{"id":18720,"date":"2026-02-12T19:53:15","date_gmt":"2026-02-12T19:53:15","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=18720"},"modified":"2026-02-12T19:54:36","modified_gmt":"2026-02-12T19:54:36","slug":"12-02-2026","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2026\/02\/12\/12-02-2026\/","title":{"rendered":"12\/02\/2026"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/9wC509ABF0420\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/9wC509ABF0420\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 12 de fevereiro de 2026&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 20 - N\u00b0 4.573<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<hr>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Carnaval e consumo fora da rotina: como a folia reorganiza a demanda por l\u00e1cteos?<\/b><br \/>\n&nbsp;<br \/>\nDatas de exce\u00e7\u00e3o ajudam a entender como o consumidor reage fora do padr\u00e3o habitual. No Carnaval, atributos como praticidade, versatilidade e consumo coletivo ganham for\u00e7a. Esses movimentos ampliam a leitura sobre inova\u00e7\u00e3o, portf\u00f3lio e estrat\u00e9gia. Confira!<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nO Carnaval \u00e9 um dos per\u00edodos mais interessantes do calend\u00e1rio para observar como o consumo se reorganiza quando a rotina desaparece. Em poucos dias, refei\u00e7\u00f5es planejadas d\u00e3o lugar a encontros informais, churrascos improvisados, consumo fora de casa e decis\u00f5es de compra mais imediatas.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nPara a ind\u00fastria l\u00e1ctea, esse deslocamento n\u00e3o representa apenas um pico pontual, mas um ambiente privilegiado de leitura de comportamento. \u00c9 nesse contexto que alguns produtos ganham protagonismo, n\u00e3o pela frequ\u00eancia cotidiana, mas pela adequa\u00e7\u00e3o a ocasi\u00f5es espec\u00edficas de lazer, socializa\u00e7\u00e3o e conveni\u00eancia.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nMais do que uma data festiva, o Carnaval funciona como um laborat\u00f3rio de sazonalidade, revelando quais categorias conseguem capturar valor quando o consumo sai do padr\u00e3o habitual.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nQueijo coalho e churrasco: quando o contexto define a demanda<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nEntre os l\u00e1cteos mais associados ao per\u00edodo est\u00e1 o queijo coalho, fortemente conectado a churrascos, praia e consumo ao ar livre. \u00c0 medida que o Carnaval se aproxima, a din\u00e2mica de compra tende a se intensificar, especialmente em regi\u00f5es tur\u00edsticas e cidades com forte tradi\u00e7\u00e3o de festas populares.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nEsse protagonismo est\u00e1 menos ligado ao produto em si e mais ao contexto de uso, sustentado por tr\u00eas caracter\u00edsticas-chave:<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li>consumo coletivo e compartilhado;<\/li>\n<li>preparo simples e r\u00e1pido;<\/li>\n<li>bom desempenho em ambientes externos e altas temperaturas<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<br \/>\nPara a ind\u00fastria, esse movimento exige aten\u00e7\u00e3o redobrada ao planejamento produtivo e \u00e0 distribui\u00e7\u00e3o. Em per\u00edodos de alta concentra\u00e7\u00e3o de demanda, falhas log\u00edsticas n\u00e3o apenas reduzem vendas, mas comprometem a presen\u00e7a da marca em momentos de alto giro no varejo tradicional, atacarejos e pontos de venda tempor\u00e1rios.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nAl\u00e9m do queijo coalho, manteiga e queijos de uso culin\u00e1rio tamb\u00e9m se beneficiam do aumento de refei\u00e7\u00f5es compartilhadas, refor\u00e7ando o papel do l\u00e1cteo como base alimentar em momentos de lazer e conviv\u00eancia.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nNovas leituras de uso<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nOutro deslocamento t\u00edpico do Carnaval est\u00e1 no uso de leite condensado e creme de leite, que passam a integrar batidas, drinks e sobremesas de preparo r\u00e1pido. Nesse per\u00edodo, esses produtos deixam de ocupar apenas o papel de ingredientes culin\u00e1rios tradicionais e passam a compor experi\u00eancias de consumo ligadas ao entretenimento.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nO que se observa \u00e9 uma valoriza\u00e7\u00e3o de atributos como:<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li>indulg\u00eancia;<\/li>\n<li>praticidade;<\/li>\n<li>versatilidade de uso.