de R$ 570 milh\u00f5es por ano, considerando a coleta di\u00e1ria e o processamento imediato do leite. Nas cadeias de cana, caf\u00e9, fumo e hortifruti, o impacto alcan\u00e7a R$ 910 milh\u00f5es anuais, reflexo da forte depend\u00eancia de m\u00e3o de obra em per\u00edodos curtos de colheita e da necessidade de ampliar equipes para manter o ritmo produtivo. A proposta de redu\u00e7\u00e3o da jornada de trabalho no modelo 6\u00d71, com a diminui\u00e7\u00e3o da carga hor\u00e1ria semanal de 44 para 36 horas, poder\u00e1 gerar impacto estimado em R$ 4,1 bilh\u00f5es por ano na agropecu\u00e1ria do Paran\u00e1. O levantamento foi realizado pelo Departamento T\u00e9cnico e Econ\u00f4mico (DTE) do Sistema FAEP e analisou os poss\u00edveis efeitos da medida sobre a estrutura de custos e a necessidade de adequa\u00e7\u00e3o da m\u00e3o de obra nas principais cadeias produtivas do Estado. O estudo considera uma base de 645 mil postos de trabalho no setor agropecu\u00e1rio paranaense, com massa salarial anual de R$ 24,8 bilh\u00f5es, incluindo sal\u00e1rios e encargos obrigat\u00f3rios como FGTS, INSS patronal, provis\u00e3o de f\u00e9rias e 13\u00ba sal\u00e1rio. Com a redu\u00e7\u00e3o da jornada, estima-se a necessidade de reposi\u00e7\u00e3o de 16,6% da m\u00e3o de obra, seja por meio de novas contrata\u00e7\u00f5es ou pelo pagamento de horas adicionais, o que representa aproximadamente 107 mil novos postos para manuten\u00e7\u00e3o do atual n\u00edvel de produ\u00e7\u00e3o. O impacto varia conforme a cadeia produtiva. Na avicultura e suinocultura, o custo adicional anual estimado \u00e9 de R$ 1,72 bilh\u00e3o, em raz\u00e3o do manejo cont\u00ednuo dos animais e das escalas ininterruptas nas plantas frigor\u00edficas. Na cadeia de gr\u00e3os \u2014 soja, milho e trigo \u2014, a necessidade de adequa\u00e7\u00e3o chega a R$ 900 milh\u00f5es, com desafios concentrados no recebimento da safra e na log\u00edstica de transporte durante os per\u00edodos de pico. No setor de latic\u00ednios, o acr\u00e9scimo estimado \u00e9 de R$ 570 milh\u00f5es por ano, considerando a coleta di\u00e1ria e o processamento imediato do leite. Nas cadeias de cana, caf\u00e9, fumo e hortifruti, o impacto alcan\u00e7a R$ 910 milh\u00f5es anuais, reflexo da forte depend\u00eancia de m\u00e3o de obra em per\u00edodos curtos de colheita e da necessidade de ampliar equipes para manter o ritmo produtivo. O estudo aponta que a eventual redu\u00e7\u00e3o da jornada de trabalho demandar\u00e1 planejamento e adequa\u00e7\u00e3o da for\u00e7a de trabalho para garantir a produtividade e o funcionamento das cadeias agropecu\u00e1rias paranaenses. As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Sistema FAEP, adaptadas pela equipe MilkPoint.<\/i><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 26 de fevereiro de 2026&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 20 - N\u00b0 4.578 Pre\u00e7o de refer\u00eancia do leite \u00e9 projetado em R$ 2,0966 O valor de refer\u00eancia do leite projetado para <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2026\/02\/26\/26-02-2026\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"26\/02\/2026\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-18788","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18788","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=18788"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18788\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":18792,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18788\/revisions\/18792"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=18788"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=18788"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=18788"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}