{"id":1878,"date":"2018-02-22T19:35:47","date_gmt":"2018-02-22T19:35:47","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/02\/22\/empresas-gauchas-precisam-abrir-ofensiva-na-asia\/"},"modified":"2018-02-22T19:35:47","modified_gmt":"2018-02-22T19:35:47","slug":"empresas-gauchas-precisam-abrir-ofensiva-na-asia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/02\/22\/empresas-gauchas-precisam-abrir-ofensiva-na-asia\/","title":{"rendered":"Empresas ga\u00fachas precisam abrir ofensiva na \u00c1sia"},"content":{"rendered":"<figure>\n<p>O secret\u00e1rio da Agricultura, Ernani Polo, apresentou a representantes do setor aliment\u00edcio ga\u00facho as percep\u00e7\u00f5es do mercado asi\u00e1tico e relatou andamento de tratativas iniciadas em recente comitiva brasileira \u00e0 \u00c1sia durante encontro nesta quinta-feira (22\/2). O grupo visitou embaixadores e investidores na Coreia do Sul, Mal\u00e1sia, Indon\u00e9sia e Singapura. Segundo Polo, h\u00e1 na regi\u00e3o um mercado gigante para as empresas brasileiras porque existe grande necessidade de alimentos. \u201cA Coreia do Sul tem 1\/3 do territ\u00f3rio do Rio Grande do Sul e 52 milh\u00f5es de habitantes. Eles t\u00eam uma produ\u00e7\u00e3o de alimentos reduzida e renda per capita elevada\u201d, informou. Apesar do potencial existente, o secret\u00e1rio disse que falta prospec\u00e7\u00e3o de empresas brasileiras nesse mercado, principalmente em a\u00e7\u00f5es de marketing que agreguem maior valor aos produtos ofertados.<\/p>\n<p>Ao lado do diretor do Departamento de Promo\u00e7\u00e3o Internacional do Agroneg\u00f3cio do Mapa, Evaldo Silva, Polo pontuou a import\u00e2ncia de o Brasil assumir uma postura mais ostensiva perante esses mercados para viabilizar coloca\u00e7\u00e3o de cortes de su\u00ednos e de aves e produtos l\u00e1cteos. \u201cTemos produtos de qualidade que muitas vezes n\u00e3o s\u00e3o mostrados. Se as empresas ficarem esperando que o mercado venha comprar ser\u00e1 dif\u00edcil. Temos que tentar ir quebrando as barreiras\u201d, recomendou, lembrando que a Apex Brasil tem um escrit\u00f3rio na \u00c1sia ao mesmo tempo que a Austr\u00e1lia tem 65.<\/p>\n<p>Presente no encontro, o presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, refor\u00e7ou a relev\u00e2ncia que esses novos mercados devem ter para o setor l\u00e1cteo para viabilizar o enfrentamento da crise e as constantes oscila\u00e7\u00f5es de pre\u00e7o do leite. \u201cSomos um pa\u00eds importador, mas precisamos que o setor sinta o gosto do mercado externo. Sem d\u00favida, isso ir\u00e1 tirar press\u00e3o do mercado\u201d, salientou. Ainda refor\u00e7ou a relev\u00e2ncia de ganhar competitividade, uma vez que a produ\u00e7\u00e3o leiteira no Brasil tem alto custo, o que dificulta a presen\u00e7a de produtos brasileiros nesse mercado externo.<\/p>\n<p>Guerra convidou o secret\u00e1rio Ernani Polo para participar de reuni\u00e3o de associados do Sindilat para expor as informa\u00e7\u00f5es coletadas \u00e0s ind\u00fastrias. Polo frisou a relev\u00e2ncia da uni\u00e3o das cooperativas e empresas para atenderem de forma conjunto demandas mais amplas desses mercados.<\/p>\n<\/figure>\n<figure><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\/images\/22_02_18.JPG\" alt=\"\" \/><figcaption>Foto: Carolina Jardine<\/figcaption><\/figure><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O secret\u00e1rio da Agricultura, Ernani Polo, apresentou a representantes do setor aliment\u00edcio ga\u00facho as percep\u00e7\u00f5es do mercado asi\u00e1tico e relatou andamento de tratativas iniciadas em recente comitiva brasileira \u00e0 \u00c1sia durante encontro nesta quinta-feira (22\/2). O grupo visitou embaixadores e investidores na Coreia do Sul, Mal\u00e1sia, Indon\u00e9sia e Singapura. 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