<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<br \/>\nEsse uso \u201cfora da fun\u00e7\u00e3o original\u201d amplia o olhar da ind\u00fastria sobre oportunidades de inova\u00e7\u00e3o, comunica\u00e7\u00e3o e desenvolvimento de embalagens mais alinhadas a ocasi\u00f5es espec\u00edficas. O Carnaval, nesse sentido, ajuda a revelar novas leituras de uso para categorias j\u00e1 consolidadas.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nO Carnaval como leitura estrat\u00e9gica para a ind\u00fastria l\u00e1ctea<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nMais do que volumes concentrados em poucos dias, o Carnaval oferece aprendizados estrat\u00e9gicos relevantes. Ele evidencia como o consumidor responde a contextos de exce\u00e7\u00e3o e quais produtos conseguem manter relev\u00e2ncia mesmo fora do consumo tradicional.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nDo ponto de vista industrial, o per\u00edodo ajuda a estruturar reflex\u00f5es importantes:<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li>Quais categorias demonstram maior sensibilidade a mudan\u00e7as de ocasi\u00e3o?<\/li>\n<li>Onde surgem os principais gargalos operacionais e log\u00edsticos?<\/li>\n<li>Quais canais ganham protagonismo no curto prazo?<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<br \/>\nEssas leituras ganham ainda mais import\u00e2ncia em um cen\u00e1rio de margens pressionadas, no qual efici\u00eancia operacional e intelig\u00eancia de mercado fazem diferen\u00e7a real.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nO que observar no comportamento de vendas no Carnaval<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nPara ind\u00fastria e varejo, alguns indicadores ajudam a qualificar essa leitura sazonal:<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li>Desempenho por categoria: varia\u00e7\u00e3o no giro de produtos como queijo coalho, manteiga, leite condensado e creme de leite.<\/li>\n<li>Concentra\u00e7\u00e3o regional: diferen\u00e7as de comportamento entre cidades tur\u00edsticas, capitais e polos de festa.<\/li>\n<li>Canal de venda: maior relev\u00e2ncia de mercados de bairro, atacarejos e pontos tempor\u00e1rios.<\/li>\n<li>Tamanho de embalagem: prefer\u00eancia por formatos familiares ou multipacks.<\/li>\n<li>Ruptura e reposi\u00e7\u00e3o: impacto da log\u00edstica em per\u00edodos de demanda concentrada.<\/li>\n<li>Consumo por ocasi\u00e3o: aumento da compra imediata e ajuste do estoque dom\u00e9stico no p\u00f3s-evento.<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<br \/>\nEssas observa\u00e7\u00f5es ajudam a calibrar decis\u00f5es futuras, n\u00e3o apenas para o Carnaval, mas para outras datas sazonais ao longo do ano.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nUm aprendizado que vai al\u00e9m da folia<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nAo observar o Carnaval sob a lente do comportamento de consumo, fica claro que o setor l\u00e1cteo mant\u00e9m sua relev\u00e2ncia mesmo quando a rotina alimentar se transforma. Produtos que entregam conveni\u00eancia, versatilidade e conex\u00e3o cultural tendem a ganhar espa\u00e7o \u2014 da grelha ao copo.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nPara a ind\u00fastria, entender esses movimentos n\u00e3o \u00e9 apenas reagir \u00e0 sazonalidade, mas antecipar tend\u00eancias, fortalecer portf\u00f3lios e construir estrat\u00e9gias alinhadas aos diferentes momentos de consumo ao longo do ano.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nEntender movimentos sazonais como o Carnaval \u00e9 parte de uma agenda maior: ler o consumidor, antecipar tend\u00eancias e tomar decis\u00f5es cada vez mais estrat\u00e9gicas em um mercado em transforma\u00e7\u00e3o. (Milkpoint)<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Produ\u00e7\u00e3o de leite brasileira tem menor emiss\u00e3o por litro de leite produzido que a m\u00e9dia global<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pesquisa conduzida em 28 fazendas brasileiras mostra que a emiss\u00e3o por litro de leite no pa\u00eds \u00e9 significativamente inferior \u00e0 m\u00e9dia mundial. A maior produtividade das vacas \u00e9 um dos principais fatores que explicam esse desempenho.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A pecu\u00e1ria leiteira brasileira emite, em m\u00e9dia, menos da metade dos gases de efeito estufa registrados na produ\u00e7\u00e3o mundial quando se considera o volume produzido. A pegada de carbono no Brasil foi estimada em 1,19 kg de CO\u00b2 equivalente (CO\u00b2eq) por quilo de leite, enquanto a m\u00e9dia global \u00e9 de 2,5 kg de CO\u00b2eq por quilo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os dados s\u00e3o de um estudo conduzido por pesquisadores da USP e da Embrapa Gado de Leite, com apoio da Cargill, que avaliou 28 fazendas em sete estados brasileiros. O levantamento envolveu 24,3 mil animais, respons\u00e1veis por uma produ\u00e7\u00e3o anual de 162,1 milh\u00f5es de litros \u2014 cerca de 0,45% da produ\u00e7\u00e3o nacional.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para permitir compara\u00e7\u00f5es internacionais, o c\u00e1lculo considerou o leite corrigido para gordura e prote\u00edna, metodologia adotada globalmente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A principal vari\u00e1vel associada \u00e0 menor intensidade de emiss\u00f5es no Brasil \u00e9 a produtividade animal. Quanto maior a produ\u00e7\u00e3o por vaca, menor tende a ser a emiss\u00e3o por litro de leite. Propriedades com produ\u00e7\u00e3o superior a 25 litros por vaca por dia, por exemplo, apresentaram pegada m\u00e9dia de 0,9 kg de CO\u00b2eq por quilo de leite \u2014 aproximadamente 25% abaixo da m\u00e9dia nacional.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A rela\u00e7\u00e3o \u00e9 direta: sistemas mais eficientes diluem as emiss\u00f5es totais ao longo de um volume maior de produ\u00e7\u00e3o, reduzindo a intensidade de carbono do produto final.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O estudo tamb\u00e9m identificou varia\u00e7\u00f5es entre biomas. O Pampa apresentou a menor pegada m\u00e9dia (0,99 kg de CO\u00b2eq\/kg de leite), seguido pelo Cerrado (1,12 kg de CO\u00b2eq\/kg de leite), Mata Atl\u00e2ntica (1,19 kg de CO\u00b2eq\/kg de leite) e Caatinga (1,5 kg de CO\u00b2eq\/kg de leite).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A an\u00e1lise considerou todas as etapas da cadeia produtiva, desde a produ\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os utilizados na ra\u00e7\u00e3o at\u00e9 o manejo de res\u00edduos, metodologia conhecida como An\u00e1lise de Ciclo de Vida (ACV).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Do total de emiss\u00f5es associadas \u00e0 atividade, 47% s\u00e3o provenientes da fermenta\u00e7\u00e3o ent\u00e9rica \u2014 processo digestivo natural dos ruminantes. A produ\u00e7\u00e3o de alimentos para ra\u00e7\u00e3o responde por 36,8%, enquanto o manejo de dejetos representa 8,1% das emiss\u00f5es totais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cA mensura\u00e7\u00e3o precisa das emiss\u00f5es de gases de efeito estufa permite que produtores busquem pr\u00e1ticas e tecnologias baseadas em ci\u00eancia, para aumento da efici\u00eancia e redu\u00e7\u00e3o da pegada de carbono do leite, melhorar a competitividade do setor e alinhar-se a compromissos de mitiga\u00e7\u00e3o das emiss\u00f5es\u201d, afirma Vanessa de Paula, analista da Embrapa Gado de Leite.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ferramentas de modelagem nutricional t\u00eam sido utilizadas para formular dietas mais precisas, com potencial de reduzir a produ\u00e7\u00e3o de metano ent\u00e9rico. Estrat\u00e9gias de micronutri\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m contribuem para melhorar o status sanit\u00e1rio dos animais, elevando produtividade e bem-estar \u2014 fatores que impactam diretamente na redu\u00e7\u00e3o da intensidade de emiss\u00f5es por litro produzido.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Globo Rural, adaptadas pela equipe MilkPoint.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Cart\u00e3o de cr\u00e9dito vira term\u00f4metro fiscal da Receita Federal<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O cart\u00e3o de cr\u00e9dito, que antes era visto apenas como um facilitador do consumo, afinal, permitia parcelar despesas e ganhar tempo para organizar a vida financeira, hoje mant\u00e9m essas fun\u00e7\u00f5es, mas assume tamb\u00e9m um novo papel: o de verdadeiro term\u00f4metro fiscal.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com a digitaliza\u00e7\u00e3o dos pagamentos, a Receita Federal passou a operar em outro patamar. A concentra\u00e7\u00e3o est\u00e1 no cruzamento inteligente de dados, que compara renda declarada, faturamento informado, notas fiscais emitidas, movimenta\u00e7\u00e3o banc\u00e1ria e o uso do cart\u00e3o de cr\u00e9dito.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Existe uma percep\u00e7\u00e3o comum de que a Receita \u201capertou o cerco\u201d. Na pr\u00e1tica, o que mudou foi a capacidade de leitura dos dados. Com menos uso de dinheiro em esp\u00e9cie e mais pagamentos rastre\u00e1veis, o Fisco passou a enxergar aquilo que antes ficava disperso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E aqui vale um ponto importante: a Receita n\u00e3o olha compras isoladas, nem est\u00e1 interessada no cafezinho do dia a dia. O que chama aten\u00e7\u00e3o \u00e9 o conjunto da obra. Quando o padr\u00e3o de consumo n\u00e3o conversa com a renda oficialmente declarada, o sistema acende o alerta.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Existe um discurso recorrente de que \u201cs\u00f3 os grandes s\u00e3o fiscalizados\u201d. Na teoria, parece f\u00e1cil. Na pr\u00e1tica, n\u00e3o \u00e9 bem assim. Quem mais sente os efeitos desse modelo s\u00e3o MEIs, aut\u00f4nomos, trabalhadores informais e pequenos empreendedores. Especialmente aqueles que misturam finan\u00e7as pessoais com as do neg\u00f3cio, n\u00e3o emitem nota de tudo ou usam o cart\u00e3o pessoal para bancar despesas profissionais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por coincid\u00eancia, ou talvez n\u00e3o, conversei recentemente com um prestador de servi\u00e7os que atuava como MEI, mas n\u00e3o declarava a totalidade da sua receita. O desenquadramento de sua inscri\u00e7\u00e3o como MEI veio justamente a partir desses cruzamentos: movimenta\u00e7\u00e3o no cart\u00e3o, valores entrando na conta, faturamento declarado incompat\u00edvel com a realidade. Resultado? Exclus\u00e3o do regime e cobran\u00e7a retroativa de impostos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outro h\u00e1bito comum que merece aten\u00e7\u00e3o \u00e9 emprestar o cart\u00e3o de cr\u00e9dito a terceiros. Para a Receita, n\u00e3o existe \u201cfoi meu irm\u00e3o\u201d, \u201cfoi um amigo\u201d ou \u201cdepois ele me pagou\u201d. A despesa sempre recai sobre o CPF do titular.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Se os gastos superarem a renda declarada, cabe ao contribuinte provar que houve reembolso. Sem documenta\u00e7\u00e3o, o valor pode ser tratado como renda n\u00e3o declarada. \u00c9 um detalhe que parece pequeno, mas que pode virar um problem\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N\u00e3o, isso n\u00e3o \u00e9 persegui\u00e7\u00e3o, nem fiscaliza\u00e7\u00e3o abusiva. \u00c9 consequ\u00eancia direta de um sistema que se tornou mais digital, integrado e autom\u00e1tico. Organiza\u00e7\u00e3o, divis\u00e3o de contas, emiss\u00e3o de notas e registro de reembolsos n\u00e3o s\u00e3o \u201cexcesso de zelo\u201d, s\u00e3o uma necessidade b\u00e1sica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No fim das contas, o recado \u00e9 simples e at\u00e9 meio ir\u00f4nico: nunca foi t\u00e3o dif\u00edcil esconder informa\u00e7\u00f5es. E, diferentemente de antes, n\u00e3o porque o fiscal est\u00e1 olhando, mas porque os dados est\u00e3o mostrando. E dados n\u00e3o esquecem, n\u00e3o se confundem e n\u00e3o aceitam desculpas que n\u00e3o est\u00e3o documentadas. (Jornal do Com\u00e9rcio)<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Jogo R\u00e1pido<br \/>\n<\/b><\/i><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Termo \u201cleite\u201d em embalagens<\/b><br \/>\nO plen\u00e1rio da C\u00e2mara dos Deputados pode votar nas pr\u00f3ximas sess\u00f5es o Projeto de Lei 10.556\/2018, que pro\u00edbe o uso da palavra \u201cleite\u201d em embalagens e r\u00f3tulos de alimentos que n\u00e3o tenham origem animal. A proposta tamb\u00e9m reserva exclusivamente para derivados l\u00e1cteos termos como queijo, manteiga, requeij\u00e3o, creme de leite e bebida l\u00e1ctea. A mat\u00e9ria tramita em regime de urg\u00eancia e, por isso, pode ser analisada diretamente no plen\u00e1rio, sem passar pelas comiss\u00f5es permanentes da Casa.(Jornal do Com\u00e9rcio)<\/i><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 12 de fevereiro de 2026&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 20 - N\u00b0 4.573 Carnaval e consumo fora da rotina: como a folia reorganiza a demanda por l\u00e1cteos? &nbsp; Datas de exce\u00e7\u00e3o <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2026\/02\/12\/12-02-2026\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"12\/02\/2026\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-18720","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18720","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=18720"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18720\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":18725,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18720\/revisions\/18725"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=18720"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=18720"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=18720"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}